Só quando se perceber isto e se agir em conformidade, a tauromaquia será abolida em Portugal!

Imagem relacionada

A tauromaquia, em Portugal, só será abolida, no Parlamento, quando os nossos deputados, para além dos deputados do BE, dos Verdes e do PAN, ouvirem as vozes de muitas dezenas de milhares de pessoas, por todo o país, a exigir a sua abolição.

E disse anteriormente aqui no meu blog, e repito. Não são 2, 3, ou 4 mil pessoas, que vão ter esse resultado. Esse numero de pessoas, em marcha, ou em manifestação contra a tauromaquia, não são ouvidas no Parlamento. As suas vozes, são completamente ignoradas, pelos deputados do PS, PSD, CDS/PP e PCP.

São precisas muitas dezenas de milhares de pessoas em marcha, ou em manifestação, por todo o país contra a tauromaquia, para que as vozes dos touros e dos cavalos sejam ouvidas no Parlamento, e o Parlamento legisle pela sua abolição.

Percebam isto; de uma vez por todas!

Mário Amorim

Anúncios

AINDA A QUESTÃO DO CHUMBO DA PROIBIÇÃO DE FINANCIAMENTO PÚBLICO ÀS TOURADAS PELO PARLAMENTO PORTUGUÊS

Já tive oportunidade de dizer aos governantes, que acham bem continuar a esbanjar dinheiros públicos no financiamento da tortura de Touros, o que penso sobre eles, a este respeito.

O lobby tauromáquico está sentado na Assembleia da República disfarçado de deputados da nação sem a mínima noção do ridículo e do sentido de Estado, ignorando o que é Liberdade e Cultura.

Mas isto é o que o “glorioso” povo português, votando neles, nos oferece.

ARTE BRUTOS.jpg

Vejamos a lamentável intervenção, na AR, do deputado Nuno Serra, do PSD.

 

Foi assim a intervenção do deputado do PSD, Nuno Serra que, ao serviço do lobby tauromáquico, saiu em defesa das famílias de ganadeiros ao dizer que os anti-touradas perseguem essas famílias privilegiadas pelo Estado português, as quais vivem à custa dos impostos que a esmagadora maioria dos portugueses paga com grande sacrifício, num tempo em que o nosso pobre país está à míngua na área da Saúde, da Educação, do Ensino e daquela Cultura que eleva o Ser Humano.

Quanta falácia, senhor Nuno Serra, ao acusar o PAN, o BE e o PEV de “perseguirem” os aficionados de touradas por “preconceito ideológico” e sugerir-lhes que defendam o corte de subsídios a filmes violentos para com as pessoas, confundindo “filme” com “cruel realidade”, como se as touradas fossem uma ficção, como se ao defenderem as touradas não estejam a esmagar a sensibilidade de milhares de portugueses a quem dói a tortura de um animal, que é um animal como qualquer um de nós.

Nesta matéria ninguém persegue ninguém. E muito menos por preconceito ideológico. Aqui defende-se o direito à Vida, extensivo a todos os animais portugueses, sejam humanos ou não humanos. Nós limitamo-nos a denunciar o vosso vergonhoso servilismo a uma minoria que cria Touros, com o único objectivo de os torturar e matar para satisfazer um mero prazer mórbido, com o dinheiro dos nossos impostos.

E isto é imoral. É um insulto á inteligência dos portugueses. É uma agressão ao bom senso. É um modo vil de fazer política.

Naquela quarta-feira de má memória (dia 20 de Junho de 2016) o PSD, CDS/PP, PCP e o PS (à excepção dos socialistas Eurico Brilhante Dias, Paulo Trigo Pereira, Alexandre Quintanilha, António Sales, António Cardoso e Filipe Neto Brandão) chumbaram os projectos de lei do PAN, BE e PEV que proibiam a utilização de dinheiros públicos ou o financiamento público directo ou indirecto ou ainda o apoio institucional à realização de touradas ou iniciativas que inflijam sofrimentos inúteis ou provoquem a morte de animais não humanos, para divertir os sádicos.

