Qual é a principal e mais falsa alegação dos pró-tourada?

A principal e mais falsa alegação dos pró-tourada é a alegação que o touro não sofre!
Não sofre? – Então olhem para esta imagem.

No Campo Pequeno

Olhem bem para expressão de sofrimento do touro.
A língua de fora, é indicador do sofrimento porque ele passa.
Olhem bem para a expressão corporal do touro.
Então, o touro sofre ou não? – O touro sofre, não só física, como sofre psicologicamente, nas arenas das praças de touros.
E quem não quer ver isso, não apenas não tem nada no coração, como precisa de uns óculos bem graduados, para poderem ver bem.
Oculos muito graduados

O sofrimento, físico e psicológico do touro, nas arenas das praças de touros é perfeitamente visível e audível, mesmo que eles coloquem bandas de musica nas bancadas das praças de touros, propositadamente, para que os gritos de dor e de sofrimento do touro, sejam ouvidos o menos possível. 

Será que os pró-tourada gostariam de passar por toda a dor, por todo o sofrimento que o touro passa, nas arenas das praças de touros. Será que os pró-tourada gostariam de estar no lugar do touro?

Mário Amorim

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O SOFRIMENTO DO TOURO NUMA PRAÇA DE TOUROS

Touro Maravilhoso

Tudo o que vou dizer neste curto texto é verdade.
É uma verdade inconveniente para a industria tauromáquica em Portugal!

O touro, logo que chega à praça, é retirado à paulada do caminhão.
Depois, o touro é conduzido a um espaço de muito curtas dimensões, onde mal se pode mexer. Permanecerá mais de um dia lá enfiado, sem luz, sem comer e sem beber. E ao fim de mais de um dia lá enfiado é-lhe cravado no dorso o primeiro arpão, com a ajuda de um aguilhão que lhe dará um choque elétrico.

A ponta dos chifres do touro é cortada. E ao cortar a ponta dos chifres do touro, cortam-lhe o nervo que permite ao touro a visão periférica. Ou seja; o corte da ponta dos chifres do touro prejudica gravemente o touro. Mas prejudicar gravemente o touro é necessário para o enfraquecer, e posteriormente facilitar a sua lide, na arena da praça.

Dão drogas ao touro para o enfraquecer.

Nos curros, durante 48 horas, o touro é submetido a horríveis sevícias físicas e psicológicas para o continuar do seu enfraquecimento. Ou seja; nos curros, o touro é violentamente agredido, para o enfraquecer e para o enfurecer, para que o touro entre na arena da praça, parecendo aquilo que não é.

Besuntão os olhos do touro com vaselina para prejudicarem ainda mais a sua visão.

Dão choques elétricos nos testículos do touro, para que ele irrompa a correr para a arena da praça, parecendo aquilo que não é.

Depois, o touro irá sofrer ainda mais na arena da praça, com arpões que são cravados no seu dorso, que lhe rasgam os tecidos, e que conforme o touro se vai movendo, esses arpões, o vão dilacerando cada vez mais por dentro.

Por fim, mais vivo do que morto, o touro regressa aos curros, onde irá sofrer ainda mais, com a retirada dos arpões das bandarilhas e dos ferros, depositando sal nas feridas, o que provoca ao touro um atroz sofrimento.

Mas isto que acabei de dizer é apenas uma parte do que fazem ao touro. Pois o que lhe fazem, não apenas antes e depois de uma corrida, vai mais longe do que isto.

Numa praça de touros, passasse muita coisa contra a touro, que nunca foi revelado na transmissão de uma corrida pela televisão, ou num documentário. E se fosse tudo revelado, iria provocar num ápice o fim da tauromaquia em Portugal!

Mário Amorim