LUÍS CAMPOS FERREIRA, DEPUTADO DO PSD, TOCA MÚSICA DE TOURADA NA HORA DA VOTAÇÃO DO IVA COMO SE O HEMICICLO FOSSE O “campo pequeno”

Inacreditável! Inadmissível! Indecoroso!

«Luís Campos Ferreira usou o telemóvel para tocar toque de entrada de toiros quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas. Foi nesse momento que se ouviu distintamente no Plenário um toque de entrada de touros, como se o Hemiciclo fosse o Campo Pequeno. A música vinha de uma das bancadas e provocou o riso de muitos dos deputados e até do presidente da Assembleia. Mas nem todos se aperceberam de onde vinha o som. O responsável foi o deputado do PSD Luís Campos Ferreira, eleito por Viana do Castelo», lê-se no Expresso.

Até do presidente da Assembleia, que devia manter o decoro no recinto e foi cúmplice de um acto obsceno, bem ao nível da obscenidade das touradas.

Quem enxovalha deste modo, um lugar onde a Nação se espelha, o que merece?

RUA com Luís Campos Ferreira!

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Origem da imagem: Internet

E a notícia prossegue relatando que no momento em que Carlos César se levantou e olhou para trás, para ver quantos na sua bancada apoiavam a polémica proposta socialista de alteração ao Orçamento – feita à revelia do Governo e da direcção do PS (o que muito duvidamos) Campos Ferreira simulou o comentário de uma corrida de touros: “Aí está o Grupo de Forcados do Largo do Rato. Vai dar entrada o touro!” E pontuou a ironia com um sonoro “Olé!”, e com esta música, emitida através do seu telemóvel.

Mas o pior foi que, «no final, depois de aprovada a proposta, foram muitos os deputados de várias bancadas que, nos corredores, cumprimentaram entre risos o parlamentar do PSD. E «questionado pelo Expresso sobre a sua original forma de intervenção parlamentar, Campos Ferreira considerou queAntónio Costa, habituado a tourear a oposição, foi desta vez toureado pelo seu líder parlamentar. Foi uma chinquelina de César a Costa.”

Pois foi uma chinquelina que chincalhou (o mesmo que achincalhar) todo o Parlamento.

Uma vergonha!

Sinto-me esmagada com a irracionalidade destes deputados da Nação. Pobre Nação!

E como diz a amiga Judite: «Há muito tempo que a Assembleia de República é um local repleto de gente sem a mínima preparação para o cargo que ocupa, pessoas de um nível duvidoso, de educação duvidosa e de índole duvidosa. Não são exigidos os requisitos mínimos . Uma vergonha de gente que não sabe governar nem a própria conduta, quanto mais fazer ou aprovar ou reprovar leis que nos afectam a todos

E como diz o meu amigo José: «São criaturas desta estirpe que, cada vez mais, desprestigiam aquela Assembleia da República já num plano inclinado descendente de descrédito. Este fulano, então, desceu bem uns degraus de desrespeito para com aquela Instituição de Soberania, para  com os outros seus colegas, de qualquer dos lados e sobretudo para os  cidadãos deste país. Falta de educação e de cidadania. Uma vergonha.»

Grandes verdades.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-11-28-Deputado-do-PSD-toca-musica-de-tourada-na-hora-da-votacao?fbclid=IwAR1KFdI2jt9AYVoe-aa0lK3tB6qTq-xGnNfudkE7vA-itC_f_ytIIDMm_OI#gs.kTuI=E8

SOMENTE ATRAVÉS DO VOTO PODEREMOS DERROTAR OS TROGLODITAS INSTALADOS NO PODER

O que se passou ontem(Segunda feira passada) no Parlamento Português, quando a maioria dos deputados da Nação (com a ajudinha do Partido Socialista que desautorizou a posição da Ministra da Cultura) viabilizou a descida do IVA das touradas de 13 para 6%, ultrapassa todos os limites da racionalidade.

Lê-se no Expresso: «Quem vota a favor?», perguntou Ferro Rodrigues. PSD, CDS e PCP votaram por bancada, mas os deputados do PS dividiram-se: o líder parlamentar, Carlos César, levantou-se para apoiar a redução do IVA das touradas para 6%, e com ele levantaram-se mais 42 deputados socialistas.

Énfim, é isto que acontece num país civilizacionalmente ainda muito atrasado, com um PS muito, muito monarquista.

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Ontem ficou provado, no Parlamento, que Portugal é um país riquíssimo em mediocridade, em miséria moral e em pobreza de espírito.

Podemos, com toda a propriedade, sentir-nos frustrados por vivermos num país representado por mentalidades tão retrógradas quanto as que vimos ontem (salvo as raras excepções, obviamente).

Porém, para estar na Política é preciso ser-se EVOLUÍDO e HONESTO, para poder servir os interesses da Nação, e não os dos lobbies, neste caso, o lobby da carnificina. Porém, infelizmente, o povo português, o portuguesinho, ainda muito inculto e desinformado, graças ao lado mau do jornalismo televisivo, vota nas cores dos respectivos partidos políticos da sua predilecção, como se fossem clubes de futebol, não olhando à integridade moral, às competências, à honestidade política e à cultura dos que vão a votos.

Contudo, nós, que damos voz aos indefesos Touros e Cavalos, aparentemente (e apenas aparentemente) perdemos esta batalha, mas não a Guerra, porque a Guerra são eles, os trogloditas, que a perderão. Como dois e dois serem quatro. E o que se tem passado nestas últimas semanas são um claro indicador disso mesmo.

Nesta questão do IVA das touradas deu-se um passo em frente: as actividades tauromáquicas, que os trogloditas confundem com espectáculos, vá-se lá saber por alma de quem, era isenta de IVA. Inacreditavelmente, os carrascos de bovinos tinham um estatuto superior aos dos cantores, dançarinos, músicos, actores de Teatro e Cinema, artistas circenses, o que só diz da extrema pobreza de espírito reinante no nosso País. Portanto, pagarem a percentagem mínima de IVA já é um passo importante, o que não significa que não continuem a ser privilegiados, uma vez que apesar de a tauromaquia estar ao nível de lixo, pagam IVA ao nível da Cultura Culta.

As propostas de alteração do PSD, PCP e CDS-PP para que as touradas também tenham o IVA na taxa reduzida, 6%, foram esta terça-feira aprovadas na especialidade do Orçamento de Estado.

O PSD e o CDS-PP alteraram as suas propostas iniciais, passando a ter uma redacção igual à do PCP, e as três foram votadas conjuntamente, descendo a taxa do IVA para o mínimo não só nas touradas, como nas entradas em espectáculos de canto, dança, música, teatro, cinema e circo, apesar dos votos contra do PS, do BE e PAN (não esquecer do PAN), que é representado por UM, que valerá por milhares nas próximas eleições.

Já a proposta de alteração do PS – contrária à do Governo, que mantinha as touradas nos 13% – que fixava o IVA na taxa mínima para “entradas em espectáculos de canto, dança, música, teatro, tauromaquia e circo realizados em recintos fixos de espectáculo de natureza artística ou em circos ambulantes” foi rejeitada, tendo tido o voto a favor apenas dos socialistas e os votos contra de todas as bancadas.

Em todas estas propostas exceptuam-se as entradas em espectáculos de carácter pornográfico ou obsceno, como tal considerados na legislação sobre a matéria. Como se as touradas não fossem um “espectáculo” que oferece cenas das mais obscenas.

Portanto, caros companheiros da luta pela Abolição das Touradas, somente através do nosso Voto, nas próximas eleições legislativas, podemos derrotar os trogloditas instalados no Poder…

No VOTO é que está a nossa revolução. Perante o que se passou ontem, no Parlamento, sabemos quem NÃO MERECE o nosso voto. E lembrem-se: o voto branco, o voto nulo e a abstenção só favorecem os trogloditas.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

QUE VERGONHA!!! Parlamento vai aprovar descida do IVA nas touradas

Os partidos que vão votar esta vergonha, para o próximo ano, nas eleições, vão ser bem castigados. Nós não nos esqueceremos!!!

Mário Amorim


O Parlamento vai aprovar a descida do IVA para 6% nas touradas, cinema e espetáculos culturais. PSD e CDS alteraram as propostas iniciais para que ficassem iguais à do PCP, garantido assim a aprovação da medida.

Fonte: SIC Notícias

A REALIDADE DAS TOURADAS NO PARLAMENTO

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Antes de mais, vou começar este texto dizendo, de que não acho que a ABOLIÇÃO das touradas seja referendával. Já o disse anteriormente e voltei a dizê-lo.
No entanto tenho de levar em conta a realidade e posicionar-me segundo ela, em vez de me posicionar segundo o que acho.

Nós temos no Parlamento quatro partidos, que são pró-touradas.
Esses quatro partidos, estão comandados, pelo lobby tauromáquico.
Jamais esses quatro partidos permitirão que um projecto lei, com visa a abolir as touradas, passe na Assembleia da Republica. O que significa, que por vontade deles, as touradas permanecerão indefinidamente em Portugal. E aí é que está o buzílis da questão.
Faço a seguinte pergunta: nós queremos que as touradas continuem indefinidamente em Portugal, ou queremos que sejam abolidas?
– Claro que queremos que sejam abolidas.
Mas para que isso aconteça, temos de ser realistas.
Temos de olhar para a realidade Parlamentar e agir tendo em conta ela.