O PAN, o BE e o PEV na intervenção que fizeram criticaram, e muito bem, o aspecto “bárbaro e a violência brutal e explícita” da actividade tauromáquica (à qual me recuso a chamar “espectáculo”, por ser um insulto à Arte) bem como a “insensibilidade” de quem participa nessas actividades, de quem a promove, a aplaude ou a apoia financeira ou institucionalmente.

Um Estado que se preze não pode servir-se do dinheiro dos contribuintes para servir o lobby tauromáquico e com isso promover actividades que se baseiam na violência e na crueldade para com indefesos animais sencientes.

Têm a noção de que a prática desses actos bárbaros contra animais sencientes não humanos são semelhantes aos praticados contra uma criança humana?

E isto é do foro das aberrações. E inadmissível, em pleno terceiro milénio depois de Cristo. Mas o mais curioso é que nem no terceiro milénio antes de Cristo, os homens que então povoavam a Terra, tinham tão baixos e tão cruéis instintos.

Os deputados da direita, onde podemos incluir os do PS (à excepção dos já referidos deputados) e os do PCP (que se dizem de esquerda, mas para o ser têm de parecer) apresentaram aqueles argumentos do costume, baseados numa mentira apregoada há séculos e que, para as mentes empancadas, soa como uma verdade, de tanto a repetirem, e de tanto se recusarem a ver o óbvio:

1 – “Tradição cultural”, esquecendo-se de que a tauromaquia não é uma tradição (as tradições dignificam o Homem); é apenas um costume bárbaro, sanguinário, perverso, e muito menos é cultural, pois de cultura, a tortura de um ser vivo nada tem, a não ser que falemos da “cultura dos broncos”;

2 – “Factores identitários regionais”, como se a tortura fosse algo que pudesse “identificar” um povo civilizado. Se falamos de terriolas com um descomunal atraso civilizacional, aí sim, é com toda a certeza, um factor identitário desse atraso.

3 – “Valores estéticos”. Saberão os deputados da nação os que são valores estéticos? Estaremos a falar de harmonia e beleza? Poderá na sangrenta tauromaquia, nos gritos dos Touros e dos Cavalos (abafados pelos “Passe Doble”) haver beleza e harmonia? Só um sádico poderá ver beleza no sofrimento atroz de um animal.

4 – “Questões turísticas e económicas”. Turísticas? Ainda haverá alguém em Portugal que ache (porque pensar não sabem) que um turista (refiro-me dos turistas a sério, não nos “turistas de garrafão”, sempre os mesmos, que se deslocam nos autocarros camarários, até às terriolas tauricidas, para fazer de conta que enchem as arenas) visita um país como Portugal e gasta o seu rico dinheirinho para ver torturar animais? Só mesmo os alienados acham que sim. E quanto à “economia” os únicos que ganham dinheiro com isto são os ganadeiros e quem os apoiam, e mesmo assim já estão a ver-se aflitos. Por isso, desesperam pelos subsídios estatais.

Joana Lima, deputada do PS, defendeu ser a tauromaquia uma actividade “lícita” e “devidamente regulamentada”, esquecendo-se que isso não significa que tal actividade não seja altamente reprovável à luz da Razão, da Ética, da Civilização, da Cultura Culta, até porque essas vergonhosas licitude e regulamentação provém da aprovação de legisladores subservientes ao lobby tauromáquico.

E quanta falácia essa de dizer que e a proibição às autarquias de financiarem esta actividade seria uma “interferência na autonomia do poder local” por parte da Assembleia da República! Quantas vezes a AR não interferiu na autonomia do poder local, noutras questões? Ou a senhora Joana Lima acha que somos todos parvos?

Vânia Dias da Silva, deputada do CDS/PP, por sua vez, falou em “intolerância” e de tentativa de “cercear as liberdades” através de políticas proibicionistas, como se proibir a tortura de seres vivos não fosse o dever de qualquer governante bem-intencionado e que zelasse pelos reais interesses de uma Nação, se a quisesse ver no rol dos países evoluídos!

Por fim, o PCP, através da deputada Ana Mesquita fazendo política de direita, deu-lhe para recordar os exemplos de “tradições” tauromáquicas classificadas como património, como a capeia raiana (património da estupidez, refira-se), de um tempo onde imperava o obscurantismo e a mais profunda ignorância, e chegou até a defender esta coisa inacreditável: a necessidade de “aprofundamento do debate sobre as alternativas”.

Quais alternativas? Qual aprofundamento? Qual debate?

Não há nada que aprofundar. Não há nada que debater. Não há nada para alternar (os ganadeiros que emigrem ou vão trabalhar no campo para ter o que comer).

A única alternativa aceitável é abolir esta prática primitiva de broncos, para broncos, que não dignifica Portugal.

Porque a tauromaquia é simplesmente a arte dos brutos.

E para quem não gosta da palavra bronco, devo dizer que é um vocábulo bem português e significa: tosco, grosseiro, obtuso, rude, boçal, incivilizado, inculto, cruento…

E tudo isto, na verdade, aplica-se à tauromaquia, uma prática tosca, grosseira, obtusa, rude, boçal, incivilizada, inculta, cruenta, que a maioria dos deputados da Nação defende, demonstrando a monumental mediocridade que paira sobre o Palácio de São Bento (e isto para ser delicada).

Fonte: Arco de Almedina

***

Não poderia estar mais de acordo consigo, Isabel.

No passado dia 20 de Julho, os deputados do PS, na larga maioria; do PSD; do CDS/PP, e do PCP, sujaram o nome de Portugal pelos quatro cantos do mundo. Foi verdadeiramente vergonhoso o que se passou na AR, no passado dia 20, por estes deputados!

Mário Amorim

PS, PSD, CDS/PP E PCP CONTINUARÃO A USAR OS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES PARA FINANCIAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

O BE, o PEV e o PAN consideram que os dinheiros públicos não deveriam financiar a violência e a crueldade destas actividades.

Mas os restantes partidos, com os pés fincados na Idade da Pedra, voltaram as costas à vontade do povo, e uma vez mais perderam a oportunidade de apanhar o comboio da Evolução.

«Não queremos financiamentos públicos para a Tauromaquia!

A tauromaquia transformou-se num sorvedouro de dinheiro público, que retira oportunidades a áreas bem mais determinantes na nossa sociedade como a saúde, a educação ou a investigação.

Devemos ser equidistantes o suficiente para saber que não deve ser o dinheiro público a suportar uma actividade que é controversa, que implica violência e sofrimento gratuitos sobre animais apenas por entretenimento, que contraria a mais recente legislação europeia e o desenvolvimento uma sociedade sadia e que, de resto, a maioria dos portugueses não aceita e não apoia.» (André Silva in Facebook.)

Hoje, pudemos constatar que Portugal não vive num regime democrático, pois se vivesse, a vontade de mais de 30 mil Portugueses, expressa numa petição, onde se pedia o fim de subsídios, desviados dos impostos que todos pagamos, para a tauromaquia, tinha sido levada em conta. Pois numa democracia, o que conta é a vontade do povo, e não a vontade de uma minoria inculta e inútil, que comanda esses partidos.

Prevaleceu a ditadura do lobby tauromáquico instalado num órgão do governo. Um lobby, representado pelo PS (salvo uma e outra excepção), PSD, CDS/PP e PCP.

O lobby tauromáquico esteve no melhor do seu pior, ao mostrar ao mundo o seu especismo, a sua falta de sensibilidade e bom senso, a sua assustadora e terrífica vocação para a violência e crueldade gratuitas.

Perdeu-se uma batalha mas não a guerra.

Esses partidos estão a ficar cada vez mais isolados.

As vozes de protesto crescem, e cresce também o apoio aos partidos evolucionistas BE, PEV e PAN.

O PS, PSD, CDS/PP e PCP estão a fazer a cama onde irão deitar-se desconfortavelmente, mais dia, menos dia.

E isto não é uma profecia.

É uma certeza.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

SENHORES DEPUTADOS DA NAÇÃO: ACABEM COM OS SUBSÍDIOS PÚBLICOS ATRIBUÍDOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

Está agendada para amanhã(hoje), dia 20 de Julho, a apreciação de uma petição que conta com mais de trinta mil assinaturas ( http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070) a solicitar que se acabe com a atribuição de dinheiros públicos a cerca de duas dezenas de famílias portuguesas, para que vivam à tripa forra, à custa dos nossos impostos e do sofrimento animal, enquanto milhares de outras famílias portuguesas, crianças e idosos vivem com tantas dificuldades!

E isto é imoral, senhores deputados.

SUBSÍDIOS.jpg

Todos sabemos que os nossos impostos sustentam a indústria da selvajaria tauromáquica, tão contestada e rejeitada em todo o mundo civilizado.

Se não fossem os nossos impostos, esta selvajaria, que está a cair de podre, já teria sido enterrada há muito.

Os impostos de um povo não podem ser utilizados para privilegiar umas tantas famílias em detrimento de todo um país, que atravessa uma grave crise económica.

E ainda hoje ouvi que não há dinheiro para alimentar os prisioneiros. Mas há dinheiro para alimentar os senhores feudais da tauromaquia… uma minoria inculta, inútil e decadente, que se dedica a uma actividade cruel e indigna de seres humanos.

Todos sabemos dos apoios autárquicos à selvajaria tauromáquica, em municípios com graves problemas sociais, no Continente e nos Açores.

E é também dos meus impostos, dos impostos de quem abomina estas práticas bárbaras, que esta indústria da tortura e da morte se alimenta como um vampiro sedento de sangue.

Eu não posso ser obrigada a contribuir para algo inútil e bárbaro.

Exijo que os meus impostos sejam aplicados na Saúde, na Educação, na Alimentação, nas Escolas, nas Artes Nobres, enfim, na Cultura Culta, e não na cultura inculta de duas dezenas de vampiros.

Amanhã, Portugal ficará atento à atitude dos deputados da Nação.

É que bastou a afronta de não terem acautelado o superior interesse e os direitos das crianças, quando chumbaram a proposta do PAN, do PEV e do BE.

Pelo menos uma vez na vida, amanhã, sejam HOMENS e MULHERES e acabem de uma vez por todas com este vergonhoso privilégio. O tempo dos senhores feudais ficou para trás há muito. Lembram-se? E os deputados da Nação não são monarcas, para dar privilégios a uns, e pisotear outros.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

Parlamento aprova fim do abate de cães e gatos abandonados em 2018

Os deputados aprovaram por unanimidade o fim do abate de animais abandonados nos canis e gatis municipais. Todos os centros de recolha de animais têm um ano para passar a esterilizar os animais abandonados. O abate só será proibido em 2018.

Por Bruno Simões – Jornal de Negócios

Os cães e gatos abandonados que estiverem nos canis e gatis municipais vão deixar de ser abatidos por motivos de falta de espaço. O Parlamento aprovou esta sexta-feira, por unanimidade, um diploma que proíbe o abate de animais abandonados, algo que passa a ser apenas permitido em caso de sofrimento do animal. A regra passa a ser esterilizar estes animais e encaminhá-los para adopção.

O diploma, que tem agora de ser promulgada pelo Presidente da República, concede um período transitório de dois anos, para os municípios se adaptarem. O abate só será proibido no fim desse prazo, ou seja, em 2018.

O projecto de lei, noticiado em primeira mão pelo Negócios, recebeu apoio dos seis grupos parlamentares e do deputado do PAN, André Silva, que aplaudiu de pé a aprovação desta lei. O texto resulta de uma iniciativa legislativa de cidadãos e de um projecto entregue pelo PCP, e foi construído e consensualizado num grupo de trabalho constituído especialmente para o efeito, coordenado pelo deputado Maurício Marques, do PSD. É um trabalho de cerca de um ano que hoje termina o seu curso.

Ao Negócios, o deputado disse estar satisfeito com a aprovação do diploma, ao qual só falta a promulgação de Marcelo Rebelo de Sousa para se tornar lei. “O abate será mesmo proibido em 2018 e até meados do próximo ano terá de ser implementada a esterilização de animais”, antecipa.

