Estados Unidos Robôs de animais estão sendo usados para se prender caçadores

Robôs de cervo avançados como esse têm sido cada vez mais usados para prender caçadores. Foto: Robotic Wildlife
Robôs de cervo avançados como esse têm sido cada vez mais usados para prender caçadores.

Cervos ilegalmente alvejados por caçadores em estados americanos como a Carolina do Sul, Arizona, Indiana e Ohio têm agora um novo aliado na forma de uma réplica robótica. As informações são do Mother Nature Network.

O chamado “robo-deer” (“cervo-robô”) está sendo posto em uso pelos departamentos de caça estaduais em um esforço crescente de capturar caçadores em ação. Apesar da artimanha ser usada há muitos anos, é incrivelmente difícil diferenciar as novas versões dos animais de verdade.

Os atuais modelos agora apresentam uma cabeça que se move, assim como a cauda, as orelhas e até mesmo as pernas. Cada um pode levar até mil tiros antes de ter que ser substituído.

Talvez no futuro possa haver cervos robôs que também persigam os caçadores e consigam detê-los até que cheguem as pessoas para aplicação da lei, mas por enquanto os atuais guardas têm que ficar à espreita em áreas nas quais há suspeitas de prática da caça.

“Assim que alguém atira, nós o chamamos com um megafone”, disse Gabriel Paz, gerente de aplicação da lei do Departamento de Caça e Pesca do Arizona, ao Tucson.com . A agência adquiriu recentemente um “Mule deer” robótico doado pela The Mule Deer Foundation. A espécie, nativa da Costa Oeste, vem sendo duramente atingida nos últimos anos por um aumento na caça.

“É importante que as pessoas saibam que a vida selvagem lhes pertence e que ela lhes está sendo tirada como se alguém entrasse em seu quintal e pegasse o seu cão”, disse o porta-voz da agência, Mark Hart, ao KTAR News.

Além de cervos, os departamentos também têm usado com sucesso robôs de ursos, alces, corujas, lobos e até mesmo monstros-de-gila para pegar os caçadores. Quanto ao futuro? Veja o vídeo abaixo e imagine que é apenas uma questão de tempo para que as coisas caminhem por si mesmas.

Fonte: ANDA

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