PALAVRAS PARA QUÊ?!

Só a imbecilidade e a mente doente dos Psicopatas Tauromáquicos, os faz ter esta atitude, para com eles e para com o touro.
Que tristeza para os Açores, e para a imagem internacional dos Açores, ter gente desta!

 

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A HISTÓRIA DO ZÉ DA BURRA…

Os Psicopatas Tauromáquicos, são seres absolutamente desprezíveis, são reles, são boçais.

Nos anos em que estive no Facebook, recebi uma quantidade imensa de mensagens privadas dos Psicopatas Tauromáquicos, dirigidas a mim, insultando-me do pior que se pode imaginar. E essa foi uma das razões que me fez de lá sair. Estava farto de receber tanta baixeza.

Só há um lucal para os Psicopatas Tauromáquicos. O internamento hospitalar, para sempre, num hospital psiquiátrico, pois a convivência deles, cá fora, é um perigo para a sociedade

Mário Amorim

… é a história chapa 5 dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Obviamente cobardes.

Esta história vai ao cuidado do primeiro-ministro de Portugal, dos partidos políticos com assento na Assembleia da República, da Procuradoria-Geral da República, e do senhor Presidente da República.

É que este bullying cibernético acontece frequentemente, e nós, que defendemos a Vida Animal (humana e não-humana), a Ética, a Cultura Culta, a Civilização, a Evolução de Portugal, e combatemos o obscurantismo e a ignorância, não somos os touros que esta espécie de gente está habituada a atacar e a torturar, para gáudio dos sádicos. Não somos obrigados a aturar esta gente, que não pode ficar impune.

ZÉ DA BURRA.png

Esta história começou com a publicação deste texto:

TAUROMAQUIA: SE A IGNORÂNCIA MATASSE O FADISTA JOSÉ DA CÂMARA ESTARIA MORTO E ENTERRADO…

A propósito disto, alguém muito incomodado, que vive lá para as bandas do Alentejo, forjou um perfil de Facebook falso, com o nome de ZÉ DA BURRA, e enviou-me uma mensagem privada, com ameaças e “mimos” próprios dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Nada a que já não esteja habituada. Desta vez coloquei uma bolinha no palavrão, para não parecer muito mal, uma vez que isto está em formato de imagem.

Então, aceitei a mensagem, só para enviar ao , que será da Burra, e ele lá saberá porquê) o seguinte recado: «Aceitei esta mensagem só para lhe dizer que é bastante fácil chegar ao Zé da Burra, que não será bem da Burra, mas da Cela.

Estas ameaças estão a caminho da Polícia Judiciária. Tem a noção do crime que cometeu, não tem? Um crime que tornarei público».

Escusado será dizer que mal eu enviei esta mensagem, o Zé da Burra eliminou o perfil, não sem antes deixar mais um palavrão, desta vez em inglês (fuck you…) à moda dos grosseirões dos filmes americanos.

São assim os aficionados de selvajaria tauromáquica, de “fabrico” parlamentar. Uns grandes cobardes. Não são HOMENS para enfrentar um TOURO inteiro, de frente… nem para enfrentar uma mulher.

O Zé da Burra eliminou o perfil, mas deixou o traseiro de fora…

Sei que não sou a única a receber este tipo de ameaças, enxovalhos e grosserias. Já as recebi de deputados. Esta é a linguagem típica dos aficionados, sejam doutores, engenheiros ou simples guardadores de vacas. Estas situações devem ser denunciadas publicamente. Quem recebe este tipo de ameaças tem de reagir, denunciar e apresentar queixa.

São todos muito “valentes” a ameaçar mulheres atrás de um ecrã de computador. Mas quando confrontados, cara a cara, tremem de medo. Como já aconteceu. Típico dos cobardes.