O diploma estabelece que os actuais canis e gatis vão mudar de nome, passando a designar-se de centros de recolha oficial de animais (CROA). Os animais que forem recolhidos por estes centros e não forem reclamados num prazo de 15 dias serão “obrigatoriamente esterilizados e encaminhados para adopção”. Depois disso, podem ser cedidos “gratuitamente” quer a “pessoas individuais” quer a “instituições zoófilas devidamente legalizadas”.

A grande inovação do diploma, mas que só vai entrar em vigor em 2018, reside no artigo 3.º. “É proibido o abate ou occisão [assassínio] de animais por motivos de sobrepopulação, de sobrelotação, de incapacidade económica ou outra que impeça a normal detenção pelo seu detentor, em Centros de Recolha Oficial de Animais, excepto por motivos que se prendam com o seu estado de saúde ou comportamento”, define o diploma.

Câmaras preocupadas

O período transitório de dois anos até à proibição total do abate de animais surgiu porque as câmaras municipais disseram não ser possível acabar com a morte de cães e gatos abandonados no imediato. Isto porque “há-de haver sempre uma limitação de capacidade” nas estruturas que existem para acolher os animais, explicou ao Negócios o presidente da câmara de Braga, Ricardo Rio. Ribau Esteves, presidente da câmara de Aveiro, diz que mesmo “em dois anos não é possível adaptar as instalações que existem” ao fim do abate de animais.

O deputado Maurício Marques compreende as preocupações, mas acredita que os autarcas serão sensíveis. “São preocupações justas, mas é apenas uma primeira reacção inicial, depois as coisas vão criar o seu curso normal e passam a ser acolhidas”, antecipa. E depois, lembra, “muitos municípios já não têm abates, o que é uma boa prática, e as boas práticas, mesmo até na ausência de legislação, são seguidas pelos demais”. Acresce que o fim do abate de animais é “uma preocupação dos munícipes” e “nenhum autarca gosta de não estar a respeitar as preocupações dos seus cidadãos”.Veterinários lembram doenças infecto-contagiosas

A Ordem dos Médicos Veterinários começou por considerar “impraticável” limitar a morte de animais “apenas aos casos de ‘dor e sofrimento irrecuperável do animal’”, num parecer enviado aos deputados. Isto porque “a gestão e o controlo de doenças infecciosas continua a ser um dos maiores desafios” enfrentados pelos veterinários nos canis e gatis. Uma preocupação que se mantém, embora o presidente da Ordem registe “a evolução da lei”.

“A Ordem está contente com a evolução do processo. Estamos perfeitamente de acordo com eutanásia zero, mas temos noção da realidade. Por isso a lei está muito mais equilibrada, com um período transitório de dois anos para que as autarquias possam ter uma fase de adaptação para criar estrutura que possa suportar um abate zero”, assinala Jorge Norte ao Negócios. “A posição da Ordem é pró-animais, baseada em conhecimentos científicos e objectivos”, resume.

“Estamos de acordo que no futuro não se abatam animais só por questões de sobrepopulação”, explica, mas deixa um alerta: “não queremos que isto seja proibido e depois haja animais em centros de recolha em condições muito más”, por causa da sobrepopulação.

Fonte: SABADO

GOVERNO PORTUGUÊS REJEITA A EVOLUÇÃO ÉTICA E CIVILIZACIONAL…

… e comemora o Dia Mundial da Criança, oferecendo-lhe, de bandeja, a crueldade e a violência como um “valor” a seguir…

Para quem chumbou o Projecto de Lei do PAN, interesse€€€€€€€ mais altos se levantam e as crianças que se LIXEM!

E o mundo saberá que, em Portugal, a maioria dos governantes com assento na Assembleia da República, não governa. Gere os interesses particulares de ganadeiros incultos, imorais e sádicos.

299176_261219117252246_261208893919935_795651_3545
Esta é a imagem que a maioria dos palamentares portugueses quer ver correr mundo…

COMUNICADO DO PAN

PAN.jpg

O projecto-lei n.º 181/XIII/1ª do PAN que visa afastar os menores de idade dos espectáculos tauromáquicos foi hoje chumbado com os votos contra do PCP, do CDS, do PS e do PSD, com a abstenção de 11 deputados do PS e um do CDS e com votos a favor do PAN, do BE, do PEV e de 11 deputados do PS.

