Blue Whales Greet Steve Irwin

“Amazing, rare footage of an endangered Blue whale and her calf, captured by the crew of the Steve Irwin during their search for poachers on Operation Icefish 2015-16.”

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Não poderia deixar de partilhar este Maravilhoso vídeo, gravado por um drone pela Sea Shepherd, aqui no meu blog!

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Conteúdo ANDA Greenpeace ignora os direitos animais e apoia a indústria de peles de foca

Sea Shepherd luta para manter bebês foca a salvo
Sea Shepherd luta para manter bebês foca a salvo

Em uma matéria para o canal MSNBC, Jon Burgwald, representante do Greenpeace no Ártico, falou que a organização apoia roupas feitas com pele de foca “eco-friendly”, supostamente “sustentáveis”.

O capitão Paul Watson, fundador do Sea Shepherd, se posicionou esta semana contra a declaração. “O Greenpeace passou dos limites ao endossar a indústria de peles de foca”, disse ele nas redes sociais.

Para os ativistas de direitos animais, uma suposta indústria de pele de foca “sustentável” é inconcebível, cruel e enganadora. “As focas estão ameaçadas pela rápida diminuição das populações de peixes e pela poluição. Nosso oceano está morrendo e o Greenpeace parece neģar esta realidade”, disse Watson.

“Como co-fundador do Greenpeace, sinto-me enojado e traído por esta nova política do Greenpeace”, ressaltou o capitão.

O ativista falou ainda da época em que fazia parte do Greenpeace e lutava contra a indústria de peles na década de 1970. “Nós arriscamos nossas vidas para salvar as focas dos caçadores.”

O Greenpeace afirmou que é contra a matança de focas por grandes empresas de caça para o lucro, mas a favor da matança por povos indígenas, que dependem da caça para o seu sustento. Na matéria da MSNBC, no entanto, é evidenciada a venda de casacos de pele de foca como um artigo de luxo, não de subsistência.

Foto: Divulgação

No vídeo, a representante do Conselho de Ministérios Nórdicos, Nauja Bianco descreve o seu colete de pele de foca com um produto “sustentável” da Groelândia. Ela afirma que a compaixão por focas é “antiquado”, coisa dos anos setenta, e que focas bebês não são mais mortas. Entretanto, como lembra o capitão Paul Watson, 90% das focas mortas tem menos de três meses de idade.

Na entrevista, Nauja chega a afirmar que é “ok” usar peles e é um produto sustentável “legítimo” e até mesmo sugere (com uma risada) que as focas se voluntariam para serem mortas. Em seguida, o repórter entrevista o representante do Greenpeace que afirma que a organização pretende promover produtos “sustentáveis” derivados de foca.

Não é a primeira vez que o Greenpeace se omite ou vai na contramão dos direitos animais. A organização não se opõe à caça de animais, além de já ter justificado a matança de golfinhos no Japão. O Greenpeace também chegou a apoiar a caça de ursos polares no Alasca. Como lembra o diretor Kip Andersen no documentário Cowspiracy, o Greenpeace também não foca nos impactos ambientais do consumo de carne. De forma geral, a organização mantém uma postura omissa ou exploratória em relação aos direitos animais.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA

ಥ_ಥ Até quando o Estado dinamarquês vai fechar os olhos a esta edionda prática, que acontece numa ilha dinamarquesa?!

Todos os anos, nas Ilhas Faroé, acontece esta prática. E o que assistimos é o Estado dinamarquês, a nada fazer, para o proibir, de uma vez por todas. 

BASTA DESTA EDIONDA E MONSTRA PRÁTICA, DE UMA VEZ POR TODAS!

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#UltimateDeathScene Vídeo da Sea Shepherd encena últimos momentos de vida de uma baleia caçada

Foto: Reprodução

Como parte da luta contínua contra a matança de baleias-piloto nas Ilhas Faroé, um anúncio recente feito pela ONG Sea Shepherd pretende tornar o público mais sensível e consciente a respeito da situação dessas criaturas globalmente caçadas. As informações são do Ecorazzi.

