Os pró-tourada sabem o que é compaixão?

Não. Os pró-tourada não fazem ideia o que é a compaixão. Se não, não aceitariam o sofrimento de outros seres sensíveis. Pois a compaixão é não querer que outros seres sensíveis sofram e nem as causas do sofrimento.

Depois afirmam que não querem que o touro e o cavalo sofram, na praça de touros. Mas eles querem o quê. Querem fazer de nós parvos?!
— Se eles não quisessem o sofrimento do touro e do cavalo, não iriam a uma praça de touros, para ver o sofrimento físico e psicológico deles, e para aplaudirem e gritar vivas e olés a esse sofrimento. Por tanto; o que eles afirmam é hipócrita.

Os pró-tourada, são seres sem nenhuma compaixão, caso contrário, seriam contra e não a favor da tauromaquia.

Mas ao contrário deles, anti-tourada, somos seres com compaixão no coração.
Não queremos e nem aceitamos o sofrimento do touro e do cavalo, nas praças de touros.

Para terminar este curto texto, vou dizer que está mais do que na hora dos pró-tourada porem a mão na consciência, e perguntarem a eles próprios, se é certo estarem do lado da selvajaria tauromáquica. Se não deveriam era estar do lado de quem é contra a selvajaria tauromáquica. Se não deveriam estar do lado de quem luta contra a crueldade, física e psicológica, para com o touro e para com o cavalo!?

Mário Amorim

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Uma pergunta que nunca foi respondida!

Touro de lide 11º

Existe uma pergunta que nós, anti-tourada fazemos aos pró-tourada, que nunca foi respondida. E se se colocassem no lugar do touro?
E agora pergunto. Porque será que nunca nos responderam a esta pergunta?
– Nunca nos responderam a esta pergunta, porque eles, por cobardia, não são capazes de se colocar no lugar do touro, na arena, por cinco minutos que sejam!

Só seres ignóbeis se divertem com o sofrimento, com a tortura, com a brutalidade para com seres sensíveis, numa praça de touros.
Só seres ignóbeis são coniventes, com os assassinos, com os psicopatas, com os sociopatas, que numa arena de uma praça de touros, espetam farpas no lombo do touro.
Só seres ignóbeis, gritam vivas e olés para com a selvajaria que acontece na arena de uma praça de touros. E nenhum desses seres, com alguma empatia, com alguma compaixão, se levanta da bancada da praça, vai para arena em defesa do magnífico e pacifico ser que está a ser brutalizado, física e psicologicamente. E essa postura diz bem, qual é a maneira de ser de ser desse ser ignóbil, que é o pró-tourada.

Quem vai a uma praça de touros assistir a um acto de selvajaria, grita vivas e olés, e nada faz para defender o ser sensível que é selvaticamente agredido na arena, é porque não é de facto uma boa pessoa. É porque é uma pessoa ignóbil. É porque é uma pessoa frustrada.

Só mentes doentias alinham com tão vil espectáculo, numa praça de touros.

É uma vergonha que Portugal mantenha, tão selvático espectáculo. Um espectáculo que é próprio de nações incivilizadas.

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, JÁ!

Mário Amorim

Cancelamento de tourada leva a demissão na Liga Portuguesa Contra o Cancro

A direção do núcleo regional dos Açores (NRA) da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) demitiu-se, depois de a direção nacional da liga cancelar um evento tauromáquico na ilha Terceira que se destinava a angariar fundos para o núcleo.

“Consideramos que a autoridade da direção do NRA foi posta em causa, comprometendo a sua imagem e posição junto da sociedade açoriana e mais particularmente junto dos terceirenses, que também não merecem que uma instituição com a reputação da LPCC se pronuncie sobre aquilo que são os seus valores culturais e tradições centenárias”, frisou Gonçalo Forjaz, presidente do núcleo, em comunicado.

A tourada, promovida pela Tertúlia Tauromáquica Terceirense (TTT) e pelos Forcados Amadores da TTT, foi anunciada em conferência de imprensa, mas, dias depois, a direção nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro mostrou-se contra o espetáculo na sua página de Facebook.

“A Direção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro é absolutamente contra a realização de touradas ou de espetáculos semelhantes e, de imediato, providenciou no sentido da anulação da iniciativa programada pelo Núcleo Regional dos Açores”, adiantou a liga, pedindo desculpas pela “insólita organização”, anunciada por “descuido, desatenção e profunda remodelação” do núcleo regional.

Espetáculo serviria para comparticipar bolsa de investigação

O espetáculo tauromáquico, que inicialmente se destinaria à comparticipação de uma bolsa de investigação na área da oncologia, vai realizar-se assim mesmo e os fundos angariados serão cedidos ao Serviço Especializado de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, que também se dedica à investigação científica na área oncológica.

