Não me surpreende

Tal como acabei de dizer, fiquei enojado com o que foi dito à Isabel. Pode ser lido aqui: https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2014/09/01/atencao-camara-municipal-de-viana-do-castelo-esta-ameaca-tauromaquica-nao-pode-ficar-impune/.

Mas o que foi dito à Isabel, não me surpreende. Nada do que lhe foi dito me surpreende, pois tal comportamento, já é costume, por parte da maioria dos defensores da tauromaquia. Ainda hoje reafirmo, de que sete em cada dez defensores da tauromaquia, são como este anónimo que se dirigiu à Isabel nos termos em que o fez, e que fez ameaças veladas ao Doutor José Maria Costa, Presidente da Câmara de Viana do Castelo.

Nos anos em que estive no Facebook, recebi imensas mensagens pessoais de defensores da Tauromaquia, com o mesmo teor. Mas no meio de tantas, e tantas, e tantas mensagens pessoais com o mesmo teor que recebi, no Facebook, por parte de defensores da tauromaquia, recebi também imensas mensagens, também de defensores da tauromaquia, apenas me perguntando, porquê que considerava (e considero, evidententemente), a tauromaquia, barbaridade. Eu, então respondia e essas mensagens, apenas a essas, e como resposta recebia sempre respostas assim: «Obrigado por me teres respondido, Mário. Não tinha ainda visto por esse lado. Tens toda a razão, Mário. A partir de agora, podes contar comigo na luta contra a tauromaquia, pois me fizeste ver a tauromaquia como ainda não tinha visto.»
Seguidamente todas esses ex defensores da tauromaquia, me pediram para ser amigo deles, lá no Facebook. E tive sempre a maior satisfação em aceita-los!

É também por causa deste tipo de comportamentos, como é o exemplo, para com a Isabel, que não quero qualquer aproximação para com os defensores da tauromaquia, tirando 3 em cada 10. Pois os restantes cada 7, tal como este anónimo para com a Isabel o provou, são aquilo que não gostam de ser apelidados, mas que o FBI, a Psiquiatria Forense, e a Medicina Forense os considera; Psicopatas, Sociopatas, Hudopatas.

***

E já de seguida vou colocar aqui uns artigos que falam por si!

__________

Série: Matadores de Animais
Psicopatas ocultos e inversos

Por Fátima Chuecco (da Redação)

A ANDA estreia, com exclusividade, uma série de matérias recheadas de pesquisa, entrevistas, curiosidades e indagações com o propósito de sensibilizar a população, as autoridades e a Justiça sobre o alto grau de periculosidade das pessoas que matam animais em série ou em massa e cujo rastro de sangue e dor pode ser contido se forem investigadas, detidas e monitoradas.

Animais incendiados ou enterrados vivos, espancados até a morte, enforcados, torturados, envenenados ou mortos por injeção letal – todos esses procedimentos são comuns em psicopatas. O alvo predileto: criaturas frágeis, indefesas, fáceis de capturar e manter sob seu domínio – e os animais se enquadram em todos os itens, assim como as crianças, mulheres e idosos que, numa segunda etapa da vida de um psicopata, podem se tornar seus alvos.

Segundo estudos do FBI, na sua grande maioria (cerca de 80%), os psicopatas começam a carreira matando animais. Por isso, em países como Estados Unidos e Inglaterra, os matadores de animais já são tratados e julgados de forma diferenciada que avança para muito além do crime de maus-tratos a animais. Nesses locais já se entende que deter esses indivíduos ou monitorá-los, quando começam a matar animais na infância, representa uma medida preventiva, de proteção não somente aos animais, mas a toda a sociedade.

Assinadas pela jornalista Fátima Chuecco, colaboradora da ANDA e sempre atuante no jornalismo pela causa animal, as matérias levantarão os casos dos psicopatas mais famosos do Brasil e no Exterior a fim de instigar a reflexão e motivar que casos onde se percebe comportamento psicopata sejam avaliados de forma mais ampla e recebam a punição adequada para evitar que os crimes continuem se propagando e, inclusive, migrando, da matança de bichos para o assassinato de pessoas.

Histórias impressionantes desfilarão pela série que estará também fornecendo canais para denúncias e dicas de como identificar indivíduos de perfil psicopata. Afinal, eles estão entre nós e muitas vezes ninguém percebe! Podem se esconder no disfarce de um simpático ou bondoso vizinho. É muito importante denunciar todo e qualquer matador de animais seja ele matador em série, em massa ou temporário.

Deter esses indivíduos salva a vida de animais e de pessoas. À propósito, no Brasil, 80 mil crianças desaparecem por ano. É um número extraordinariamente alto. Elas somem sem qualquer indício de seqüestro ou pedido de resgate e podem estar caindo nas mesmas mãos daqueles que assassinam animais.