Apesar das imagens de baleias feridas com harpões e içadas para os navios serem expostas rapidamente e apenas no final, o vídeo não deixa de ser impactante, pois coloca um homem no papel do mamífero flagelado.

A ideia do vídeo é encenar os últimos momentos de vida de uma baleia, após ser caçada. O ator australiano David Field ocupa o palco na curta produção, assumindo o papel de uma baleia capturada. Logo ele é derrubado, passando a se contorcer no chão com sangue escorrendo de uma ferida em suas costas e de sua boca.

“Elas são perseguidas ao ponto da exaustão”, proclama o vídeo sobre as baleias caçadas. “Em seguida eles dão um tiro com um harpão explosivo que causa um imenso trauma interno no organismo dos animais”.

A mensagem que Field transmite é que se isso fosse feito em humanos, haveria indignação massiva, e os agressores seriam presos. Mas se é feito contra baleias, é aceitável.

Este anúncio foi desenvolvido em meio a um esforço orquestrado pela Sea Shepherd para coibir o massacre de baleias-piloto nas Ilhas Faroé. A matança anual de incontáveis baleias é apoiada pelo governo da Dinamarca, e o fundador da Sea Shepherd, Paul Watson, tem trabalhado incansavelmente contra a prática.

No início deste mês, a Sea Shepherd anunciou que 61 baleias piloto foram mortas em um só dia, e cinco voluntários da tripulação da ONG foram presos, conforme publicado pela ANDA.

Também neste mês, o ator e ativista Martin Sheen enviou uma carta ao Primeiro Ministro da Dinamarca na qual pedia pelo fim do massacre. “Fiquei horrorizado ao ver a Marinha dinamarquesa sendo usada para defender o assassinato de centenas de baleias indefesas”, escreveu ele. Será que realmente faz sentido mobilizar uma fragata, um barco de patrulha, unidades de comando e um helicóptero com policiais dinamarqueses até as Ilhas Faroé para parar um grupo compassivo, de pessoas não violentas?”, questionou Sheen.

O massacre nas Ilhas Faroe é um evento anual, mas o assassinato de baleias continua o ano inteiro, ao redor do globo. Assista ao vídeo e divulgue, usando a hashtag #UltimateDeathScene.

Fonte: ANDA

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Ativistas são presos ao tentar evitar massacre de baleias nas Ilhas Faroé‏

DivulgaçãoNa última quarta-feira, tripulações da Sea Shepherd defenderam corajosamente um grupo de baleias-piloto que estavam sendo conduzidas para o vergonhoso massacre nas ilhas Faroé (Atlântico Norte), conhecido como “grindadráp”. As informações são da própria ONG.

O pequeno barco da organização, que vinha patrulhando a área no momento em que começou a caçada, chegou ao local enquanto o grupo de baleias era conduzido para a praia de Sandavágur, na ilha de Vágar.

A embarcação da Sea Shepherd interrompeu a caça, manobrando entre a frota de barcos que haviam cercado os animais.

Apesar de estar em drástica desvantagem em relação aos barcos dos caçadores, o barco da Sea Shepherd conseguiu redirecionar o grupo, causando grande confusão para a caça.
Na hora da matança, na costa da praia, cinco voluntários da Sea Shepherd saíram correndo em direção à água, a fim de posicionar-se entre as baleias e os caçadores que as aguardavam. Todos os cinco foram abordados pela polícia e arrastados de volta para a areia, onde foram algemados e forçados a se sentar de frente para a carnificina que se desdobrava.