Gonçalo Forjaz disse que o núcleo regional da LPCC decidiu desvincular-se da organização do evento “por respeito institucional”, mas lembrou que “não existe nos estatutos da LPCC nem em documentos emanados da Direção Nacional, qualquer impedimento à organização de touradas para angariação de fundos”, acrescentando que “as touradas em Portugal têm o seu devido enquadramento legal”.

“Em nosso entender, a LPCC deve abster-se de assumir uma posição sobre matérias que nada têm a ver com o seu fim último. Organizar uma tourada para fins de angariação de fundos não é, de todo, assumir uma posição sobre seja o que for. No caso em concreto, tratou-se simplesmente de ir ao encontro daquilo que de mais genuíno existe no povo terceirense: a paixão pela festa brava”, salientou.

O agora ex-presidente do núcleo regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro disse ainda que não foi consultado pela direção nacional aquando da publicação da posição da liga sobre a tourada no Facebook e que a direção regional não se revê no que foi escrito.

“O comunicado no Facebook, como aliás a maioria dos protestos endereçados à LPCC, transmitem a ideia de se estar a angariar dinheiro de forma, dir-se-ia, quase criminosa, fazendo dos cavaleiros, dos toureiros, dos forcados e, porque não, de todos os que ao espetáculo assistem ou a ele se associam, gente que não tem escrúpulos nem olha a meios para atingir fins”, frisou.

Segundo Gonçalo Forjaz, a organização de um espetáculo tauromáquico de beneficência inseria-se nas comemorações dos 50 anos do núcleo regional dos Açores da LPCC e foi aprovada em assembleia-geral.

A tourada, que se vai realizar no dia 29 de maio, na Praça da Toiros da Ilha Terceira, conta com a participação de cavaleiros e forcados regionais, bem como de toureiros portugueses e espanhóis, sendo um deles doente oncológico.

Fonte: SAPO


A Liga Portuguesa Contra o Cancro não podia compactuar com o angariar dinheiro, com um espectáculo de dor, de sofrimento, com um espectáculo de sangue. Não poderia compactuar com o angariar dinheiro com um espectáculo que tortura, física e psicologicamente seres sensíveis. Por isso, estou totalmente de acordo com a decisão da direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro e fui uma das pessoas que enviou um mail de protesto para a direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Como se vê em alguns dos comentários do artigo, os Pró-tourada estão furiosos com a decisão da direcção da Liga Portuguesa contra o cancro. E aproposito da decisão que a direcção da Liga Portuguesa contra o cancro, tomou e bem, lá vem o cd riscado do costume. Lá vêm eles dizer que o touro nasceu para ser toureado; que o touro é para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que touro com a abolição da tauromaquia, vai extinguir-se. E mais uma ver pergunto: estas alegações foram alguma vez provadas CIENTIFICA E ETICAMENTE? – Por isso eles que deixem de virem sempre com o mesmo cd riscado. Eles que deixem de ser os COBARDES que são, e aceitem debater connosco, CIENTIFICA E ETICAMENTE, a tauromaquia num qualquer programa de televisão. Mas não é para levarem para esse programa de televisão um qualquer Joaquim Grave. É para levarem um cientifico a sério. Um cientifico que cumpre o seu código deontológico, e que provará com provas ético-cientificas, que tenham sido publicadas numa revista cientifica que o touro nasceu para ser toureado; que o touro é para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que touro com a abolição da tauromaquia, vai extinguir-se. Isto, porque não basta engolir um cd riscado. É preciso provar o que se alega, com provas ético-cientificas que tenham sido publicadas numa revista cientifica!

Mário Amorim

Este vídeo começa a irritar os pró-tourada!

Aproposito deste vídeo que ontem criei para a segunda sondagem aqui do meu blog, recebi hoje, aqui no meu blog, um insulto de um pró-tourada. É lógico que não o aceitei. Apaguei-o logo, sem responder ao insulto do pró-tourada.

Que conclusão cheguei, então? – Cheguei á conclusão que este vídeo começa a irritar os pró-tourada, pois em pouco mais de dois minutos, ele mostra uma realidade brutal, uma realidade cruel, uma realidade sádica, uma realidade que não respeita minimamente o bem-estar, a felicidade, do touro e do cavalo, de crianças a jovens.

A reacção ao vídeo que recebi hoje, aqui no meu blog, é um exemplo de falta de argumentos que os pró-tourada têm. Quando confrontados com a realidade, quando confrontados com a verdade, como não têm argumentos válidos para rebater a realidade, para rebater a verdade, partem para o insulto.

