CONTEÚDO ANDA Pinguim mantido em cativeiro é repetidamente agredido

Um pinguim forçado a entreter compradores em um shopping de luxo na China foi chutado e golpeado por um funcionário que estava tentando alimentá-lo forçosamente

A agressão foi capturada em um vídeo feito por um espectador, que exige que o shopping se desculpe publicamente.

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A cena de crueldade ocorreu no Wanda Plaza – um popular centro comercial na China – onde duas aves foram mantidas em cativeiro em um recinto de vidro na tentativa com o intuito de atrair compradores durante as vendas do meio do ano.

O shopping é de propriedade de Wang Jianlin, “o homem mais rico da China”.

De acordo com a pessoa que filmou o abuso, o funcionário tentou vigorosamente dar peixes aos dois pinguins confinados.

Quando a ave tentou se afastar, o trabalhador o chutou. Depois que o pinguim cuspiu o peixe, ele foi espancado repetidamente, informou a PETA.

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A testemunha enviou uma mensagem ao Wanda Plaza online para expressar sua preocupação. De acordo com o MailOnline, o shopping respondeu pedindo desculpas pela “experiência infeliz”.

Um porta-voz também alegou que a cena foi “mal interpretada” e que os pinguins explorados pelo recinto são pinguins de Magalhães e “não estão acostumados com o ambiente do shopping”. Infelizmente, esta não é a primeira vez em que animais abusados foram aprisionados em shoppings chineses.

Em 2016, o Grandview Mall Aquarium, em Guangzhou, abriu as portas d sua prisão para animais e foi rapidamente denominado de “um dos zoos mais tristes do mundo”, porque os animais sofrem de negligência, falta de cuidados, de estímulos e de luz natural. O zoológico está localizado em um shopping center.

Esses trágicos casos mostram o sofrimento que animais precisam suportar em cativeiro quando deveriam viver com suas famílias na natureza. Embora muitos cidadãos chineses tenham se manifesto contra a exploração de animais no zoológico, é necessário aumentar a conscientização para ajudar a acabar com esses estabelecimentos cruéis de uma vez por todas.

Fonte: ANDA

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A diferença de quem tratou e trata bem um animal não-humano, para aqueles que em Portugal, tratam mal, física e psicologicamente o touro e o cavalo.

Este senhor brasileiro https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/03/09/depois-dizem-que-os-animais-nao-humanos-nao-tem-sentimentos-pinguim-nada-8-000-quilometros-todos-os-anos-para-agradecer-ao-homem-que-lhe-salvou-a-vida/, tratou e trata bem um animal não-humano. Dá-lhe amizade, dá-lhe carinho e ternura. Dá-lhe amor. Trata este belo pinguim como um filho. E ele, o Dindim, retribui-lhe amizade, gratidão, carinho, ternura, e amor.
E é assim que se trata um animal não-humano. Age-se sempre em prol da sua felicidade, em prol do seu bem-estar, não apenas por um tempo, mas para sempre, enquanto ele estiver do seu lado, enquanto ele quiser a sua companhia.

Já em Portugal, no que diz respeito ao touro e ao cavalo, eles não são bem tratados, por aqueles que dizem ama-los.
Marcar o touro, ainda bezerro, e o cavalo com ferros em brasa, não é trata-los bem.
Picar os touros, como fazem os campinos, não é trata-los bem.
Enviar o touro e o cavalo para uma praça de touros, para serem torturados, física e psicologicamente, não é trata-los bem.

Tratar bem o touro e o cavalo. Amar o touro e o cavalo, é não querer a sua tortura, física e psicológica, numa praça de touros. É lesar para todo o sempre, pelo seu bem-estar, pela sua felicidade. É querer velos felizes, e a viver em paz e sossego, na natureza, no campo, até que a lei da vida os leve embora.

Aqueles que defendem a barbárie para com o touro e para com o cavalo. Aqueles que provocam dor e sofrimento ao touro e ao cavalo numa praça de touros. Aqueles que os torturam numa praça de touros, deveriam aprender com a lição que o Senhor João Pereira de Souza lhes dá!

Mário Amorim

Depois dizem que os animais não-humanos não têm sentimentos! Pinguim nada 8.000 quilómetros todos os anos para agradecer ao homem que lhe salvou a vida

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Em 2011, o reformado brasileiro João Pereira de Souza salvou um pinguim que não conseguia sair das rochas de uma praia do Rio de Janeiro. Moribundo e coberto de petróleo, o pinguim-de-Magalhães Dindim estava sem forças. Até que João Souza pegou nele, levou-o para casa durante uma semana e devolveu-o ao mar já com a saúde restabelecida e a pele limpa.

Nesse momento, o reformado brasileiro pensou ser a última vez que veria um pinguim-de-Magalhães. Mas enganou-se. Poucos meses depois, Dindim regressou à praia carioca onde João Souza costuma pescar e reconheceu imediatamente o seu salvador.

Desde então, conta o ABC, o pinguim passa oito meses do ano com Pereira e os restantes quatro a alimentar-se nas costas da Argentina e do Chile.

Cada vez que regressa à sua casa adoptiva, Dindim nada 8.000 quilómetros. Mal chega lá, João Souza alimenta-o com uma dieta especial, idealizada por ele próprio, para melhorar a resistência e força da ave. Na verdade, dificilmente o pinguim, aceitaria outra situação, uma vez que não de deixa tocar por mais ninguém a não ser o reformado brasileiro.

“Gosto dele como se fosse meu filho e acho que ele também gosta de mim”, exclamou João Pereira de Souza à televisão Globo. Como diria Fernando Pessa: e esta, hein?

Fonte: Greensavers