Comportam-se com as mulheres do mesmo modo que se comportam com os touros. São a coisa mais cobarde que existe. Quando pensamos que já não há mais nada para ver neste mundinho medievalesco da tauromaquia, eis que aparece um Zé da Burra ou da Cela para nos mostrar que ainda não vimos tudo. A escala ainda está mais abaixo do que o que podemos imaginar. Os homens das cavernas eram muito mais civilizados do que esta espécie pré-humana. Não tinham esta crueldade, esta maldade entranhada na pele. Viviam para sobreviver, e não andavam a torturar animais, para se divertirem. Tinham, respeito pela Vida e pela Natureza, dois bens preciosos naquela e em todas as épocas. Até os animais não-humanos têm essa percepção. Mudei de ideias quanto ao primitivismo dos homens das cavernas, quando comecei a entrar no mundinho tauromáquico. Chamar Neanthertais aos aficionados de tauromaquia é INSULTAR o homem primitivo, que era moralmente muito mais superior do que estes desumanos.

Excelentíssimas autoridades, não têm a percepção de que já BASTA disto? Está na hora de Portugal evoluir.

Manter uma franja populacional, ainda que minoritária, neste nível tão baixo, tão reles, tão incivilizado, não dá prestígio alguma a Portugal e às suas autoridades.

Basta de fabricar Zés da Burra.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

A ORDEM DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS

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Se um médico não cumprir totalmente o seu código deontológico, é corrido da Ordem dos médicos.
Se um enfermeiro não cumprir totalmente o seu código deontológico, é corrido da Ordem dos enfermeiros.
Se um dentista não cumprir totalmente o seu código deontológico é corrido da Ordem dos médicos dentistas.

Mas na tauromaquia, ao Joaquim Grave e a outros Psicopatas tauromáquicos, que também se dizem veterinários, nada acontece.
Eles continuam a agir impunemente contra o bem-estar dos touros, ao envia-los para as praças de touros, a fim de serem brutalmente torturados e mortos.

A Ordem dos Médicos Veterinários é uma vergonha.

Vários Psicopatas Tauromáquicos, que se dizem veterinários, não querem saber do código deontológico veterinário, e têm o beneplácito da Ordem dos Médicos veterinários,

Até quando isto se vai manter em Portugal?!

Mário Amorim

SE PERSISTIREM, PROVEM-NO, COMO DEVE SER!

A Tortura não é Cultura

As palavras do Luís Vicente, que podem ler AQUI, mostram, com toda a clareza, o quão os Psicopatas Tauromáquicos, não têm argumentos válidos.

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Quando se afirma que o touro não sofre, é necessário estar munido de provas cientificas, que tenham sido aceites pela comunidade cientifica, e por fim, que tenham sido publicadas numa prestigiada revista cientifica.

Se os Psicopatas Tauromáquicos persistirem em afirmar que o touro não sofre, provem-no, com um estudo sério e cientifico, que tenha sido aceite pela comunidade cientifica, e que tenha sido publicado numa prestigiada revista cientifica. Se assim não for, tal afirmação, não tem valor cientifico, rigorosamente nenhum. Se assim não for, os Psicopatas Tauromáquicos, persistem numa mentira. E quem persiste numa mentira, sabendo que o que diz é totalmente vazio de validade cientifica, é ridículo, é patético!

Mário Amorim

ESTA IMAGEM FALA POR SI!

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Esta imagem, no Campo Pequeno, mostra o quão a tauromaquia é uma barbaridade.

Considero os Psicopatas Tauromáquicos (toureiro a cavalo, toureiro a pé, bandarilheiro, forcados, campinos), que são cruéis para com o touro e para com o cavalo, seres absolutamente desprezíveis.
São seres, sem nenhuma bondade, sem nenhuma empatia, e sem nenhuma compaixão no coração.
O coração deles, é feito de ferro. Um ferro bem duro. E por isso, valores humanos, de bons seres-humanos, não entra nele.

Os Psicopatas Tauromáquicos, são absolutamente nefastos para a sociedade portuguesa. E por essa razão, têm de ser presos, e depois internados para sempre, em hospitais psiquiátricos!

BASTA DE TAUROMAQUIA EM PORTUGAL!
BASTA DE CRUELDADE EM PORTUGAL!
BASTA DE BRUTALIDADE EM PORTUGAL!

Mário Amorim

 

COMPAIXÃO NO CORAÇÃO

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Quem tem compaixão no coração, não defende a tauromaquia. É contra ela.
Quem tem compaixão no coração, não quer que o touro e também o cavalo sofram e nem as causas do sofrimento. Pois ter compaixão no coração, é não querer que o outro sofra, e nem as causas do sofrimento.