Os cinco voluntários foram presos e forçados a se sentar em frente ao massacre. Foto: Marianna Baldo
Os cinco voluntários foram presos e forçados a se sentar em frente ao massacre. Foto: Marianna Baldo

Relatos iniciais divulgados através da mídia local indicaram que o grupo de baleias que seriam caçadas era composto por 200 animais. No entanto, quando o grupo foi conduzido à praia, foram contadas apenas 61 baleias-piloto. Não se sabe se algumas baleias escaparam, ou se os números iniciais foram superestimados.

Todas as 61 baleias-piloto foram então arrastadas para a praia e, finalmente, mortas. A Sea Shepherd estima que o massacre, a partir do momento em que o grupo foi cercado até a última morte ter sido concluída, levou cerca de duas horas.

Todos os cinco ativistas da tripulação da Sea Shepherd foram presos. Rudy de Kieviet, dos Países Baixos, Lawrie Thomson, do Reino Unido, Tobias Boehm, da Alemanha, Alice Bodin, da Itália, e Frances Holtman, dos Estados Unidos, tiveram seus passaportes confiscados e terão que permanecer nas ilhas Faroé até novo aviso.

Um representante legal foi chamado para agir em nome de todos os detidos.

A indústria do turismo das Ilhas Faroé está diretamente ligada à recente matança em Sandavágur. A mídia local do arquipélago relatou que o grupo de baleias foi visto pela primeira vez por um helicóptero da Atlantic Airways – um serviço que transporta turistas entre as ilhas.

A localização dos animais foi então relatada às autoridades, que deram permissão para que a caça prosseguisse. Rosie Kunneke, líder de equipe da Sea Shepherd, declarou: “Esta não é a primeira vez que o turismo das Ilhas Faroé tem sido usado como uma arma para ajudar na matança de baleias-piloto. Balsas que viajam entre as ilhas, e que são frequentadas por turistas, são usadas ​​como plataformas para detectar e relatar avistamentos de baleias. E, conforme já citado anteriormente, qualquer pessoa – incluindo qualquer turista – que não relatar avistamentos de baleias está em violação da Lei Baleeira das Ilhas Faroé e pode ser punido nos termos da lei. Os turistas que viajam para a região precisam ser alertados sobre esses riscos”.

O massacre desta semana em Sandavágur é o quinto do ano nas Ilhas Faroé. Um total de 490 baleias-piloto foram mortas no arquipélago desde junho.Em 23 de julho, mais de 250 baleias-piloto foram mortas nas praias de Bour e Tórshavn em dois “grindadráps” separados. Igualmente, cinco voluntários da Sea Shepherd foram presos naquele dia por terem atuado em defesa das baleias. Dos cinco, quatro são cidadãos da União Europeia.

Foi apresentado um pedido para que os cinco fossem deportados, e este encontra-se atualmente em análise.

Imagens de vídeo da matança dos animais e das prisões em 23 de Julho atraíram a atenção mundial, e acenderam um alerta sobre o apoio contínuo que a Dinamarca fornece para proteger esta prática nas Ilhas Faroé.

Até agora, neste ano, um total de 12 voluntários da Sea Shepherd foram presos no arquipélago. Em 20 de julho, outros dois voluntários da Sea Shepherd foram presos em uma tentativa de “grindadráp” próxima a Klaksvík. Ambos os voluntários ainda estão aguardando seu dia no tribunal.

A Sea Shepherd tem liderado a oposição à “grindadráp” desde os anos 80. A Operação “Sleppid Grindini” é a sexta campanha da organização em defesa de baleias-piloto nas Ilhas Faroé.

Fonte: ANDA

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“O dia em que a Sea Shepherd presenciou a morte de 250 baleias-piloto. Ajudem a acabar com a matança de baleias nas Ilhas Faroé. Um massacre a céu aberto onde a impunidade fere todos os valores universais.
Colabore! Juntos, podemos mudar o mundo. Faça a diferença.
A Sea Shepherd precisa de você.”

“Mais de 250 baleias-piloto foram perseguidas até à praia, onde, encurraladas, foram mortas com arpões e facas pelos habitantes locais enquanto dezenas de pessoas assistiam, incluindo crianças.

