Francisco Guerreiro (PAN) a propósito de uma exposição tauromáquica no Parlamento Europeu: «Demore o tempo que demorar a não violência vencerá»

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«🐂  Hoje, no Parlamento Europeu, o decrépito lobby tauromáquico Português, Espanhol e Francês, através da União de Criadores de Touros de Lide, tentou mascarar a crueldade e a violência da indústria com uma exposição sobre a relevância destes seres sencientes e sensíveis na preservação da biodiversidade. Desespero? 

 

️ Para nós, PAN, o único caminho é a abolição da tauromaquia. ️ ️ Demore o tempo que demorar a não violência vencerá.» (Francisco Guerreiro – Deputado pelo PAN)

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Uma tal exposição só demonstra a gigantesca ignorância de quem a elaborou. E se da parte dos visitantes houve alguém que acreditou no que a exposição exibiu, também demonstrou uma fenomenal ignorância. E se o Parlamento Europeu pactuar com essa ignorância, teremos um PE também muito ignorante.

Porque tudo na tauromaquia assenta na maior ignorância e na mentira, que geram a monumental estupidez que a caracteriza.

Caro Francisco Guerreiro, deixo-lhe aqui o texto de um Biólogo, que pode ajudar o Parlamento Europeu a não acreditar nas mentiras dos tauromafiosos:

«A tourada, razão da existência do Touro bravo?» Ou a queda de um mito…

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Comissão do Parlamento Europeu aprova por maioria nova lei de direitos de autor (corrigi o texto do artigo, para português correcto)

À atenção de quem luta pelos direitos na Net, e dos youtubers portugueses e europeus.
Temos de sair para a rua, por muitas cidades do nosso país e por toda a Europa, antes da votação final. É a última oportunidade que temos, para vencermos, na votação final!


A comissão de Assuntos Legais do Parlamento Europeu aprovou hoje, por “larga maioria”, a proposta final da directiva de direitos de autor, faltando agora a votação em plenário, marcada para final de Março.

Comissão do Parlamento Europeu aprova por maioria nova lei de direitos de autor

A aprovação ocorreu na reunião de hoje desta comissão parlamentar, em Bruxelas, contando com 16 votos a favor, nove contra e sem abstenções.

No final da votação, de mão no ar, o presidente da comissão de Assuntos Legais do Parlamento Europeu, Pavel Svoboda, notou que a proposta final da diretiva de direitos de autor, que resulta do ‘trílogo’ com a Comissão Europeia e com o Conselho da União Europeia (UE), “foi aprovada por uma larga maioria” dos eurodeputados ali presentes.

Após a aprovação de hoje, em sede de comissão, falta o aval em plenário do Parlamento Europeu.

Em comunicado divulgado após a reunião, o Parlamento Europeu precisa que a votação final acontecerá na sessão plenária de 25 a 28 de março.

Na passada quarta-feira, o Conselho da UE, onde estão representados os Estados-membros, já tinha dado aval a esta directiva através de uma aprovação por maioria qualificada.

Fonte: SAPO24

Marisa Matias sobre nova diretiva dos direitos de autor: “Não é o fim da Internet. É o fim da liberdade”

Se os artigos 11 e 13 forem aprovados, para o mês que vem no Parlamento Europeu, será o fim da Net, tal como conhecemos.

Estes dois artigos são um abuso.
Vão contra a liberdade na Net.
Por exemplo; se quisermos partilhar numa rede social, uma foto que nós mesmos tiramos, não podemos. Temos de pagar o direito de autor de uma foto que fomos nós que tiramos.
Se pessoas como eu, que têm blog/s, quisermos partilhar uma notícia, ou um artigo(tal como vou fazer já de seguida), e quisermos colocar a fonte, não podemos. Teremos de pagar uma taxa para podermos colocar a fonte.
Estes dois exemplos, dizem bem, do que irá acontecer.
E o que irá acontecer é que se estes dois artigos forem aprovados, a Net, na Europa, irá tornar-se um espaço onde a DITADURA, e a CENSURA, serão o prato do dia!

Mário Amorim


”Opus-me à vontação do Artigo 13º em julho, e voltei a opôr-me em setembro”, declarou a eurodeputada do Bloco de Esquerda numa video-chamada durante um encontro, em Lisboa, sobre a Reforma Europeia do Direito de Autor e o Interesse Público.

A deputada do Bloco de Esquerda (BE) Marisa Matias considera que a nova diretiva europeia referente aos direitos de autor “é muito perigosa”, por criar problemas em vez de os resolver.

As declarações da deputada bloquista foram proferidas durante o encontro sobre a “Reforma Europeia do Direito de Autor e o Interesse Público”, que se realizou esta segunda feira, na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP). O tema principal em debate neste encontro não fugiu muito àquilo que tem sido o tópico de discussão não só entre YouTubers, como também utilizadores da grande web nos últimos dias: os Artigos 11º e 13º.

