Já que recusam a nos mostrar provas ético-cientificas, de vários dos vossos argumentos, desafio-vos a nos mostrarem provas televisionadas!

Vocês, pró-tourada, ano após ano, recusam-se a nos mostrar provas éticos-cientificas, que nos provem que o touro não sofre; que o touro nasceu para ser toureado, e que com o fim da tauromaquia, o touro vai-se extinguir. Ano após ano, recusam-se a nos indicar quando e em que revista cientifica essas provas foram publicadas.
Insistimos que nos apresentem estas provas. Porem, a vossa recusa de as apresentarem continua.

Depois, persistem em afirmar, que o touro, não é selvaticamente agredido, física e psicologicamente durante quase três dias, antes da uma corrida de touros. O touro sofre horrorosamente, com o corte da ponta dos chifres. E também persistem em afirmar, que o touro não sofre brutalmente, na retirada das bandarilhas, depois de uma corrida.
Então, desafio-vos a para o próximo ano, a realizarem um documentário na RTP, que mostre claramente, e sem qualquer tipo de censura, todos os momentos do touro, a partir do momento em que chega à praça. Um documentário sem censura alguma, de imagem e de som, que nos mostre tudo o que acontece ao touro, não somente durante, mas também antes e depois de uma corrida.

Vocês afirmam que mentimos, mas provas que provam que mentimos nem vê-las. E não basta afirmarem que nós anti-tourada mentimos. Há que provar que mentimos, em vez de ano após ano, fugirem de o provar.
Mas continuem a afirmar que nós, anti-tourada mentimos, sem o provar, com provas sérias, com provas ético-cientificas, que tenham sido publicadas numa revista cientifica. É que assim mais se enterram!

Mário Amorim

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Quando lhes é perguntado, onde estão as provas cientificas, simplesmente não respondem

Nos anos em que estive no Facebook, recebi imensas mensagens privadas que diziam: Mário, não vês que o touro não sofre. Não vês que o touro nasceu toureado. Mário, queres que os touros se extingam com o fim das touradas?
– Então respondia, perguntando: onde estão provas cientificas que me provem o que disseste? –Mas não quero que me venhas com o Ilhera ou outras idênticas. Quero provas sérias. Quero provas ético-cientificas!
Os dias iam passando e nada. Não me respondiam. E nem nunca me responderam!

Ainda hoje, espero ver provas cientificas do que alegam, que tenham sido eticamente provadas. E claro, que tenham sido publicadas numa revista cientifica.

Ainda hoje, espero ver na televisão um debate sério, ético e cientifico, sobre a tauromaquia. Mas sei que nunca verei, pois se há algo que eles recusam e recusarão sempre, é um debate sério, ético e cientifico, na televisão!

Mário Amorim