Moçambique: Caça furtiva matou este ano 295 rinocerontes no Parque do Limpopo

Caçadores furtivos mataram 295 rinocerontes este ano no Parque Transfronteiriço do Limpopo, partilhado entre Moçambique, África do Sul e Zimbabué, indicou hoje a Administração Nacional de Áreas de Conservação (ANAC) moçambicana.

Falando num seminário sobre a criação de uma unidade de combate ao crime contra a fauna, o director de Protecção e Fiscalização da ANAC, Carlos Pereira, afirmou que quatro dos rinocerontes mortos foram abatidos no lado moçambicano do parque.

Ao longo deste ano, 95 caçadores furtivos foram detidos no parque, sete dos quais moçambicanos, disse Carlos Pereira.

Fonte: 24.sapo.pt

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CONTEÚDO ANDA Milhares de rinocerontes são assassinados por causa do tráfico na China e no Vietnã

Como acabar com o tráfico que fornece chifres de rinoceronte da África para a Ásia? Essa é a questão que norteia uma nova investigação sobre o tráfico de chifres de rinoceronte na China e no Vietnã, realizada pela Elephant Action League (EAL), uma ONG de proteção animal localizada em Los Angeles (EUA)

Os rinocerontes têm sido dizimados pela caça. Na África do Sul, que abriga quase 80% dos rinocerontes de todo o mundo, mais de mil foram mortos anualmente nos últimos quatro anos.

Foto mostra dois rinocerontes

Isso é mais do que 8000% na comparação com uma década atrás, em 2007. Em 2016, os guardas-florestais do Kruger National Park foram chamados para acabar com mais de 2.800 incursões de caçadores, aproximadamente oito a cada dia.

De maneira geral, acreditava-se que o Vietnã era o principal mercado de chifres de rinoceronte, embora existissem poucas informações sobre os traficantes e seus vínculos com os países de origem e trânsito.

O relatório da EAL confirma que grande parte dos chifres chega à Ásia, mas que a China, e não o Vietnã, é o principal país do mercado negro.

A investigação da EAL, realizada de Agosto de 2016 a Junho de 2017, envolveu pesquisas fora do local, análise de inteligência e múltiplas missões de campo secretas para os principais locais do tráfico no Vietnã e em toda a China, especialmente nas províncias do Sul da fronteira: Guangxi, Guangdong e Yunnan, bem como Henan, Fujian e a capital, Pequim.

A confirmação de que o chifre de rinoceronte é onipresente na China mostra como é urgente que o país adote medidas para acabar com o esse comércio, da mesma forma que planejou iniciativas para acabar com o comércio de marfim de elefantes.

“Como no caso dos elefantes, o futuro do rinoceronte está nas mãos da China e sua vontade de cumprir a lei e nas mãos da comunidade internacional para pressionar que a China e o Vietnã impeçam essa loucura”, declarou Andrea Crosta, diretora da EAL e autora do relatório.

“Ao contrário do comércio de marfim, no qual para lucrar você tem que traficar ou vender centenas de quilos de marfim, no caso do rinoceronte, com um preço por atacado de chifre bruto de cerca de 40 vezes mais por quilograma do que o marfim bruto, você precisa de muito menos para ter ganhos financeiros”, disse Crosta.

“Em geral, o volume do comércio de chifres de rinoceronte em termos de quantidade pura é muito menor do que o de marfim, mas os lucros para os comerciantes são muito maiores”, acrescentou.

O relatório cita inúmeras conversas que oferecem informações sobre as mentes dos traficantes de rinocerontes. De acordo com a reportagem da National Geographic, a EAL detalha uma rede de traficantes, transportadores, atacadistas e comerciantes cuja complexidade revela por que é tão difícil acabar com a prática.

Os pesquisadores descobriram que os revendedores na China geralmente não possuem um inventário, mas o fornecem quando há demanda para evitar a prisão. Os traficantes também usam o WeChat para se conectar com compradores e o Alipay para processar pagamentos.

Os nomes dos principais suspeitos e outras provas foram entregues às autoridades. “Eles não podem prender essas pessoas apenas porque estão em nosso relatório, mas é mais do que o suficiente para instigar sua própria investigação”, continuou Crosta.

Segundo os ativistas, o comércio de rinocerontes é ilegal na China desde 1993, mas isso não coíbe em nada a prática. “É chocante ver o quão generalizado e fácil é de encontrar”, afirmou Crosta.

Chifre de rinoceronte

Tendo em vista a enorme população da China e o fato de que restam menos de 30 mil rinocerontes no mundo, isso representa uma séria ameaça à sobrevivência dos animais na natureza.

A China parece ser a maior consumidora de chifres de rinoceronte e o Vietnã possui um papel fundamental nisso. Embora ninguém saiba com certeza, Crosta estima que “vários centenas de chifres de rinoceronte vão do Vietnã para a China todos os anos – o que pode representar até metade do comércio total”.

Esse mercado negro é estável e forte no país. “Não é um mercado que está diminuindo”, adicionou.

Isso contrasta com a investigação feita pela ONG sobre o comércio de marfim, que revelou que os comerciantes chineses não queriam que seus filhos atuassem com isso porque estava prestes a acabar.

Uma das rotas mais importantes para o tráfico atravessa as montanhas do Vietnã para o Sul da China. É uma localidade que as autoridades podem alcançar. Muitas vezes, os chifres são traficados do Vietnã para as províncias de Guangxi ou Yunnan, depois vão para os mercados primários de varejo nas cidades das províncias de Guangdong, Fujian, Zhejiang ou em Pequim. Os traficantes costumam contratar indivíduos, incluindo crianças, para transportar os chifres pela fronteira porque podem evitar o flagrante ou a inspeção.

Regularmente, esses criminosos também comercializam outros produtos da vida selvagem – principalmente o marfim de elefantes e escamas de pangolins.

Os ativistas também encontraram grandes quantidades de partes de tigres (dentes, peles e ossos), assim como patas, bile e vesículas biliares de ursos, cascos de tartaruga, bicos das aves helmeted hornbill, peles de leopardo-da-neve, civetas, cobras, peles e dentes de lobos e corais.

“A China ainda é o maior mercado de produtos da vida selvagem e isso ficou claro em quase todos os locais investigados pela equipe da EAL. O Vietnã não está muito atrasado – provavelmente só porque é um país menor”, diz a investigação.

Com base nas descobertas, Crosta acredita que as atuais campanhas de conscientização sobre rinocerontes não têm sensibilizado o público: “Comerciantes e compradores estão preocupados com apenas um fator: a aplicação da lei. Nada mais”, frisou.

Ele sugere uma campanha focada na aplicação da lei que diga “Se você comprar ou vender chifre de rinoceronte, irá para a prisão”, acompanhada das ações adequadas.

A EAL entregou um relatório confidencial de 200 páginas de informações aos oficiais d China, do Vietnã, da Interpol e dos Estados Unidos. O resumo contém arquivos de casos de 55 traficantes e comerciantes de chifres de rinoceronte na China e inclui vídeos e outras evidências.

“Esta é a conclusão mais importante desta investigação. Não estamos falando de um indivíduo que vende uma pulseira ou copo, mas comerciantes de alto nível – pessoas capazes de importar e vender muitos chifres e produtos brutos”, concluiu Crosta.

Fonte: ANDA

Vergonha vinda da África do Sul! CONTEÚDO ANDA África do Sul legaliza comércio de chifres de rinocerontes e coloca espécie no caminho da extinção

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Depois que os caçadores invadiram um orfanato de rinocerontes na África do Sul e mataram dois deles por seus pequenos chifres, lamentavelmente o país legalizou o comércio interno de chifres da espécie.

Isso ocorreu porque John Hume, proprietário da maior fazenda de rinocerontes do mundo (com mais de mil rinocerontes que ele criou) processou o governo para obter a moratória de 2009 sobre o comércio proibido e ele venceu.

Os chifres de rinocerontes valem mais do que o peso dos animais em ouro e são feitos de queratina, que é o mesmo material que há nas unhas dos seres humanos. Porém, os grupos do crime organizado lucram com o tráfico de queratina dos chifres por meio das fronteiras para a Ásia devido à superstição equivocada de que a queratina é capaz de curar tudo, desde ressaca até o câncer.

Hume alega que a única maneira de manter seus rinocerontes é vender seus chifres para pagar o custo de protegê-los. “Para mim, as pessoas que me impedem de vender meu chifre de rinoceronte e proteger meu rinoceronte podem também se unir aos caçadores”, declarou ao The Dodo.

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O comércio de chifres de rinoceronte tem sido proibido internacionalmente desde 1977 porque a alta demanda pelos chifres estimula a caça e ameaça os animais de extinção.

Agora que a moratória sobre o comércio interno foi aprovada, os sul- africanos podem obter uma licença para vender os mesmos chifres que impulsionam a matança dos animais. Algumas pessoas dizem que  o comércio interno poderia facilitar o tráfico dos chifres para fora do país.

“Legalizar o tráfico doméstico de chifres de rinoceronte na África do Sul abre a porta para mais exportações. Não existe demanda doméstica por produtos feitos com chifres de rinoceronte e, como o lobby pró-comércio sabe muito bem, a razão pela qual a moratória foi implantada em primeiro lugar era impedir que o comércio doméstico fosse usado como cobertura para o tráfico”, disse Susie Watts, do Programa África da WildAid, em um comunicado.

Em 2016, em torno de 1.100 rinocerontes foram mortos na África do Sul, que contém 70% da população mundial de rinocerontes. O ano anterior foi ainda pior: 1.175 rinocerontes foram assassinados pelos seus chifres na África do Sul – uma média de três rinocerontes exterminados diariamente. Estima-se que existam apenas 29.500 rinocerontes no mundo.

“Não há uma maneira realista de manter a custódia sobre chifres de rinocerontes e impedi-los de serem traficados no exterior. Não deve haver um mercado de chifres legalizado, já que a caça de rinocerontes, o comércio e a demanda dos consumidores estão fora de controle”, concluiu Watts.

Fonte: ANDA

Sem palavras! CONTEÚDO ANDA Rinocerontes são assassinados para financiar construção de armas nucleares na Coreia do Norte

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Hong Soon-kyung, que abandonou seu trabalho na embaixada tailandesa da Coreia do Norte em 2000, admitiu que o regime havia infringido a lei internacional e comercializado chifres de rinoceronte.

Segundo ele, embaixadas na África estavam comprando as lembranças terríveis dos caçadores e depois as contrabandeavam para a China em malas diplomáticas, que raramente são revistadas.

Uma vez na Ásia, os “troféus” eram vendidos a US$ 40 mil (£ 32.500) por quilo – tornando-se uma valiosa fonte de moeda estrangeira para os chefes do partido em Pyongyang.

O problema não se limita à África; Hong afirmou que o mercado negro estava financiando embaixadas norte-coreanas em todo o mundo.

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“O que eles fazem é participar do comércio. Na África, eles vendem materiais como chifres de rinoceronte para a China e é assim que ganham dinheiro”, completou.

Em uma reportagem recente, o Global Initiative Against Transnational Organised Crime detalhou um incidente no qual dois norte-coreanos foram presos em flagrante.

O diplomata Pak Chol-jun e o mestre de Taekwondo Kim Jong-su foram detidos em Maputo, Moçambique, com 4,5 quilos de chifre de rinoceronte avaliados em US$ 180 mil no mercado negro.

Eles foram libertados apenas 24 horas mais tarde e seu veículo foi devolvido a eles. Ambos retornaram à Coreia do Norte e sequer enfrentaram acusações criminais.

O autor da reportagem, o jornalista sul-africano Julian Rademeyer, descobriu 29 casos em que diplomatas contrabandearam chifres de rinoceronte – 16 envolvendo norte-coreanos.

Ele disse ao Daily Star Online que nenhum desses casos terminou em julgamento, fazendo com que o tráfico de chifres de rinoceronte se tornasse o “crime perfeito” para diplomatas desonestos do regime de Kim Jong-un que arrecadar dinheiro para a construção de armas nucleares.

“[Chifre de contrabando] é menos arriscado do que algumas das outras atividades ilegais de que Pyongyang foi acusado no passado como o tráfico de drogas”, declarou.

“Em alguns aspectos, é um crime mais suave e, para diplomatas com uma inclinação criminal, é em muitos aspectos o crime perfeito, porque eles estão protegidos pela imunidade diplomática. Também é improvável que você encontre policiais que estariam dispostos a despertarem a ira de seu governo ou a se envolverem em um incidente revistando uma mala diplomática”, adicionou.

Quando Rademeyer confrontou a embaixada norte-coreana em Pretoria, os diplomatas o atacaram e também seu cinegrafista e jogaram pedras pequenas em seu carro: “Eles tentaram arrancar a câmera e pegar documentos da minha mão. Acho que a reação foi bastante extraordinária – são diplomatas”, contou.

O comércio de chifres de rinocerontes raramente fica encoberto; hoje os chifres são tipicamente vendido na China e no Vietnã – inteiros ou esculpidos – como um símbolo de status.

“O custo para a África é que uma de nossas espécies mais icônicas enfrenta a possibilidade de extinção em um futuro não muito distante. Há também um custo humano muito real, pois guardas-florestais perderam a vida e você também tem um grande número de suspeitos de caça sendo mortos”, finalizou Rademeyer.

Fonte: ANDA

 

Boa notícia, vinda de África do Sul! Ambiente África do Sul reduz caça furtiva de rinocerontes em quase 12%

O número de rinocerontes abatidos por caçadores furtivos na África do Sul diminuiu quase 12 por cento em relação a 2015, de acordo com números do Ministério sul-africano do Ambiente.

O número de rinocerontes abatidos por caçadores furtivos na África do Sul diminuiu quase 12 por cento em relação a 2015, de acordo com números do Ministério sul-africano do Ambiente divulgados esta segunda-feira pela imprensa local.

No total, morreram 702 rinocerontes às mãos dos caçadores furtivos entre janeiro e julho desde ano, 94 animais a menos do que no mesmo período no ano passado.

O número confirma a tendência de redução da caça furtiva para comércio do corno de rinoceronte, depois de 2015 ter marcado uma inversão no número de mortes que vinha a crescer desde há oito anos.

Com cerca de 20 mil animais, a África do Sul alberga 80% da população desta espécie, e é a origem do principal das vendas de corno de rinoceronte para países como a China e o Vietname, onde o seu consumo tem um enorme êxito social por lhe atribuírem propriedades curativas e afrodisíacas.

De acordo com a ministra do Ambiente sul-africana, Edna Molewa, este novo balanço positivo deve-se ao maior número de detenções e de condenações pelos tribunais, resultante de uma campanha contra a caça que envolve a polícia, exército, Justiça e autoridades dos parques naturais.

Desde janeiro último, foram detidas 414 pessoas por atividades relacionadas com a caça furtiva, às quais foram confiscadas 94 armas de fogo.

Alguns dos suspeitos foram detidos com dezenas de cornos de rinoceronte — que em um dos casos iam ser enviados para Hong Kong por um cidadão chinês — e agora aguardam em detenção a conclusão das investigações e subsequente julgamento em tribunal.

Mas, se a caça dos rinocerontes está a ser contrariada, já a dos elefantes apresenta uma tendência inversa. De acordo com a ministra do Ambiente, só no Parque Kruger, onde mais rinocerontes são tradicionalmente abatidos, foram mortos 36 elefantes desde janeiro, mais 24 animais do que em todo o ano passado e mais 34 do que em 2014, números que comparam com um registo de zero animais abatidos durante 14 anos seguidos.

Estas estatísticas são publicadas 12 dias antes do início em Joanesburgo da 17ª conferência da Convenção Internacional de Espécies Ameaçadas, assinada por 182 países e que regula o comércio internacional da fauna e da flora.

Fonte: OBSERVADOR

CONTEÚDO ANDA Pai incentiva criança a invadir recinto de rinocerontes em zoo

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Um homem que visitou o Zoológico de Dublin, na Irlanda, no último sábado (30) tomou a decisão completamente irresponsável de deixar seu filho entrar em um recinto com vários rinocerontes apenas para tirar uma fotografia.

Segundo o The Dodo, a criança teria permanecido no local por 20 minutos.

“Foi uma coisa tão estúpida de se fazer. Ele estava a poucos metros de distância dos rinocerontes. As pessoas estavam totalmente horrorizadas e ele estava tentando fazer com que a criança chegasse ainda mais perto”, disse uma testemunha ao The Mirror irlandês.

Foram registradas várias imagens do incidente, mas não está claro se alguém tentou fazer com que o homem trouxesse a criança de volta.
O incidente tem um sabor ainda mais amargo devido a tragédias recentes envolvendo animais em cativeiro.

Em maio, uma criança entrou no recinto de gorilas no Zoológico de Cincinnati, em Ohio, e o gorila Harambe, de 17 anos, foi assassinado sob o argumento de salvar a vida da criança.

No decorrer dos anos, os recintos para animais em zoológicos se tornaram mais naturalistas em comparação com as gaiolas de metal usadas anteriormente.

Estas exposições deixam os animais ainda mais vulneráveis ao público, o que permite que atos semelhantes a estes aconteçam.
“Quando há a intenção de entrar em um recinto, é quase impossível impedir que isso ocorra”, disse Ron Kagan, diretor-executivo do Zoológico de Detroit.

Ele também citou o caso recente no qual um homem entrou no gabinete de um leão em uma tentativa de suicídio e os dois animais foram mortos para salvá-lo.

No Zoológico de Dublin, felizmente os rinocerontes saíram ilesos, mas poderia ter ocorrido uma tragédia. O zoológico alegou que está investigando o incidente.

Fonte: ANDA

Stop the Slaughter of Thousands of Rhinos

rhinoceros-768714_1920Target: President of South Africa Jacob Zuma

Goal: Do not lift international ban on rhino horn trade.

With the spike of 1,305 African Rhinos poached in 2015 the importance of focusing on conservation efforts is paramount. Despite this South Africa is debating on whether to lift the ban on international trade of rhino horn at the Convention on International Trade in Endangered Species in Johannesburg in the fall. Creating a legal market for rhino horns will remove the stigma of consumption of endangered species, and reinvigorate the market that pushed the rhino, and so many other species, to the brink of extinction.

Rhino numbers have not gotten the chance to recover from over hunting. In the past, 500,000 rhinos roamed Asia and Europe, but at present only 28,000 remain. Lifting the ban on the trade will give poachers a legal market for laundering horns, and give criminal groups and incentive to continue hunting rhinos. In addition, legalizing the sale of rhino horns increases the danger for the Sumatran Rhino and the Javan Rhino, both of which number under 100.

The ban on the sale of rhino horns was placed due to the insatiable demand for rhino horn nearly wiping out an entire species across the globe. Lifting this ban before populations have recovered leaves the species vulnerable and valuable to poachers looking to take advantage of the fresh market. Ensure that this critical ban is not lifted by signing the petition.

PETITION LETTER:

Dear President Jacob Zuma,

Poaching has recently undone much of the conservation efforts to regrow rhinoceros populations in Africa over the last few years. With the huge hit on rhino populations, now is the time to redouble conservation efforts, not open a new market. We demand that Rhino horn stays illegal on international trade fronts.

Rhinoceros horn may be a coveted rarity in many Asian countries, but legalizing the trade will open up demand across the globe that will lead to the extreme destruction of Rhinoceros populations across the globe. Pushing to open legal international trade will reignite the insatiable desire of the world for ivory, one that the current population of 28,000 rhinos on the African and Asian continent simply cannot sustain.

Do not push to legalize rhinoceros horn at the Convention on International Trade in Endangered Species. We demand that rhino horns remain illegal to trade internationally to save the species from increased poaching risk.

Sincerely,

[Your Name Here]

Sign the Petition/Assinar a petição: AQUI