Para os partidos e deputados que votaram contra a aprovação desta iniciativa legislativa, os interesses do negócio tauromáquico sobrepõem-se à defesa dos Direitos Humanos e aos Direitos das Crianças em particular. Por todas as bancadas que tiveram liberdade de voto, já existem contudo deputados que querem efectivamente intervir, melhorar e aumentar os esforços para alterar as tradições violentas e fomentar o desenvolvimento civilizacional e educacional da nossa sociedade.

Nos dias 22 e 23 de Janeiro de 2014, o Estado português assumiu o compromisso no Alto Comissariado para os Direitos Humanos em Genebra, durante a Sessão de avaliação do Comité dos Direitos da Criança, de proteger as crianças e jovens da “violência da tauromaquia“.

No dia 5 de Fevereiro de 2014, o Comité dos Direitos da Criança, órgão máximo a nível internacional encarregado de garantir o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança, instou o Estado Português a “adoptar as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores” bem como a adopção de “medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças“.

O Estado português encontra-se em claro incumprimento, sendo incompreensível a posição dos partidos que chumbaram esta iniciativa legislativa, ao ignorar quer as recomendações das Nações Unidas quer os compromissos de Portugal assumidos perante esta Organização, numa demonstração de total inflexibilidade.

Fonte: Arco de Almedina

 

No caso específico dos maiores grupos parlamentares portugueses, PSD e PS, partidos políticos que se definem como moderados, foi com espanto que assistimos à reprovação de uma lei que pretende acompanhar a evolução ética e civilizacional que a sociedade está a atravessar e a exigir. A este posicionamento juntaram-se o CDS-PP e o PCP.

 

Não se justifica que na segunda década do Séc. XXI em Portugal possam existir posições partidárias que defendam o doutrinamento da violência, que permite que as crianças e jovens sejam expostos a situações que podem colocar em risco a sua vida e a sua saúde, física e emocional, contrariando o código do trabalho.

 

Ocidentais, ou não Ocidentais, todas as culturas integram tradições construtivas e destrutivas. A antiguidade de uma tradição não pode continuar a servir para a justificar. Os valores estéticos e culturais desta actividade, aos quais se associam os festejos comunitários, a elegância, a cor e a tradição podem e devem manter-se, sendo que, se retirarmos a violência perpetrada contra os animais, retiramos o aspecto destrutivo desta tradição e por conseguinte o impacto negativo que a actividade tem nas crianças e jovens.

 

Abstenções PS: Sónia Fertuzinhos, Eurico Brilhante Dias, Susana Amador, António Sales, Alexandre Quintanilha, Paulo Trigo Pereira, Elza Pais, António Cardoso, Joana Lima, Filipe Neto Brandão, Vitalino Canas.

 

O favor PS: Pedro Delgado Alves, Isabel Santos, Rosa Albernaz, Fernando Jesus, Tiago Barbosa Ribeiro, Luís Graça, Carla Sousa, Luís Soares, Ivan Gonçalves, Diogo Leão, João Torres

 

A favor: BE, PEV, PAN

 

Contra: PSD e CDS (Abstenção CDS: João Rebelo) e um grande número de deputados do PS.

 

2 de Junho de 2016

 

***

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

 

O GOVERNO DE PORTUGAL ACABA DE APROVAR A VIOLÊNCIA E A CRUELDADE TAUROMÁQUICAS COMO ADEQUADAS A MENORES DE IDADE

O Plenário estava completo. Foram 64 deputados do PS a votar contra.

PCP/PSD/CDS/PS (64); Abstenção PS (11)/CDS(1). A favor: PAN/PEV/BE/PS (11)

Não é inacreditável? Não é uma vergonha?

O projecto-lei n.º 181/XIII/1ª do PAN que visava afastar os menores de idade dos “espectáculos” tauromáquicos acabou de ser chumbado.

O projecto do PAN era RACIONAL, mas a IRRACIONALIDADE dos deputados da Nação, a serviço do lobby tauromáquico, venceu.

Portugal perdeu uma oportunidade de EVOLUIR.

PAN.jpg

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852.1073741876.890462117681551/1096759793718448/?type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina