DEPUTADOS PRESENTES EM REUNIÃO DA “Prótoiro”

Texto publicado por Prótouro Pelos Touros em Liberdade

https://protouro.wordpress.com/2018/12/04/deputados-presentes-em-reuniao-da-protoiro/

A “prótoiro” realizou no passado dia 29 uma reunião para discutir a estratégia para a tauromaquia e para a qual não convidou a imprensa tauromáquica.

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Mas na dita cuja pasmem-se estiveram presentes representantes dos partidos que apoiaram a descida do IVA na Assembleia da República, ou seja deputados do CDS, PSD, PS e PCP.

O não terem convidado a imprensa foi propositado já que não queriam os mesmos revelassem o que foi discutido e postassem fotos dos deputados, portanto, sem fotos não sabemos quem foram os canalhas.

Os alarves que estiveram presentes não têm um pingo de vergonha na cara já que para além de terem votado para apoiar o lobby tauromáquico, agora também participam nas reuniões da “prótoiro”!

E se participam nessas reuniões é caso para perguntar em que outras coisas da “prótoiro” participarão?

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Fonte: Arco de Almedina

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SOCIALISTAS EMPENHADOS EM IMPOR A BARBÁRIE: AGORA QUEREM TOURADAS SEM SANGUE “À AMERICANA”…

… como se as touradas “à americana” não fossem touradas, e dessem mais dignidade a esta prática abominável: ou seja, divertir um bando de sádicos à custa da violência (ainda que apenas PSICOLÓGICA) exercida sobre um ser vivo indefeso, retirado do seu habitat e metido, à força na arena (sim porque o bovino não vai para ali por sua livre vontade), não lhe restando a mínima possibilidade de fuga, obrigando-o a andar às voltas, desorientado, acossado por trogloditas aos gritos, histéricos, ululantes, como se isto fosse um divertimento normal, natural, civilizado…

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Faço minhas as palavras de Arsénio Pires

… como se as touradas com velcro, protagonizadas pelos trogloditas norte-americanos (sim porque lá também os há), fossem os bailados  “Quebra Touros” ou  “Lago dos Touros”, nas mentes deformadas e subdesenvolvidas, que se recusam a evoluir, e não conseguem divertir-se com espectáculos civilizados, porque nem tudo o que vem dos EUA é civilizado. E tourada com velcro é tão boçal e imbecil como a tourada com bandarilhas, porque os Touros são animais sencientes, não são coisas que se levem para uma arena, para divertir um punhado de broncos.

E por mais que se prove que nenhuma modalidade de tourada é viável e adequada à modernidade, as mentes encolhidas dos socialistas e afins, não conseguem encaixar a realidade.

… como senão soubéssemos que o que aqui está em causa é o LUCRO dos ganadeiros, que teriam de ir trabalhar, como todos os portugueses, que os subsidiam, para porem comida no prato. Mas também é aquele gosto macabro e anormal pela dominação de um animal indefeso e enfraquecido, se bem que de maior porte do que os seus carrascos, e que dá a ilusão, e apenas a ilusão da valentia destes últimos sobre o primeiro.

Andam os Portugueses a pagar os salários deste tipo de gente que está no Parlamento português, para servir lóbis e os próprios instintos sádicos, sem um pingo de inteligência, que lhes permita discernir e evoluir, sem um pingo de bom senso e sensibilidade.

E não me peçam para ser politicamente correcta, porque gente assim não merece a mínima consideração.

Nestes últimos dias, os jornais online encheram-se de textos lúcidos que demonstram que as touradas, quaisquer que sejam as modalidades, são uma prática que não dignifica o Homo Sapiens Sapiens.

Mas os socialistas e afins, portadores de mentes mirradas, optam por não ler estes textos e ficam-se pelo que dizem os três trogloditas de serviço da protório, que insultam até a inteligência das pedras, e não vejo a Ordem dos Veterinários e a Ordem dos Sociólogos tomar medidas para que tais personagens não andem por aí a atirar à fossa o bom nome das profissões dos Médicos Veterinários e dos Sociólogos.

Propor touradas com velcro é propor a continuidade da barbárie na versão mais soft, e do negócio da tortura, porque touradas, seja qual for a modalidade, são touradas, ou seja, o uso e abuso de animais sencientes, arrancando-os à força dos prados, o que só por si já constitui uma VIOLÊNCIA, para divertir os sádicos.

O que faz falta a esta gente é Cultura, que só a muita LEITURA proporciona. Não são as universidades ou os altos cargos governamentais.