Mas o coração dos Psicopatas tauromáquicos, que é feito do mais duro ferro, não lhes permite entender isto!

Mário Amorim

O QUE OS OUTROS PENSAM DE MIM NÃO ME DIZ RESPEITO

Isabel, falou muito bem bem.

Mas infelizmente, a mente imatura da maioria dos Psicopatas tauromáquicos, não lhes irá permitir compreender o que disse.
É que para poderem entender o que disse, teriam de ser minimamente inteligentes, e ter empatia e compaixão no coração. Mas não é essa a realidade. A realidade, e que na sua maioria, os Psicopatas tauromáquicos, são gente mentalmente imatura, ordinária, boçal e sem empatia a compaixão no coração!

Mário Amorim


Vou abrir uma excepção neste Blog, para falar de algo, não por vontade própria, mas para desassossegar as mentes mesquinhas de certas pessoas que querem, porque querem, calar-me, então inventam todo o tipo de impropérios, alguns sobejamente obscenos, a condizer com o baixo nível mental e cultural delas, e, ou, por e-mail ou através de comentários aos posts que aqui publico, enviam-me palavras apodrecidas, umas, inventadas na hora, outras, pensando que sou permeável ao logro, às ameaças, à tentativa de desmoralização, ou à desonestidade mental delas.

Mas aqui deixo a minha posição oficial: não tenho forças para render-me.

 Antes de mais, quero deixar aqui bem claro que todos os meus verdadeiros amigos têm um NOME. Por isso quem me escreve anonimamente, ou com ésses, tês, ús e outras letras, e nomes que nem sequer aqui posso transcrever (que é este caso), e se dizem “meus amigos”, na verdade, NÃO O SÃO.

***

Diz-me, o tal que tem um nome tão ordinário que nem posso transcrever: «Tenha calma na escrita. O seu público já fala mal de si. Fala mal do que escreve, já diz que é repetitiva. Bla bla, seres sencientes, bla bla bla torturar…»

Onde é que eu já ouvi isto dirigido a outras pessoas???? Ah! Sim, lembrei-me agora. Foi há bem pouco tempo, numa reunião…

Bem, primeiro, ninguém me diz o que devo ou não devo escrever. Se o “meu” público já fala mal de mim, ÓPTIMO, é sinal de que estou no bom caminho, isto é, estou a INCOMODAR. E é esse o meu principal objectivo.

Segundo, não tenho por hábito utilizar linguagem erudita, para falar de lixo. Lixo é lixo, não vou chamar-lhe rosas.

Sou, por natureza, e desde nascença, anarquista pacifista,  provocadora e  agitadora de consciências, e o que os outros pensam de mim, não me diz respeito absolutamente nenhum. Esse problema não é meu.

Quanto à repetição… não há outro jeito. O meu público alvo é tacanho, sofre de iliteracia, tenho de me repetir, para que possam eventualmente depreenderem alguma coisa, ainda que pouca. Se tenho de falar de touradas, nelas há tortura e crueldade, exercidas sobre seres sencientes, indefesos, inocentes e inofensivos… Gostaria muito de poder mudar as palavras. Gostaria de dizer que os homens bons fazem miminhos e tratam os animais com muito carinho, como eles merecem…

Mas não é o caso. Logo, direi como os aficionados dizem: não gostam do que escrevo, NÃO LEIAM. Não são obrigados. Não são obrigados, mas sei que lêem. E tenho leitores em 78 países, de todos os continentes.

***

Diz-me o tal: «Precisa de se afastar dessa bola de ódio imaginária que criou na sua cabeça».

Bola de ódio imaginária? Criada na minha cabeça? Até parece que a tauromaquia não existe na realidade. Que é uma visão minha, do inferno dos Touros e Cavalos. Sou um pouco visionária, sim, mas não tanto!

Veja aqui o que é o ÓDIO, o verdadeiro ÓDIO:


Comparem esta expressão diabólica, de um absoluto ódio mortal pelo ser vivo que este torcionário tem à sua frente, já completamente estraçalhado, com a expressão que exibo nas minhas fotos públicas, e vejam a diferença. E eu é que sinto ódio?…

O que eu sinto por todos e por tudo o que envolve a tauromaquia é uma enorme REVOLTA e REPUGNÂNCIA pela ignorância e estupidez que está por detrás de cada gesto, de cada apoio, de cada cumplicidade, deste cruel ritual de sádicos… Um crime consentido por lei, o que é pior. E isto é o que sinto. Ódio é coisa de gente que não evoluiu.

Ódio é o que os aficionados sentem por mim, o que condiz bem com o mau carácter deles.

***

Diz-me o tal: «O mundo está-se borrifando para os seus gostos tauromáquicos, nem sente vergonha do nosso país por isso

Os “meus” gostos tauromáquicos? Isto não tem nada a ver com “gostos”, mas com ÉTICA, com COMPORTAMENTOS, com EVOLUÇÃO. E o mundo não se está borrifando para a tauromaquia. Pelo contrário. O mundo ACORDOU e a tauromaquia tem os seus dias contados. É a insustentável vergonha de Portugal.

Lá estou eu a repetir-me, porque todos os aficionados trazem sempre na boca a ladainha dos ignorantes, que não sabem o significado das palavras tradição, arte, cultura, identidade, gosto, se não gosta não vai… Como posso eu fugir a esta estreiteza mental deles e responder-lhes com outras palavras? Não entenderiam NUNCA!

«Nem sente vergonha do nosso país por isso

Isso é verdade. Não sinto vergonha do nosso País. Porque o nosso País (com letra maiúscula) não tem culpa de ser governado por INCOMPETENTES, por IGNORANTES, por CORRUPTOS, por SERVIÇAIS dos grupos de pressão económica, entre eles o da selvajaria tauromáquica. Mas sinto uma ENORME REPUGNÂNCIA por quem coloca o MEU PAÍS ao nível de LIXO, em muitos aspectos, incluindo este, do cisqueiro que é a tauromaquia.

***

Diz-me o tal: «A senhora precisa de ajuda, precisa de desabafar. Tanta revolta denota falta de amigos, falta de companheirismo, falta de amor».

Preciso de ajuda? De desabafar? Falta de amigos, blá, blá, blá…

Isto é para rir? É anedota? (de mau gosto, diga-se).

Pobre gentinha. Não sabem nada sobre mim. Nem ficarão a saber.

No meio disto tudo a única coisa verdadeira é a REVOLTA. Todos os que lutam pelos Direitos dos Animais Não-Humanos sentem uma ENORME REVOLTA devido à monumental CRUELDADE com que os seus carrascos os tratam. Só um calhau (e mesmo esse, se pudesse falar, diria da sua sensibilidade de calhau) não se revolta contra os energúmenos predadores do Planeta.

***

Diz-me o tal: «A senhora da forma que escreve passa a ideia que é uma pessoa infeliz, sem pátria, uma saltimbanca de país em país que não assentou em lado nenhum nem em nada do que fez. Não mostra alegria em nada, nem família, nem vitórias pessoais, nada

Coitadinho! É o que consegue compreender daquilo que escrevo, pensando que eu sou como vós? Infeliz?

Mas não sou. Desculpe a minha sinceridade. Não sou nem infeliz, nem como vós. Não sou mais, nem menos. Mas não sou como vós, nem sequer infeliz. Sinto muito desapontá-los A infelicidade é para os que andam no mundo só por ver andar os outros. Eu ando no mundo com uma finalidade, e sigo a Filosofia dos Três Bês: do Bem, do Bom e do Belo… E quem assim vive, só pode ser feliz…

E graças a Deus que não fiquei enfiada num buraco a cheirar ao mofo medieval, e andei pelo mundo como uma saltimbanca. Não criei raízes em lado nenhum, mas trouxe comigo as raízes de todos os lugares por onde passei. Fiz amigos de todos os “feitios”. Conheci outras culturas, outros povos, outra gente, que me fizeram EVOLUIR e entender que há OUTRAS VIDAS, outras formas de viver, mais condizentes com a Humanidade e com a universalidade do SER. Enfim, CRESCI. E é essa a diferença que existe entre mim e vós, que me odiais.

