Porque será; em?!

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Todas as vezes que nós denunciamos mais dados de apoios públicos à tauromaquia, os Psicopatas, Sociopatas da Prótoiro, não vêm a terreiro desmenti-los.
Porque será; em?!
Nós denunciamos mais dados de apoios públicos, no caso nos Açores. E estes bárbaros, não reagiram.

Estes bárbaros afirmam que a tauromaquia, em Portugal, não é financiada com dinheiros públicos.
Porém, provarem documentalmente e publicamente essa afirmação, isso não, nem pensar.
Pois, não há documentação que prove essa afirmação.
A verdade é todos os anos, são entregues para a tauromaquia em Portugal, 16.000.000 de €. Do Estado; das Câmaras Municipais, e da União Europeia. E sem todos estes milhões de €, a tauromaquia, morre em Portugal.
E por muito que os bárbaros da Prótoiro o neguem, esta é a verdade!

Mário Amorim

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CONTEÚDO ANDA Protesto em Portugal mostra que touradas são atos de psicopatia e sadismo

Ativistas carregavam pequenos cartazes com palavras de ordem como “vamos mudar a tradição. Ponte Lima sem touradas”.

Mais de 50 pessoas protestaram contra as touradas ontem (10), em Ponte de Lima, uma vila de Portugal. A manifestação foi convocada através das redes sociais por meio de uma página intitulada “Ponte de Lima Sem Tauromaquia”. Na publicação, o movimento se coloca contrário à “tradições e costumes que, em pleno século XXI, não fazem sentido algum, como maltratar animais para divertimento do ser humano” e convoca todas as pessoas contrárias às touradas, as quais são classificadas pela organização do protesto como “um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico”.
O protesto foi realizado no Parque de Exposições Expolima, próximo ao local onde foi promovida uma corrida de touros integrada ao programa das Feiras Novas – evento que atrai milhares de visitantes vindos de todo o país e que é considerado o “maior congresso ao vivo da cultura em Portugal”. Algo, no mínimo, controverso, já que não é aceitável promover touradas em uma festa que exalta a cultura de um país. Uma prática cruel e desnecessária, que expõe touros a intenso sofrimento e dor, não pode ser defendida como cultura.
Ativstas classificaram as touradas como “um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico”
“Conseguimos juntar 57 pessoas. Consideramos que foi um sucesso. Conseguimos o que pretendíamos. Sensibilizar para a necessidade de se acabar com estes espetáculos bárbaros”, afirmou hoje à Agência de Notícias Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Liliana Marques.
A ativista contou que a manifestação, que durou cerca de duas horas, foi pacífica. Segundo ela, “registraram-se algumas tentativas de provocação, mas a polícia ajudou para que tudo corresse sem violência”. Os ativistas carregavam pequenos cartazes com palavras de ordem como “vamos mudar a tradição. Ponte Lima sem touradas”.

À Lusa, o segundo comandante da Polícia de Segurança Pública (PSP), Raul Curva, relatou a participação de mais de 50 pessoas na manifestação e confirmou o caráter pacífico do protesto, que se iniciou aproximadamente às 19h.

As touradas voltaram ao programa das Feiras Novas em 2014, após oito anos sem que a prática cruel fosse promovida.

Fonte: ANDA