Veja-se a incongruência desta ideia, que nem de jerico é, porque se fosse de jerico, de certeza que seria boa ( e o caçador socialista Manuel Alegre acha a ideia “interessante”):

«A ideia é aplicar velcro no touro, como se faz noutros países. Este modelo segue aquilo que já se faz nos EUA, Canadá e Grécia, por exemplo. É colocada uma capa de velcro sobre o dorso do touro onde são coladas as bandarilhas. O touro não é espetado e não há sangue».

E eles acham que lá por não haver sangue, não há tortura psicológica. Os bovinos são seres sencientes. Mansos e tão delicados que se incomodam com as moscas. E se soubessem o que velcro significa no Brasil!!!

E dizem mais:

«Por outro lado, como o touro não sangra, não enfraquece, e investe com mais força nos forcados. O touro bravo que não é picado também perde reacção, o que pode dificultar a arte do toureio a pé ou a cavalo».

Ora isto implica admitir que quando o Touro (simplesmente Touro, o BRAVO é invenção dos carrascos, porque não existem Touros bravos na Natureza) sangra, fica enfraquecido, aliás fica mais enfraquecido ainda, pois enfraquecido já ele entra na arena. Isto é admitir a COBARDIA dos forcados. Pois o Touro, para ficar bravo e reagir (ou seja, para se DEFENDER) tem de ser picado, rasgado por dentro, sangrado, e ficar com dores horrorosa (lembrem-se da função da música estridente na hora da lide, que é para abafar os urros desesperados de dor dos Touros) porque se não é picado, estraga a exibição das bailarinas enchumaçadas.

E é assim que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. Tudo no toureio é completamente falso.

Como também é falso estarem preocupados com o bem-estar animal. Se estivessem preocupados com o bem-estar do animal, deixá-lo-iam a pastar tranquilamente nos prados, como é da sua natureza.

Tudo nesta coisa da tourada é falácia. A única coisa que não é falácia é este desesperado vale-tudo, para dar azo aos instintos sádicos dos aficionados.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

E O SOFRIMENTO DO TOURO, ONDE FICA?

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Dois deputados do PS, estão a preparar um projecto lei, que visa trazerem para Portugal, a tourada, como é realizada nos Estados Unidos. Sem sangue e com velcro.
Mas pergunto; e o sofrimento do touro, onde fica?
– O touro sofre no transporte.
– O touro sofre, quando os seus chifres são embolados.
O embolamento dos chifres do touro, faz com que o touro perca a visão periférica. Aliás, esse é o objectivo dos Psicopatas tauromáquicos, pois isso facilita a lide do touro.
– O touro, durante os dois dias anteriores à tourada, é vítima de brutalidade, física e psicológica nos curros, para o enfraquecer propositadamente.
Mas tudo isto, pelos vistos, vai ser ignorado pelos dois deputados do PS!

Em suma, discordo totalmente com este projecto lei, que estes dois deputados do PS, querem apresentar.
As touradas têm de ser ABOLIDAS, ponto.
Pois os animais não-humanos, não são para divertimento publico!

Mário Amorim

Assessora do Governo chama ‘psicopatas’ a deputados do PS

Grande postura e grande atitude da Débora Rodrigues.

Em boa hora, em 2013, abandonei o Facebook.
Estava farto de gente sem nível, de gente sem um pingo de educação. Estava farto de gente mal educada. Gente que é o reflexo da educação que não têm e não são em casa.
E nos comentários ás palavras verdadeiras da Débora Rodrigues vê-se bem, a natureza psicopata, dos psicopatas tauromáquicos!

Mário Amorim


Débora Rodrigues, militante da JS e adjunta do secretário de Estado do Tesouro, não gostou de ver o PS chumbar o fim das touradas

«Uma vergonha para o país e para o partido os deputados do PS que tomaram a decisão de votar contra ou se abster, ou preocupados com os eleitoralismos regionais ou então aficionados por serem simplesmente retrógrados, masoquistas e psicopatas que gostam de touradas». Débora Rodrigues, 26 anos, representante da JS na Comissão Nacional do PS e adjunta do secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo – de quem já foi chefe de gabinete em regime de substituição – não gostou de ver o PS a votar contra a abolição das touradas no Parlamento, no passado dia 6 de julho. E decidiu publicar a sua posição no Facebook, na formulação acima reproduzida.

