Cobras, suricatas, um chimpanzé e até um coati resgatados pela GNR

Operação “Thunderbird” levou a fiscalização a todo o país

A GNR apreendeu mais de 80 animais, entre os quais suricatas, cobras, um chimpanzé e aves, em várias operações de combate ao tráfico e exploração ilícita de espécies protegidas.

As acções de fiscalização, que decorreram entre 30 de Janeiro e 19 de Fevereiro em todo o país, foram direccionadas para estabelecimentos comerciais e feiras, “para prevenir e detectar situações de posse, tráfico e exploração ilícita de espécies da fauna e flora e produtos derivados”, adianta a GNR em comunicado.

Durante a operação, denominada “Thunderbird”, foram ainda fiscalizadas serrações, empresas transformadoras de madeira, operadores económicos do sector madeireiro e particulares, com o objectivo de “prevenir e detectar situações de tráfico de madeira tropical ilegal”.

Segundo a GNR, foram fiscalizados 4.311 animais, 345 operadores, 168 estabelecimentos comerciais, 87 operadores económicos de madeira, 50 serrações e 41 empresas transformadoras de madeira.

Foram apreendidos pelos militares do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente 63 aves, 12 cobras, quatro suricatas, um coati e um chimpanzé.

Na sequência das acções de fiscalização, que decorreram no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES), foram detectadas 57 infracções e apreendidos 86 animais.

A operação contou com a colaboração da Autoridade Tributária, em acções de fiscalização nos aeroportos, portos e estações de correio e ainda com o apoio do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

A Guarda Nacional Republicana tem disponível 24 horas por dia a linha “SOS Ambiente e Território”, através do número azul 808 200 520 ou através do site, onde as pessoas podem denunciar situações que possam violar a legislação ambiental e animal.

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Fonte: Renascença

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Touradas vão continuar a receber dinheiro nos Açores

Socialistas lembram que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do arquipélago.

A Assembleia Legislativa dos Açores chumbou uma proposta do Bloco de Esquerda que pretendia acabar com os apoios públicos às touradas realizadas no arquipélago.

A proposta, apresentada pela deputada Zuraida Soares, suscitou dúvidas aos restantes partidos, uma vez que o diploma falava apenas em “condicionar o apoio institucional à realização de espectáculos que infrinjam sofrimento físico ou psíquico ou provoquem a morte de animais”.

Nuno Menezes, da bancada socialista, lembrou que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do Açores, como é o caso da Terceira, de São Jorge e da Graciosa.

“Pergunto, por isso, senhora deputada, o que acha que nós não devemos então apoiar, se as touradas de praça, se as touradas à corda, se os bolos de leite, se as cavalhadas”, questionou o parlamentar socialista.

Artur Lima, líder parlamentar do CDS, considerou a proposta do BE “eleitoralista” e “populista” e de pretender “acabar” com as tradições de tourada à corda nos Açores.

“O que fica claro é que o Bloco de Esquerda é contra a tourada à corda e é contra as tradições populares e a cultura de um povo”, apontou o parlamentar centrista em tom exaltado.

Perante as insistências, Zuraida Soares acabou por esclarecer que a intenção do seu partido não é “acabar com as touradas” mas apenas com os apoios públicos a espectáculos “com fins comerciais”, fazendo-se acompanhar de fotografias, em tamanho A3, com touros a sangrar, utilizados em espectáculos tauromáquicos.

A proponente garantiu que as touradas à corda estão excluídas deste diploma, mas Aníbal Pires, do PCP, considerou que esse objectivo não está claro no articulado.

“Se, de facto, aquilo que pretende é excluir as touradas à corda do âmbito deste diploma, devia ser mais explícita”, sugeriu o deputado comunista.

Mas Judite Parreira, da bancada do PSD, lembrou que acabar com os apoios às touradas, como propõe o BE, não significa acabar com as touradas.