Capítulo Cinco – Final

Colecionadores de animais – Psicopatia inversa?

Lolette Robrahn, personagem da série Acumuladores de Animais do Animal Planet

Amontoados, enjaulados, doentes, famintos, estressados e apáticos. Assim vivem muitos animais acumulados em casas mantidas por pessoas sem qualquer noção de que estão fazendo mal ao invés de bem. São pessoas que se sentem com a “missão” de salvar todo e qualquer animal que surja em seu caminho e, muitas vezes, animais que nem estão precisando de ajuda.

É uma compulsão por resgatar e uma dificuldade imensa de doar o animal. Nos casos mais graves, o colecionador não consegue sequer se livrar dos animais que morrem, conservando-os em freezers ou enterrando-os no quintal e até sob o assoalho da casa. A série Acumuladores de Animais, exibida recentemente no canal Animal Planet, mostrou alguns casos dos mais severos sendo que em um deles um homem tinha mais de cem animais congelados em casa.

Nos Estados Unidos esses casos são tratados com equipes multidisciplinares que incluem assistente social, psicólogo, veterinário e ONGs de proteção de animal. Seria o colecionador de animais um psicopata ao inverso, ou seja, que também vive à captura de suas vítimas e promove o mal, porém, com a convicção de estar dando uma vida melhor a elas?

Muitos dos psicopatas possuem um discurso religioso. Afirmam terem uma missão (divina ou não). Eles se sentem destinados a cometer seus crimes e se orgulham da tarefa, se sentem “os escolhidos”. O colecionador, ao contrário do serial killer, tem boa intenção, mas como é compulsivo e quase sempre sem recursos suficientes para a “missão” a qual se sente “destinado”, acaba também submetendo os animais que recolhe a uma tortura prolongada sem espaço, quase sem comida, com doenças de pele e outras enfermidades que progridem sem qualquer cuidado veterinário.

O colecionador de animais é vítima de uma doença chamada Síndrome de Noé, derivada da Síndrome de Diógenes (caracterizada pela compulsão de acumular lixo e objetos). É por isso que na maioria das casas dos colecionadores de animais estão também muitos sacos de lixo amontoados pelos cantos ou no quintal e muitas coisas velhas como jornais e outras quinquilharias sem utilidade.

Foto: Divulgação

 

O colecionador não consegue se desfazer de objetos, animais e nem mesmo de seu lixo. Geralmente, quando descoberto, normalmente por denúncias de mau-cheiro, é enquadrado no crime de maus-tratos a animais ou encaminhado para tratamento psiquiátrico. É uma pessoa que precisa de eterna vigilância, assim como o psicopata, pois, à menor carência ou conflito interior, voltará a recolher bichos das ruas.

O perfil do colecionador

No e-book http://www.veterinariosnodiva.com.br, da pesquisadora Safih Quelbert, há uma interessante e completa abordagem sobre o tema “hoarding “ (patologia psiquiátrica, caracterizada por uma excessiva acumulação e retenção de objetos, incluindo ou não animais ). O e-book salienta o trabalho do veterinário americano Gary Patronek, diretor do Centro para Animais e Políticas Públicas da Universidade de Tufts e que possui um grupo chamado “The Hoarding of Animals Research Consortium”, criado em 1997.

Ele conduziu uma pesquisa em 1999 para traçar o perfil do acumulador de animais e chegou às seguintes conclusões: 76% são mulheres, 46% têm 60 anos e mais da metade vive sozinho. Em 69% dos casos, fezes e urina de animais estavam acumuladas nas áreas sociais da casa. Em mais de 25% dos casos, a cama do acumulador estava suja com fezes e urina. Animais doentes ou mortos foram descobertos em 80% dos casos relatados.

Trata-se de um indivíduo de baixa autoestima, muito carente e que canaliza seus conflitos apoderando-se de tudo o que pode pelo medo de não ter um dia, no sentido simbólico de recuperar-se de uma perda ou cicatrizar uma ferida emocional. Segundo o e-book Veterinários no Divã, “os hoarders que colecionam animais, inicialmente buscam nesta relação de ‘salvamento’ uma cumplicidade, já que identificam a fragilidade do estado do animal similar à sua. A intenção do recolhimento do animal, dando uma ‘nova chance’ pode remeter à situações como abandono dos pais, negligência, abuso na infância e luto. Ou seja, um ser que passou por maus- tratos se identifica com outro estabelecendo uma ‘simbiose’, na tentativa de cicatrizar um passado”.

Rinhas – Psicopatia Transferida?

