Volto a dizer, de que os forcados, não passam de um grupo de COBARDES

Imagem 12º

Volto a repetir o que disse ontem no vídeo e para o vídeo, que pode ser visto e lido AQUI, que é que os forcados são COBARDES.

Custa, não custa?-Paciência. Essa é a verdade. Os forcados são COBARDES, ponto.

Se não vejamos!
Numa arena de uma praça de touros, não enfrentam o touro em primeiro lugar. Enfrenta-no em último lugar.

O touro tem de estar embolado.
Tem de estar cravado de bandarilhas. Tem de estar a sofrer. Tem de estar mais morto do que vivo.
Só depois de estar assim, é que os forcados o enfrentam. E agora pergunto; que nome é que isto tem? -Isto chama-se COBARDIA. Eu sei que vos custa. Mas, temos pena. Vocês, forcados, não passam de um grupo de COBARDES.

E ainda vejamos!
Há algum vídeo, na Net, que mostre os forcados a enfrentar um touro que tenha as suas faculdades físicas e psicológicas intactas, em campo aberto, no campo? – Não há. Não há um único! -E agora pergunto; que nome é que isto tem? -Isto chama-se COBARDIA.

Os forcados acham-se muito valentes. Acham-se muito corajosos. Mas ninguém lhes fale a enfrentar um touro que tenha as suas faculdades físicas e psicológicas intactas. Borram-se todos!

O grupo de forcados, são COBARDES. Não passam de uns COBARDOLAS. E por muito que lhes custe, esta é uma inegável verdade!

Mário Amorim

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AS “PEGAS” DE TOUROS MORIBUNDOS PELOS COBARDES FORCADOS PROVOCAM UM DESMEDIDO SOFRIMENTO AOS ANIMAIS

E há quem aplauda

E há quem chame a isto “coragem”…

E há governantes cegos mentais que aprovam esta prática cobarde, violenta e cruel e a considere um “trabalho”…

A PEGA.jpg

Fotografia: Planeta dos Touros (campo pequeno, 26 de Agosto de 2010)

(Veja-se a cobardia do forcado diante de um touro embolado, a sangrar, moribundo, que, com valentia, reúne as derradeiras forças, seguindo o instinto de sobrevivência, para se defender do seu carrasco. Por vezes resulta. A maioria das vezes, não.)

«As etapas sofridas pelo touro em nome de uma conspurcada tradição…»

Momentos pré-pega para os bovinos:

Transporte ganadaria-praça, que lhes causa muito stress e os faz perder muito peso;

Embolação, que inclui o corte e limagem dos cornos sem anestesia, e os deixa ainda mais stressados e debilitados;

Lide por cavaleiro tauromáquico que dura cerca de 10 minutos e inclui o cravar de arpões de 6 a 8 ferros/bandarilhas, e que os deixa exaustos, devido à sua fraca resistência física e às fortes hemorragias que os ferimentos provocam.

Estado dos bovinos no momento imediatamente antes da pega:

Assustados, feridos, febris, com dificuldades respiratórias, esgotados e à beira de um colapso.

Pega de caras:

Os peões de brega – aqueles indivíduos que ao longo da lide vão saltando para a arena com uns panos cor-de-rosa e que cansam ainda mais os touros – preparam o bovino para a pega, colocando-o no sítio em que o cabo (chefe) dos forcados manda, para então se dar início ao cobarde acto, no qual os intervenientes são oito homens, ou oito mulheres, que desconhecem o significado da palavra compaixão.

Um desses oito forcados provoca o touro, vociferando e batendo palmas. Os restantes, estão colocados em fila indiana, escondidos atrás daquele, para que o touro não os veja.

Enquanto o touro é instigado a investir, evidencia sinais de exaustão, medo e tristeza, como sejam: língua caída, respiração ofegante, emissão de berros, e, muitas vezes, choro. Nas touradas televisionadas, os berros são propositadamente abafados por palavras proferidas pelos comentadores de serviço, e as lágrimas não são mostradas, optando-se nesses momentos pela transmissão de imagens de sorrisos de crianças inocentes ou de poses de figuras públicas que se encontram nas bancadas.

Muitos dos bovinos demonstram uma grande falta de vontade de investir. Alguns chegam a escavar a terra com uma das patas dianteiras, olhando na direcção do forcado que os provoca, talvez na esperança de que isso funcione como um aviso de investida que faça, por si só, o homem-ameaça ir-se embora dali.

