ILEGALIDADES E CRUELDADES NUMA TOURADA EM VILA FRANCA DE XIRA COM O AVAL DA IGAC E DO GOVERNO PORTUGUÊS

ATENTEM NESTA MONSTRUOSIDADE!

Isto, não lembraria nem ao diabo, nem ao mais criativo autor de filmes de TERROR.

Mas lembrou aos de Vila Franca de Xira que, para se divertirem, urdiram o mais cruel acto praticado sobre um TOURO CEGO.

A inspecção-geral das actividades “colturais” (IGAC) fez vista grossa, aliás como sempre faz, quando se trata da barbárie tauromáquica. E o governo português diz ámen

Porquê?

Teremos de procurar a resposta no estado paupérrimo da Saúde Mental em Portugal ao mais alto nível

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Estas são as bandarilhas negras, que servem para CASTIGAR os touros. Castigar porquê? Só os psicopatas, que as utilizam, deverão saber porquê.

Este episódio negro e crudelíssimo teve lugar na tourada realizada no passado dia 5 de Outubro, em Vila Franca de Xira (onde mais poderia acontecer tal barbaridade?)

Diz a notícia que «um dos touros que foi chacinado era cego de uma vista, no entanto, o veterinário (que não seria médico-veterinário) não conseguiu descortinar tal facto e o mesmo aconteceu com a IGAC e o director da tourada». Todos mais cegos que o infeliz Touro.

Ora no Regulamento do “Espectáculo” Tauromáquico (RET, que é um monumento à estupidez do Homo Parvus) um dos motivos, logo o primeiro, para se rejeitar bovinos, numa “ocorrência” tauromáquica (porque de “espectáculo” a barbárie nada tem) é precisamente o de ter defeitos na visão.

E um dos Touros massacrados era cego.

Como se isto só por si não fosse já demasiado cruel, o infeliz touro cego, «foi bandarilhado não com um par, mas sim com dois pares de bandarilhas negras».

E o que é isto de bandarilhas negras?

«As bandarilhas negras ou bandarilhas de castigo são usadas em Espanha sendo que o arpão das mesmas é praticamente o dobro do arpão de uma bandarilha regular

E de Espanha, já veio a prática selvática da tauromaquia, mas os psicopatas portugueses são sedentos de sangue. Têm de importar as maiores crueldades que ainda se praticam em alguns (felizmente já poucos) dos mais atrasados municípios espanhóis.

O tal RET, onde está regulamentado o modo como se há-de torturar touros nas arenas, «no capítulo dedicado a ferragens leia-se instrumentos de tortura, não inclui este tipo de ferro o que significa, que as mesmas, foram usadas ilegalmente para castigar um animal que era cego de um olho

Não perguntarei para que serve a IGAC, nem o RET, porque nem um nem outro servem rigorosamente para NADA, a não ser para sugarem os nossos impostos.

O que me ocorre dizer é que não se surpreendam os bárbaros tauromáquicos, quando morre um deles,por nós, que odiamos estas crueldades, estas desumanidades, estas impiedades, não chorarmos baba e ranho por eles, mas a sua morte ser-nos completamente INDIFERENTE, e dizermos bem alto: é menos um fazer o mal neste mundo, porque monstros deste calibre não fazem a mínima falta ao mundo.

Que este pobre Touro Cego possa descansar em paz, depois dos horrores por que passou.

A minha revolta, a minha repulsa, o meu asco é infinitamente infinito

Não é este Portugal  bárbaro que  devemos deixar aos vindouros.

Fonte da imagem e deste “filme “de TERROR:

https://protouro.wordpress.com/2017/10/07/vfx-touro-cego-e-bandarilhas-negras/

Fonte: Arco de Almedina

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A INSANIDADE MORAL DOS AFICIONADOS DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

Sete traços de personalidade que adeptos de touradas e psicopatas têm em comum.

Procurei uma resposta para a minha desmedida perplexidade: por que motivo um professor universitário, um ministro, um escritor enfim…. gente que teve a oportunidade de evoluir mentalmente, não evoluiu e é aficionada de selvajaria tauromáquica?

Encontrei a resposta em estudos psiquiátricos: o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema do carácter está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. Todas as “personalidades” aficionadas que conhecemos viveram a infância a ver touros (“coisas”) a serem brutalmente torturados. E aquilo para eles era tão “normal” que os tornou insanos.

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Observe-se a bestialidade estampada na expressão daqueles que riem perante o sofrimento de um bezerro desnutrido, acossado numa arena… Isto não é coisa de anormais?