Grande parte dos psicopatas sente prazer no sofrimento alheio, portanto, o sadismo é uma característica bastante presente no caso do serial killer. Não há apenas a incapacidade de se colocar no lugar do outro e ausência de sentimentos. Há também a diversão diante da dor do próximo. Portanto, é muito tênua a linha que separa uma pessoa que se diverte numa tourada, rodeio e rinha dos psicopatas assassinos.

Aqueles que participam de rinhas podem não ser capazes de expressar sua agressividade latente por meio das próprias mãos. Transferem então essa “responsabilidade” para os pobres animais obrigados a lutar na arena. Eles viram instrumentos da violência, verdadeiras armas de carne e osso, para satisfazer os desejos insanos de seus criadores. Desejo de sangue. Seriam essas pessoas psicopatas ocultos, que transferem sua violência para os animais, sejam cães, galos ou quaisquer outros?

Foto: Divulgação

Embora muita gente defenda as rinhas, touradas e rodeios como manifestações folclóricas e culturais, passadas de geração a geração, não tem como negar a presença do sadismo em todas elas. No entanto, um esporte não pode ser sádico porque assim deixa de ser uma atividade saudável. Os animais submetidos a essas práticas não estão na arena por livre e espontânea vontade como os lutadores de boxe, por exemplo.

Assistir dois animais se matando numa rinha e achar graça disso ou se entreter com esse cenário é doentio. É um comportamento que se assemelha bastante ao do psicopata que aprisiona suas vítimas e vai machucando-as aos poucos, ouvindo seus gemidos de dor e vendo o sangue escorrer até que elas definhem mergulhadas em sofrimento. Quem participa ou promove rinhas tem ainda um comportamento bem parecido com o do matador de animais, com a diferença que, ao invés de matar com as próprias mãos, utiliza outro animal para matar.

Caçadas – Psicopatia coletiva?

Caçador posa sorridente ao lado de leão abatido (Foto: Divulgação)

 

Chamar as caçadas de esporte é outro grave erro. Assim como no caso das rinhas e rodeios, as caçadas também têm como ingrediente principal o sadismo. É uma atividade extremamente cruel e covarde onde o homem, munido de pesadas armas, ainda se gaba de abater um indefeso animal. Não importa se é um leão ou um elefante pesando toneladas. Um rifle é uma arma rápida e letal transformando qualquer fera num animal desprotegido.

É comum os caçadores posarem para fotos diante dos animais mortos com um largo sorriso nos lábios. Sentem-se diante de um troféu. Sentem-se vencedores mesmo não tendo havido qualquer luta, apenas um animal na mira de uma arma de fogo. Atividade fácil e sem qualquer glória, mas mesmo assim, os caçadores posam nas fotos como homens “valentes”.

Não é preciso ser psiquiatra para detectar nessas pessoas um grande desvio de comportamento e um acentuado sadismo. Quantas vezes o caçador não se vê diante do animal agonizando? Ou então dos filhotes em desespero diante do corpo da mãe morta? Uma pessoa que se diverte com esse tipo de cenário não pode ter uma mente saudável e muito menos ser tratada como “esportista”.

Caçadores geralmente exibem seu “troféu” após matar animais indefesos (Foto: Divulgação)

O ponto curioso é a coletividade. Os caçadores agem em grupo. Uns ajudam os outros a matar. Seria uma psicopatia coletiva? E em muitos casos, os caçadores são também pessoas dispostas a matar gente. Como vimos desde o início dessa série, os psicopatas, em geral, começam matando animais. É uma espécie de “treino”.

No recente caso do empresário do grupo Yoki, as fotos do casal revelaram que os dois participavam de caçadas. Numa das imagens Elize e Marcos Matsunaga posam sorridentes diante de um animal abatido. Numa das matérias de TV, o cabeleireiro de Elize diz que ela gostava de mostrar seus troféus (cabeça dos animais mortos) na parede da casa dela. O empresário também foi decapitado.

A maldade vem desde a infância

Themis: uma nova vítima de adolescentes perversos e que teve olhos arrancados com caneta (Foto: Reprodução)

No dia 22 de junho, uma gatinha de apenas três meses teve seus olhos arrancados com caneta por um pré-adolescente de 11 anos. O caso ocorreu em Valparaíso (DF) e a gatinha, batizada de Themis, foi socorrida no Hospital Veterinário São Francisco de Brasília. A veterinária Cláudia Godoy ficou chocada com o estado da gatinha que, segundo a testemunha que denunciou o caso, também foi atirada contra a parede.

Themis está sendo tratando-a com antibióticos. Será impossível ela voltar a enxergar, pois, teve os glóbulos oculares completamente destruídos. O Grupo Salvando Vidas – Protetores Independentes de Brasília, está acompanhando o caso e procurando a família do adolescente para prestar ajuda psicológica, afinal, esse garoto pode ser um perigo não somente para os animais como também para outros jovens e para a própria família. Uma atrocidade desse nível, cometida nessa idade, já revela uma grande tendência à psicopatia. A gatinha já tem adotante, mas ainda passará por nova cirurgia.