Só temos duas opções.
Ou a continuação das touradas durante muitos, muitos e muitos anos. Ou a sua abolição, o mais depressa possível.
No que me diz respeito, quero a abolição das touradas, o mais cedo possível, a partir de agora. Quero a abolição das touradas até ao final de 2020, no máximo.

Por isso; realisticamente, digo que abolição das touradas, só é possível com um referendo nacional, não num dia mais tarde, mais o mais rapidamente possível, Pois este cancro, que é a tourada, não pode permanecer em Portugal, para lá de 2020.
Portugal, tem de chegar a 2021, a respirar um bom ar, e não a respirar o ar do sofrimento, da dor, da barbárie!

Temos de nos unir em redor da petição Touradas? Sem medo, vamos a referendo.
Temos de olhar para ela, e ver que temos uma grande oportunidade de conseguirmos a abolição das touradas… Pois, a outra opção é as touradas continuarem em Portugal, indefinidamente, o que não pode acontecer!

Se todos nos unirmos em redor da petição Touradas? Sem medo, vamos a referendo, tudo correrá pelo melhor, para o touro, para o cavalo e para crianças e jovens!

Touradas? Sem medo, vamos a referendo

Mário Amorim

CARTA DE RUI SILVA

Exmos Srs. Deputados,

Tomei conhecimento da reunião que a ATTP – Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal teve com o V/Grupo Parlamentar e gostaria de dar a conhecer a minha posição, enquanto vosso eleitor, relativamente a este tema. Relembrando que está marcada a discussão do Projecto de Lei pala abolição da tauromaquia, proposto pelo PAN, no próximo dia 6 de Julho de 2018, gostaria de salientar desde já que o meu voto depende das decisões que irão ser tomadas.

À parte de considerar inacreditável que, em pleno século XXI, esteja em discussão um projeto de lei que pede o fim da tortura de um animal numa praça pública, mais inconcebível se torna o facto de ser permitida a entrada e participação de menores nesta actividade. A posição da ONU em relação à exposição/participação de crianças em eventos tauromáquicos é muito clara e passo a citá-la:

“In order to prevent the harmful effects of bullfighting on children, the Committee recommends that the State party prohibit the participation of children under 18 years of age as bullfighters and as spectators in bullfighting events.”

Acrescentando o escabroso apoio na forma de subsídios da ordem dos 16 a 20 milhões de euros anuais, numa actividade que está em franco declínio, parece-me de carácter urgente e mandatório que votem a favor do Projeto de Lei do PAN.

Saliento que, ao votarem contra, estarão directamente a legislar tanto contra as recomendações da ONU relativamente aos direitos das crianças (não salvaguardando a integridade moral e psicológica das crianças portuguesas), como a permitir que vastas somas de dinheiros públicos, de contribuintes como eu, continuarão a sustentar uma obsoleta e medieval prática.

Reitero que numas próximas eleições a definição do meu voto depende muito do sentido da V/votação no próximo dia 6 de Julho sobre esta matéria.

Com os melhores cumprimentos, do

Rui Silva

***

Faço minhas as palavras do Rui. Mas infelizmente, o projecto lei do PAN vai ser chumbado, no próximo dia 6.
É que PS; PSD; CDS/PP; e PCP, estão do lado do looby tauro-mafioso!

Mário Amorim

Parlamento Tendência interna do CDS quer partido a defender touradas

Corrente de opinião quer pressionar Cristas antes da votação sobre o fim das corridas no Parlamento.

Há quem goste de ver touradas e se retraia por causa do sofrimento dos animais. O pensamento até já foi admitido publicamente pela líder do CDS, Assunção Cristas, e é para contrariar essa atitude que a Tendência Esperança em Movimento (TEM), corrente interna do partido, organiza no dia 28 uma conferência sobre o tema. Objectivo: pressionar o CDS a assumir uma posição clara a favor das corridas de touros, a uma semana de uma votação no Parlamento para acabar com as touradas ou com o seu financiamento público.

Crítica de algumas posições assumidas por Assunção Cristas, a TEM elogia o empenho da líder do CDS contra a eutanásia. E era essa a posição clara que a TEM, a única corrente oficializada no CDS, gostaria de ver assumida pelo partido sobre as corridas de touros.

A poucos dias da votação dos projectos do PAN e do BE – marcada para dia 6 de Julho – , a TEM promove uma conferência, na sede do partido, para tentar “desfazer mitos” sobre o espectáculo tauromáquico. Só foram convidadas figuras pró-touradas. “É aberta a todos. Não queremos que todos pensem como nós. Queremos que as pessoas fiquem esclarecidas, que decidam em consciência e assente na realidade”, afirmou ao PÚBLICO o porta-voz da tendência Abel Matos Santos. O democrata-cristão acrescenta um outro argumento: “Do outro lado os argumentos são falaciosos e manipuladores da verdade”.