Quanto ao mostrar o meu íntimo, família, vitórias pessoais, não é para qualquer um. Apenas os que têm o privilégio de terem entrado na minha vida têm acesso à minha essência. Não partilho a minha privacidade com anónimos, ésses, éfes, ús… energúmenos, e sei lá mais o quê!

***

Diz-me o tal: «Só ódio, e tristeza, e ameaças que nunca cumpriu nem vai cumprir, porque você não manda no resto do mundo e por mais tempo livre que tenha para marrar no mesmo assunto, a pedra quando é grande não se move, e os restantes que a vão ajudando, vão-se cansando e afastando.»

Começo pelo ódio, que não é ódio, é REVOLTA e REPUGNÂNCIA, como já disse. Tristeza sim, por vezes, com um mundo tão maravilhoso para desfrutar, vejo-me cercada por energúmenos… Por isso, frequentemente, viajo por aí, e vou tomar banhos de civilização… O resto… são delírios de quem vê ameaçado o seu mundo de crueldade… que está no fim.

Eu não faço ameaças (esta não percebi!) eu apenas transmito aquilo que vai acontecer. No mando no resto do mundo. Pois não! É o mundo que caminha na direcção certa, e eu estou simplesmente nesse caminho… No caminho do Bem, do Bom e do Belo, e quem conhece este caminho, instintivamente, rejeita e abomina o caminho do Mal, do Mau e do Feio, que é o vosso.

E o meu tempo livre é LIVRE, sim. Prometi dar a minha voz aos que não têm voz para se defenderem dos seus carrascos, e essa promessa para mim é SAGRADA. Dou-lhes muito do meu tempo. Com muito orgulho, e ninguém tem nada com isso. O que faço do meu tempo só a mim diz respeito.

E uma pedra grande pode não mover-se, com o meu empurrãozinho, é verdade, mas pode ser destruída num segundo, se assim o entender a Força Universal (isto vocês não alcançam, mas também não explicarei). Aliás, essa Força anda por aí… a mostrar todo o seu Poder, só os cegos mentais não se apercebem…

E aos restantes que me vão ajudando, e que vão se cansando e afastando… BOA VIAGEM. Já vão tarde.  Uma batalha nunca se travou com desertores.

***

Diz-me o tal : «Precisa de relaxar, de alinhar os chakras, de sair da internet e ir conhecer coisas novas. A sua cabeça está muito obtusa e desfocada da razão. Não se sinta mal, nem arrogante, sinta-se lisonjeada por receber uma palavra amiga, que bem precisa

E aqui temos, para terminar, este morbidus delirium

Isso é o que vocês queriam. Que eu saísse da Internet. Mas não saio.

Conhecer coisas novas, já conheci o bastante. Por isso, sei o que sei, e sou o que sou. Já andarilhei muito pelo mundo, e continuo a andarilhar… Não tenho de dar satisfações a ninguém por onde ando. E a Internet tem esta coisa boa: posso estar em qualquer parte do mundo e também aqui… na Internet…

E olhem que não sou eu que ando a aplaudir ou a torturar Touros numa arena (lá tenho de me repetir), para ter a cabeça obtusa e desfocada da razão. Vejam-se ao espelho, e descubram (porque ainda não se deram conta) de que os obtusos e os sem-razão são os tauricidas. Sois vós. Eu não sou tauricida, nem sádica. Pelo menos sabem isto, não sabem? Eu? Sentir-me mal, ou arrogante? A que propósito? Sei quem sou, sei por onde vou e porque vou… E já disse e repito: o que pensam de mim, não me diz respeito, absolutamente nenhum.

E quanto à lisonja da palavra amiga de aficionados… safa! Prefiro mil vezes ouvir zurrar os meus queridos  Burros, que me dizem muito mais maravilhas do que os aficionados sádicos e mal-intencionados.

(E isto tudo veio a propósito de um texto que escrevi em 2013, sobre as VII Jornadas Taurinas da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa, o qual não foi bem recebido por quem deveria defender os animais não-humanos e não o faz por mero servilismo ao lobby da selvajaria tauromáquica. Ainda hoje recebo comentários destes… Não desistem. Mas eu continuo sem forças para render-me).

Não é interessante?

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina