CONTEÚDO ANDA Ativistas expõem brutalidade do comércio internacional de répteis

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Animais amontoados em recipientes de plástico superlotados e imundos. Cobras confinadas em caixas por mais de uma década e taxas de mortalidade de 70%. Uma nova investigação da PETA denuncia a barbaridade do comércio internacional de répteis.

Lagartos, cobras e outros répteis vendidos como “animais domésticos exóticos” são violentamente arrancados de seus habitats e criados para serem enviados para diversos lugares do mundo. Segundo a PETA, cerca de 600 mil répteis são importados anualmente apenas na Alemanha e muitos morrem durante o transporte.

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Quando chegam ao país, os répteis mortos são separados e aqueles que sobrevivem são empilhados em recipientes de plástico extremamente apertados por vários meses até definharem.

O maior comerciante de cobra no país, a M & S Reptiles, mantinha cobras em contentores tão pequenos que os animais nunca conseguiam se esticar. Alguns foram obrigados a suportar essas terríveis condições por mais de 10 anos.

Foram descobertos animais exportados para a Alemanha que eram originários dos Estados Unidos, onde há o tão conhecido moinho de répteis Reptliles By Mark, que enviou animais para um atacadista alemão pelo menos até 2013.

A organização de proteção animal denunciou que lagartos pogona foram empilhados pelo moinho e lutavam ferozmente por alimento, o que resultou na mutilação de seus membros.

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Um trabalhador do estabelecimento alegou ter arrancado os rabos dos animais com as mãos e a pata de um deles com um cortador de arame.

Ativistas encontraram animais excessivamente magros e letárgicos que eram incapazes de competir por alimento. Os répteis também eram regularmente enviados do Reptliles By Mark em recipientes de plástico que se assemelhavam aos utilizados por restaurantes em casos de produtos embalados para viagem.

Um investigador infiltrado viu centenas de animais deixados nestas terríveis condições por mais de 24 horas sem receber água ou qualquer alimento antes de serem transportados.

A PETA da Alemanha fez acusações criminais contra dois grandes atacadistas do país e tem exigido a proibição nacional do comércio de animais considerados exóticos.

“Repetidamente, temos documentado o abuso e o sofrimento em instalações que produzem e vendem animais.  As pessoas nunca devem comprar em  lojas que vendem animais, mas sim adotá-los em abrigos em vez de financiar uma loja ou criadouro”, declarou a organização em seu site.

Nota da Redação: Os terríveis abusos impostos a estes répteis são o resultado da ganância e desumanidade de uma indústria  financiada pelo público. Conforme apontado pela PETA, é fundamental expor este absurdo e educar as pessoas para nunca contribuírem com o comércio de animais que deve ser proibido em todo o mundo.

Fonte: ANDA

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Direitos Tribunais discutem reconhecimento de animais como seres sencientes

Chimpanzé que vive em santuário de Quebec, após ter sido explorado em pesquisas. Foto: Tyler Anderson/National Post Chimpanzé que vive em santuário de Quebec, após ter sido explorado em pesquisas.

Em duas salas de diferentes países, advogados e legisladores lidaram nesta semana com uma questão que pode chacoalhar a moldura legal das interações entre pessoas e animais: “os animais não humanos devem ser legalmente reconhecidos como seres sencientes?”. As informações são do National  Post.

Na cidade de Quebec (Canadá), a Assembleia Nacional continuou o debate do projeto de lei 54, que propõe que os animais sejam vistos como “seres sencientes” ao invés de propriedades, aos olhos da província.

Em San Francisco (EUA), ativistas da ONG People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) entraram com uma ação requerendo que um macaco que tirou “selfies” que se tornaram famosas tenha direitos autorais sobre as fotos.

Foto de 2011 fornecida pelo PETA que mostra uma "selfie" tirada por um macaco na ilha indonésia de Sulawesi, com a câmera do fotógrafo David Slater, e agora é material de processo em tribunais. Foto: David Slater/PETA/AP

Foto de 2011 fornecida pelo PETA que mostra uma “selfie” tirada por um macaco na ilha indonésia de Sulawesi, com a câmera do fotógrafo David Slater, e agora é material de processo em tribunais.

Tais casos exercem pressão para que os tribunais e a sociedade passem a reconhecer de maneira mais adequada a habilidade dos animais em pensar e sentir dor.

Nesta primavera, a Nova Zelândia reconheceu legalmente os animais não humanos como seres sencientes, enquanto em Nova York, neste mês, advogados argumentaram que os chimpanzés Tommy e Kiko deveriam ser reconhecidos como “pessoas” e assim serem libertados do confinamento. Embora o tribunal  tenha decidido contra eles, os seus advogados disseram que a luta está longe de acabar.

“Chamar animais de seres sencientes é algo que terá implicações legais”, disse Josey Kitson, diretor executivo da ONG World Animal Protection baseada em Toronto. “O projeto de lei de Quebec vai ter que lidar com o fato de que há coisas que você pode fazer com objetos e que você não pode fazer com seres vivos, tais como comprar, vender e matar”.

Mas, segundo a reportagem, é improvável que a legislação proposta, se aprovada, irá tão longe.

Esta lei deverá, afinal, alinhar Quebec com Ontário, Manitoba e British Columbia, que têm algumas das leis mais severas de direitos animais do Canadá. Ainda assim, defensores dizem que a melhor ciência faz as pessoas mais conscientes da senciência animal, e que isso pode fazer a diferença em como a lei é aplicada.

O Código Criminal do Canadá proíbe a crueldade a animais; a maioria das províncias tem o equivalente à lei de prevenção de crueldade a animais de Ontário, que diz que “Nenhuma pessoa pode levar um animal a uma situação de angústia”.

Essa terminologia já implica no reconhecimento de que os animais podem pensar e sentir, afirma Lesli Bisgould, professora adjunta de leis relacionadas a animais da Universidade de Toronto. Mas o que nunca é cumprido é “a pergunta de um milhão de dólares”, acrescenta ela: há uma infinidade de exceções para os produtores de carne e os caçadores – ou seja, “práticas globalmente aceitas”.

A lei de Quebec, diz ela, deverá ser algo semelhante.

“Se eu fosse para o tribunal de Quebec para argumentar sobre isso, o que eu iria dizer é que, “Meritíssimo, não é algo novo reconhecer que os animais são sencientes, as nossas leis têm reconhecido isso há muito tempo”, disse Bisgould.

“O que é novo é as pessoas desta província terem decidido que é hora de se reconhecer isso. Sua senciência vem sendo escondida por trás de diversas formas de exploração industrial por um longo tempo”.

Georgia Mason, bióloga comportamental da Universidade de Guelph, concorda que o movimento de Quebec não é “revolucionário”.

O Conselho Canadense de Cuidado Animal em Ciência diz que os animais devem ser protegidos da dor e da angústia, o que somente faz sentido uma vez que se assume que os animais explorados em laboratórios são sencientes”, escreveu ela em um e-mail ao National Post.

Advogados em tribunal de Nova York discutem se dois chimpanzés têm personalidade jurídica e por isso devem ser libertados da Universidade de Long Island. Foto: Richard Drew/Pool Advogados em tribunal de Nova York discutem se dois chimpanzés têm personalidade jurídica e por isso devem ser libertados da Universidade de Long Island.

O Conselho Nacional de Animais de Fazenda do Canadá também confirmou esse status para o gado – um movimento que se alinha com costumes modernos.

Mas nem todas as criaturas sencientes do Canadá são consideradas de maneira igual, explica Mason, acrescentando que os ratos e camundongos não são protegidos, e os animais da pecuária não são vistos como seres que pensam e sentem da mesma forma que os primatas.

“As leis em torno de cães e gatos frequentemente focam em motivos humanos, e não no que os animais possam estar realmente sentindo”, escreve Mason.

“Reconhecer a senciência, como Quebec planeja fazer, leva a assumir que as habilidades de sentir prazer e dor são generalizadas, mesmo naqueles grupos de animais que ainda não foram muito protegidos até então. Isso deve ser bem vindo”.

“Os canadenses têm cada vez mais recorrido a tribunais de pequenas causas para pedir indenizações para animais que foram feridos ou morreram por cuidados indevidos de um veterinário, por exemplo”, conta Martin Smith, que dirige um grupo de direitos animais em Ottawa.

Fonte: ANDA

Ativista protesta contra o uso de couro de réptil pela grife Hermès

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Na semana passada, o grupo PETA dos Estados Unidos revelou as atrocidades cometidas contra crocodilos e jacarés nas fazendas que fornecem couro para o fabricante “de luxo” Hermès.

Uma ativista da organização participou essa semana de um protesto memorável em frente à loja da Hermès no Royal Exchange, centro de Londres, para denunciar a crueldade envolvida na fabricação das bolsas Kelly e Birkin, ambas da grife.

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Nua, com o corpo pintado para se assemelhar a um crocodilo e deitada numa poça de sangue artificial, a defensora de animais Harriet chamou a atenção dos transeuntes. “Eu sabia que tinha de fazer alguma coisa depois de assistir às gravações da PETA, que mostram o abuso e a dor enfrentados por esses répteis antes de serem mortos para a Hermès. Esse tipo de crueldade não pode ser justificada em nome da moda.”

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Animais mortos para a fabricação de bolsas da famosa grife (Foto: PETA)

Um investigador da PETA visitou fazendas no Texas e no Zimbábue que fornecem peles de répteis para curtumes da Hermès. Sua investigação revelou que os animais são confinados em tanques superlotados e insalubres, e que os bichos agonizam durante vários minutos enquanto funcionários serram suas peles.

Fonte: ANDA

Alunos de escola primária gravam mensagem contra comércio de peles de animais

Foto: PETA

Toda criança que assistiu ao filme “101 Dálmatas” sabe que matar um animal pela sua pele é moralmente errado e cruel. E a preocupação que as crianças compassivas têm para com os animais não acaba com o término do filme.

Após terem aprendido sobre a indústria de peles, crianças de 8 a 10 anos de idade de uma escola primária do sudoeste de Londres quiseram fazer algo. Então, elas prepararam esses poderosos discursos anti-peles a fim de enviar uma mensagem à indústria:

Estes belos vídeos com seus discursos sinceros são tão poderosos e claros que todos podem entender o verdadeiro horror que está por trás de qualquer roupa feita de peles de animais. As informações são do PETA.

Foto: PETA

Segundo a ONG, alguns vendedores dessas roupas estão se utilizando de uma jogada de marketing chamada “Origin Assured”, que foi criada pela indústria de peles após anos de quedas nas vendas. Essa estratégia determina que as peles vindas de fazendas em 29 países podem ser potencialmente etiquetadas com o selo “Origin Assured”, que significa “garantia de procedência”, simplesmente porque esses países têm padrões ambientais, leis bem estaristas ou diretrizes em livros – mas, estejam essas regulamentações sendo seguidas ou não (e normalmente não são), isso não importa, pois a crueldade e o sofrimento dos animais para a extração e produção das peles são os mesmos.

Foto: PETA

Recentemente, o PETA lançou um vídeo que expõe a verdade por trás do termo “Origin Assured”:

Há uma petição no site da ONG para que esse tema seja revisto. Para assinar, clique aqui.

Fonte: ANDA

Benetton anuncia que irá parar de vender peles de coelhos angorá

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Benetton anuncia que irá parar de vender peles de coelhos angorá

Foto: PETA

“O grupo Benetton confirmou a decisão de parar de usar peles de coelhos angorá em todas as suas coleções vendidas ao redor do mundo”, disse a companhia em um comunicado em seu site.

As informações são do PETA, que informou que a empresa de vestuário italiana divulgou a mudança menos de 24 horas depois de uma campanha nacional coordenada pela ONG.

Esta é uma maravilhosa notícia para os coelhos angorá. Após uma investigação sem precedentes pelo PETA da Ásia em fazendas criadoras de coelhos angorá na China, que é a fonte de 90 por cento das peles angorá do mundo, ter revelado que os funcionários arrancam violentamente a pele dos coelhos ainda vivos enquanto os animais gritam em pânico, as lojas decidiram em sequência não vender mais produtos feitos de pele de coelhos angorá. Segundo a ONG, isso terá um impacto significativo na China: de 2013 a 2014, as exportações de peles desses coelhos já haviam apresentado uma queda de 74 por cento. Esta diminuição drástica na demanda por peles de angorá significa que menos coelhos estão sofrendo nas fazendas e agora, com a decisão, são aproximadamente seis mil lojas de uma grife que estarão deixando de comercializar esses produtos vindos de uma exploração cruel.

Foto: Twitter/PETA

A ONG publicou uma declaração em seu site manifestando a sua satisfação com relação ao fato da Benetton ter se juntado à longa lista de empresas que responderam à demanda dos consumidores pela atitude correta em favor dos animais, lembrando que, felizmente para os fãs de moda ética, os produtos livres de crueldade animal já são fartamente disponíveis no mercado.

O PETA também agradeceu a todos os que fizeram essa vitória acontecer – aos que participaram da campanha, seja unindo-se ao protesto em Londres, contatando as lojas, postando nas mídias sociais ou enviando e-mails à empresa. “Todo esse trabalho valeu a pena! Por favor, continuem denunciando toda vez que se depararem com peles angorá à venda”, diz a ONG.

Foto: PETA

Foto: PETA

Foto: PETA

Fonte: ANDA

‘The Bullfighter Dies’: Exclusive Morrissey Song Hits Out at Cruel Sport Ahead of Pamplona

Morrissey has always used his music as a way to express his beliefs – and this week, he continues the trend, with the release of a stirring new song, “The Bullfighter Dies”, to coincide with the annual Running of the Bulls in Pamplona.

In a sneak peak from a blog post written by the compassionate star, which will be posted in full later this month by PETA US, Morrissey says of bullfighting:

The contest is not equal, the animal is unable to protest or to walk away, and the bullfighter doesn’t even actually fight the bull at all! Whatever the results, whatever the motive, the bullfight is systematic torture, and the disgrace of it falls back on any society that allows it to continue.

He also explained the message of the song, which you can listen to here:

“The Bullfighter Dies” is a shout out for the total abolition of the living horror of bullfighting, and since those who control such barbarity have no interest in the welfare of the bull, then we can only approach the subject by stressing how the overwhelming majority do not have any sympathy when the bullfight does not go the bullfighters’ way. Why should we?

Moz is definitely not alone in being appalled by what happens in the bullring. This weekend, activists from all around the world will join PETA in Pamplona for an attention-grabbing protest against the barbaric San Fermín festival, in which bulls are chased through the streets by tourists before eventually being stabbed to death in the bullfighting arena. According to a recent survey, 76 per cent of Spanish people have no interest in bullfighting, and the dying industry is largely being propped up by tourists and huge EU subsidies.

Morrissey has a long and impressive history of speaking out for animals and has been joining forces with PETA and our international affiliates for more than 30 years. Later this month, he will be teaming up with PETA US to give fans the first listen of his much-anticipated 10th album, World Peace Is None of Your Business! Visit PETA.org on 15 July to tune in to the exclusive live stream.

Fonte: http://blog.peta.org.uk/2014/07/the-bullfighter-dies-exclusive-morrissey-song-strikes-at-cruel-sport-ahead-of-pamplona/

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The Smiths