“A senhora vem aqui, como Pilatos, lavar as mãos, como se o problema fosse os apoios institucionais, ou seja, se não há apoios, não faz mal haver touradas. Faz mal é se houver apoios”, ironizou a deputada social-democrata.

Paulo Estevão, do PPM, acusou, por seu lado, a proposta do Bloco de ser “eleitoralista” e “absolutamente hipócrita”, e de estar a tentar fazer um aproveitamento de uma matéria considerada “sensível” para muita gente no arquipélago.

O secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, garantiu em plenário, que o executivo socialista não atribuiu apoios públicos a espectáculos tauromáquicos nos últimos anos, concluindo que a proposta acaba por não fazer sentido.

Mas a depurada do BE fez entregar na Mesa da Assembleia, uma listagem de portarias, publicadas entre 2004 e 2014 no Jornal Oficial da Região, com “dezenas e dezenas de milhares de euros” de subsídios atribuídos a entidades ligadas à tauromaquia nos Açores.

A proposta do BE acabou chumbada por quase todos os partidos com assento parlamentar, à excepção de cinco deputados do PS, que votaram a favor (quebrando a disciplina de voto) e dois que se abstiveram.

Só na ilha Terceira, realizam-se anualmente, cerca de uma dezena de touradas de praça e perto de 250 touradas à corda” em todas as freguesias.

Fonte: Renascença

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Simplesmente uma vergonha!
A tauromaquia só existe em Portugal, graças aos 16.20.000.000 de € anuais que recebe, do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia.
No dia que a torneira dos subsídios fechar, a tauromaquia termina, pois ela, sem esses subsídios, não se aguenta. Aliás; a tauromaquia ainda existe, em Portugal, em pleno século 21, para isso mesmo. Para anualmente sacar muitos milhões de € subsídios, para encher as contas bancárias de Psicopatas!

Mário Amorim

Cadela perdida faz mais de 30 km para voltar aos seus donos

Rylee estava treinada para ser uma cadela de busca e salvamento.

Uma cadela nadou mais de 10 quilómetros e caminhou outros 20 para encontrar os seus donos depois de ter caído ao Lago Michigan, nos Estados Unidos, no fim-de-semana.

Edward Casas foi dar um passeio de barco no domingo com a sua esposa, Kristin, e com Rylee, a cadela da família. Em declarações à ABC News, Edward Casas explica que o animal se atirou ao mar, enquanto ele estava na sala de máquinas para resolver um problema mecânico do barco e a mulher a comandar a embarcação.

“Ficámos longe por 10 minutos e não conseguimos encontrá-la em nenhum lugar no barco e na água”, explica o dono.

Notada a ausência da cadela, Edward Casas enviou um pedido de ajuda pela rádio e foi reencaminhado para um grupo de voluntários que se dedica à procura de cães perdidos.

Na manhã de segunda-feira, várias pessoas viram Rylee a passear num acampamento, nas proximidades da residência de Edward Casas. A cadela acabou por ser recuperada minutos depois pela família que o recebeu em abraços e lágrimas de felicidade.

Rylee estava treinada para ser uma cadela de busca e salvamento.

Fonte: Renascença

Número de animais abandonados é cada vez menor

Chip tem ajudado a essa diminuição, mas ainda há muito a fazer. Todos têm de perceber que “um animal é para toda a vida”.

A lei que obriga a utilização do chip nos animais tem vindo a diminuir o número de abandonos. É a Liga Portuguesa dos Direitos dos Animal (LPDA) que o confirma no dia em que se assinala o Dia Internacional do Animal Abandonado.

Em declarações à Renascença, a presidente da LPDA, Maria do Céu Sampaio, refere que isto “não quer dizer que já está tudo bem mas, gradualmente, esta diminuição tem vindo a ser significativa”.

Maria do Céu Sampaio reconhece que “a legislação está muito melhor desde que as pessoas que abandonam e maltratam os animais são punidas”.