É raro ver um militante da organização juvenil do partido, com funções no Governo, membro da Comissão Nacional do partido chamar, por exemplo, ao presidente do PS, Carlos César, e à secretária-geral adjunta, Ana Catarina Mendes, por exemplo, «retrógadas, masoquistas e psicopatas que gostam de touradas» ou, em alternativa, preocupados com «eleitoralismos regionais». Sendo raro, aconteceu. Chamada à atenção sobre o nível de insultos com que estava a mimosear os seus camaradas, a assessora do Governo foi inflexível na sua posição, sabe o SOL. O texto que escreveu no Facebook é público – qualquer utilizador da rede social pode lê-lo, independentemente de ser ou não ‘amigo’ da jovem socialista.

À lista de ataques aos deputados do seu partido, a jovem adjunta do Governo acrescentou a alegada «falta de inteligência» dos eleitos do PS. Em resposta a um comentário de um interlocutor que afirmava que os deputados socialistas podiam estar genuinamente a defender as touradas, a dirigente da JS escreveu que, a ser assim,  «o nível de inteligência dos deputados eleitos pelo PS é menor» do que ela «pensava».

Na última sexta-feira, o projeto do PAN para a abolição das touradas foi chumbado no Parlamento. Só oito deputados do PS (em 86) votaram a favor da proibição das touradas: Pedro Delgado Alves, Rosa Albernaz, Ana Passos, Luís Graça, Diogo Leão, Hugo Carvalho, Tiago Barbosa Ribeiro e Carla Sousa. Houve 12 deputados socialistas a optar pela abstenção, entre eles o atual líder da JS, Ivan Gonçalves, e o anterior, João Torres.

Fonte: SOL

UMA PERGUNTA E UM RECADO PARA O PARTIDO SOCIALISTA

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De um amigo, recebi, hoje, a seguinte mensagem:

«Ontem, 4ª feira, no “Frente a Frente” da SIC Notícias (Jornal da Noite – às 21h30), a “deputada da Cultura” Gabriela Canavilhas, apresentou uma novidade: o PS vai entregar no Parlamento uma proposta (que é da autoria da ex-ministra da Cultura) para possibilitar aos contribuintes fazerem a doação de uma percentagem do IRS (0,5%) para a Cultura, não tendo adiantado pormenores».

Ora tendo em conta que Gabriela Canavilhas, apesar de todos os seus “pergaminhos”, é aficionada da selvajaria tauromáquica, e que o presidente do PS e candidato a primeiro-ministro de Portugal, António Costa, também é um aficionado de touradas, é necessário saber de que CULTURA se trata, uma vez que estes dois socialistas colocam a tauromaquia no mesmo patamar da Cultura Culta, ou seja, coloca essa selvajaria ao nível das Artes Plásticas, da Música, do Cinema, da Literatura, da Poesia, da Arquitectura e do Bailado, não tendo capacidade de discernir entre uma coisa e outra.

Além de que cerca de 40 municípios portugueses, entre os 308 que existem em Portugal, portanto, uma minoria de localidades onde a evolução ficou à porta, CULTIVAM com os nossos impostos, e sem nos pedirem licença, a tal “cultura selvática” entre outras pimbalhadas.

Se por um acaso, no futuro, esta ideia de doar 0,5% do IRS para a “cultura” for aprovada, é necessário que a deputada Gabriela Canavilhas e o Partido Socialista fiquem cientes de que terão de colocar em cima da mesa das “negociações” a ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA, e isto antes de apresentarem o referido projecto, pois não vá o diabo tecê-las, e de boas intenções está o inferno cheio.

Portanto, aqui deixo a pergunta:

De que “cultura” está a deputada socialista Gabriela Canavilhas a falar?

E também o recado:

O Partido Socialista se não muda o rumo da política de direita que tem vindo a pôr em prática, apoiando, entre outras coisas antigas, “diversões” marialvistas, oriundas de tempos remotos, onde imperava a crassa ignorância, e se não segue os padrões da modernidade e da evolução das mentalidades, bem pode começar a envergar as vestes rasgadas e sujas da pobreza de espírito, que caracteriza os outros partidos da direita, e preparar-se para uma derrota.

É que, nos tempos que correm, o partido que tiver a dignidade cívica de propor a abolição da lei que permite torturar seres vivos para qualquer tipo de DIVERSÃO IRRACIONAL, terá o respeito e a apoio de 86% do eleitorado que abomina estas práticas selvagens e primitivas, num Portugal que se quer MODERNO e CIVILIZADO.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/uma-pergunta-e-um-recado-para-o-partido-539332