Faz-me impressão!

Faz-me impressão, ouvir, a cambada de psicopatas, que estão, nas bancadas de uma praça de touros, a gritarem Olé, para com a tortura, a crueldade, que ocorre na arena.
Fico com pela de galinha, só de pensar, na total insensibilidade dessa gente.

Um país que seja um país moderno e civilizado, não compactua com esse espetáculo, vil e psicopata, chamado tauromaquia.

É absolutamente urgente, abolir-se a tauromaquia, de Portugal.
É absolutamente urgente, limpar o sangue, provocado por Tauricidas, por Psicopatas Tauromáquicos, de Portugal. Sangue esse, que dá uma má imagem de Portugal, pelos quatro cantos do mundo.

Abolição da tauromaquia, de Portugal; JÁ!

Mário Amorim

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Mensagem de um Psicopata tauromáquico de nome Gabriel

Recebi esta mensagem, aqui no meu blog:

“Incultos e anti-democratas, FASCISTAS. Ocupem-se dos verdadeiros problemas humanitaires.”
Linguagem habitual dos Psicopatas tauromáquicos.
Como não têm argumentos para defender o indefensável, vêm com este tipo de linguagem!

E para terminar, digo o seguinte, para deixar muito claro:
Este blog, não é para receber mensagens dos tauricidas, dos psicopatas tauromáquicos.
Se querem deixar as vossas mensagens, mostrando o vosso lado psicopata, este blog, não é para isso.

DEIXEM ESTE BLOG EM PAZ, PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS!!!

Mário Amorim

Sondagem Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II – Relatório

Encerrei a sondagem Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II.

Cá está o relatório; https://app.evalandgo.com/reports/22189/show?token=58e227d640587

O resultado desta sondagem, é claro.
Já o resultado da primeira sondagem que criei o tinha sido.

Convém-me dizer, que não tive qualquer intervenção na sondagem. Apenas a criei.
E qualquer pessoa, de qualquer parte do país, a podia responder.

Já uma sondagem de 2010, dos Psicopatas tauromáquicos, foi totalmente manipulada, para dar o resultado que eles pretendiam.

E já agora deixo uma pergunta aos Psicopatas tauromáquicos; já se passaram mais de seis anos. Porque será que não criaram ou encomendaram uma nova sondagem, não manipulada, em virtude que a de 2010, foi totalmente construída e combinada, para dar o resultado que pretendiam?

Uma sondagem para ser séria, seja de que forma for, não pode ser manipulada, pela empresa de sondagens ou pelo site.

Duvido que os Psicopatas tauromáquicos, venham a criar uma sondagem no Eval and Go. E duvido, porque uma sondagem criada no Eval and Go, seja no plano free ou no plano pago, não pode ser manipulada. A única intervenção no Eval and Go, é criar a sondagem. Mais do que isso, é de todo impossível. E isso impedirá que os Psicopatas tauromáquicos, venham a criar lá uma sondagem!

Mário Amorim

Mentir, como mentem, e mais ainda sem provar, é um sinal de Psicopatia, de Sociopatia!

Nós ouvimos e lemos os Psicopatas, Sociopatas tauromáquicos, a afirmar que a tourada está de boa saúde, que as praças de touros estão cheias. Mentem desta maneira, sem o provar. Quando, na realidade, as praças de touros, desde 2009, estão cada vez mais vazias de publico. E isto, não sou que o digo. É a realidade. E nem com entradas gratuitas, nem com entradas oferecidas, as praças de touros portuguesas enchem de publico. Muito longe disso!

Dizem que a tourada se subsidia a ela própria.
Que ela não é subsidiada anualmente, com 16 Milhões de Euros, pelo Estado, pelas Câmaras Municipais e pela União Europeia.
Mentira; mentira; mentira!
E mentem desta maneira, sem o provar!

Uma das características dos Psicopatas, dos Sociopatas, para além da mentira, é de verem a realidade, não como ela é, mas como querem que ela seja.

Nós ouvimos e lemos os Psicopatas, Sociopatas tauromáquicos, a afirmar que touro vive que nem um rei no campo durante quatro anos. Falso!
Nós também os ouvimos a afirmar que o touro não é drogado, antes de uma corrida de touros, que antes de uma corrida de touros, ele não sofre, física e psicologicamente, para entrar na arena claramente diminuído, para facilitar a sua lide.
Também os ouvimos afirmar que o touro não sofre, não sente dor, durante a lide, na arena de uma praça de touros.
Falso; falso; falso!
E dizem estas mentiras, sem as provar cientificamente, com publicação numa revista cientifica.

E depois não gostam que lhes diga a verdade, que são Psicopatas, Sociopatas. Mas é o que eles são!

Mário Amorim

Não gostam da verdade. Paciência. Temos pena!

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Os Psicopatas tauromáquicos, não gostam que digamos a verdade. Que eles são Psicopatas. Aliás, quem sempre conviveu bem com a mentira, não pode conviver bem com a verdade. E o que dizemos é verdade. E não somos nós que o dizemos, são as ciências forenses que o dizem.

A verdade, é que quem gosta de se divertir, vendo animais não-humanos, a serem maltratados, física e psicologicamente na arena de uma praça de touros, gosta, porque tem um transtorno mental.
Quem gosta de se divertir, vendo animais não-humanos, ou animais-humanos a sofrer, tem um transtorno mental.

Quem gosta de ver o touro e o cavalo, a sofrer, física e psicologicamente na arena de uma praça de touros, é Psicopata. E como Psicopata que é, é um perigo para a sociedade.

Para além da selvajaria que a tauromaquia é, este é mais um motivo para se abolir totalmente esta prática de Portugal.

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA DE PORTUGAL, JÁ!

Mário Amorim

A TAUROMAQUIA ASSEMELHA-SE À HISTÓRIA DO SALVADOR…

Os aficionados de selvajaria tauromáquica têm muita dificuldade em aceitar o que várias Ciências demonstram ser uma deformação da mente. Vivem com os pés fincados no passado e recusam a evolução. Têm medo da verdade e da mudança.

Preferem viver na ignorância, para não terem de enfrentar a dura realidade de descobrirem qual o grau exacto da patologia que lhes deforma a mente.

Até porque se aceitarem a verdade, acham que podem correr o risco de deixarem de ser o que são…

E isso assusta-os.

E isto faz-me lembrar a história do Salvador…

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Salvador era um homem feito, de barba na cara, mas decidiu que não casaria enquanto a mãe (conhecida pela alcunha “a ruiva” devido à cor dos cabelos) vivesse.

Ela, no conceito dele, sempre fora uma santa de altar, que ficara viúva pouco antes de ele nascer. Criara-o sozinha, com grande sacrifício, e isso, ele nunca poderia esquecer. E lá ia vivendo a sua vidinha, pacata, do trabalho para casa, e da casa para o trabalho, com paragem, por vezes, na Taberna do lugarejo, o seu único “entretenimento”.

Um dia, porém, inesperadamente, um estranho entrou na taberna para se “refrescar”, e depois de beber uns copos, começou a recordar passagens pitorescas da sua vida, que iam fazendo as delícias dos homens que ali se reuniam, para jogar às cartas, beber e conversar. Foi então que veio à baila “a ruiva” que ele conhecera em tempos idos, num bar de alterne, e que um dia engravidou e foi de lá corrida quase a pontapés, por não ter mais serventia. Percebiam, não percebiam?

E as gargalhadas jocosas soaram alto.

Ora juntando isto a mais aquilo, e mais o facto de o indivíduo ter reconhecido “a ruiva”, quando ela, nesse dia, por azar, entrou na taberna, para comprar vinho como era habitual, Salvador descobre, ali mesmo, que a mãe fora uma famosa e bela prostituta, das mais requisitadas, e que nunca soube quem era o pai do seu filho.

De uma só virada, Salvador ficou a saber que era filho de pai incógnito e que a mãe, além de não ser santa, era uma grande mentirosa e hipócrita.

Hipócrita, porque desde que Salvador se conhecia como gente, uma vez por ano, no dia 13 de Agosto, dia do (suposto) aniversário da morte do pai, a quem a mãe chamava o “meu querido Totó” (diminutivo de António), acompanhava-a até ao cemitério local, e diante de uma campa rasa (uma campa de ninguém, abandonada há anos, soube mais tarde) onde ela depositava uma flor que arrancava furtivamente do jardim público (as posses eram poucas), chorava baba e ranho, com ladainhas e orações à mistura, por alma do Totó, ritual que Salvador acompanhava sempre com muita consternação ao ver o enorme sofrimento da mulher que o dera à luz.

E os dois ficavam ali, um tempo sem tempo, a chorar sobre o túmulo de ninguém, apesar de Salvador sempre ter estranhado o facto de a mãe não ter uma fotografia do pai.

Ao ouvir a narrativa do estranho, Salvador sofre um tremendo choque psicológico e instintivamente recusa-se a acreditar nesta verdade, à qual chama repetidamente mentira, até porque a mãe dizia que o indivíduo estava bêbado e devia estar a confundi-la com outra ruiva, que não ela. Mas “ruivas” nunca as houve aos magotes, e ainda mais por aquelas bandas.

Se Salvador decidisse acreditar no que descobriu, a sua vida, a sua realidade, a sua história mudaria por completo. Ele não seria mais ele, nem a mãe seria mais a santa do altar que ele tanto venerava, e aquele ritual do 13 de Agosto nunca mais se repetiria, e ele ficaria definitivamente órfão de pai, e quando saísse à rua sentir-se-ia como se estivesse completamente nu.

Saiu da taberna, cabisbaixo, atrás da mãe, repetindo não é verdade, não é verdade, é tudo mentira… E a mãe a dizer que sim…

E quando queremos que uma verdade seja mentira, ou uma mentira seja verdade, repetimo-la até à exaustão, e então ela passará a ser o que quisermos que seja.

Foi o que fez Salvador. A mãe continuou a negar. Ele a recusar-se a acreditar, e assim o tempo foi passando, e a vida foi sendo vivida quase como dantes… Quase… porque a dúvida instalara-se na mente de Salvador, e isso flagelava-o.

Naquele ano, o ritual do cemitério realizou-se sem a baba e ranho habitual… E este detalhe foi o princípio de alguma coisa que começou a burburinhar na mente de Salvador.

Um dia, em que a mãe saiu, Salvador virou a casa do avesso, com o intuito de encontrar alguma coisa que aquietasse aquela dúvida que estava a corroê-lo por dentro.

Foi então que, escondido entre a roupa interior da mãe, encontrou um pequeno álbum de fotografias, que ele nunca tinha visto. E entre as fotografias estava uma, aquela que o catapultou para a realidade que ele tanto fazia questão de negar, para defender a vida tal como sempre a vivera: a mãe, uma lindíssima ruiva, ali estava, em trajes de coelhinha da Playboy, numa pose que nada condizia com as das santinhas de altar…

Naquele momento o mundo desabou sobre a cabeça de Salvador: ele já não tinha um pai chamado Totó, que estava enterrado numa campa rasa, que a mãe enfeitava com uma flor roubada no jardim público; a mãe já não era a santa de altar que ele sempre tinha venerado; a verdade da vida dele passara a ser uma mentira. Ele já não era ele. Quem seria então?

Agora não tinha mais nada: nem identidade, nem vida, nem pai, nem mãe. O que fazer das ruinas em que esta descoberta transformou a sua vida?

Saiu de casa, deixando-a revirada do avesso.

Nunca mais ninguém soube do Salvador.

A “ruiva”, essa, continua a ir ao cemitério, visitar a campa de ninguém, onde agora, em vez de uma, coloca duas flores arrancadas furtivamente do jardim público.

***

É disto que os aficionados têm medo, quando se recusam a acreditar na realidade patológica das práticas selváticas da tauromaquia.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

NÃO EXISTEM AFICIONADOS!

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Não existem aficionados. Existem doentes mentais tauromáquicos.
Gostar de tauromaquia, é um problema mental. Maltratar um animal não-humano, é um problema mental. Gostar de ver e aplaudir o maltrato a animais não-humanos, é um problema mental. E defender o maltrato a animais não-humanos, é um problema mental. E este problema mental, tem um nome; chama-se Psicopatia.

Há alguns anos, conheci um Psiquiatra holandês, que apelida de quem gosta de tauromaquia, quem pratica e quem promove tauromaquia, de Psicopatas.
E isso que todos eles são. São todos Psicopatas.

E como Psicopatas que são, quem gosta de tauromaquia, quem a pratica e quem a promove, são um perigo para a sociedade!

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, JÁ!

Mário Amorim