A líder da LPDA acrescenta que a castração e esterilização são acções que poderiam contribuir ainda mais para a diminuição do número de animais abandonados. “Não se devem deixar nascer animais que venham a aumentar as filas de abandono”, explica.

Segundo Maria do Céu Sampaio, “as Câmaras Municipais, em vez de investirem na apanha e abate, deviam investir na esterilização de todos os animais”.

A dirigente acredita que, “se todas as Câmaras cumprirem esta regra de esterilização-identificação, daqui por uns anos, o número de abandono é menor”.

“Um animal é para toda a vida”

Em relação aos motivos que levam ao abandono dos animais, Maria do Céu Sampaio realça que “as pessoas pensam que eles não crescem e que não se portam mal, mas os animais são como as crianças, não sabem o que fazem”. E é este – em sua opinião – o principal motivo que, muitas vezes, leva ao abandono.

A presidente da LPDA reforça uma mensagem: “Quando se tem um animal na família é para toda a vida”.

A lei que obriga à identificação electrónica de todos os animais entrou em vigor a 1 de Julho de 2008. Os cães e os gatos devem ser identificados e registados entre os três e os seis meses de idade.

Fonte: Renascença

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Será que esta notícia corresponde à realidade?!

PS, PSD, CDS e PCP “são cúmplices da ditadura angolana”

José Eduardo Agualusa

PS, PSD, CDS e PCP “são cúmplices da ditadura angolana”

 

Em entrevista à Renascença, o escritor e activista afirma que a presença de quase todos os partidos portugueses no congresso do MPLA reforça a ideia de que Portugal apoia o regime. E prejudica a imagem da comunidade portuguesa em Angola.

José Eduardo Agualusa receia prejuízos para a comunidade portuguesa em Angola com a presença de partidos portugueses no congresso do MPLA.

Com excepção do Bloco de Esquerda, de Os Verdes e do PAN, todos os partidos com assento parlamentar estarão representados no congresso do partido do actual Presidente, José Eduardo dos Santos.

Em entrevista à Renascença, o escritor angolano lamenta que PS, PSD, CDS e PCP estejam a “apoiar” e a “caucionar” o regime ditatorial de José Eduardo dos Santos. “São cúmplices de uma ditadura, porque é isso que existe em Angola”, diz.

Espera alguma novidade deste congresso do MPLA?

Não creio que se possa esperar muito. Parece mais do mesmo. Não só José Eduardo dos Santos é candidato como é candidato único, não houve outra lista concorrente. Há poucas caras novas neste comité central e poucas surpresas. A maior surpresa foi a saída de Ambrósio Lukoki, que é um veterano e um nome histórico do MPLA, que saiu batendo a porta com críticas fortes ao José Eduardo dos Santos e também com críticas ao facto de terem entrado no comité central do partido dois dos filhos do Presidente, que nunca tiveram grande actividade partidária.

Como se pode ler o facto de Eduardo dos Santos ser candidato único à liderança do MPLA, pouco depois de ter anunciado que iria sair da vida política a breve prazo?

A única leitura possível é que essa vontade de sair não existe. O José Eduardo dos Santos já anunciou várias vezes que iria sair e nunca o fez. Dizer que vai sair depois de ganhar as eleições é muito estranho, primeiro, porque em democracia nenhum partido sabe se vai ganhar ou se não ganhar eleições e, depois, porque em democracia ninguém anuncia que vai sair após as eleições, depois de ganhar as eleições, porque ninguém votaria nessa pessoa.

Tudo leva a crer que José Eduardo dos Santos vai perpetuar-se no poder?

O que é possível concluir é a própria falta de democraticidade dentro do partido no poder. Este é o sétimo congresso do MPLA em 59 anos. A UNITA, na oposição, já fez 12 congressos e é um partido bem mais jovem do que o MPLA. Nos congressos da UNITA tem havido listas concorrentes e com grande participação e disputa. No MPLA nada disto existe. Não há outras listas de candidatos, não há ninguém que se atreva a candidatar-se contra José Eduardo dos Santos.

São de esperar momentos conturbados em Angola com a manutenção de Eduardo dos Santos no poder?

A situação, infelizmente, aponta para isso. Há cada vez mais tensão social, mais descontentamento. Esta crise está para durar, porque o preço do petróleo não deverá aumentar.

Esse descontentamento pode levar à saída do Presidente?

Pode. Eu acho que é isso que vai acontecer. Uma vez que o Presidente não parece estar a preparar a sua saída, pelo menos num quadro democrático, a impressão que se tem é que se caminha para o afastamento forçado do José Eduardo dos Santos, mais dia, menos dia.

Como é que olha para esta participação em massa dos partidos portugueses no congresso do MPLA?

Não me parece seja algo de que os portugueses que elegeram esses deputados e que votam nesses partidos se possam orgulhar. Há apenas um partido do Parlamento que não está presente, que é o Bloco de Esquerda, honra lhe seja feita. Todos os outros são cúmplices de uma ditadura, porque é isso que existe em Angola. Esses partidos estão a caucionar uma ditadura, a apoiar um regime totalitário. Quando esse regime cair, todos eles vão tentar afastar-se, mas a história guardará esses nomes.

O cuidado a ter com a vasta comunidade portuguesa em Angola justifica esta participação dos partidos no congresso do MPLA?

Acho que é exactamente o contrário. Quando se pensa numa relação a longo prazo, tem que se pensar na relação entre povos, não na relação entre regimes. Este foi o erro que se cometeu com a África do Sul no tempo do “apartheid”, quando se apoiou o “apartheid” até ao fim. Isso não beneficiou nada a comunidade portuguesa, pelo contrário, prejudicou imenso a comunidade portuguesa, que ainda hoje é vista como uma comunidade que apoiou o “apartheid”.

A longo prazo, esta atitude não beneficiaria em nada a comunidade portuguesa, que hoje já não é vista com bons olhos em Angola. É vista como uma comunidade que sustenta o regime. Há diferentes comunidades portuguesas em Angola, há portugueses que estão em Angola há muito tempo e estão perfeitamente integrados e depois há estes novos portugueses que foram em busca de negócios, tentarem fazer a sua vida sem terem grande ligação aos angolanos, nem procurarem ter essa ligação. São comunidades muito diferentes, mas, de uma forma geral, este tipo de atitude não beneficia nada.

Se houver uma grande alteração no poder político em Angola essa imagem dos portugueses pode ser revertida?

Pode ser ou não ser. Vamos esperar que sim. Há portugueses que estão há muitos anos em Angola, que estão completamente integrados, fazem parte do tecido angolano e são eles, sobretudo, que fazem a imagem de Portugal. Mas existe essa outra imagem. Há muita gente em Angola que vê os portugueses como oportunistas, pessoas que vão apenas em busca de negócios, tentando fazer dinheiro rápido e esse tipo de apoio ao partido no poder. Nas circunstâncias actuais, em que esse poder se está a desagregar e existe uma situação de grande sofrimento para a maioria dos angolanos (a situação a nível de saúde é catastrófica, por exemplo), o apoio ao regime não é bem visto.

A crise e o descontentamento podem causar uma viragem no poder em Angola, em breve?

Acredito que sim. Acho que os partidos políticos da oposição, as organizações não-governamentais, a Igreja, os académicos, todas as forças que pensam Angola, deviam começar a preparar-se para essa transição, para que possa ocorrer de forma pacífica. Existe o perigo de as coisas correrem mal, porque este regime está a fazer o possível para que as coisas corram mal. Não há um processo de transição democrático e, muito pelo contrário, o que acontece é um agravamento diário da situação social. Os dias actuais são muito perigosos, o que pode acontecer a seguir é muito perigoso. Seria bom que a oposição e as forças democráticas dentro do partido no poder, que também existem, se começassem a preparar para a transição, para o período pós-José Eduardo dos Santos.