A psicopatia caracteriza-se por uma falta de consciência e transtorno de personalidade, que no caso da tauromaquia se traduz num transtorno antissocial, pois eles são indiferentes aos sentimentos alheios (humanos e não humanos) podem ter comportamentos cruéis, não obedecem a normas e obrigações (não cumprem as leis), têm baixa tolerância à frustração (por isso vingam-se nos Touros e Cavalos),e cometem facilmente actos violentos. Os que têm este tipo de transtorno violam os direitos dos outros seres vivos e não sentem remorsos pelo que fazem.

Depois há o transtorno fanático. Hitler, Mussolini e Kadafi foram os exemplos dados pelo psiquiatra forense Guido Palomba, para este tipo de transtorno. E o que são os aficionados, senão uns fanáticos por sangue, violência e crueldade? Segundo Palomba, o condutopata fanático é movido por ideias fixas (a de achar, por exemplo, que os touros não sofrem) que podem levá-lo a cometer crimes, biocídio, homicídio e até a tirar a própria vida.

Jon Ronson, um afamado jornalista e documentarista do País de Gales, no livro “The Psychopath Test” (O Teste do Psicopata) refere que «os psicopatas são diferentes dos seres humanos. Faltam-lhes coisas que fazem de nós humanos: a empatia, o remorso, a bondade…» tudo o quem não existe nos torturadores de Touros e nos que os aplaudem e apoiam.

Ainda de acordo com o psiquiatra forense Guido Palomba, os indivíduos com transtorno de personalidade têm vários defeitos básicos: são altamente egoístas; não se arrependem dos actos que cometem; têm valores morais distorcidos; gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio. «Aparentemente, a pessoa é normal e lúcida, mas tem uma conduta deformada», refere o psiquiatra.

Isto explica porque, por exemplo, tantos senhores (as) doutores (as) cá do nosso burgo, que se sentam nos bancos da Assembleia da República ou são professores universitários, ou pintores, ou escritores, ou fadistas… ou simplesmente marialvas são aficionados de touradas e têm um ar aparentemente normal… mas uma conduta deformada

Este problema, refere Palomba, foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (…) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade…

De acordo com a psiquiatra e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Leda Beolchi Spessoto, o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. O que no caso dos nossos “ilustres” senhores (as) doutores (as) não aconteceu, e eles passaram à fase adulta adulterados.

Todos os “diplomados” aficionados de tauromaquia, desde escritores, pintores políticos, professores, cresceram no ambiente violento e cruel das touradas. Iam com o avô, com o pai, e para eles o touro era uma “coisa”, e de tanto ouvirem dizer que o touro era uma “coisa” e que não sofria nada, isso passou a ser uma verdade, e cresceram com valores morais distorcidos, e hoje não reconhecem essa distorção, por muito que os alertemos. O carácter deformado já está formado.

E o tratamento é difícil, pois, «quando uma pessoa tem um transtorno de personalidade, dificilmente assume o problema. E se assume, não quer pôr em cheque que está com o transtorno. E procurar ajuda profissional já é um terceiro passo», salienta a psiquiatra. Segundo ela, o tratamento da doença comportamental fica ainda mais difícil nos casos mais graves, como dos criminosos em série, os ditos serial killers.

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A cara da crueldade…

Aqui ficam sete traços que psicopatas e aficionados de selvajaria tauromáquica têm em comum:

1 – Falta de empatia: os psicopatas são incapazes de sentir empatia, entender os sentimentos e experiências dos outros (humanos ou não humanos). A falta de compaixão é atávica.

2 – Egotismo: os psicopatas e os aficionados tendem a falar muito bem de si próprios, e de se exacerbarem a si próprios, como se ninguém mais existisse. Só eles. E eles.

3 – Charme superficial: uns e outros são lisonjeiros e manipuladores, têm uma predisposição para explorar os outros e uma visível falta de consciência.

4 – Falta de Remorsos: os psicopatas e aficionados mostram pouco ou nenhum remorso quando as suas acções prejudicam os outros e tendem a culpar os outros.

5 – Egoísmo: um extremado e estranho egoísmo cega os psicopatas e aficionados, não os deixando ver o mal que provocam nos outros (humanos ou não humanos).

6 – Comportamento anti-ético: os psicopatas e as pessoas de classe alta são mais propensas a ter comportamentos pouco éticos do que pessoas de classes mais baixas. As pessoas mais ricas tendem a violar a lei durante a condução, roubar, mentir durante uma negociação ou aprovar comportamentos anti-éticos, por isso, os políticos portugueses têm a crueldade e a violência contra Touros e Cavalos legisladas, e esses seres vivos excluídos do Reino Animal.

7 – Tendência para o tédio: Os psicopatas e os aficionados gostam de viver em constante perigo e emoção. Muitos deles cometem crimes ou magoam os outros (humanos e não humanos) apenas para a própria emoção, satisfação e prazer.

***

Por tudo isto é urgente que se coloque em cima da mesa a Lei da Abolição das Touradas, para que Portugal possa respirar o ar inconspurcado da evolução.

Apoiar a psicopatia é uma demonstração de insanidade moral.

Fontes:

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

http://visao.sapo.pt/sete-tracos-de-personalidade-que-ricos-e-psicopatas-tem-em-comum=f815223

Fonte: Arco de Almedina

Por minha parte, a partir de agora, será assim!

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A partir de agora, deixarei de apelidar, aqui no meu blog, quem defende a tauromaquia, de defensores da tauromaquia, ou de qualquer outro nome, que não seja o que eles na verdade são.
Eles são Psicopatas, Sociopatas. Por tanto, a partir de agora, irei apelida-los sempre de Psicopatas Tauromáquicos, de Sociopatas Tauromáquicos.
Quem maltrata animais não-humanos, na tauromaquia, nos circos com animais não-humanos, nos aquários com golfinhos, baleias e focas, na caça, nas lutas de cães, nas corridas de cães, nos saltos com cavalos, nas corridas de cavalos, são todos Psicopatas. Por tanto; se o são, devem ser referidos como tal. E quem age assim para com animais não-humanos, também age contra contra o animal-humano.

Até aqui, também apelidava os Psicopatas Tauromáquicos de pró-tourada. De defensores da tauromaquia. Mas a partir de agora, isso acabou. Será apenas de Psicopatas Tauromáquicos, Sociopatas Tauromáquicos!

Mário Amorim

MENSAGENS NOBRES A TODOS QUANTOS PRATICAM, APLAUDEM, APOIAM E PROMOVEM A TAUROMAQUIA EM TODAS AS SUAS VERTENTES SÁDICAS E SELVÁTICAS

Porque a insanidade e o sadismo não fazem parte de uma sociedade que se quer saudável, limpa e humana, aqui deixo alguns elementos para reflexão, principalmente dos governantes, que teimam em manter uma lei completamente insana, onde a crueldade, a violência e a tortura de seres vivos são permitidas, unicamente para encher os bolsos de trogloditas e divertir “gente” com graves deformações mentais.

Isto não é da Civilização, nem da Cultura, nem da Humanidade.

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Por isso, nós, os anti-tourada, não nos calamos:

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Seja esse outro um ser humano ou um ser não humano. O sofrimento é o mesmo.

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E por fim, aquela máxima que, se todos os seres humanos seguissem, o Planeta Terra seria um verdadeiro Paraíso.

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Pensem nisto, senhores governantes, únicos culpados do caos social, cultural e educacional em que Portugal está mergulhado.

E vós, Portugueses, abri os olhos, e nas próximas eleições autárquicas penalizem quem tanto tem penalizado o nosso país.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

É A ISTO QUE CHAMAM FESTA, ARTE E CULTURA????

Cambada de anormais!!!!!!

Perante esta imagem não tenho de ser politicamente correcta.

Tenho direito a indignar-me. Tenho direito a protestar. Tenho o dever de defender estes infelizes animais herbívoros, biologicamente iguais a mim, que também sou um animal e sofreria as mesmas dores se me fizessem o mesmo.

Como gostaria de poder enterrar umas bandarilhas nos costados dos anormais que fazem isto, para que soubessem o que é ser animal!

Cambada de ignorantes!!!!!

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Fonte da imagem:

Os tauricidas e criaturas afins, manifestando uma descomunal ignorância, dizem por aí, à boca rota, que os Touros não sofrem e o que lhes acontece nas arenas serve para os fazer crescer, como se tivessem vida depois da tortura…

E dizem isto como se estivessem a rezar o Pai-Nosso, que é o que mais causa repulsa.

Mas a culpa desta estupidez não é dos estúpidos.

A culpa desta estupidez é dos governantes que a apoiam e promovem e têm-na legislada.

As Ciências Biológicas não dizem nada a esta “gente” desprovida de uma incapacidade nata para a Literacia e o Raciocínio.

Não sei como conseguem chegar ao alto cargo de governar uma nação. Chegam, porque existe um povo acrítico que também deve milhares de euros à sapiência.

Se trazemos o tema à discussão, os únicos argumentos que apresentam para “defender” esta prática sangrenta é chamar-nos de fundamentalistas e mandar-nos ao psiquiatra, como se fôssemos nós os psicopatas e sádicos que deliram com o sofrimento alheio; é rotular-nos de comunistas, como se os comunistas fossem a favor da abolição desta selvajaria; é falar em “tradição”, como se isto fosse tradição; é chamar esta barbárie de cultura portuguesa, como se a tortura tivesse alguma coisa a ver com cultura; é chamar “arte” ao sangramento de um ser vivo.

É que nem para discernir algo que até um lagarto sabe, que é a diferença entre o que é bom e o que é mau, eles têm capacidade.

É triste termos governantes assim tão malformados e deformados, humanamente, moralmente, culturalmente…

Há que penalizá-los nas próximas eleições autárquicas.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A CIDADE QUE SE DECLAROU “AMIGA DOS ANIMAIS” (PÓVOA DE VARZIM) VAI TORTURAR SEIS IMPONENTES TOUROS

Para os autarcas locais, os Touros não são animais…

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Este é o cartaz que conspurca as ruas de uma “cidade” que, enquanto tiver activa a arena de tortura, e por mais que tente tapar o sol com peneiras, mais ou menos douradas, não conseguirá entrar para o rol dos municípios evoluídos.

O lema da terra «é bom viver aqui» é atirado ao chão pela triste realidade que todos os anos se repete: seres vivos são barbaramente torturados para encher os bolsos a energúmenos, e divertir os poucos sádicos poveiros e excursionistas, que chegam à Póvoa em camionetas, cujo transporte é pago com dinheiros públicos, pelas autarquias tauricidas. Sempre os mesmos, sedentos do sangue de animais indefesos.

Não, não é bom viver aqui, numa “cidade” a cheirar ao mofo. É triste, muito triste. E vergonhoso também.

A existência de touradas numa determinada localidade só demonstra que essa localidade vive mergulhada em tempos medievalescos, que mágica nenhuma poderá transformar em modernidade.

Uma vez mais os autarcas poveiros demonstram a sua verdadeira face: a face do obscurantismo, da incultura, da subserviência, da falta de coragem para se libertarem deste jugo medieval.

Aires Pereira, presidente do município poveiro, num golpe pouco credível, declarou (salvo erro, no ano passado) a cidade da Póvoa de Varzim como “amiga dos animais”.

Todos os que conhecem a realidade poveira, no que diz respeito aos maus-tratos a animais (em circos, batidas à raposa, tiro aos pombos, corridas de galgos, touradas) riram-se desta tentativa de enganar o povo. Foram poucos os que caíram no logro.

O inferno está cheio de boas intenções. Não basta dizer “somos amigos”. É preciso demonstrá-lo.

Acreditaremos nessa “amizade” quando do município forem banidas todas estas práticas violentas, cruéis e inimigas dos animais não humanos, mas também dos animais humanos. Porque nós, que somos humanos, sensíveis e compassivos, sofremos ao ver animais como nós a sofrer atrozmente, para que um bando de sádicos e psicopatas possam dar azo aos seus maus instintos.

Quanto à RTP, organizadora desta selvajaria, só temos a dizer que está a afundar-se. É desprezível o modo como esbanja o dinheiro que somos obrigados a pagar à força de ficarmos sem electricidade dentro das nossas casas, se n os recusarmos a pagar as malditas taxas.

Repugnante, é a palavra mais adequada para adjectivar o que vai acontecer na Póvoa de Varzim, no próximo dia 21 de Julho.

Evoluam, senhores autarcas, porque só assim poderão colocar a Póvoa de Varzim num patamar mais elevado da civilização.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A VERDADE É SÓ UMA!

Aqueles que se divertem a espetar farpas e ferros nos touros, numa praça de touros.
Aqueles que divertem a enfrentar um ser sensível, que está cheio de farpas e ferros cravados no lombo, que está mais morto do que vivo.
Aqueles que se divertem a ver o massacre para com o touro, nas bancadas de uma praça de touros, e gritam vivas e olés.
Todos têm algo em comum.
São todos Psicopatas.

Quem provoca sofrimento para com um ser sensível, por prazer, como acontece na tauromaquia, é Psicopata.
E quem vê. Quem é conivente, e nada faz para por um ponto final, é tão Psicopata, como os Psicopatas que na arena de uma praça de touros, são cruéis para com o touro.

Por causa disto, toda esta gente, é altamente nefasta para a sociedade.
E por ser altamente nefasta para sociedade, tem de ser parada, de uma vez por todas!

BASTA DA PSICOPATIA DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL!
BASTA DE TAUROMAQUIA EM PORTUGAL! 

Mário Amorim