La verdad sobre las corridas de toros

La verdad sobre las corridas de toros | Toros Sí, Toreros No

Só sádicos. Só pessoas completamente insensíveis. Só Psicopatas; Sociopatas, não querem perceber esta verdade.

O vídeo fala por si!

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TAUROMAQUIA – DOENÇA DO FORO PSIQUIÁTRICO

Há uns dias, escrevi um texto onde considerava a tauromaquia uma doença do foro psiquiátrico.

A este propósito, um “ilustre desconhecido” enviou-me o seguinte comentário:

Comentário no post QUANDO OS AFICIONADOS NASCEM COM O CÉREBRO DESCIDO…

Quando diz que é uma doença, pode indicar-me qual é a classificação DMS? Obrigada

Desconhecido a 25 de Agosto 2016, 11:33

Pois é a esta pergunta que tentarei responder, à luz das modernas descobertas das Ciências da Psicologia e da Psiquiatria e das Ciências Biológicas

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Os primeiros registos desta prática sangrenta remontam ao século XII, tendo como principal palco de acção a Espanha. Em Portugal, esta barbárie foi introduzida em 1580, quando o nosso País foi ocupado pelos Reis Filipes (Filipe I, Filipe II e Filipe III de Portugal, respectivamente II, III e IV de Espanha) tendo depois sido disseminada pelo mundo, nomeadamente na América do Sul (onde se situam cinco dos oito tristes países que actualmente ainda mantém esta prática medieval e selvática), durante o período da expansão colonizadora, levada a cabo por ambos os países.

Portanto, durante alguns séculos, a tauromaquia e tudo e todos os que a rodeavam, desde toureiros a cavalo e a pé, forcados, bandarilheiros, novilheiros, campinos, e obviamente os aficionados, aqueles que frequentavam as ditas praças de touros, para aplaudir aquilo que consideravam um acontecimento cultural e artístico, dos mais majestosos, frequentado pela populaça, mas também por reis, rainhas, príncipes e princesas, artistas e escritores, o que demonstra que as doenças mentais ou os desvios comportamentais podem ocorrer no seio de qualquer classe social, da mais baixa à mais alta e indepentendemente do nível de instrução, era algo que fazia parte de uma sociedade ainda pouco evoluída, com poucas opções de divertimentos cultos, numa época em que a Santa Ignorância e o Santo Obscurantismo imperavam, a todos os níveis, e em que as mulheres e as crianças não tinham nenhuns direitos, e muito menos os animais não humanos que, nessa época, eram tratados por bichos, sobre os quais recaíam as mais hediondas superstições, muitas delas ainda hoje perduram nas localidades portuguesas mais atrasadas civilizacionalmente.

Aliás, este conceito de direitos do homem só apareceu nos finais do século XVIII (em 1789, em plena época da Revolução Francesa). A Declaração Universal dos Direitos da Criança, só foi proclamada em 1959, e até esta data as crianças eram consideradas ao nível de qualquer animal não humano. Quanto à Declaração Universal dos Direitos dos Animais só foi proclamada pela UNESCO em 1978, assinada por quase todos os países do mundo, e promulgada por Portugal. 

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Ora foi a partir deste ano de 1978 que os activistas, com base neste documento, começaram a “fazer barulho” que se ouvisse, ao redor dos maus tratos infligidos aos animais não humanos, nos países terceiro-mundistas, mas também nos primeiro-mundistas.

E os tempos foram evoluindo, e com eles milhares de pessoas também, ficando, no entanto, uma parte dessa humanidade parada no tempo das trevas e de um obscurantismo que permanece até aos dias de hoje.

Paralelamente, as Ciências Biológicas foram também evoluindo, e descobriu-se a senciência animal (como se tal fosse necessário para condenar a tortura) e demonstrou-se que os animais, até então considerados irracionais, não eram assim tão irracionais, e começou-se a designá-los por não humanos, e até apareceu a expressão “pessoas não humanas” para designar algumas espécies, como os Símios e Cetáceos, entre outros.

Mas não só as Ciências Biológicas evoluíram.

No campo da Psicologia e da Psiquiatria foram surgindo novas áreas de estudo, e o que antes parecia normal, hoje é considerado um comportamento desviante, do foro da insanidade mental.

Na Grécia antiga, por exemplo, a pedofilia era uma prática comum e aceitável socialmente, até porque a criança não tinha quaisquer direitos, e era tratada como um animal irracional e sem alma. Aliás, tal como a mulher e os escravos.

Hoje, a pedofilia não só é considerada um crime, como está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual.

TOUREIRO3.png Deterioração mental

O mesmo se passa em relação à tauromaquia e a todos os seus intervenientes, desde os que a praticam (psicopatas), aos que a aplaudem (sádicos), como também aos que a apoiam e promovem, normalmente aficionados e sádicos também, que hoje em dia é uma prática contestada em todo o mundo, pela sua descomunal perversidade.

Até a terminologia na tauromaquia mudou.

A tauromaquia passou a designar-se selvajaria tauromáquica.

O heróico toureiro hoje não passa de um cobarde tauricida ou torcionário; o cavaleiro é um cavalgador; o “valente” forcado é apenas um cobarde carrasco, bem como os bandarilheiros e novilheiros não passam de desalmados.

E tudo começa na infância.

Até há poucos anos, nos distúrbios revelados na psicopatia, na sociopatia, na condutopatia e no transtorno de personalidade, não estavam incluídos aqueles que, num passado medieval, eram considerados uns heróis, por lidarem um bovino a que chamavam touro bravo, que nada sofria, mas que na realidade não era mais do que um manso e senciente herbívoro, torturado desde a nascença para se apresentar agressivo diante dos seus carrascos.

E esta mentira circulou durante séculos e tornou-se verdade para aqueles que hoje se recusam a aceitar as evidências científicas, que entretanto ficaram mais do que provadas: o bovino é um ser pacífico, herbívoro, senciente e sofre horrores quando está a ser lidado pelos cobardes psicopatas, seus carrascos.

A partir desta comprovação, os tauricidas e aficionados passaram a ser incluídos no rol dos portadores de distúrbios mentais, afectivos e sexuais.

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Os psicopatas costumam maltratar animais na sua infância e juventude. Esta é uma afirmação do FBI norte-americano, a partir de um estudo baseado em entrevistas a homicidas e psicopatas. Decapitar gatos e esquilos ou disparar sobre cães são algumas das crueldades que estes jovens podem cometer.

Ora tendo em conta que animais somos todos nós (humanos e não humanos) e que está provado cientificamente que os bovinos, sendo animais como nós, são sencientes e padecem dos mesmos sofrimentos, como se fossem um de nós, e o que lhes fazem a eles é como se o fizessem a um de nós, o termo psicopata encaixa-se na perfeição a um tauricida e a um aficionado de tauromaquia, pois esse termo é atribuído a indivíduos com um padrão de personalidade caracterizado por um comportamento desviante, pela ausência da capacidade de sentir empatia/remorso e compaixão, falham em relação aos valores éticos e morais, são clinicamente indivíduos perversos e portador de distúrbios mentais graves.

Os aficionados e tauricidas vivem na zona fronteiriça entre a normalidade e a doença mental.

Os indivíduos já nascem velhos e com essa predisposição, e se crescem num meio propício, estas características tendem a desenvolver-se e a cristalizar-se nos seus cérebros emurchecidos.

Em sociedade eles agem como indivíduos normais, por isso fazem questão de se considerarem “seres humanos como os outros” mas apresentam manifestações patológicas no seu comportamento.

São bastante desequilibrados emocionalmente e sofrem de distúrbios afectivos e sexuais.

Prova disto mesmo são os impropérios que aficionados e tauricidas lançam, nomeadamente, às activistas, onde a nota principal recai sobre uma frustrada actividade sexual que eles transpõem para nós, como se estivessem a dirigir-se às mães, mulheres e filhas deles, algo que Sigmund Freud denominou Projecção Psicológica.

Vejam neste link, do que estou a falar:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

Estes indivíduos necessitam de atacar violentamente um bovino indefeso e inofensivo, ou de aplaudir esse ataque cruel e violento para exorcizar a invirilidade de que sofrem (eles) e a frustração sexual (elas). Para além disso precisam de atacar também os que defendem a Vida, qualquer Vida, porque para eles a Vida dos outros não tem qualquer significado. Apenas a deles interessa.

Normalmente a classe social onde estão inseridos pode ser um factor desencadeante desses comportamentos desviantes, mas não são preponderantes, e os estudos universitários não são garantia, nem remédio para erradicar essa patologia. Por isso, vemos professores catedráticos, presidentes da República, ministros, deputados, artistas, escritores e jornalistas, entre os que aplaudem a tortura de um ser vivo.

O sadismo é um desequilíbrio patológico do controlo das emoções e dos impulsos dos indivíduos que já nascem com a propensão para sentir prazer com o sofrimento de um ser vivo; frequentemente têm um comportamento anti-social e sofrem de um excesso de crueldade.

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Assim sendo, e usando as palavras do psiquiatra forense brasileiro Guido Arturo Palomba, aparentemente, os aficionados e tauricidas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada.

Os aficionados de tauromaquia podem apresentar-se como indivíduos “normais”, mas são extremamente sádicos, portadores de transtornos de personalidade e de perturbação de comportamento, deformação moral e, no limite, são psicopatas, nomeadamente os tauricidas e cobardes forcados.

Vamos analisar os portadores deste transtorno de personalidade:

De acordo com o psiquiatra, Guido Arturo Palomba, um indivíduo com transtorno de personalidade apresenta alguns defeitos básicos:

São altamente egoístas (não pensarão os tauricidas e afins só neles, e em satisfazer o seu desejo mórbido de ver sofrer um ser vivo, o que os leva a arrastarem-se até a uma arena para “gozarem” o sofrimento de um animal como eles?);

Não se arrependem dos seus actos (não é verdade que nenhum deles jamais admite que o acto de aplaudir ou de praticar a selvajaria tauromáquica é um acto reprovável, e não se arrependem nunca do que fazem, porque acham que é o certo?); «assim, destaca-se enfaticamente a completa falta de remorso do criminoso psicopata, os seus critérios de emoção destoam em género, número e grau dos critérios normais do paradigma de normalidade psico-emocional do homem e mulher classificados como normais, daí o profundo mal-estar que as suas práticas criminosas provocam na sociedade em geral.»;

Têm valores morais distorcidos (os aficionados não acham que podem torturar um ser vivo apenas porque é “tradição” apesar de lhes serem apresentados dados científicos que provam que os bovinos são seres sencientes, tal como todos nós?;

Gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio (este é o maior indicador do transtorno mental e de personalidade dos aficionados e tauricidas: não só sentem prazer como não se incomodam com o ATROZ E VISÍVEL sofrimento dos bovinos.


O que dizer dos indivíduos que aplaudem o que se passa nestas imagens tão cruéis?

De acordo com o psiquiatra Guido Arturo Palomba e como já se de referiu, aparentemente, os psicopatas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada, e este problema foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (…) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade.

E as características apresentadas pelos tauricidas e aficionados não farão parte destas doenças do foro psiquiátrico?

Para finalizar posso ainda acrescentar o contributo da Ciência das Expressões Faciais, através da qual um especialista pode diagnosticar a insanidade mental, por exemplo, destes exemplares de tauricidas com que ilustrei este meu texto.

 

Isabel A. Ferreira

***

Fontes:

Este texto foi escrito a partir de estudos publicados na Internet, nomeadamente o do psiquiatra Guido Arturo Palomba e também no Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais – DMS5TM, da American Psychiatric Association (Climepsi Editores).

https://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

http://www.scielo.br/pdf/epsic/v17n3/14.pdf

http://psicoativo.com/2016/01/projecao-freudiana-projecao-segundo-freud.html

http://ceapuem.blogspot.pt/2014/05/normal-0-false-false-false-en-us-x-none_5220.html

(Entre muitos outros)

Tudo o que é dito sobre as patologias descritas e sobre os psicopatas é do domínio da Psicologia e Psiquiatria e encaixam-se nos distúrbios apresentados pelos tauricidas e aficionados.

Fonte: Arco de Almedina

***

Não poderia estar mais de acordo com a Isabel, pelas razões que ela enumerou e muito bem.

