O prazer sádico de ir ás praças de touros

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Na Roma antiga as pessoas tinham o sadismo de ir aos Circos ver aplaudir e aclamar o sofrimento e a morte de seres sensíveis, humanos e não humanos. E esse sadismo perdurou no tempo com a tauromaquia.

Em pleno Século XXI, existem pessoas que sadicamente vão ás praças de touros, ver e aclamar e aplaudir o sofrimento de seres sensíveis.

É hora de por fim a esse sadismo. É hora de abolir para sempre esse sadismo!

Mário Amorim

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Portugal não evoluiu

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Como constataram pelos últimos postes que postei, aqui no meu blog, Portugal não evoluiu. Portugal continua a viver nos tempos da barbárie da Roma antiga.

Até a assistência é igual à assistência do Coliseu da Roma antiga. Uma assistência, avida de ver dor, sofrimento. Uma assistência ávida de ver sangue. Uma assistência que grita vivas e olés, que é o mesmo que gritar: dá cabo do touro; mata-o. O dedo virado para baixo da assistência, que era a ordem para provocar sofrimento até à morte, nos Coliseus da Roma antiga, equivalem aos Olés e aos Vivas nas praças de touros, que por sua vez, são equivalentes aos Coliseus da Roma antiga.

E deputados portugueses, vergonhosamente, nada querem fazer para abolir tão vil, tão bárbara prática de Portugal, em pleno Século XXI. Preferem que Portugal permaneça com a imagem de ser um país bárbaro, pelos quatro cantos do mundo.

E Portugal, enquanto tão abolir tão MONSTRA prática, será sempre um país bárbaro!

Mário Amorim

É uma VERGONHA…

Século 21º

É uma vergonha, que uma prática BÁRBARA como a Tauromaquia, ainda exista, em pleno Século XXI

Touros e Cavalos no Campo

Quem ama e respeita verdadeiramente o touro e o cavalo, tem como o mais importante, o seu bem-estar, a sua felicidade. Quem ama e respeita verdadeiramente o touro e o cavalo, não os quer ver numa qualquer praça de touros para serem torturados, física e psicologicamente. Quem os ama, não da boca para fora, mas na prática, recusa totalmente a barbárie de que são vítimas na tauromaquia, e luta pelo seu bem-estar, pela sua felicidade, no local onde nasceram, e que é o lugar deles para a vida, até à sua morte; a Natureza, o Campo!

Mário Amorim