Quando, finalmente, o animal corre em direção ao homem-ameaça, este salta-lhe para a cara, conseguindo, muitas das vezes, agarrar-se ao seu pescoço ou aos seus cornos. O bovino sacode a cabeça na esperança de se ver livre daquilo, mas aparecem, de imediato, mais sete indivíduos para o imobilizar. São os chamados “ajudas”, um dos quais é “rabejador”. Este último, começa por dar vários puxões fortes ao rabo da vítima, para a destabilizar e travar, e após a imobilização, quando já não está nenhum dos seus colegas em cima dela, remata esta cena triste fazendo com que o touro se mova em círculos, para que os colegas possam abandonar o local sem correr qualquer risco de investida.

Uma das variantes da pega de caras: agarrar

Por diversos motivos, como o touro ser mais manso do que o desejável, ou a falta de habilidade dos forcados, quando se está a tornar difícil concretizar a pega, uma das opções de recurso, algumas vezes tomada, é o grupo, todo em “molho”, atirar-se para cima do animal. Em linguagem tauromáquica, chama-se a esta cruel variante agarrar. Imagine-se o estado em que o bovino fica, com vários homens a caírem sobre os ferros terminados em arpões que tem cravados no corpo!

Vivo para os currais:

Existem outras variantes da pega de caras e outros tipos de pegas, como a de cernelha, mas, por vezes, após várias tentativas falhadas, nenhuma chega a ser consumada. Quando assim é, diz-se que o touro volta vivo aos currais. Esta expressão diz tudo!

***

Via Marinhenses Anti-Touradas (blogue e facebook).

Veja os artigos restantes no álbum original ou no álbum do blogue.

Fonte:

http://grito-silenciado.blogspot.pt/2015/02/nos-bastidores-da-violencia-pega-parte.html

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/as-pegas-de-touros-moribundos-pelos-514738

Disse e repito

Os forcados são cobardes. Aliás, não são só cobardes. São os mais cobardes, entre os cobardes tauromáquicos.

Só cobardes enfrentam um ser sensível que está a sofrer inenarravelmente. Só cobardes enfrentam um ser sensível que está mais morto do que vivo.

Se os cobardes dos forcados fossem os valentes que se apelidam, recusariam enfrentar um touro moribundo. Se os cobardes dos forcados fossem os valentes que se apelidam, só aceitariam pegar os touros que tivessem as suas faculdades físicas e psicológicas absolutamente intactas!

Mário Amorim

POR AQUI SE VÊ A COBARDIA, DOS COBARDOLAS DOS FORCADOS II

 

Forcados_COBARDES

Esta imagem fala por si.
Esta imagem mostra bem a cobardia destes cobardolas.

 

 

Se estes tipos não fossem os Cobardes, os Cobardolas que efetivamente são, viriam a publico dizendo o seguinte:
1º A partir de agora, recusamos pegar touros, nas arenas das praças, que tivessem sido previamente violentados e desgastados, física e psicologicamente, incluindo com os chifres embolados. Pois, a partir de agora, só aceitaremos pegar touros, que tenham a sua capacidade psicológica e física, completamente intactas.

2º A partir de agora, recusamos pegar touros que tenham no seu corpo, quaisquer marcas de tortura, física e psicológica, incluindo, como é obvio, as marcas dos ferros em brasa, que são cravadas nos bezerros, com apenas 1 ano, ou menos, e que lhes provoca uma sofrimento horroroso, após o efeito da anestesia que lhes dão, passar.

3º A partir de agora, recusamos ser os últimos a entrar na arena. A partir de agora, só aceitaremos entrar em primeiro na arena, e totalmente de acordo com os pontos 1º e 2º deste comunicado, que agora tornamos publico!

***

No entanto; jamais estes tipos serão capazes de vir a publico com um comunicado como este. E porquê que jamais virão a publico com um comunicado como este? – Porque os Forcados não passam de uns Cobardes. Não passam de uns Cobardolas!

Mário Amorim

AQUI SE VÊ A COBARDIA DOS COBARDOLAS DOS FORCADOS

A cobardia dos cobardolas dos forcados

O touro, a partir do transporte, começa a ser agredido, física e psicologicamente. A agressão física e psicológica de que ele é vítima, dura 2 dias, até ao terceiro dia, dia em que entra na arena da praça. Uma das agressões físicas e psicológicas de que ele é vítima, é o corte da ponta dos chifres, o embolamento dos seus chifres.
O touro é física e psicologicamente vitima de agressões durante 2 dias, antes de entrar na arena, para o propositadamente enfranquecer, e dessa forma, facilitar a sua lide.

Quando ao fim de 2 dias em que foi vil, barbara e propositadamente torturado para facilitar a sua lide e entra na Arena, quem é que ele encontra; quem? – Ele não encontra os COBARDOLAS dos forcados, encontra o toureiro a cavalo.

Neste momento, recomeça a vil, a bárbara tortura, física e psicológica para com o Touro, com o encravamento de ferros e posteriormente de bandarilhas. Ou seja; o seu enfraquecimento propositadamente recomeça, para mais tarde, se proceder à entrada na arena dos COBARDES dos forcados.

Logo depois do toureiro a cavalo, com quem o touro se encontra, com quem? – Com toureiro a pé, que também o tortura física e psicologicamente, com o encravamento de bandarilhas.

Finalmente, entram na arena os forcados, do alto da sua cobardia.

O Touro, depois de toda a brutal tortura, física e psicológica de que foi vítima, antes e durante a corrida. Com inúmeras farpas cravadas no seu dorso, cheio de sangue; a sofrer; mais morto do que vivo, ainda tem que levar com os COBARDOLAS dos Forcados?!

E POR AQUI SE VÊ A COBARDIA DOS COBARDOLAS DOS FORCADOS!!!

Mário Amorim

OS COBARDES FORCADOS DIZEM-SE VALENTES A ENFRENTAR UM TOURO FERIDO DE MORTE E COM OS CORNOS EMBOLADOS?

Isso, até eu!…

 Amigos verdadeiros? Talvez…!

Verdadeiros inimigos  dos Touros… uma certeza!

Quando os touros reúnem as derradeiras forças para se defenderem dos seus cobardes carrascos, é isto que dá.

Bendito aquele que consegue vencer a força do mal!

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/os-cobardes-forcados-dizem-se-valentes-451365

***

Faço minhas as suas palavras Isabel!

***

A minha reacção quando leio ou ouço alguém dizer que os cobardes dos Forcados são corajosos, são valentes, como leio e ouço muitas vezes,  é exactamente esta:

Os Forcados corajosos; valentes??? – Não passam de uns COBARDOLAS, que enfrentam um 6 touros em ultimo lugar, na arena. 6 Touros que quando são enfrentados por eles, para além de estarem com os chifres embolados, estão mais mortos do que vivos. Repito; os Forcados, mais não são do que uns COBARDOLAS!!!

Mário Amorim

A falsa coragem. A cobardia dos forcados!

Imagem 10º

Grupo de forcados Amadores do Aposento da Moita durante uma pega. Touro. Arena.

Os Psicopatas Forcados, exibem a sua suposta coragem, por enfrentarem os touros a pé. Mas não contam a história toda. Começam por não referir que são os últimos a enfrentarem cada um dos 6 touros, numa praça, cada um já mais morto do que vivo. Porque será???

A suposta coragem dos Forcados, é totalmente falsa.
Na realidade, os Forcados são tão Cobardes; Assassinos, são tão Psicopatas quanto os outros que intervêm numa arena.

Os Forcados são tão Cobardes; Assassinos, são tão Psicopatas quanto os outros que intervêm numa arena, porque aceitam enfrentar cada um dos 6 touros, com a ponta dos chifres cortadas, cheios de sangue, a sofrer, com o lombo cravado de bandarilhas, que ao correrem para eles, ainda se penetram mais no lombo de cada um dos 6 touros, rasgando-lhes ainda mais os tecidos, os músculos. Aceitam enfrentar, em último lugar, na arena, 6 touros, cada um mais morto do que vivo.

Esta atitude dos Psicopatas Forcados, é reveladora de COBARDIA!

Se os Psicopatas Forcados fossem os corajosos que se apelidam, mesmo cada um dos touros, entrando na Arena 80% enfraquecido, recusariam enfrenta-lo em último lugar, na arena, e exigiriam serem os primeiros a enfrenta-lo na Arena. E também aqui se vê a COBARDIA dos Forcados!

Mário Amorim