A PERVERSÃO TAUROMÁQUICA NO MUNDO

São apenas oito, os países que ainda mantém esta prática medievalesca. Entre eles, encontra-se Portugal, que à conta disso, carrega o estigma de um atraso civilizacional terceiro-mundista.

E em pleno século XXI da era cristã, estarmos aqui a falar da tauromaquia no mundo é algo indigno para a Humanidade.

Mas enquanto esta praga não for extinguida, temos de continuar a combatê-la até que o último Touro e o último Cavalo sejam libertados das mãos dos seus carrascos.

 

05249-onu

Comecemos pela recente recomendação da ONU

Recentemente, um comité sobre os Direitos das Crianças da ONU recomendou a Espanha (e apenas a Espanha, por que não também a Portugal ou à França, para referir apenas os três países da muito civilizada Europa que teimam em manter um pé na Idade Média?) a proibição da participação de crianças nas touradas, apontando nas suas conclusões que considera preocupantes os “efeitos dos danos” nas crianças nelas envolvidas.

Isto será uma manobra de diversão? A gota de água que não esvaziará o “copo tauromáquico”, porque a ONU esqueceu-se de que os “efeitos dos danos” também se fazem sentir nos adultos tornando-os insensíveis, sádicos e a anos luz da civilização.

Gehad Madi, membro do Comité, disse a este propósito, esta coisa espantosa: «O organismo, em geral, não é contra a tauromaquia na Espanha, já que é um evento histórico e cultural, mas usar crianças como toureiros é um exercício violento”.

Como disse, senhor Gehah Madi? A tortura de Touros e Cavalos é um evento histórico assim do género de um desfile onde se recria a corte de Isabel, a Católica, de Espanha? Ou um evento cultural, assim como o lançamento de um livro, ou um concerto de música clássica, ou uma peça de teatro?

Isto é inacreditável. O senhor Gehadi Madi não deve fazer a mínima ideia do que é uma tourada, para lhe chamar o que chamou.

E a ONU, para fazer esta triste figura, mais valia estar CALADA.

***

Lixo tauromáquico regressa à Ásia…

através de um projecto turístico (?) desenvolvido pelo montador português Marco José, em Guizhou, na China, (pasmemo-nos) destinado a mostrar a multiculturalidade de vários países, entre eles o nosso pobre país, tão mal representado por aí…

E como Portugal nada tem para exportar da sua Cultura Culta, exporta o lixo tauromáquico, com o aval do governo português.

Bem, isto nem sequer é para levar a sério, nem vai vingar, porque a China está a civilizar-se e as organismos animalistas estão atentas.

Um “tuguinha” (porque ser português é outra coisa) que precisa de sair da Europa e ir para os confins do mundo, carregando o lixo tauromáquico às costas, significa apenas uma coisa: a selvajaria tauromáquica está com os dias contados. Até porque isto não é uma tradição, e muito menos portuguesa. Isto é um costume bárbaro espanhol que os reis Filipes, de má memória, introduziram em Portugal para os atrasados mentais da época se divertirem. E foi ficando em Portugal, porque a raça dos parvos ainda não se extinguiu.

Mas já está em vias de extinção…

Isto é uma vergonha para Portugal.

Desejo ao montador português que tenha o maior fracasso para a sua empreitada, porque isto  não é maneira de prestigiar Portugal nem a sua Cultura.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Anúncios

ONU recomenda a Espanha proibição da participação de crianças nas touradas

Resultado de imagem para ONU

**

Um comité da ONU recomendou hoje a Espanha que proíba a participação de crianças e adolescentes menores de 18 anos em corridas de touros como toureiros ou espetadores e sublinhando que, em geral, não é contra a tauromaquia.

No quinto e sexto relatório sobre a situação de crianças em Espanha, exame ao qual o Estado espanhol se submeteu no passado dia 22 de janeiro em Genebra, o Comité sobre os Direitos das Crianças da ONU apontou nas suas conclusões que considera preocupantes os “efeitos dos danos” nas crianças (envolvidas em touradas).

“Para evitar os efeitos nocivos das touradas em crianças, o Comité recomenda que o Estado proíba a participação de crianças menores de 18 anos como toureiros e assistam às touradas”, destaca aquele órgão da ONU.

Gehad Madi, membro do Comité, disse hoje em conferência de imprensa que o organismo, em geral, “não é contra a tauromaquia na Espanha, já que é um evento histórico e cultural, mas usar crianças como toureiros é um exercício violento”.

“É também um exercício violento quando as crianças assistem a uma corrida de touros”, acrescentou.

Foi precisamente Madi que perguntou à delegação espanhola, a 22 de janeiro, sobre esta questão e as medidas necessárias para impedir a participação de crianças e adolescentes nas touradas, recordou hoje a Fundação Franz Weber, que trabalha para a conservação da natureza, do património arquitetónico e os direitos dos animais, com sede na Suíça.

De acordo com a fundação, o Governo espanhol respondeu que as touradas são uma atividade regulada que depende da sensibilidade das Comunidades Autónomas, regulada ao nível estatal através das normas de espetáculos, com todas as garantias legais, mas que não são puníveis os factos descritos por Madi.

Em relação às escolas tauromáquicas, o mesmo comité da ONU pede a idade de 14 anos para determinadas atividades, sob supervisão.

Fonte: DN

Caribe ONU declara que devemos agir rápido para proteger animais de espécies ameaçadas

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2016/12/onu-declara-que-devemos-agir-rapido-para-proteger-animais-de-especies-ameacadas.jpg

O diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Erik Solheim, pediu nesta sexta-feira para agirmos “mais rápido e melhor” para proteger a os animais e a biodiversidade do planeta.

O objetivo da Conferência das Partes do Convênio sobre Diversidade Biológica (COP13) que começou nesta sexta em Cancún, no Caribe mexicano, é “proteger a Mãe Terra e prevenir a destruição das espécies como elefantes, tigres, orangotangos, jaguares e águias”.

“Temos que nos levantar e protegê-los”, afirmou o norueguês em entrevista à Agência Efe no marco da reunião de alto nível na qual participam mais de 120 titulares do Meio Ambiente e das pastas agrícola, florestal, pesqueira e turística.

Solheim reconheceu que há grandes avanços na criação de áreas naturais protegidas no planeta, mas destacou a necessidade de acelerar a marcha e melhorar as ações. “É um apelo para a economia global porque os ecossistemas e a natureza são a base de todas as atividades econômicas”, afirmou.

Em nível de conservação, avaliou que um dos principais desafios está nos recifes de coral, “um dos ecossistemas mais importantes da natureza”, que sentiu o impacto direto da poluição, e se reflete em fenômenos como o branqueamento.

“Temos um imenso desafio no recife de coral, talvez porque são menos visíveis e estão debaixo da água não tinha sido dada a importância que têm, mas é um ecossistema muito afetado”.

O titular do Pnuma destacou que o mundo está em dívida com as comunidades indígenas em matéria de conservação de espécies animais e vegetais.

“Eles protegeram plantas e animais dos quais nos beneficiamos agora; por exemplo o abacate, o tomate, o milho, todas estas plantas desenvolvidas pelos povos indígenas do México”.

“Os povos indígenas mantiveram os ecossistemas, o caminho agora é proteger a vida e a situação que vivem, ao mesmo tempo ajudá-los a conseguir um desenvolvimento econômico rápido; o turismo é um dos setores que pode se beneficiar da melhor maneira a ambos”, especificou.

Sob o lema “Integrando a Biodiversidade ao bem-estar”, mais de uma centena de ministros analisarão até este sábado como integrar a diversidade biológica em suas atividades e alinhar suas políticas, programas e planos com as da área de meio ambiente.

Fonte: ANDA

Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas protegidos pela ONU

Mais 31 espécies estão declaradas protegidas pelas Nações Unidas, decisão tomada na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens realizada no Equador. Só o leão africano falhou a nomeação, por agora.

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU / LUÍS QUINTA

O leão africano foi o único excluído das 32 novas propostas apresentadas à classificação de “espécie protegida” pelas Nações Unidas. Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas foram alguns dos eleitos na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens, organizada pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente. A conferência que decorreu em Quito (no Equador) durante seis dias, terminou este domingo e reuniu centenas de especialistas.

Com esta conferência, eleva-se a 569 a proteção de espécies migratórias – aves, mamíferos e peixes. À lista já existente foi acrescentado um número recorde de 21 espécies de tubarões, raias e peixes-serra. As gazelas-de-grant (comuns em África) e a ave abetarda (encontrada na Europa, Portugal incluído, e Ásia) são outras das recém-declaradas. De fora ficou, por agora, o leão africano, devido à escassez de informação dos países onde vive.

“Desde a poluição nos nossos oceanos, aos efeitos das alterações climáticas, à caça e sobreexploração – as ameaças que os animais migratórios enfrentam acabarão por afetar-nos a todos” defende Bradnee Chambers, secretário-executivo do departamento de Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens da ONU.

O encontro reuniu cerca de 900 especialistas de 120 países diferentes. “Foi a melhor conferência, com o maior número de delegados inscritos. Foi uma conferência histórica”, concluiu Brandnee Chambers na sessão de encerramento.

A próxima conferência está agendada para 2017 e terá lugar nas Filipinas.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/ursos-polares-baleias-tubaroes-e-gazelas-protegidos-pela-onu=f897431#ixzz3IhHp7chC