Essa crueldade e outras cometidas por crianças e pré-adolescentes foi tema do terceiro capítulo dessa série e teve grande repercussão. Foi a matéria mais curtida, comentada e compartilhada de toda a série e ainda pode ser lida acessando aqui.

Os demais episódios da série também podem ser vistos:

O Caso Dalva e Alice no País dos Gatinhos Mortos, além do Caso Brenda Spencer, que matou dois adultos e feriu nove crianças quando tinha apenas 16 anos, mas já incendiava cães e gatos quando criança.

Médicos e enfermeiros com missão oposta: dispostos a tirar vidas das maneiras mais sádicas. No Brasil, yorkshire Lana comove o Brasil ao ser morta por enfermeira casada com médico. Veja ainda quadrilha de enfermeiras assassinas e o cruel Dahmer que mutilava e comia suas vítimas.

Um psicopata a cada quadra: as estatísticas mostram que há cada 100 pessoas, quatro são psicopatas, ainda que não sejam serial killers. Conheça o comportamento dos psicopatas e alguns dos mais cruéis que começaram seu rastro de sangue matando animais. Um deles cegava pássaros na infância e depois passou a matar mulheres de lindas vozes.

Não fique de braços cruzados. Denuncie:

Abaixo seguem os fones e endereço onde qualquer pessoa pode denunciar maus-tratos e outros delitos contra animais. No 181, por exemplo, a identidade do denunciante é preservada. Vale ressaltar que as rinhas são proibidas no país assim como a manutenção de animais engaiolados, acorrentados ou em péssimas condições de vida. Colecionadores, quando não maleáveis à ajuda de protetores, também podem ser denunciados.

Não existe no Brasil lei que permita a comercialização da carne de cães e gatos, mesmo porque, trata-se de uma questão cultural. Portanto, restaurantes podem ser denunciados diretamente nas delegacias comuns. Crianças violentas com animais devem ser monitoradas. Alerte aos pais e, se não resolver, denuncie. Envenenadores de gatos são matadores em série e devem ser denunciados. O uso de chumbinho é proibido nas regiões urbanas e, nesse caso, acione a polícia local por se tratar de um veneno letal que pode, inclusive, parar nas mãos de uma criança.

Por fim, desconfie e denuncie falsos protetores como Dalva Lima da Silva que foi o foco do primeiro episódio dessa série. A própria Dalva, que confessou estar matando com injeção letal há pelo menos um ano, ainda responde por processo de maus-tratos e, se for vista recolhendo ou recebendo animais, deve ser denunciada na hora. Acionem a polícia para um flagrante. Compartilhe essas dicas pelo facebook ou outras redes sociais. Muita gente se cala diante de crueldade contra animais simplesmente porque acha que não tem como denunciar.

E um alerta final: 80 mil crianças desaparecem por ano em todo o Brasil.
São crianças para as quais não se faz qualquer pedido de resgate. Elas simplesmente desaparecem sem deixar qualquer rastro e podem estar caindo nas mãos dos matadores de animais que, em geral, depois migram para outras vítimas como crianças e mulheres.

Fonte: http://www.anda.jor.br/16/07/2012/psicopatas-ocultos-e-inversos

______

Un Estudio realizado en Cataluña sobre psicopatía y maltrato a los animales se presenta en el Congreso de la Sociedad Americana de Criminología

Dentro del ámbito de la peligrosidad criminal, la crueldad con animales en prisioneros como predictor de comportamiento violento se estudia desde hace casi 100 años.

Uno de los estudios más conocidos es el elaborado por el FBI en asesinos en serie, según el cual un 46% de estos maltrataba animales durante la adolescencia. Un estudio realizado en Cataluña por los doctores Ángel Cuquerella (médico forense), Núria Querol (médico de familia del CAP de Valldoreix), Mercè Subirana (médico forense) y Frank Ascione (psicólogo y uno de los mayores expertos mundiales en maltrato a los animales) será presentado el Congreso de la American Society of Criminology que se celebrará en San Francisco del 17 al 20 de Noviembre.

El estudio realizado en Cataluña se basa en una muestra de 50 sujetos, de los cuales casi el 24% estaban acusados / condenados por delitos graves (violentos) o en fase de cumplimiento de sentencia por homicidio, asesinato o asesinato en grado de tentativa, y el 6% por violación (en cuatro casos, de 5 a 23 víctimas por agresor). Se estudió una submuestra de 24 individuos mediante cuestionarios para evaluar el maltrato a los animales, y la PCL.SV para evaluar rasgos psicopáticos de personalidad y conductas antisociales.