A Igreja angolana condenou recentemente o actual momento no país. É um sinal de que algo pode estar a mudar em Angola?

Sim, sem dúvida. A Igreja tinha estado calada durante muitos muitos anos e finalmente falou, tomou uma posição muito crítica. Dentro do MPLA também estão a surgir algumas vozes extremamente críticas. Numa entrevista após ter abandonado o comité central, Ambrósio Lukoki acusa o Presidente de estar a degradar a imagem do próprio partido e pede o afastamento do Presidente. São dados novos. Até há pouco tempo era muito difícil escutar vozes dentro do próprio partido a contestar José Eduardo dos Santos. Tudo isso são sinais de grande descontentamento. Eu não tenho dúvida nenhuma que José Eduardo dos Santos vai cair, a dúvida é como vai cair.

Fonte: Renascença

Em Peniche pode “dar banho” ao cão sem problemas

Depois do café para gatos, surge em Peniche a primeira praia para cães do país.

A inauguração da primeira praia para cães em Portugal está marcada para este sábado, 6 de Agosto. É uma extensão de 80 metros na praia do Porto da Areia Norte, em Peniche.

É uma forma de “juntos, animais e donos poderem desfrutar da praia”, disse à Renascença o presidente da Câmara de Peniche, António Correia.

Esta zona surge após o autarca ter aceite “o desafio lançado pelo secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, e pela Autoridade Marítima Nacional”.

Para garantir a limpeza, o controlo sanitário será aumentado, vão ser colocados sacos para dejectos dos animais e novos caixotes do lixo.

No espaço será obrigatório o uso de trela.

Na praia será afixado um edital da Autoridade Marítima com as condições de utilização, mas o presidente da Câmara aproveita para apelar aos utilizadores que “respeitem as normas e, especialmente que, de forma responsável, salvaguardem a saúde pública”.

Durante esta época balnear “os serviços de energia e ambiente e a Autoridade Marítima vão fazer a avaliação e ouvir opiniões para ajustar as condições às necessidades dos utilizadores”.

Em declaração à Renascença, António Correia admite que, “se tudo correr bem, vão estudar a possibilidade de outra ou outras localizações”.

Antes mesmo da inauguração, a Arméria – Movimento Ambientalista de Peniche contestou a criação desta praia, alegando risco para o património ambiental, mas a autarquia rejeitou qualquer perigo.

Fonte: Renascença

 

Parlamento discute. Animais são coisas ou seres sensíveis?

PS, PSD, Bloco de Esquerda e Pessoas-Animais-Natureza (PAN) estão de acordo em atribuir estatuto jurídico aos animais.

O Parlamento vai debater esta quinta-feira quatro projectos de lei para a mudança do estatuto jurídico dos animais e outros três com vista ao agravamento do regime sancionatório para os animais de companhia.

PS, PSD, Bloco de Esquerda e Pessoas-Animais-Natureza (PAN) estão de acordo em atribuir estatuto jurídico aos animais. Para tal, vão ser apresentadas alterações ao Código Civil para retirar os animais da categoria de animais.

“Neste momento o direito português regula as relações entre pessoas e entre pessoas e coisas e, não sendo os animais pessoas, também não são coisas, não são objectos. O que se pretende é um estatuto jurídico intermédio que, no fundo faça, valer aquilo que eles são, seres sensíveis”, explica à Renascença o deputado do PAN, André Silva.

Além do Código Civil, também vão ser apresentadas alterações ao Código Penal para agravar as multas e indemnizações em casos de maus-tratos a animais e estender essa a todos os animais e não apenas aos de companhia.

Ao que a Renascença apurou junto das bancadas parlamentares, depois da discussão em plenário, o mais certo é que todos os projectos baixem à comissão de especialidade.

Fonte: Renascença