A diferença de quem tratou e trata bem um animal não-humano, para aqueles que em Portugal, tratam mal, física e psicologicamente o touro e o cavalo.

Este senhor brasileiro https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/03/09/depois-dizem-que-os-animais-nao-humanos-nao-tem-sentimentos-pinguim-nada-8-000-quilometros-todos-os-anos-para-agradecer-ao-homem-que-lhe-salvou-a-vida/, tratou e trata bem um animal não-humano. Dá-lhe amizade, dá-lhe carinho e ternura. Dá-lhe amor. Trata este belo pinguim como um filho. E ele, o Dindim, retribui-lhe amizade, gratidão, carinho, ternura, e amor.
E é assim que se trata um animal não-humano. Age-se sempre em prol da sua felicidade, em prol do seu bem-estar, não apenas por um tempo, mas para sempre, enquanto ele estiver do seu lado, enquanto ele quiser a sua companhia.

Já em Portugal, no que diz respeito ao touro e ao cavalo, eles não são bem tratados, por aqueles que dizem ama-los.
Marcar o touro, ainda bezerro, e o cavalo com ferros em brasa, não é trata-los bem.
Picar os touros, como fazem os campinos, não é trata-los bem.
Enviar o touro e o cavalo para uma praça de touros, para serem torturados, física e psicologicamente, não é trata-los bem.

Tratar bem o touro e o cavalo. Amar o touro e o cavalo, é não querer a sua tortura, física e psicológica, numa praça de touros. É lesar para todo o sempre, pelo seu bem-estar, pela sua felicidade. É querer velos felizes, e a viver em paz e sossego, na natureza, no campo, até que a lei da vida os leve embora.

Aqueles que defendem a barbárie para com o touro e para com o cavalo. Aqueles que provocam dor e sofrimento ao touro e ao cavalo numa praça de touros. Aqueles que os torturam numa praça de touros, deveriam aprender com a lição que o Senhor João Pereira de Souza lhes dá!

Mário Amorim

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