Marisa Matias, a partir de uma vídeo-chamada, vincou a sua oposição às novas diretivas, explicando que os artigos 11º e 13º ”promovem a censura naquilo que consideramos ser um espaço de liberdade”. ”Como as plataformas e as redes sociais não querem ser responsabilizadas por deixar passar conteúdos protegidos, o que fazem é apertar cada vez mais a circulação livre, ao ponto de não incluir conteúdo de terceiros. É um ataque aquilo que são os direitos dos utilizadores. Somos todos vítimas”, disse.

O artigo 13º limita a possibilidade de se publicar conteúdos em plataformas como redes sociais porque as obriga a utilizar filtros de upload que consigam destrinçar entre conteúdos legais e não legais. Por exemplo, ao abrigo deste artigo, uma qualquer entidade pode proibir a utilização de uma imagem ou de um clip de vídeo para a criação de um ‘meme’ e as plataformas têm de impedir automaticamente a publicação desse conteúdo modificado.

”Quem defende esta legislação e artigo diz muitas vezes que os filtros sempre existiram (…). E até pode ser verdade, mas é preciso dizer que os filtros não eram legitimados como foram aprovados pelo Parlamento Europeu. É importante reter que, por lei, há proteção dos direitos de autor. A introdução deste artigo apenas legitimou a utilização de filtros de forma massiva”, explicou a deputada do BE.

No fundo, este artigo vem beneficiar criadores, autores, artistas criativos, cujo material é partilhado sem autorização. Com isto, há quem entenda que exista uma possível batalha entre navegadores e criadores de conteúdo já que estes não recebem créditos merecidos quando é feita a partilha não autorizada de material protegido. Aos olhos de Marisa Matias, esta proteção ”é frágil” e que na realidade esta nova diretiva só protege a industria.

”Opus-me à votação do Artigo 13º em julho, e voltei a opor-me em setembro.”, declarou a deputada ”Vou manter-me sempre contra esta legitimação porque a Comissão Europeia aproveitou esta oportunidade para legitimar a censura (…). Não é o fim da Internet. É o fim da liberdade sobre a capa de proteção dos direitos de autor”, assegurou, no mesmo vídeo.

A aderir à onda de críticas deste artigo, e também presente no auditório da BNP, veio o professor da Universidade Católica Tito Rendas, que após uma breve explicação da complexidade jurídica que integram em ambas as diretivas, afirmou-se totalmente contra este artigo, “na sua forma e substância”, que considerou “carecer da mais elementar clareza jurídica”.

A Associação Defesa dos Direitos Digitais – D3 também marcou presença e subscreveu aquilo que, até então, tinha sido discutido: ”A legislação dos direitos de autor tem impacto nas várias áreas. Por mais justificações de boas intenções que sejam feitas, os fins não justificam os meios”, explicou o dirigente da associação, Eduardo Santos.

Helena Martins do Conselho, do departamento de Políticas Públicas da Google Portugal, afirma que a gigante ”apoia os princípios do artigo 13º”, mas não o artigo na sua íntegra. ”Acreditamos que os direitos de autor precisam de ser protegidos e justamente remunerados. Queremos promover um ecossistema criativo mais seguro”. Referiu a existência da ferramenta implementada no YouTube chamada de  ”Content ID”, que protege os criadores de qualquer upload feito por terceiros com conteúdo com direitos de autor não autorizado. ”O Content ID não é um filtro, apenas ajuda os criadores a gerirem melhor o seu conteúdo através de uma biblioteca criada por eles próprios”, explicou.

No próximo dia 12 de dezembro, às 16.30 horas, está marcada uma manifestação contra o artigo 13.º, em Lisboa, na Praça da Figueira. De acordo com o comunicado enviado à agência Lusa pela organização, este é “um protesto contra uma artigo que vai contra os ideais de liberdade e de livre circulação da Internet, mas também da própria União Europeia”. “Os atuais mecanismos existentes nas plataformas como ‘YouTube’, ‘Facebook’, ‘Instagram’, etc., já protegem os direitos de autor, não sendo possível lucrar com conteúdo de outros”, afirma a organização.

Do debate em Bruxelas aos YouTubers

Esta reforma legislativa sobre os direitos de autor para o mercado único digital está a ser discutida desde 2016, mas foi em setembro deste ano que o Parlamento Europeu votou a favor da proposta, à qual 438 deputados deram luz verde. O texto final da nova diretiva será avaliado em janeiro de 2019, e poderá ainda sofrer alterações, o que não impediu que o pânico e a discussão aumentassem. A causa disso deve-se ao youtuber português Wuant, que publicou um vídeo onde afirmava que, caso esta lei seja aprovada, o seu canal na plataforma iria desaparecer.

A Comissão Europeia já respondeu ao vídeo, que entretanto se tornou viral, e assegurou a todos os YouTubers que nenhum canal nessa plataforma iria desaparecer. ”Caros YouTubers, os vossos vídeos não vão ser apagados e a vossa liberdade de expressão não vai ser limitada. O artigo 13º não se dirige a youtubers e não vai afetar os vossos canais,” explica a carta enviada pelos responsáveis de Bruxelas.

Apesar de ter sido assegurado que estes criadores de vídeos online iriam sair ilesos desta nova diretiva, o mesmo não se pode dizer dos utilizadores das grandes plataformas como Facebook, Instagram ou Twitter que se confrotam com os possíveis ‘filtros de upload’. Ou seja, filtros que restringim a partilha de conteúdos protegidos por direitos de autor.

Fonte:O Jornal Económico 


https://www.savetheinternet.info/

Meu canal vai ser apagado?

“Neste F News, Francisca B… Suzi Pires fala sobre o Artigo 13, que foi aprovado no parlamento europeu e pode ter resultados catastróficos para internet, incluindo serviços do Google sendo desactivados em toda a União Europeia.” – Corrigi esta mensagem!


Nota: Ele caiu num erro. Esqueceu-se de referir que o artigo 13, e também o artigo 11 ainda não tiveram votação final, para aprovação final, ou não. A votação final só ocorrerá no próximo dia 5 de Julho de 2019. E se forem chumbados, eles não passarão na votação final, no Plenário do Parlamento Europeu. E essa é a derradeira e mais importante votação, para o futuro da Net na Europa!

Mário Amorim

O MUITO RECENTE VOTO DO PCP NO PARLAMENTO EUROPEU

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A postura do PCP no que respeita à defesa da tauromaquia, é o reflexo da sua postura, na defesa de valores, que são a antítese da democracia e dos direitos humanos.

Se não vejamos um muito recente exemplo no Parlamento Europeu!

Há um país, que está na Comunidade Europeia, que não respeita os alicerces da União Europeia, e que não respeita os direitos humanos. O seu presidente, afronta sistematicamente os direitos do seu povo, e afronta sistematicamente o direito de outros povos. Afronta; por tanto, os mais elementares direitos humanos. Esse país é a Hungria.
Sabendo disto, o Parlamento Europeu, no inicio desta semana, votou a condenação ao regime húngaro. Pois, o único partido português, no Parlamento Europeu, que votou contra o voto de condenação ao regime húngaro, foi o PCP. Todos os outros partidos portugueses, votaram a favor.
O PCP não tem vergonha.
Este voto contra do PCP, mostrou, mais uma vez, a sua verdadeira face!

Mário Amorim

TOMARA QUE AMANHÃ SEJA CHUMBADO

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Amanhã, as 12:00, no Parlamento Europeu, vai ser votada uma proposta, feita pelo Looby autor, que a ser aprovada vai ter um reflexo na nossa liberdade. Sempre que quiser publicar uma notícia de um jornal, aqui no blog, não o poderei fazer. Pois, para colocar o link da notícia, terei de pagar.

Então; só nos resta torcer, para que os votos contra seja superiores!

Mário Amorim

Os pró-touradas bem que negam. Mas é de tal forma evidente que as negas dos pró-touradas para além de falsas, são ridículas

Praça de Touros - Portugal hahahahaha

A decisão tomada esta semana no Parlamento Europeu, de por fim aos subsídios para a tauromaquia, vai significar uma enorme estocada na tauromaquia, em Portugal, em Espanha e França, rumo, finalmente à sua abolição.

E o quê que assistimos esta semana, depois da decisão, no Parlamento Europeu?
-Assistimos os pró-touradas, desesperadamente a negar esses subsídios. Só que eles não têm como negar um facto, que é insofismável. E ao negar um facto que é insofismável, mostram o quão ridículos são.

É cada vez mais sabido, que quer em Portugal, quer em Espanha, a tauromaquia, não gera receitas suficientes de bilheteira, para os pró-touradas poderem afirmar que a tauromaquia se subsidia a só própria. Então, eles, não têm outra chance, que não utilizarem os subsídios que anualmente recebem da União Europeia, na tauromaquia, na criação de touros, quando todos os milhões que recebem, não são destinados à criação de touros. Ou seja; eles desviam todos os milhões de euros que recebem anualmente da União Europeia, para outros fins que não os destinados. E fazem-no, porque de outra forma, a tauromaquia morrerá. 

A notícia desta semana, foi uma notícia, que esperávamos há muitos anos.
Finalmente essa notícia chegou.

Mas vamos continuar a lutar, em Portugal, em Espanha, em França, no mundo, pela abolição total da tauromaquia.

Esta decisão do Parlamento Europeu, vai dar uma enorme ajuda, rumo à abolição da tauromaquia. Mas ainda restará um caminho a ser percorrido, rumo à abolição total da tauromaquia, e vamos percorre-lo, até enterrarmos de vez, esta prática, seja onde for.

Quanto os pró-touradas. Vamos continuar a assistir a um cada vez mais crescente desespero deles. E com isso, vamo-nos rir cada vez mais. E é tão bom rir, não é???

Mário Amorim