SeaWorld: Don’t Imprison Dolphins and Whales in New Asian Theme Parks!

É muito importante que esta petição, seja assinada.
O Sew World, é o mais importante show, com golfinhos e baleias do mundo. E o seu fim, será decisivo, para que futuramente, todos os shows com golfinhos e baleias, pelo mundo fora, (incluindo em Portugal), tenham fim, pois o lugar dos golfinhos e das baleias, são os oceanos, livres e em paz e sossego, e não presos/as em instalações como estas, para que pessoas se possam divertir, as custas do seu sofrimento!


The Chinese Zhonghong Zhuoye real estate group recently invested in SeaWorld, and acquired the rights to develop SeaWorld Parks in China, Hong Kong, Macau, and Taiwan. Although SeaWorld has agreed not to send orcas to Asia, the company still may send dolphins and other whales. The Zhonghong Zhuoye Group also may acquire orcas from other sources. We must convince SeaWorld and the Zhonghong Zhuoye Group not to imprison marine mammals in any new parks.

People around the world are learning that marine mammals suffer immensely and die prematurely in captivity.Denied the freedom of the ocean, these intelligent, family-oriented animals float listlessly or swim in circles in small, barren concrete tanks,” PETA President Ingrid Newkirk commented.

As an animal lover, I am horrified by the suffering of captive orcas and other marine mammals. There are numerous accounts of these magnificent creatures chewing on the concrete sides of their tanks, banging their heads against metal gates, and showing unnaturally violent and even psychotic behavior. In China, there are no federal animal welfare laws. For this reason, the abuse of marine mammals imprisoned in China would likely be even more horrific than that which occurs in other parts of the world.

Please sign this petition urging SeaWorld CEO Joel Manby to prohibit the use of marine mammals in any new parks. This petition will also be delivered to the Zhonghong Zhuoye Group – letting them know that people around the globe will not support parks that abuse marine mammals.

This petition supports the work of numerous animal welfare organizations, including PETA, Sea Shepard Global, and the Animal Legal Defense Fund, which have already requested that any new SeaWorld parks not hold animals captive for entertainment purposes.

ASSINAR PETIÇÃO

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conteúdo anda Denúncia: Orcas do Seaworld agridem umas às outras por estresse

orca-ferida

Parece que a violência no SeaWorld ainda está longe de acabar.

A convidada do Seaworld Ashley Miller foi a um show da baleia Shamu no sábado e viu mais do que gostaria. A apresentação incluiu duas jovens orcas – as gêmeas Sakari e Kamea – que demonstraram não estar nem um pouco interessadas em participar do “espetáculo”.

“Esperavam delas que fizessem vários truques, mas as duas decidiram que preferiam brincar ao invés de obedecer ordens,” contou Miller ao The Dodo. “De repente elas ficaram entediadas e começaram a brigar, atingindo uma à outra de forma violenta.”

“Foi ficando cada vez mais agressivo, mas os treinadores apenas deram risada e disseram que estavam brincando e não fizeram nada para impedir,” relatou.

Até que as duas baleias desapareceram da superfície e continuaram as agressões. Quando emergiram novamente, Sakari estava com o queixo sangrando.

Foto: Reprodução/Ashley Miller

“Não sei dizer se ela foi mordida ou bateu na parede, mas imediatamente o treinador tentou esconder o que estava acontecendo,”explicou Miller.

As fotos provam que Sakari estava realmente ferida, apesar dos esforços da equipe para omitir a crueldade.

No mês passado o SeaWorld anunciou que deixaria de criar orcas para explorar em seus shows, mas a nova polêmica é se a geração de baleias atual será enfim libertada do cativeiro – e de episódios violentos como esse.

O SeaWorld admitiu que Sakari se machucou, mas providenciou cuidados veterinários e alegou que ela já está se recuperando. “É normal que as orcas causem pequenos ferimentos umas às outras,” declarou a diretora Aimée Jeansonne Becka.