Se obtuvo una tríada enuresis-piromanía-crueldad con animales en un 23,5% de la muestra, con tríada incompleta (uno / dos ítems) en un 65%. Si se considera sólo la crueldad hacia los animales como elemento aislado, la encontramos en un 41,7% de la muestra. Otra tríada pronóstica, como es traumatismo craneal + paranoidisme + abusos (sexuales-psíquicos-físicos; Pincus 2002) aparece completa en un 41% de la muestra, y es incompleta en un 70,6%.

Se deben estudiar, pues, factor predictivos de la violencia futura (falta de empatía, enfermedad psiquiátrica, lesión cerebral, crueldad con animales, trastorno de los impulsos y / o retraso de la maduración esfinteriana) para entender el fenómeno de la interacción humana violenta. Las tríadas descritas pueden valorarse en el mundo de la violencia doméstica conyugal, contra los ancianos, los menores, o incluso contra los animales, utilizados muchas veces por los violentos de forma intimidatoria o manipulativa hacia los demás.

Fonte: http://www.liberaong.org/nota_actualidad.php?id=2035

______

ABUSO ANIMAL Y ABUSO HUMANO:
CÓMPLICES EN EL CRIMEN

Fonte: http://www.gepda.org/esp/estudios/abuso.htmFonte:

Robert K. Ressler fundador de la unidad de ciencias del comportamiento del FBI.
Los actos violentos hacia los animales han demostrado no ser únicamente reflejo de una psicopatía exclusiva hacia los animales. “Cualquiera que esté acostumbrado a menospreciar la vida de cualquier ser viviente, está en peligro de menospreciar también la vida humana” escribió el Dr. humanitario Albert Schweitzer.”Un asesino comienza matando y torturando animales cuando es menor de edad” asegura Robert K. Ressler, quien desarrolló algunos de los perfiles de asesinos en serie para el FBI. Los estudios realizados han convencido a los sociólogos, legisladores y a las cortes de que los actos de crueldad hacia los animales merecen su atención. Estos pueden ser la primera alerta de una patología violenta que incluirá víctimas humanas.

Un largo camino de violencia

El abuso hacia los animales no es simplemente un “detalle más” en la personalidad del individuo, sino un gran síntoma de desorden mental. Las investigaciones realizadas por psicólogos y criminólogos demuestran que los individuos que cometen este tipo de abusos con los animales no se detienen allí, muchos de ellos continúan con sus congéneres humanos.

El FBI determinó que el maltrato a los animales es una característica común en violadores y asesinos y los procedimientos de diagnóstico y tratamiento de psiquiatría enlistan esta práctica dentro de desórdenes de la conducta.”

Los estudios realizados demuestran que los criminales agresivos tienen mayores posibilidades de haber maltratado animales cuando eran niños que los delincuentes cuyas faltas no tienen relación con la violencia a otras personas (como estafadores u otros delincuentes).

Un examen practicado a pacientes psiquiátricos que repetidamente habían torturado a perros y gatos mostró como resultado que todos ellos eran agresivos hacia los seres humanos. Para los investigadores, el gusto por la crueldad hacia los animales es una alarma que los pone sobre aviso ante posibles violadores y asesinos en serie.

“Estos son los niños a los que nunca les enseñaron que no es correcto picar los ojos de un cachorro” dice Robert Ressler, fundador de la unidad de ciencias del comportamiento del FBI.

Patrick Sherrill asesino que comenzó
“su carrera” lastimando animales.
Asesinos sobresalientes
La historia está llena de ejemplos: Patrick Sherrill, quien mató a 14 compañeros de trabajo en una oficina postal y posteriormente se suicidó. Tenía todo un historial por robo de mascotas en su vecindario para llevárselas a su perro y hacer que éste los atacara y mutilara.Earl Kenneth Shriner, quien violó, apuñaló y mutiló a un niño de 7 años, era conocido en su zona como el chico que ponía cohetes a los perros por el recto y colgaba gatos.Albert De Salvo, el “estrangulador de Boston”, que mató a trece mujeres, encerraba a perros y gatos dentro de cestos de naranjas para disparar y atravesarlos con flechas en su juventud.
Brenda Spencer, quien abrió fuego en una escuela de San Diego, matando a dos niños e hiriendo a otros nueve, habitualmente torturaba perros y gatos incendiándoles la cola.Carroll Edwrad Cole, ejecutado por 5 de los 35 asesinatos de los que había sido acusado, confesó que su primer acto de violencia cuando niño fue estrangular a un cachorro. En 1987, tres estudiantes de una secundaria de Missouri, fueron inculpados de la muerte por golpes de otro estudiante. Todos ellos habían incurrido en prácticas de mutilación a animales varios años atrás. Uno de ellos confesó haber matado tantos gatos que ya había perdido la cuenta. Dos hermanos que asesinaron a sus padres, platicaron a sus compañeros de clase que habían decapitado un gato. El asesino serial Jeffrey Dahmer había incrustado las cabezas de perros, ranas y gatos en palos.

Brenda Spencer mato a dos niños
e hirió a nueve.
Más recientemente, asesinos como Kip Kinkel de 15 años, estudiante en una secundaria de Sprignfield Oregon, y Luke Woddham de 16 años de Pearl Missouri, torturaron animales antes de optar por las balaceras en sus escuelas. Eric Harris y Dylan Klebold, estudiantes de secundaria en Columbine, alardeaban con sus amigos el haber mutilado animales antes de matar a 12 compañeros de escuela para finalmente matarse entre sí.
“Existen muchas similitudes en la mayoría de todos estos asesinatos” dice el Dr Harold S. Koplewics, director del centro de estudio del niño en la universidad de Nueva York. “Usted tiene un niño que es agresivo con sus compañeros de escuela, tiene predilección por el fuego, cierto gusto por el maltrato hacia los animales y se aísla de los demás, son señales que incluso muy probablemente hasta la escuela ha ignorado” .Tristemente, la violencia en la niñez de estos criminales nunca fue notada hasta que afectó a humanos. La antropóloga Margaret Mead dijo: “Una de las cosas más peligrosas que le pueden suceder a un niño es matar o lastimar a un animal y seguir como si nada hubiera sucedido”.

La crueldad hacia los animales y la violencia familiar

La violencia doméstica generalmente afecta a los más indefensos, a los niños y a los animales y es de manera frecuente. Los adultos que descuidan las necesidades mas básicas de un animal o lo maltratan, muy probablemente también lo harán con sus hijos. Este tipo de personas saben muy bien que maltratar a un niño en la calle no causa tanta reprobación como el maltratar a un animal públicamente.

El 88% de 57 familias de New Jersey que están en terapia por maltrato a menores, admiten haber maltratado a sus mascotas también. El 83% de 23 familias británicas que fueron acusadas por maltrato o descuido a sus animales, fueron identificadas por los especialistas como riesgosas para sus propios hijos.
En un estudio practicado a mujeres golpeadas se encontró que el 57% de ellas había declarado que sus parejas habían matado o golpeado también a sus mascotas. Una de cada cuatro confesó haberse quedado con la pareja por temor a dejar a la mascota con él.
Mientras que el abuso a los animales es una señal de alerta que indica maltrato infantil, los padres no son siempre los que maltratan a los animales. Los niños que maltratan animales están probablemente repitiendo una lección aprendida en casa, tal como sus padres, reaccionan al enojo o a la frustración con violencia y esta violencia recae en el único miembro de la familia más vulnerable que ellos: la mascota.Un experto comentó: “Los niños que viven un ambiente violento se caracterizan por participar en corretizas en las cuales lastiman o incluso llegan a matar a un animal. De hecho, la violencia familiar es como una escuela donde los niños aprenden para ejercer posteriormente el maltrato hacia los animales y probablemente en un futuro hacia otros seres humanos.
Animales torturados y maltratados.
Signo de problemas mayores
Deteniendo el ciclo del maltratoLos psicólogos están de acuerdo en que el maltrato a los animales es uno de los mejores ejemplos de la continuidad de un desorden psicológico de la niñez a la edad adulta. La facultad de veterinaria de la Universidad de Cornell afirma que en poco tiempo se han documentado casos diagnósticos de gran valor de niños que maltratan animales.Los padres, maestros y comunidades que no dan importancia al abuso animal y que lo califican como un “crimen menor”, en realidad no están concientes de que es una bomba de tiempo.
En lugar de menospreciar estas situaciones, las comunidades deberían pedir más castigo para las personas que maltratan animales, buscar señales de violencia dentro de las familias y exigir tratamiento continuo para los agresores. La población debe aprender a reconocer que el maltrato hacia CUALQUIER SER VIVO es inaceptable y pone en peligro a todos.
En 1993, California se convirtió en el primer estado en autorizar una ley que dictaba que los oficiales encargados del control animal, debían también, reportar maltrato infantil. Los reportes voluntarios de maltrato también están vigentes en estados como Ohio, Connecticut y Washington. En Florida existen leyes similares. “El maltrato hacia los animales es una alerta de violencia doméstica hacia los demás miembros de la familia” afirma Steve Effman, quien aleta al público a través de anuncios. “No podemos seguir ignorando esta conección por más tiempo”.
Adicionalmente, los niños deben aprender a cuidar y a respetar a los animales al entender que son sus derechos. Después de muchos estudios sobre los lazos existentes entre el maltrato animal y el humano, dos expertos concluyeron “Debemos promover una relación más saludable y positiva entre los niños y los animales de forma que se pueda dar una evolución hacia una sociedad mas gentil y humana”.

Como puede contribuir

Exija a la escuela de sus hijos y al sistema judicial que tome muy en serio el maltrato hacia los animales. La ley debe enviar un mensaje a la población advirtiendo que la violencia contra cualquier ser vivo -humano o no-, es inaceptable.

Revise cuidadosamente cualquier señal de maltrato o descuido ya sea a niños o a animales. Si un menor le informa que alguien está maltratando o descuidando a un animal, tómelo muy en serio ya que muchos niños no hablan de su propio sufrimiento pero les es mas fácil hablar del maltrato a un animal.

No pase por alto esos actos de crueldad a un animal por mínimos que sean ocasionados sobre todo por un menor. Hable con el menor y con sus padres. Llame incluso a una trabajadora social si lo cree conveniente.

Fonte: http://www.gepda.org/esp/estudios/abuso.htm

______

Relación entre maltrato a animales, abuso a niños y violencia en humanos

 

En la cultura occidental actual encontramos alusiones a la violencia en casi todos los ámbitos donde nos movemos. Es conocido el hecho de que ser testigo de un acto violento puede desencadenar agresión y desórdenes de ansiedad como estrés agudo y post-tra

Entendiendo la relación: Maltrato a animales, abuso a niños y violencia en humanos

“No todo individuo que haya maltratado a animales acabará siendo un asesino en serie, pero casi todos los asesinos en serie cometieron actos de crueldad con animales”
Dr. Randall Lockwood, psicólogo, vicepresidente Humane Society of the USA

“La crueldad hacia los animales no es una válvula de escape inofensiva en un individuo sano…es una señal de alarma”
Supervisor y Agente Especial del FBI Allen Brantley.

En la cultura occidental actual encontramos alusiones a la violencia en casi todos los ámbitos donde nos movemos. Es conocido el hecho de que ser testigo de un acto violento puede desencadenar agresión y desórdenes de ansiedad como estrés agudo y post-traumático, problemas de relación, y una disrupción en el desarrollo de la empatí­a (Osofsky, 1995) (Journal of the American Medical Association)

Teniendo en mente que en el Manual de Transtornos de la APA y en el DSM-IV figura el trastorno de conducta (caracterizado entre otros sí­ntomas por crueldad hacia animales y/o humanos), la violencia hacia los animales podrí­a tener un valor predictivo de violencia hacia humanos (ya sea como malos tratos domésticos hacia el cónyuge, la mascota, los hijos, como asesinatos en serie o como asesinatos en masa…)

En estudios comparativos se ha visto una mayor incidencia de antecedentes de abuso a animales siendo niños en presidiarios por crimen violento respecto a un grupo de hombres no violentos no encarcelados (Kellert & Felthous, 1985, entre otros trabajos). Se encontraron también antecedentes de crueldad con animales en exhibicionistas (30%), acosadores sexuales (36%), acosadores sexuales encarcelados (46%), violadores convictos (48%) y asesinos adultos (58%) (Ascione, 1993).

El FBI conoce la relación y la utiliza en la elaboración de perfiles de asesinos en serie. Algunos de los más conocidos como Jeffrey Dahmer, Alberto DeSalvo, David Berkowitz o el “Vampiro de Dusseldorf” empezaron sus fantasí­as de torturas y crueldad con animales no humanos. En un estudio de 36 asesinos múltiples convictos llevado a cabo por el FBI en 1970, el 46 % declararon haber torturado animales durante su adolescencia.

Hope (Esperanza) es el nombre de esta gata que sufrió indecibles torturas a manos de un grupo de adolescentes. Fue golpeada, quemada, cegada, mutilada… afortunadamente alguien la recogió y se recupera favorablemente. Los agresores fueron detenidos. Este caso alertó a mucha gente sobre la necesidad de una educación adecuada para prevenir la crueldad con animales y la posible ulterior crueldad hacia humanos, así­ como el desarrollo de programas de intervención adecuados.

Cuando un niño maltrata un animal

“Un niño que crece rodeado de agresión contra cualquier ser vivo tiene más probabilidad de violar, abusar o matar a humanos cuando sea adulto” (Kellert & Felthous, 1985)

“Mientras se deliberaba la pena de muerte para el paidófilo y asesino de niños Jesse K. Timmendequas, se desveló que de niño sufrió durante muchos años abuso fí­sico y sexual y que se le obligaba a ver cómo se torturaba a sus mascotas para que se mantuviera en silencio” (New York Times, 6/11/97).

