O que acontece II

Acontece que quando os defensores da tauromaquia, tentam justificar a tauromaquia, enviando documentação para a Assembleia da República, o quê que essa documentação contem? – Contem as justificações do costume. Contém, por exemplo frases de poetas, de filósofos sobre a tauromaquia. E diz que o pintor A, e o pintor B, gostavam de tauromaquia. E contem também pseudos dados científicos do falso veterinário Joaquim Grave, que é também Ganadeiro. Ou de outro como ele, chamado Ilhera.
A documentação recebida pela Assembleia da República resume-se a isso, nada mais.
Ou seja. Quando os defensores da tauromaquia enviam documentação para a Assembleia da República para justificar a tauromaquia, essa documentação não contem uma única alusão a provas sérias, éticas e cientificas, com indicação em que revista cientifica essas provas foram publicadas, que provem que touro nasceu para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que o touro não sofre; e que com o fim da tauromaquia, o touro vai extinguir-se.

Os defensores da tauromaquia não metem da uma vez por todas nas suas cabeças, que só é veterinário; médico; enfermeiro, só para citar três exemplos, quem cumpre na integra o código deontológico que é obrigado a cumprir.
E também não metem de uma vez por todas nas suas cabeças que só os dados científicos, apresentados por científicos, que cumprem totalmente o código deontológico, são validos.
Por tanto; dar como credíveis os pseudo estudos científicos do Joaquim Grave, só dá para uma coisa, para rir.
O Joaquim Grave deveria ser, pura e simplesmente impedido de exercer veterinária, e expulso da Ordem dos Veterinários, por não cumprir o código deontológico, que é obrigado a cumprir.

Por tanto; a documentação que os defensores da tauromaquia, enviam para a Assembleia da República, para tentar justificar a tauromaquia, não tem validade alguma!

Mário Amorim

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