Tanto aqueles que na arena de uma praça, maltratam física e psicologicamente o touro, e o cavalo, como aqueles que assistem e aplaudem a dor, o sofrimento, a tortura ao touro e ao cavalo, todos eles são Psicopatas, são Sociopatas. A psiquiatria afirma-o. A ciência forense afirma-o!

Mário Amorim

CRIANÇAS E TAUROMAQUIA – O PAN PRONUNCIA-SE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Força, André Silva.

A maioria dos deputados da Nação não está interessada em ABOLIR a selvajaria tauromáquica.

O que aqui está em causa são DIREITOS de inocentes, inofensivos e indefesos seres humanos (crianças) e inocentes, inofensivos e indefesos seres não humanos, os ditos “animais”, afinal, o que todos nós somos também.

Fonte: Arco de Almedina

LUÍS CAMPOS FERREIRA (SECRETÁRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS) ENVERGONHA PORTUGAL AO ENALTECER A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

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Luís Campos Ferreira, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, deslocou-se ao Alto Minho para mais uma “Embaixadoria”, desta vez dedicada ao México, acompanhado pelo Embaixador Alfredo Pérez Bravo, com o objectivo de levar embaixadores acreditados em Lisboa a visitar diversas regiões portuguesas, para realçar a diversidade cultural regional e as potencialidades do tecido empresarial do país.

Desta vez a “Embaixadoria” foi até Viana do Castelo, onde, num discurso aqui proferido, Luís Campos Ferreira referiu o Fado, o Cavalo Lusitano e as touradas como prova da “qualidade” do Alto Minho.

Ora, tal afirmação mostra uma certa ignorância sobre o que é o Alto Minho e as suas qualidades

O Alto Minho não é Lisboa, que põe o Fado e a selvajaria tauromáquica (vulgo tourada) no mesmo saco “cultural”.

O Fado é Património Cultural Imaterial da Humanidade. É.

Mas a tourada é um costume bárbaro, ainda praticado em Lisboa, mas não tem qualquer tradição no Norte de Portugal, à excepção de Ponte de Lima, que é um autêntico ninho de lixo tauromáquico.

Viana do Castelo, a primeira cidade portuguesa a ousar ser anti-tourada, curiosamente, nos mandatos posteriores ao Dr. Defensor Moura, Presidente do município vianense, que limpou Viana do Castelo do lixo tauromáquico, regressou á selvajaria, tornando-se pró-tourada, devido à ineficácia política dos actuais autarcas. Mas a esmagadora maioria da população vianense é anti-tourada.

 

O Cavalo Lusitano, esse, é na verdade um Cavalo digno e de excelência, porém, é bastante maltratado em Portugal, pois além de não ser considerado um animal, pela lei portuguesa, é cobardemente utilizado nas bárbaras corridas de touros à antiga portuguesa (coisa de um passado que já passou há muito).

Por incrível que pareça, lê-se na Wikipédia que «existe uma raça de cavalos desenvolvida especialmente para as Corridas de Touros, o cavalo Puro-sangue Lusitano (PSL), que se diferencia pela sua coragem, generosidade e altivez.»

Agora digam-me, colocar o Cavalo Lusitano como prova de qualidade do Alto Minho, quando o torturam barbaramente nessas “corridas” á moda do tempo dos ignorantes… será uma prova de “qualidade”?

Isto é uma falta de discernimento total.

Luís Campos Ferreira continua a “mostrar Portugal” ao mundo, mas de um modo que não dignifica nem Portugal, nem os Portugueses que não se revêem nesta incultura bárbara de touradas e utilização de animais como os dignos Touros e o generoso e altivo Cavalo Lusitano, na festa parva dos que ainda vivem na Idade do Calhau.

E a Rádio Geice, que transmitiu este vergonhoso discurso, não terá um espírito de Cultura Crítica, que possa fazer uma triagem daquilo que é civilizado dizer alto, e daquilo que não é civilizado dizer alto?

Este secretário de estado envergonhou Portugal e desprestigiou o Alto Minho com o um discurso sem nexo. E ninguém diz nada?

