Será que vai ser este ano?

Montagem 1º

Como todos nós sabemos, quem defende a tauromaquia, afirma vezes sem conta que o touro não sofre. E que vão ao cumulo de afirmar que o touro gosta de ser toureado.
Mas os defensores da tauromaquia esquecem-se que o touro tem um sistema nervoso central. E que como tal sofre.

Mas dou por mim inúmeras vezes a pensar; porque será que os defensores da tauromaquia, não se põe uma única vez no lugar da touro, na arena de uma praça?
– Espera; já sei. Eles afirmam que o touro, não é um animal.
– Se o touro, não é um animal o que é, afinal. Será que é um robô?

As alegações dos defensores da tauromaquia até hoje, nunca foram provadas por um cientifico, que as tenha provado, de acordo com a ciência, e cumprindo integralmente o código deontológico.
– Aliás, como acontece, na televisão, quando num programa de debate, está, por exemplo presente um pseudo cientifico, chamado Joaquim Grave, e lhe é perguntado, onde está o seu código deontológico, depois do seu chorrilho de alegações absurdas e não provadas, cientifica e eticamente, a sua atrapalhação é visível.
É que ainda não entrou na cabeça de sujeitos como o Joaquim Grave, que não basta afirmar que o touro não sofre, que o touro gosta de ser toureado, e que o touro nasceu para ser toureado. É preciso provar estas alegações, com dados científicos, que tenham sido provados pela comunidade cientifica e que tenham sido publicados numa revista cientifica. Quando se está a lidar com a ciência, tem mesmo de ser assim. E se assim não for, todas as alegações que se tenha, não passam de alegações falsas!

Será que vai ser este ano, que os defensores da tauromaquia, vão colocar-se no lugar do touro, na arena de uma praça? –Duvido. Eles são demasiadamente cobardes para isso. É como diz o ditado; pimenta no cu dos outros é refresco!

Mário Amorim

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