Ao longo dos anos, sempre dissemos aos pró-tourada, que queremos debater com eles cientificamente a tauromaquia, num programa televisivo, desafiando-os a nos provarem cientifica e eticamente, que o touro nasceu para ser toureado, que o touro gosta de ser toureado, que o touro não sofre, e que com a abolição da tauromaquia, o touro vai extinguir-se. Mas os pró-tourada, sempre se recusaram e recusam-se a ter este debate connosco. E essa recusa deve-se ao facto que simplesmente, não podem provar cientifica e eticamente as suas alegações. Então, como ficam sem argumentos válidos, partem para o insulto!

Mário Amorim

Os Pró-touradas MANIPULAM sondagens. E nós, Anti-tourada, não!

Sondagem A favor ou contra a tauromaquia

Sondagem Abolição da tauroma em Portugal, sim ou não

Nós, Anti-tourada, quando criamos ou mandamos fazer uma sondagem, a nossa primeira preocupação, é que essa sondagem não seja manipulada.
Por exemplo. No caso da sondagem que criei na semana passada, https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/02/04/sondagem-tauromaquia-em-portugal-sim-ou-nao-resultado/, poderia tê-la passado, só pelo circulo Anti-tourada. Mas não foi isso que fiz. Passei-a aqui no meu blog, para que o maior número possível de portugueses, de Norte a Sul, do continente e das ilhas, Anti-tourada e Pró-tourada, lhe respondessem. E fosse qual fosse o resultado final, iria divulga-lo aqui no meu blog.
Já com os Pró-tourada, não é assim.
Se não vejamos. A sondagem por eles criada em 2010, foi uma sondagem completamente manipulada. E digo isto, porque na altura a analisei, de fio a pavio.
Desde logo, uma sondagem, criada ou mandada fazer numa empresa de sondagens, tem de dar possibilidade que, aleatoriamente, o maior número possível de portugueses, de Norte a Sul do continente e das ilhas lhe possam responder.
Ouvir um pequeníssimo número de portugueses, em particular em zonas que são pró-tourada, tal como foi feito em 2010, é uma forma de manipular o resultado de uma sondagem. Para além disso, foi para mim claríssimo, que antes mesmo de começar a ser realizada, a sondagem Pró-tourada de 2010, já estava a ser manipulada. Ou seja; antes mesmo de ter sido realizada, o seu resultado, e a forma de chegar a ele, já tinha sido combinado. Depois, por via disso, eles, com base numa mentira, com base numa sondagem que tinha sido completamente manipulada, eles andaram a propagar aos quatro ventos, que a maioria dos portugueses, são Pró-tourada.
Mas a sondagem que criei a semana passada, repôs claramente a verdade. A sondagem que criei a semana passada, desmentiu claramente a mentira de 2010 dos pró-tourada.
E assim se vê, como nós, Anti-tourada somos. E como os Pró-tourada são!

Mário Amorim

Só há duas opções.

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Só há duas opções

Ou se é contra o touro, e defende-se o seu sofrimento, a sua tortura, e a sua morte, na tauromaquia.
Ou se é a favor do touro, e se quer vê-lo feliz, em paz e sossego, desde o seu nascimento, à sua morte, no campo, na natureza.

Só há duas opções.
Ou se é Pró-tourada.
Ou se é Anti-tourada.

Eu,
Como sou pelo touro,
Sou Anti-tourada!

Mário Amorim

Como foi o ano de 2015

O Ano de 2015, foi um ano fantástico, na nossa vizinha Espanha, que se vai tornando cada vez mais anti-tourada!

E no diz respeito a Portugal, está tudo igual. Em Portugal não se aprende nada com o que está a acontecer cada vez mais, na sua vizinha Espanha!

2015, foi mais um ano em que ouvimos, em que lemos vindo dos Pró-tourada, a argumentação de sempre. Foi mais um ano em que eles a repetiram como um CD riscado. E mais uma vez, 2015, foi mais um ano, em que provas sérias, cientificas e éticas que provem a argumentação sobre o touro, não vimos. 2015, foi mais ano, em que mais uma vez, também não vimos, documentação oficial, do Governo, das Câmaras Municipais, e da União Europeia, que prove um dos argumentos dos Pró-tourada, de que a tauromaquia em Portugal não é financiada.

Ou seja; 2015, foi mais um ano, em que os Pró-tourada mostraram o quão não têm argumentos sérios e válidos!

Este foi um curto apanhado, de como foi o ano de 2015!

Mário Amorim