Depois do que anteriormente disse…

Depois do que disse aqui; https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2014/09/23/touros-de-morte-em-monsaraz-e-barrancos-sao-a-prova-de-que-o-estado-portugues-nao-acompanha-a-evolucao-da-europa/; depois do que disse aqui; https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2014/09/23/touros-de-morte-em-monsaraz-e-barrancos-sao-a-prova-de-que-o-estado-portugues-nao-acompanha-a-evolucao-da-europa/; depois do que disse aqui; https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2014/09/24/imaginem-se-o-touro-e-cavalo-falassem-e-pudessem-responder-a-uma-simples-pergunta-o-que-queriam/

E depois do que foi dito neste artigo e no qual concordo por inteiro; http://www.esquerda.net/opiniao/regulamentar-tortura-e-legitima-la/33167 resolvi criar umas sondagens neste artigo:

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Sobre a quarta e ultima pergunta; quem estiver de acordo comigo, entre em contacto comigo, desta forma:

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ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA DE…

Está mais do que na hora de Portugal, Espanha e França, juntos, estarem na linha da frente para abolição da tauromaquia, não somente em Portugal, em Espanha e França, mas em todos os países que ainda a têm.

Está mais do que na hora, da criação de uma plataforma, que seja composta por todos os países que ainda têm tauromaquia, e de outros países, de outras partes do mundo, que a queiram integrar.
Uma Plataforma que tenha como foco principal uma enorme pressão social conjunta, sobre os políticos. E deixo aqui um exemplo: a próxima petição quer der entrada na Assembleia da República; ao mesmo tempo que der entrada na Assembleia da República serem realizadas Manifestações contra a tauromaquia, no mesmo dia e aproximadamente à mesma hora, um pouco por todo o país, de todos os países que ainda têm tauromaquia.

Está mais do que na hora de toda a gente perceber de que a hora da união na luta, de todos os países que ainda têm tauromaquia, chegou. E está na hora de toda a gente perceber, de que a luta contra a tauromaquia, tem de ser sempre conjunta, e não de cada um dos países que ainda têm tauromaquia, em separado.

Está mais do que na hora de toda a gente perceber isto!

 

Mário Amorim

Uma verdadeira Plataforma contra a tauromaquia, não tem o direito de ultrapassar o risco, chamado vida privada das organizações Anti-Tauromaquia, que também a compõem!

Vou começar este texto com um exemplo:
– Imaginem que uma organização, a organização X, dirigisse à Plataforma Anti-tauromaquia, da qual faz parte, e comunica à Plataforma que deseja organizar uma Manifestação Anti-tauromaquia. E a resposta que lhe é dada, é que contraproducente. E que por essa razão, não podem organizar a Manifestação que pretendem organizar. – E independentemente das razões que estiveram na base da resposta que lhe foi dada, a Plataforma, não pode, não tem o direito de se intrometer, num assunto que não lhe diz respeito; a vida privada da organização que de si faz parte. A Plataforma, não pode, não tem o direito, de querer impedir, que a organização X, ou qualquer outra organização que a compõe, queira realizar uma Manifestação, ou qualquer outra atividade, contra a tauromaquia. O único direito que a Plataforma tem, é de apoiar, com a Plataforma, a Manifestação, que a organização X quer realizar, e que está no seu pleno direito querer realiza-la. E se assim não for, não só a Plataforma, não é uma Plataforma, como a sua atitude, é absolutamente Anti-democrática.

Uma Plataforma, por ser uma Plataforma, não pode achar, que por ser uma Plataforma, isso lhe dá o direito de querer impedir que as organizações que a compõem, queiram organizar Manifestações, ou quaisquer outras actividades contra a tauromaquia, pois a Plataforma, achar que tem esse direito, é Anti-democraticamente, ultrapassar o limite, que não pode ultrapassar; a vida privada das organizações que a compõem!

Mário Amorim

Pelos Touros, pelos Cavalos e pelas Pessoas – Blog contra a Tauromaquia, em Portugal e no resto do mundo!

APRESENTAÇÃO

Por motivos que agora não vêm ó caso, estive para desistir da luta contra a tauromaquia. Mas uma conversa muito agradável e positiva que tive na tarde do dia 7 de Junho de 2014, fez-me ganhar uma nova força e energia, para recomeçar de novo, com este novo blog, com outra roupagem e outro nome.

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Bill Gates

“Tenta uma, duas, três vezes e se possível tenta a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário.
Só não desistas nas primeiras tentativas, a persistência é amiga da conquista.
Se queres quer chegar a onde a maioria não chega, faz o que a maioria não faz!

Bill Gates”

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O QUE PRETENDO COM E A PARTIR DESTE BLOG

Desde logo, com este novo blog, regresso à luta contra a tauromaquia, em Portugal e no resto do mundo, com uma força e energia renovadas.

Depois, a partir dele, pretendo, tão breve quanto possível, criar, ou colaborar na criação de uma Plataforma, que verdadeiramente funcione como uma Plataforma, e não uma Plataforma comandada por quatro pessoas, carregada de secretismo, para quem os restantes membros, não sejam tidos e nem achados, no funcionamento da Plataforma, e no que a Plataforma esteja a fazer.

Para mim, uma verdadeira Plataforma, de origem portuguesa, mas inteiramente aberta ao mundo, aberta a ter membros individuais e coletivos não apenas de Portugal, mas do resto do mundo, como deve proceder, para ser, de facto uma Plataforma e não um grupo de amigos:

1º Sendo uma Plataforma de origem portuguesa, não pode permitir, que uma pessoa de fora, seja essa pessoa quem for, comande de fora a Plataforma, e muito menos, permitir, que essa pessoa, por achar que a sua estratégia contra a tauromaquia, é a única e verdadeira estratégia que existe, dê ordens de fora para dentro, para o funcionamento da Plataforma sobre os seus membros, e queira impedir a liberdade de expressão contra a tauromaquia dos seus membros. E também não pode permitir, que uma pessoa, não de origem portuguesa, de fora para dentro, dê ordens para que a Plataforma, não permita que os seus membros, individuais e coletivos, realizem Manifestações ou outras quaisquer atividades contra tauromaquia.

2º A Plataforma não pode permitir, que uma pessoa, não de origem portuguesa, ou mesmo portuguesa, seja ela quem for, por achar que a sua estratégia contra a tauromaquia, é a única e verdadeira que existe, divida o movimento anti-tauromaquia em Portugal, tal como neste momento acontece.

3º Uma verdadeira Plataforma, para ser verdadeiramente uma Plataforma, não é comandada por um pequeno grupo de pessoas. É comandada por o mais extenso possível numero de membros, individuais e coletivos, que sem secretismo absolutamente nenhum tomam parte no funcionamento e na ação da Plataforma.

4º Uma Plataforma, não tem o direito de não se lembrar, que antes de fazerem parte da Plataforma, os seus membros individuais e coletivos têm vida própria. Por tanto, a Plataforma, não pode e não tem o direito de impedir que os seus membros, realizem se quiserem, Manifestações, ou outras quaisquer atividades, contra a tauromaquia. A Plataforma, deve, por isso, apoiar, com o seu nome, Manifestações, ou quaisquer outras atividades contra a tauromaquia, que os seus membros, no seu pleno direito queiram levar a cabo, utilizando o seu próprio nome.

Nota: Não quero com isto dizer que que acho esta seja a única estratégia que existe contra a tauromaquia. Mas é a estratégia que pessoalmente acho ser correta, e que continuarei a achar. E faço-o aqui no meu novo blog, para tentar levar muita gente que igualmente luta contra a tauromaquia em Portugal, a pensar no que disse. Ao ter dito o que disse, aqui no meu novo blog, pretendo, também ser construtivo para a luta anti-tauromaquia em Portugal…

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Pretendo, por tanto, a partir deste meu novo blog, tão breve quanto possível dar origem ao surgimento de uma Plataforma de origem portuguesa, que no seu funcionamento interno funcione como uma verdadeira Plataforma, ou colaborar no surgimento de uma nova e verdadeira Plataforma mas inteiramente aberta ao mundo, aberta a ter membros individuais e coletivos não apenas de Portugal, mas do resto do mundo. E todos juntos, dentro da Plataforma, lutarmos pelo fim da tauromaquia em Portugal e no resto do mundo.

Uma Plataforma que não abdique das premissas que referi, por forma a ser no seu funcionamento interno verdadeiramente uma Plataforma, positiva e democrática!

Mário Amorim