CONTEÚDO ANDA Universidade mata mais de 50 mil animais depois de submetê-los a experimentos dolorosos

Os animais assassinados em testes na University of Birmingham (UOB) em 2016 totalizaram 54.728, quase um aumento de 40% em relação a 10 anos atrás, quando pouco menos de 40 mil animais foram mortos

Desde 2015, a UoB era a nona universidade do Reino Unido no que se refere à tortura de animais em testes. O grupo de 10 instituições representou um terço dos experimentos em animais feitos no país. A criação de animais geneticamente modificados foi quase tão alta como esses procedimentos.

Os camundongos foram as maiores vítimas na grande maioria dos casos, embora um número significativo de ratos, peixes e, em menor grau, anfíbios também tenham sido abusados.

Os porquinhos-da-índia e os coelhos não são utilizados em testes desde 2008, enquanto as aves foram abusadas pela última vez em 2011, revelou o Redbrick.

Katy Taylor da Cruelty Free International, um grupo que protesta contra os testes cruéis, declarou que “as principais universidades devem liderar o caminho na substituição e diminuição dos testes em animais, mas elas continuam sendo algumas das maiores usuárias de animais na Grã-Bretanha”.

Ela argumentou que o público se opõe à prática e ficaria horrorizado ao saber da extensão dos testes em animais na UoB.

“Urgimos que a Universidade [de Birmingham] lidere pelo exemplo e realize um esforço claro e planejado para eliminar essa prática horrível, retrógrada e desnecessária”, destacou.

Fonte: ANDA

 

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CONTEÚDO ANDA Ministério da Defesa do Reino Unido testa armas biológicas em macacos

A tortura de macacos em Porton Down – uma  instalação fechada para o desenvolvimento de tecnologias de defesa do Reino Unido – em experimentos mais do que duplicou em um ano

O Ministério da Defesa do país admitiu ter envenenado dezenas de macacos com armas biológicas e baleado porcos em uma série de experimentos mórbidos. Ao todo, 27 porcos foram baleados e tiveram 30% de seu sangue drenado – para simular ferimentos que poderiam socorrer no campo de batalha.

Os cientistas do laboratório militar do governo em Wiltshire mataram 116 macacos em experimentos em 2016 em comparação com 45 em 2015. Os testes incluíram o envenenamento de alguns dos animais com agentes biológicos mortais, revelou o Metro.

Devido às semelhanças entre macacos e seres humanos, os exploradores alegam que os animais são “críticos” para testar e erradicar doenças como a tuberculose e o Ebola.

Os macacos marmoset são as espécies escolhidas para os testes cruéis e descritos por ativistas pelos direitos dos animais como animais inteligentes, sociais e cooperativos. A PETA já condenou as práticas bárbaras de Porton Down em seu site.

“Estudos de doenças naturais em seres humanos, testes sofisticados que utilizam células e tecidos humanos e técnicas avançadas de modelagem de computador são menos dispendiosos, mais efetivos e muito mais humanos. Não existe desculpa para continuar fazendo com que os animais sofram em experiências cruéis e arcaicas”, disse a organização.

De acordo com o Forces Network, os testes em animais em Porton Down já despertaram indignação devido ao tratamento dos seres vivos abusados.

O Laboratório de Ciência e Tecnologia da Defesa (DTSL) argumentou que começou a diminuir o número de animais utilizados e a adotar procedimentos de refinação e métodos alternativos e livres de crueldade.

Embora o número de macacos mortos tenha aumentado, o número total de animais utilizados em testes diminuiu. Em 2015, 3.237 animais foram assassinados enquanto 2745 foram mortos em 2016. Isso ocorreu devido a um declínio na exploração de camundongos.

O DTSL divulga dados anuais que distinguem os animais envolvidos, assim como a finalidade dos experimentos. No relatório de 2016, eles declaram testes em animais como porcos, ovelhas, cavalos, cães, camundongos e gatos.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Milhares de cães são drogados para facilitar a venda no Reino Unido

Cãezinhos com apenas quatro semanas de vida têm sido traficados para o Reino Unido com os cordões umbilicais presos em seus corpos, revelou uma investigação da Dog Trust

Milhares de filhotes de cães têm sido criados, muitas vezes em condições horríveis na Europa Central e Oriental para atender a demanda por raças consideradas “desejáveis” no Reino Unido.

Buldogues ingleses

A maior instituição de proteção de cães do Reino Unido informou que eles eram sedados e traficados pela fronteira sem qualquer documentação. Alguns tiveram que enfrentar uma viagem de 30 horas pela Europa, percorrendo 1600 quilômetros.

A filmagem secreta mostra um veterinário da Lituânia vendendo sedativos para que os filhotes minúsculos sejam transportados até o Reino Unido.

Em outro caso chocante, os cãezinhos foram observados vomitando e outro foi flagrado comendo suas próprias fezes durante uma viagem em uma mini van originária da Lituânia.

Os animais foram presos em transportadores de animais empilhados na parte traseira do veículo, sem ar condicionado em temperaturas quentes, disse a organização. Os cãezinhos receberam água apenas duas vezes e não foram sequer alimentados.

De acordo com a Dogs Trust, 82% dos cachorros encontrados na fronteira eram de raças populares como pugs, dachshunds e buldogues ingleses e franceses.

A última pesquisa do grupo ocorre depois que a RSPCA revelou que os buldogues franceses são a raça mais procurada para venda online, sendo que mais de 66 mil pesquisas sobre a raça ocorreram em Gumtree em Fevereiro.

Condições horríveis de cãezinhos

Os ativistas têm pressionado o governo a adotar medidas imediatas para combater a importação dos cães.

“Esses casos chocantes mostram claramente que é necessária uma ação urgente para acabar com o escândalo do tráfico dos filhotes. Continua sendo um problema tão grave para o bem-estar dos animais e a saúde pública em 2017 como ocorreu em 2014, quando nossa primeira investigação mostrou os efeitos devastadores das mudanças de 2012 no Pet Travel Scheme, que efetivamente convidou os traficantes corruptos a traficar cães menores para a Grã-Bretanha”, declarou Paula Boyden, diretora de veterinária da Dog Trust.

“O número de processos é muito baixo e a falta de verificações visuais em portos de ferry e nas fronteiras é inaceitável. Queremos medidas de mais severas, incluindo sentenças de prisão para as pessoas flagradas traficando cãezinhos. Para destacar as falhas do sistema,  levamos o cão falso ‘Charly’ duas vezes pela fronteira – uma vez no Eurotunnel e uma vez em Dover – depois que nenhum controle visual foi feito”, acrescentou.

De acordo com a reportagem do Huffington Post, Boyden frisou ainda que é preciso que o governo revise a legislação referente ao transporte de animais domésticos.

Veterinários da Polônia e da Lituânia também foram filmados falsificando passaportes para animais domésticos e fazendo falsos registros de vacinação contra a raiva.

A Dogs Trust disse que apenas em 2016, 275.876 cães viajaram para a Grã-Bretanha sob o Pet Travel Scheme. Isso permite que os animais viajem facilmente entre os Estados-membros da União Europeia sem serem submetidos à quarentena.

Três cãezinhos dentro de cesta

O maior número de cachorros interceptados pela Dog Trust Puppy Pilot eram originários da Hungria, Polônia e Lituânia, Latvia, Eslováquia e Romênia.

Mais de 95% dos cachorros resgatados pela organização foram considerados muito jovens para viajar e 6% morreram por problemas de saúde, além de desnutrição e desidratação.

“Após duas investigações anteriores em 2014 e 2015, lançamos nosso esquema Puppy Pilot”, acrescentou Boyden.

“Por meio disso, e com a ajuda da APHA, da Border Force e da Kent Trading Standards, financiamos os custos de quarentena de mais de 500 cães importados ilegalmente e encontramos novos lares para eles por meio dos nossos centros de realocação. Até a interferência da Dogs Trust, os cães resgatados corriam o risco de ter a morte induzida ou serem rejeitados nas fronteiras”, concluiu.

A RSPCA observou um grande movimento no comércio ilegal de cães em 2016. O grupo recebeu 6% mais chamadas do que em 2015 e 132% mais do que cinco anos antes.

Um total de 87% das chamadas foi feito por pessoas que compraram os cães online. Estes casos mostram como é fundamental não financiar a crueldade do comércio de animais e priorizar a adoção que oferece uma chance a inúmeros cães e gatos abandonados e que vivem em abrigos em todo o mundo.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Organização do Príncipe William pressiona Reino Unido a proibir comércio de marfim

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A secretária do Meio Ambiente do Reino Unido, Andrea Leadsom, está sob uma crescente pressão para cumprir o compromisso de proibir o comércio de marfim no país depois que a China anunciou que proibirá o mercado interno de marfim.

Organizações de conservação, incluindo uma instituição de caridade defendida pelo príncipe William, explicam que permitir que a indústria continue no Reino Unido alimenta a matança anual de milhares de rinocerontes e elefantes. Um estudo recente sugeriu que o Reino Unido é agora o terceiro maior fornecedor de itens de marfim para os EUA.

O secretário de Relações Exteriores, William Haye e um ex-secretário do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, Owen Paterson, apoiam uma proibição total, que foi um compromisso assumido pelo Partido Conservador entre 2010 e 2015.

Mas, depois de ser pressionada por casas de leilão e antiquários, que montaram uma poderosa campanha de lobby contra uma proibição total, Leadsom não mostrou que irá endossar a medida.

De acordo com os planos anunciados em setembro, a Defra pretende proibir a venda de itens contendo marfim produzidos entre 1947 e os dias atuais. No entanto, o comércio de obras de arte e antiguidades de marfim produzidas antes de 1947 será permitido para grande consternação de instituições de proteção da vida selvagem.

Em uma carta aberta ao primeiro-ministro, a Action for Elephants disse que as leis feitas para regulamentar o comércio de marfim no Reino Unido se mostraram ineficazes e inviáveis.

A organização alertou que a polícia e os tribunais não dispunham de recursos para monitorar o comércio ou processar os casos em que a legislação foi infligida e que a nova lei só complicaria as questões. Segundo a Action for Elephants, o comércio legalizado do marfim deixaria que os criminosos transportassem o marfim por meio do Reino Unido.

No entanto, o anúncio da China, maior mercado de marfim do mundo, de que planeja encerrar todo o processamento comercial e venda de marfim até o final de março e fechar seu mercado interno até o final do ano, colocou o Reino Unido sob intenso escrutínio.

Will Travers, presidente da Born Free Foundation, ressaltou que dezenas de milhares de elefantes em toda a África são mortas por caçadores. “A forte ação da China é crucial para o futuro dos elefantes”, afirmou.

Uma petição online pedindo que o governo proíba o comércio responsável pela morte de 30 mil elefantes africanos por ano está se aproximando de 90 mil assinaturas, quase o número necessário para que o parlamento realize um debate sobre o assunto, segundo o The Guardian.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Pit bull é salva do corredor da morte e volta a viver com seus tutores

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Os pit bulls sofrem grande preconceito na sociedade, que os considera agressivos por serem vítimas de treinamentos abusivos. Devido a essa imagem desfavorável, muitos deles acabam em abrigos por anos sem serem adotados ou, pior, têm suas mortes induzidas.

A pit bull Stella, por exemplo, foi levada de sua casa no Reino Unido em 2014 sob o pretexto de que ela era perigosa por causa de sua raça e não deveria ter as mesmas liberdades que outros cães possuem, diz o One Green Planet.

Após a aprovação da Lei para Cães Perigosos em 1991, os trabalhadores de canis foram proibidos de tocar e brincar com a cadela ou permitir que Stella se exercitasse.

Por isso, durante dois anos, ela passou os dias dentro de uma gaiola apertada e até mesmo foi colocada no corredor da morte por um juiz que sentiu que o filhote “perigoso” não poderia viver em sociedade.

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O guardião de Stella, que insistiu que a cadela não tinha  apresentado quaisquer episódios de agressão sob seus cuidados, foi ao tribunal 11 vezes em um esforço para tê-la de volta. Porém, o juiz Graham Cottle, responsável pelo caso, não concordou com isso.

Felizmente, o juiz concordou em deixar que um cuidador treinado assumisse a responsabilidade por Stella durante um período de teste de seis semanas: se a cadela não aparentasse representar uma ameaça ao público, o juiz iria revogar a decisão de colocá-la no corredor da morte.

Depois de seis semanas, foi dada uma grande notícia: Stella estava se comportando maravilhosamente. Ela corria por um terreno seguro, interagia bem com outros cães e não mostrava sinais de violência, apesar da experiência traumática de ter sido presa em uma gaiola pequena.

“Nós estamos convencidos de que a cadela não representa um risco para a segurança pública”, disse o juiz Graham Cottle, que declarou que Stella poderia ficar em uma fazenda com sua nova tutora Caroline Pharaoh e sua família.

Stella é um excelente exemplo que revela que os cães não devem ser estereotipados apenas por causa de sua raça. Cada animal é diferente e sua personalidade é influenciada pelo ambiente e pela maneira como são tratados por seus tutores.

Se os cães são criados com amor e respeito, eles agirão dessa forma. Quando as pessoas perceberem isso, os estereótipos negativos associados a esta raça irão acabar.

Fonte: ANDA

 

:-) CONTEÚDO ANDA Gata inclui filhote de coelho órfão em sua ninhada‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Mal a sua vida começou, esse pequeno coelho ficou órfão.

Com uma semana de vida e sem a sua mãe, isso poderia tipicamente significar uma incursão trágica e passageira a esse mundo.

Mas esse pequeno foi adotado por uma família em Roterdã (Reino Unido), onde recebeu o nome Bubbles.

E então a sua nova mãe, uma gata chamada Snaggle Puss, o encontrou. Especificamente, no sofá.