Fica-se pela triste, pobre e apodrecida mensagem de alguém que ficou parado na Idade Média, mas representa o governo português, no ano de 2015, da era cristã?

Sim, sabemos, que era o embaixador do México (um país tão retrógrado quanto Portugal, nestas questões de evolução e civilização, pois também ainda alberga a selvajaria tauromáquica, se bem que a caminho da abolição) que acompanhava Luís Campos Ferreira….

Mas ainda assim…

Tinha de haver senso crítico.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/luis-campos-ferreira-secretario-de-558829

POR QUE RAZÃO A QUESTÃO DO ACESSO DOS JOVENS ÀS TOURADAS É UMA QUESTÃO IMPORTANTE?

(Ao cuidado das autoridades portuguesas responsáveis pelo bem-estar físico e pela saúde mental das nossas crianças)

Por motivos óbvios, por mim era um rotundo NÃO ao acesso a menores de 90 anos, e para cima dessa idade, apenas aos que perderam a vista.

A selvajaria tauromáquica não é coisa para olhos humanos verem.

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«Os franceses estão preocupados com os problemas que a juventude enfrenta, e num lugar destacado encontra-se com frequência o problema da violência: a violência sofrida, a violência observada ou a violência exercida.

Nos últimos anos tem-se assistido a um especial interesse pela questão da violência observada pelas crianças e pelos adolescentes. Distinguem-se neste caso dois tipos de situação:

– Por um lado, a criança como testemunha de violências reais, seja fora da família, seja mais frequentemente dentro da família;

– Por outro lado, a criança como espectadora de violências virtuais, e entra aqui o debate sobre o efeito dos filmes, da televisão e dos jogos de vídeo.

Sobre o segundo tipo de situação, nomeadamente os filmes, dois relatórios ministeriais foram elaborados em 2002: o «Relatório Brisset» (As crianças face às imagens e às mensagens violentas difundidas pelos diferentes meios de comunicação – Relatório de Claire Brisset, Defensora das crianças, para Dominique Perben, Ministro de Justiça, Dezembro de 2002) e o «Relatório Kriegel» (A violência na televisão – Relatório de Blandine Kriegel, para Jean-Jacques Aillagon, Ministro da Cultura e Comunicação, Novembro de 2002).

(AQUI RESSALTE-SE A EXIBIÇÃO DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NO PEQUENO ECRÃ, ACESSÍVEL ÀS CRIANÇAS ENTREGUES A TAURICIDAS)

Há também um capítulo dedicado ao “Impacto dos Media” no relatório colectivo de peritos, publicado pelo Inserm em Setembro de 2005, intitulado “Problemas de conduta nas crianças e nos adolescentes”, no âmbito mais específico dos comportamentos agressivos».

Os espectáculos de violência humana que eles analisam referem-se implícita ou explicitamente a uma violência exercida sobre outros humanos, e as suas conclusões devem ser tomadas dentro desse enquadramento. No entanto, fica aberta a questão de saber se certas conclusões destes relatórios podem ser alargadas à violência do espectáculo das touradas.

É notório que as touradas escapam à distinção antes referida, devido a que a violência é ao mesmo tempo real e constituída em espectáculo.

Fogem também às análises habituais pelo facto de se referirem não a violências contra seres humanos, mas contra animais. Colocam desde este ponto de vista duas questões, por um lado a questão em si da violência contra os animais, por outro lado a questão da relação entre a violência contra os animais e a violência contra os seres humanos.

A literatura médica sobre o impacto dos espectáculos violentos nas crianças e adolescentes incide geralmente sobre dois tipos de efeito:

– O efeito traumático;

– A incitação e/ou a habituação à violência.

Outras reflexões referem-se à fragilização do sentido moral e à perturbação da escala de valores, e são mais difíceis de definir, analisar e validar.

Fonte: Texto original disponível na página:

NON À L’ACCÈS DES MOINS DE 16 ANS AUX CORRIDAS

Argumentaire présenté lors des Rencontres Animal et Société

http://pas-de-corridas-pour-les-enfants.over-blog.fr/pages/Argumentaire_presente_lors_des_Rencontres_Animal_et_Societe-8450248.html

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/por-que-razao-a-questao-do-acesso-dos-494346