CONTEÚDO ANDA Bióloga marinha critica devastação provocada nos oceanos pela pesca

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Em uma postagem recente na revista eletrônica The Walrus. a bióloga marinha canadense, Laura MacDonnell, explicou porque se recusa a consumir peixes. Ela apontou que sua experiência estudando o oceano, os cardumes e a indústria da pesca fizeram ela se abster do consumo de animais marinhos.

Um estudo recente quantificou a quantidade de plástico que as pessoas absorvem ao ingerirem peixes – um atordoante número de 11 mil resíduos de micro plástico per capita anualmente, segundo informações da VegNews.

“Passei uma parte significativa do meu tempo trabalhando sobre e embaixo d’água e eu não consigo me lembrar a última vez em que não vi qualquer tipo de detrito plástico flutuando na superfície ou preso entre corais ou rochas”, disse MacDonnell.

Em adição à poluição plástica, MacDonnell citou um estudo recente conduzido pelo grupo de proteção dos oceanos “Oceana”, que revelou a toxicidade dos peixes.

A indústria da pesca tem destruído os oceanos da Terra. Em 2016, a organização World Wildlife Fund revelou que a população de peixes será extinta em, aproximadamente, 2048 caso as pessoas não mudem seus hábitos.

Uma empresa vegana que tem desenvolvido alternativas à ingestão de animais marinhos é a New Wave Foods, que criou um camarão vegano, que deve chegar nas prateleiras dos supermercados neste mês.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Ator dos EUA luta pela preservação de espécies marinhas e oceanos

Reprodução/Oceana

O ator e co-fundador norte-americano da Whale Foundation Adrian Grenier tem se empenhado em conscientizar as pessoas sobre a importância de proteger e preservar o futuro do planeta.

“Na televisão, não há consequências, mas no mundo real há”, disse Grenier durante um painel com o secretário de Estado John Kerry em uma conferência do Departamento de Estado do país sobre a conservação de oceanos.

A fundação de Grenier promove a preservação dos mares por meio da educação e sensibilização sobre a fauna marinha. “Queremos romper a falta de conexão que temos com o oceano e inspirar a empatia, não apenas por baleias, mas por todas as espécies marinhas”, afirmou.

Embora Grenier tenha crescido em Nova York e passado pouco tempo no mar, isso foi exatamente o que o levou a ser um ativista pela conservação.

“Eu vivia em uma selva de concreto e acredito que a maioria das pessoas tem a mesma experiência, elas não vivem perto da água ou o seu acesso à água não é tão imediato. Não podemos proteger os oceanos a menos que fiquemos conectados a eles”, completou.

A Whale Foundation fez uma parceria com a Dell para criar  o “Cry Out: The Lonely Whale Experience”. Trata-se de uma experiência virtual e imersiva para ensinar as pessoas como seria viver debaixo d’água e, assim, conscientizá-las sobre os desafios enfrentados pelos animais marinhos diariamente.

Segundo o World Animal News, Grenier espera que isso incentive as pessoas a valorizarem mais os oceanos e as espécies marinhas. Em breve, a quantidade de plástico – que mata milhares de espécies – nos oceanos pode ser maior do que o número de peixes.

Devido a esta projeção assustadora, Grenier começou uma campanha no Twitter para alertar sobre a necessidade de acabar com nossa dependência de materiais com plástico.

Ele e o bilionário filantropo Richard Branson também estão envolvidos em outra campanha chamada #MakeASplash. Eles irão nadar 3,3 quilômetros na costa da Sicília, na Itália, para arrecadar dinheiro para a conservação dos oceanos.

Fonte: ANDA