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Como se viu, havia espaço na ninhada – era apenas uma boca a mais para alimentar…
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…e apenas outro pequeno coração para encher com o amor de uma mãe.
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É claro, todos eles cresceram. O vídeo que conta a sua história foi postado no YouTube em 2008. Segundo a reportagem do The Dodo, os bebês sem dúvida foram viver aventuras maiores e mais brilhantes.

“Mas nós sempre iremos nos lembrar de um coelho chamado Bubbles que desafiou as previsões de um destino triste ao encontrar boas pessoas. E uma gata compassiva chamada Snaggle Puss que deu a ele a oportunidade de um melhor começo de vida.
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Apesar de Bubbles ter sido adotado e aparentemente ter tido uma história com final feliz, vale lembrar que estamos próximos ao período do ano em que as pessoas abandonam esses animais. Usados como objetos dados a crianças por ocasião da páscoa, os coelhos normalmente são abandonados logo em seguida, quando as pessoas percebem que não têm condições ou vontade de cuidar deles.

Os coelhos são seres sencientes e dependentes de cuidados como qualquer outro animal, e o hábito de se explorar esses animais nessa época do ano deve ser repudiado.

Fonte: ANDA

Desrespeito ao seu direito à vida Ursos estão sendo mortos com iscas de chocolate por caçadores e autoridades

Foto: Greg Hume/Wikimedia

Quatro ursos foram encontrados mortos em New Hampshire, no Reino Unido, após uma overdose de chocolate. As informações são do Daily Mail UK.

Um exame pós-morte confirmou que os animais – duas fêmeas adultas e dois filhotes – morreram de falência cardíaca causada pelo envenenamento por teobromina.

A teobromina é um alcalóide encontrado no chocolate e que pode ser tóxico para alguns animais. Há altos níveis do ingrediente no chocolate, principalmente no escuro (amargo) e no usado para confeitaria.

Biólogos de vida selvagem não estão exatamente certos quanto a até que ponto o chocolate é fatal para os ursos, mas alguns afirmam que é algo similar aos níveis de toxicidade para os lobos.

O Departamento de Recursos Naturais e Meio Ambiente de Michigan (DNR) estimou previamente que uma quantidade entre 500 gramas a 1 kg de chocolate seriam suficientes para matar um lobo de 9 kg.

No caso de New Hampshire, os ursos foram encontrados mortos a uma distância de 15 metros de onde um caçador havia colocado 40 kg de chocolate e donuts como isca, no mês de setembro.

Andrew Timmins, líder do projeto de ursos do Departamento de Caça e Pesca, disse em um encontro da comissão na última quarta-feira que a melhor forma de evitar que isso aconteça de novo é removendo o chocolate das florestas.

A possibilidade de ursos poderem ir a óbito comendo chocolate chamou a atenção do departamento em 2011, após a morte de um filhote de urso negro em Michigan ter sido relacionada à teobromina.

Timmins disse que a quantidade de teobromina varia conforme o tipo de chocolate usado, mas todos são tóxicos dependendo de quanto o animal venha a ingerir.

“Nós vemos a isca de ursos como uma importante ferramenta de gerenciamento”, disse ele ao The Concord Monitor.

“Não é algo do qual queremos abrir mão, mas talvez algumas modificações precisam ser feitas para determinar práticas de iscas a ursos, no sentido de eliminar as chances do chocolate envenenar a nossa vida selvagem”.

Dave Nickerson, que esteve no encontro, disse ter dúvidas quanto à causa das mortes. Ele afirmou que o chocolate já foi usado em muitos locais, e em muitos estados.

“Essa foi a primeira vez que tivemos quatro ursos mortos em um só local”, disse’ Nickerson. “Isso mostra uma alta probabilidade do envenenamento ter ocorrido”, acrescentou ele, que também acredita que as mortes parecem ter sido “não intencionais”.

O caçador, cuja identidade não foi revelada, disse às autoridades que ele usou armadilhas durante 15 anos, e que usou a isca de chocolate em outros locais na última temporada.

Enquanto os animais estão morrendo vítimas de uma ação torpe, às vezes por parte até mesmo do departamento de gerenciamento da vida selvagem, algumas associações de caçadores estão chamando a prática de “jogo sujo”, considerando-se “prejudicadas”, segundo reportagem da Public News Service.

“Nossos caçadores de ursos estão dizendo que há cada vez menos ursos nas florestas, e nós trabalhamos voluntariamente com o departamento para reduzir nossas ‘cotas de ursos’ (sic), reduzindo nossa ‘colheita’ (sic) ano após ano”, diz Amy Trotter, vice diretora da Michigan United Conservation Clubs.

Outras organizações de caça também estão requerendo ao DNR que “estude o assunto”, incluindo a Michigan Hunting Dog Federation, a Michigan State United Coon Hunters Association e a Upper Peninsula Sportsmen’s Alliance.

Foto: Alamy

Fonte: ANDA