Mas vários especialistas já disseram ao The Dodo que as brigas entre orcas não são normais na natureza. As baleias presas no SeaWorld estão confinadas em tanques minúsculos em comparação ao seu habitat e vivem sob intenso estresse, tendo como consequência o aumento da violência entre os animais.

E os incidentes vão muito além de arranhões. Dr. Heather Rally, um veterinário especializado em animais marinhos e afiliado ao PETA, já relatou ter visto orcas com grandes marcas de mordidas quando visitou o SeaWorld.

Há até mesmo episódios fatais. Em 1989 uma orca chamada Kandu quebrou sua jaula violentamente, teve um rompimento arterial e morreu de hemorragia na frente do seu filhote.

Enquanto o SeaWorld insistir em manter orcas aprisionadas em seus tanques, a violência vai continuar. Infelizmente, os direitos animais estão bem distantes dos valores do parque, assim como qualquer estabelecimento que lucra em função da exploração animal.

Fonte: ANDA

Conteúdo ANDA Unna foi a 38ª orca a morrer no SeaWorld

Divulgação

A expectativa de vida de uma orca na natureza é em média 50 anos, mas há registro de algumas que viveram mais de 100 anos.

A orca Unna que morreu aos 19 anos, conforme a ANDA divulgou em primeira mão no Brasil, não viveu metade do tempo de vida do esperado, assim como as 38 orcas que já morreram nos tanques do SeaWorld.

Como Unna nasceu em cativeiro, ela jamais soube o que era a sensação de nadar livre por milhas no oceano.

Além disso, foi separada de sua mãe por volta dos 6 anos. Ela era filha de Tilikum, a orca que foi objeto de Blackfish, documentário que divulgou a crueldade em manter animais grandes e inteligentes em cativeiro.

O SeaWorld tem divulgado que a infecção fúngica é comum em cetáceos. No entanto, não há evidência que isso ocorra nas baleias que vivem em seu habitat natural.

Segundo o Capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society, Unna morreu por ter vivido numa prisão, comprometendo seu sistema imunológico devido aos anos de escravidão.

Protestos em Orlando

Ativistas da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) fantasiados de orcas recepcionaram os turistas no Aeroporto Internacional de Orlando para orientá-los sobre a crueldade cometida contra as baleias no SeaWorld.

Os manifestantes alertaram os visitantes que enquanto eles estão desfrutando das férias com a família, o SeaWorld separou 19 orcas de seus filhotes.

Divulgação

Além de serem separadas de suas famílias, as orcas são impedidas de nadar livremente por longas extensões para serem forçadas a flutuar ou nadar em círculos intermináveis ​em tanques de água tratada quimicamente no SeaWorld.

E as baleias ainda têm que realizar truques para serem alimentadas.

Este constante estresse tem provocado um comportamento anormal, motivo pelo qual uma orca por ano tem morrido nos tanques em idades muito bem inferiores do que se estivessem na natureza.

Fonte: ANDA

Mais uma boa notícia. Mais uma vitória, na luta pela erradicação da utilização de animais não-humanos, para divertimento publico! SeaWorld pondrá fin a sus espectáculos con orcas en California

Los responsables del SeaWorld de San Diego (California) anunciaron este lunes que acabarán con los espectáculos de orcas desde el año 2016. AnimaNaturalis

SeaWorld pondrá fin a sus espectáculos con orcas en California

Los responsables del SeaWorld de San Diego (California) anunciaron este lunes que acabarán con los espectáculos de orcas desde el año 2016.

El anuncio se produce después de que la compañía propietaria de SeaWorld haya estado sometida a una intensa presión por parte de grupos defensores de los derechos de los animales, que en los últimos años han denunciado las “penosas condiciones” en las que viven esos cetáceos en cautividad.

Desde SeaWorld señalaron que en 2017 estrenarán un nuevo evento de carácter “informativo” con las orcas, que se llevará a cabo en un entorno más natural y tendrá un mensaje “medioambiental que inspirará a la gente a actuar“.

La imagen de Seaworld se vio seriamente dañada en 2013 con el estreno del documental “Blackfish”, que desató un intenso debate en EE.UU. sobre la manera en las que las orcas viven en los parques acuáticos.

El filme, que SeaWorld calificó de “vergonzoso, engañoso y sin ninguna base científica“, muestra cómo estos animales sufren las secuelas de ser separados de sus familias y verse obligados a pasar el resto de sus vidas en enormes tanques de agua.

Además, en el documental aparecen varios exempleados de la compañía que ponen en entredicho las normas de seguridad de los parques y acusan a sus antiguos jefes de ocultar los accidentes que se producen para no dañar el lucrativo negocio que supone mantener a las orcas en cautividad.

En el anuncio de este lunes los responsables de SeaWorld no dijeron nada sobre el fin de sus espectáculos con orcas en estos dos últimos parques ni en los que poseen fuera de EE.UU.

Tras la controversia desatada por “Blackfish”, SeaWorld inició una intensa campaña de relaciones públicas en los medios de comunicación, haciendo hincapié en el trabajo de conservación de la fauna marina que se hace en sus parques. Hace unos meses anunciaron que pretenden gastar US$100 millones para ampliar los tanques en los que viven las orcas en San Diego.

La Comisión Costera de California puso como condición para aprobar esa ampliación que SeaWorld acabe con su programa de cría de orcas en cautividad, algo a lo que los responsables de la compañía se niegan.

El pasado viernes, el congresista demócrata por California Adam Schiff anunció que piensa presentar un proyecto de ley que prohíba la cría en cautividad de estos cetáceos, la captura de ejemplares salvajes y su importación y exportación.

Ben Williamson, director internacional de PETA, considera “necesario e inevitable” que SeaWorld acabe con sus espectáculos de orcas, aunque cree se tiene que poner fin a su cautividad. “La decisión que han tomado es como dejar de usar leones en un espectáculo de circo pero mantenerlos encerrados en jaulas“, añadió.

Deben dejar de utilizar a las orcas y construirles santuarios en el mar en los que puedan experimentar un entorno natural y puedan vivir como les corresponde“, señaló el representante de PETA.

Fonte: ANIMANATURALIS

LUCROS CAÍRAM 84 POR CENTO Boicote do cantor do One Direction enfraquece SeaWorld

Fotos: YouTube/NeverSometimesTV e Flickr/Rojer

Segundo uma pesquisa do banco de investimento Credit Suisse, Harry Styles, cantor do One Direction, pode ter prejudicado mais a reputação do SeaWorld do que o documentário Blackfish, que expôs a crueldade contra os animais nos parques. As informações são do jornal Independent.

Durante um show em San Diego, em julho, Styles pediu aos seus fãs que, se eles amavam golfinhos, boicotassem o SeaWorld. Nos dias seguintes, de acordo com o Credit Suisse, as menções ao SeaWorld na Internet aumentaram 400 por cento, sendo a maioria delas negativas.

O outro fator principal no aumento de opiniões negativas foi quando o SeaWorld enfrentou acusações de que um de seus funcionários tentou fingir que era um ativista dos direitos animais.

Analistas do Credit Suisse disseram que Styles ainda não enterrou o SeaWorld, mas a marca atingiu o fundo do poço.

Um relatório mostra que os lucros do SeaWorld caíram 84 por cento, apesar de uma campanha massiva de relações públicas.

Nota da Redação: Como mostra o documentário Blackfish, em ambientes de entrenimento com animais, como o SeaWorld, os animais são forçados a interagir e passam por treinamentos exaustivos e cruéis. Ainda que tenham cuidados veterinários e boa alimentação. Animais usados em parques aquáticos são privados de viver na natureza, seu habitat, são forçados a realizar movimentos que não estão acostumados e não necessitam fazer, ficam longe de suas famílias e do convívio com outros de sua espécie, perdem a autonomia e liberdade, pois dependem de cuidados humanos, entre tantos outros pontos problemáticos dessa exploração que precisa ter fim. As pessoas podem obter alguns minutos de entretenimento, mas para eles é uma vida inteira de exploração e abusos condenados pelo egoísmo humano.

Fonte: ANDA