Entre os convidados está Elísio Summavielle, ex-secretário de Estado socialista e actual presidente do Centro Cultural de Belém, que participa como aficionado. Já estão confirmados Hélder Milheiro, representante da Prótoiro, os cavaleiros Victor Mendes e Paulo Caetano, o veterinário e criador de touro bravo Joaquim Grave e o forcado José Fernando Potier.

Abel Matos Santos defende as touradas em Portugal como um legado histórico que o CDS tem de preservar e põe em causa a ideia do sofrimento do animal. “Quem for à conferência vai perceber que o bem-estar do animal é garantido na tourada. O touro e o cavalo realizam-se no espectáculo tauromáquico”, afirmou.

Em Março deste ano, Assunção Cristas disse ao Expresso ver as touradas “como um bailado” mas admitiu que, “se pensar muito muito, muito” no sofrimento do animal, terá pena. Mas há outros dirigentes que são aficionados e que defendem as corridas de touros.

As touradas associadas ao partido já foram uma tradição nos aniversários do CDS, mas deixaram de se realizar nos anos 90. Foi a Juventude Popular que quis retomar a tradição, em 2016, e organizou uma corrida de touros, embora tivesse o apoio “apagado” da direcção de Assunção Cristas, como na altura se queixaram os “jotas”.

O CDS vai ter de assumir uma posição no dia 6 quando forem votados os projectos de lei já entregues. A iniciativa do PAN determina a “abolição das corridas de touros em Portugal”, depois de 25 páginas de argumentação. O texto começa com um apontamento histórico, alegando que “a realização de touradas nunca foi consensual na sociedade portuguesa” e que, “ao longo dos últimos séculos, verificaram-se vários períodos em que praticamente deixaram de existir em Portugal”. No projecto, o PAN defende ainda que há um “declínio da indústria tauromáquica” e que é um sector inviável economicamente, referindo-se ainda ao impacto nas crianças e jovens, bem como ao sofrimento dos animais.

No caso do BE, os projectos de lei apresentados na Assembleia da República visam acabar com quaisquer apoios públicos às corridas de touros, não só em termos de financiamento, como também institucionais por parte da Presidência da República, Governo e autarquias. Os bloquistas defendem ainda que a transmissão televisiva das corridas só seja permitida entre as 22h30 e as 6h.

Fonte: Publico

A REALIDADE É ESTA!

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Há muitos anos que digo isto, e vou voltar a dizer!

A realidade é que os pró-touradas, têm gente no PS, no PSD, no CDS/PP e no PCP.
O lobby tauromáquico é enorme no Parlamento.

O PAN entregou ontem no Parlamento o projecto lei para o fim das touradas em Portugal.
E com toda a certeza que o lobby tauromáquico, já está a mexer-se.
E agora pergunto: é possível, fazendo lobby, vencer o lobby tauromáquico e conseguir que o projecto lei seja aprovado?
– Não. Não é possível. A realidade é que o lobby tauromáquico é muito poderoso, no Parlamento.
O Parlamento está controlado pelo lobby tauromáquico!

Só há um lobby que o lobby tauromáquico não consegue controlar; a força do povo.
Só a força do povo consegue derrubar a força do lobby tauromáquico no Parlamento.

Então; o que há a fazer, para que o projecto lei do PAN seja aprovado?
– Ontem disse e volto a repetir, mas de forma mais clara. Só trazendo para as ruas de um pouco por todo o continente, de norte a sul, do interior ao litoral, e das ilhas, milhares, milhares e milhares de pessoas em protesto contra as corridas de touros, em apoio ao projecto lei do PAN, ele será aprovado.

Não será, com toda a certeza com uma manifestação, apenas em Lisboa, com 3, 4, ou 5 mil pessoas, contra as corridas de touros, e em apoio ao projecto lei do PAN, que irá surtir efeito, no Parlamento e o projecto lei do PAN ser aprovado.

Para que o projecto lei do PAN seja aprovado, o Parlamento tem de ver que a vontade maioritária do povo, a partir das ruas, é que as touradas sejam abolidas. E para que isso possa acontecer, o Parlamento tem de ver muitas dezenas de milhares de pessoas nas ruas, a exigir o fim das corrias de touros, em Portugal. E não é só apenas a partir de Lisboa, que tal irá suceder.
Temos de trazer para as ruas, já, o mais possível, contra as corridas de touros e de apoio ao projecto lei do PAN, o seguinte; https://www.esquerda.net/dossier/maior-manifesta%C3%A7%C3%A3o-desde-o-1%C2%BA-de-maio-de-74/26024

E agora; há uma oportunidade de ouro, para se agir desta maneira.
De outra forma, o projecto lei do PAN, não tem qualquer hipótese de ser aprovado, pois o lobby tauromáquico no Parlamento, não o irá permitir!

Mário Amorim