O massacre faz parte de uma tradição anual nas Ilhas Faroé, na Dinamarca, e foi denunciado pela organização ambientalista Sea Shepherd Global nas redes sociais.

Segundo o Daily Mail, o evento, conhecido por ‘grindadráp’, está legalizado pelas autoridades e contou com o apoio da marinha dinamarquesa. Cinco ambientalistas foram detidos por tentar parar os locais.

“É incompreensível que a Dinamarca, um país membro da União Europeia, que luta contra este tipo de prática, consiga justificar a sua participação neste massacre”.”

“Massacre de baleias-piloto que se repete todo ano nas Ilhas Feroe, Dinamarca. No vídeo, veja o momento em que ativistas da ONG Sea Shepherd são presos. Na mesma hora, centenas de pessoas começam o massacre.”

Dezenas de baleias são mortas em caçada nas Ilhas Faroé

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“Foi um dia triste nas Ilhas Faroé”, afirma Ross McCall, integrante da organização Sea Shepherd, em referência à sangrenta caça de baleias-piloto que aconteceu essa semana no Atlântico Norte. Apesar das críticas dessa e de outras organizações defensoras da fauna marinha, os nativos das Ilhas Faroé argumentam que a caçada faz parte da tradição local há séculos. O evento acontece anualmente no arquipélago, território dinamarquês que fica próximo ao Mar da Noruega. As informações são da International Business Times.

A ONG Sea Shepherd, que vem alertando contra o evento desde a década de 1980, registrou em fotos e vídeos a caçada dessa segunda-feira, para chamar atenção para as mortes cruéis e desnecessárias das baleias-piloto. Segundo a organização, 22 baleias foram mortas pelos caçadores, que abriram suas carcaças no cais do porto. “Ver as baleias sendo levantadas com guindastes até o cais, o sangue jorrando das feridas que causaram sua morte… documentar esses eventos trágicos é de grande importância,” diz McCall. A organização afirma que 154 baleias foram mortas no mês de junho em uma outra caçada que aconteceu próximo às Ilhas.

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Conhecido entre os locais pelo nome “grindadráp”, ou “moagem”, o ritual anual de caça às baleias não tem fins lucrativos. Geralmente, os locais comem a carne e a gordura das baleias-piloto, apesar dos alertas governamentais sobre altos níveis de mercúrio e outros metais pesados presentes na carne. A carcaça é dividida entre moradores dos vilarejos locais e geralmente é cozida, desidratada ou grelhada, segundo o National Geographic.

As baleias-piloto não são consideradas espécie ameaçada, mas grupos defensores de animais argumentam que as informações acerca da população desses animais são inconclusivas.

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A caçada vem sido bastante criticada por essas organizações, que consideram a prática bárbara. Estimam que pelo menos 1.100 baleias e golfinhos são conduzidos às baías do arquipélago para ser mortos com facas. A temporada de caça desse ano começou em maio, e Sea Shepherd estima que dezenas de animais já foram mortos.

Durante as caçadas, pescadores em pequenos barcos conduzem as baleias e golfinhos às baías, levando-os a águas mais rasas e praias onde moradores locais os esperam com ganchos e facas. Os animais são mortos com cortes no pescoço e medula espinhal.

Fonte: ANDA

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I tell Monsters who commit this crime the following:

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Aproveito para dizer aos defensores da barbárie que é praticada cá, a Tauromaquia o seguinte:
esta prática é uma tradição, nas Ilhas Faroé. Olhem bem para as imagens deste artigo, e perguntem-se: será que esta tradição é inadmissível?

Nenhuma tradição. Nenhuma prática, que maltrata, que tortura, que mata, outros seres sensíveis é inadmissível!

Defensores de animais são agredidos por caçadores

Foto: Sea ShepherdUm grupo de 11 voluntários que trabalhava para a organização Sea Shepherd Conservation Society, na denominada Operação Jairo, foi agredido por caçadores durante uma patrulha na praia Pacuare, Costa Rica. A missão tinha como objetivo encontrar e proteger tartarugas ameaçadas, seus ovos e ninhos. Dois voluntários ficaram levemente feridos. As informações são do The Costa Rica Star.

Assim que perceberam a presença da equipe do Sea Shepherd, que incluía uma equipe de reportagem além dos voluntários da patrulha, um grupo de caçadores se aproximou e, sem motivo aparente, começou a atacar os voluntários desarmados com galhos e machetes. Relata-se que mais de 10 caçadores estavam envolvidos no ataque. Um dos voluntários, o australiano Brett Bradley (que lidera a Operação Jairo na Costa Rica), se colocou entre os caçadores e seus colegas, suportando a maior parte das agressões, que lhe causaram ferimentos nos braços. Uma canadense que pertencia à equipe de reportagem sofreu ferimento no ombro.

O time multinacional de voluntários incluía também indivíduos da Áustria, Espanha, EUA, França e Costa Rica.

Enquanto os voluntários tentavam deixar a praia, houve troca de tiros entre os caçadores e a equipe de guardas de segurança, contratada pelo Sea Shepherd para proteger os voluntários. A organização teria recebido ameaças depois de um incidente no início de junho.

No dia 4 de junho, voluntários surpreenderam um caçador que roubava ovos de tartaruga-gigante, uma espécie marinha ameaçada. A fêmea tinha acabado de por os ovos na areia da praia Pacuare. Os voluntários cercaram a tartaruga, protegendo-a dos caçadores até que ela terminasse de fazer o ninho e voltasse à segurança do mar. Os ovos foram então colocados numa incubadora monitorada. Pouco tempo depois, Brett Bradley foi informado de que os mesmos caçadores estariam planejando um ataque para intimidar os voluntários do Sea Shepherd. As ameaças foram denunciadas às autoridades costarriquenhas no dia 16 de junho.

Jorge Serendero, porta-voz da organização na América Central, disse que o grupo de voluntários está preparando uma nova denúncia, e que as medidas de segurança serão aprimoradas para que os esforços de proteção de tartarugas possam prosseguir em Pacuare.

David Hance, também da organização, toma os ataques como indício de que as patrulhas organizadas pelo Sea Shepherd nas praias da Costa Rica têm sido efetivas. “Os caçadores criminosos que têm como alvo as tartarugas-marinhas ameaçadas da Costa Rica estão cada vez mas frustrados com a equipe de voluntários do Sea Shepherd, que tem impedido suas atividades ilegais.”

“O líder da equipe Brett Bradley confirmou que todos os voluntários passam bem. Nossa equipe relata que, depois de enfrentar essa violência nas mãos dos caçadores, está mais determinada do que nunca a continuar protegendo as tartarugas”, diz Hance. “Estamos tomando todas as medidas apropriadas para garantir a segurança dos nossos funcionários. Contatamos novamente as autoridades costarriquenhas, além das embaixadas de cada um dos membros de nossa equipe. Também estamos em contato com a polícia local e demandamos que protejam nossos voluntários, tomando ações imediatas contra esses caçadore
s pelo ataque, e fazendo cumprir a lei em relação à pilhagem de ovos de tartarugas.”

Em média, somente um a cada mil filhotes de tartaruga-marinha sobrevive até a idade adulta. O Sea Shepherd se dedica a proteger essa espécie marinha ameaçada antes que seja tarde demais. Atualmente, a Operação Jairo acontece na Costa Rica e em Honduras, onde voluntários protegem as tartarugas-marinhas de pilhagem e caça. Um projeto similar será lançado em julho na Flórida.

Fonte: ANDA

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É sempre assim. Por exemplo cá em Portugal. Foi com cavalos, foi com um carro. Também já foi com agressões corpo a corpo. Quem defende os animais não-humanos incomoda quem não os respeita, quem os maltrata!