Los niños reciben desde temprana edad, contacto con imágenes de animales (e incluso, la mayorí­a de ellos conviven con una o varias mascotas). De éstos aprenden a ser responsables a desarrollar empatí­a, afecto incondicional y muchos adquieren su autoestima como consecuencia de su relación con su animal de compañí­a.

Desafortunadamente, en familias problemáticas, los niños pueden aprender que los animales pueden ser maltratados e incluso que la conducta agresiva es aceptable hacia humanos (White & Shapiro, 1994). Algunos niños se identifican con el agresor (que puede maltratarlos a ellos o al cónyuge además de a las mascotas) y se convierten ellos mismos en agresores (Gil, 1994).

Un estudio de la New Jersey Public Child Protection Agency, revela que en el 88% de las familias donde se habí­a maltratado a niños, también se habí­a maltratado a animales. En el 66% de los casos el progenitor agresor habí­a matado o herido a la mascota para inculcar disciplina al hijo (DeViney, Dickert & Lockwood,1983)

Según los expertos, pueden identificarse unos rasgos comunes en niños/adolescentes que presentan violencia escolar ( incluyendo asesinatos en masa):

  • Se sienten inferiores y criticados
  • Presentan comportamientos violentos/agresivos de diferentes maneras y no en un episodio aislado.
  • Son rechazados repetidamente, lo que contribuye al incremento progresivo de su agresividad.
  • Niños aislados mientras sufren daño emocional.
  • Los adultos no prestaron la suficiente atención a signos de alarma (como el maltrato a animales, ya que no se consideró a los animales como ví­ctimas si no como una propiedad). Hay jóvenes que cometen actos de crueldad hacia animales como sí­ntomas de una psicopatologí­a y, a veces, acompañados de una historia familiar problemática.

Además de las caracterí­sticas arriba enumeradas, su “perfil” puede incluir:

  • Diagnóstico de trastorno de conducta.
  • Falta de cuidados y/o malos tratos( abuso fí­sico, abuso sexual o emocional, no atención médica,etc.)
  • Violación de las normas sociales y los derechos humanos y animales básicos.
  • Perpetrar actos criminales violentos o no, incluyendo los relativos a la propiedad.
  • Baja autoestima y elevada susceptibilidad a la presión de otras personas.
  • Poco control de la agresividad fí­sica y la ira ( empiezan las peleas, se auto-mutilan, o agreden a otras personas o animales).
  • Rechazo real o percibido erróneamente y sentimiento de ser criticados y/o perseguidos.
  • Falta de control de impulsos.
  • Sentimientos de falta de poder e inferioridad.
  • Capacidad no adecuada de relacionarse socialmente en la mayorí­a de ámbitos.
  • Exceso o falta de apego.
  • Falta de apoyo e inculcación de valores básicos por parte de los padres.

Los animales son a menudo maltratados a suerte de venganza, sobre todo por parte de hombres que maltratan a sus parejas (correlación que se da en el 71% de las mujeres que acudieron en busca de ayuda)(Ascione, 1996). Curiosamente, el hombre es a veces quien regala el animal a la mujer o al hijo para poder ejercer su poder y manipularlos a través del animal.

En hogares abusivos, del 86 % de mujeres que tení­an un animal de compañí­a, un 80% refirió que sus animales eran también ví­ctimas de malos tratos. (Quinlisk, 1995).

Un problema que se empezó a detectar en EEUU es que muchas mujeres maltratadas volví­an a sus hogares o no se atreví­an a escapar ya que no encontraban la manera de llevarse consigo a su mascota (los refugios estaban saturados, los hombres amenazaban con matar al animal si la mujer no volví­a,etc.). Para evitar esto, se empezó a desarrollar un programa llamado Companion Animal Rescue Effort (CARE) donde se coordina la atención a mujeres y niños maltratados con la búsqueda lugar donde alojar al animal.

Algunos asesinos en serie que comenzaron maltratando animales

EDMUND EMIL KEMPER IIIEdmund Kemper fue condenado en 1973 por 8 cargos de asesinato en primer grado (8 mujeres incluyendo a su propia madre). A los 13 años mataba a los gatos del vecindario (a veces enterrándolos vivos), poní­a sus cabezas en estacas y hací­a conjuros con sus “trofeos”. Cortó a rebanadas la cabeza de un gato con un machete, decapitó a su propio gato y lo troceó… Exactamente lo mismo que hizo con su madre años más tarde…
ALBERT DESALVOEl “Estrangulador de Boston” mató a 13 mujeres en 1962-3, pero fue sentenciado a cadena perpetua por robo armado, asalto y delitos sexuales hacia 4 mujeres. Cuando era joven, atrapaba gatos y perros en jaulas y se divertí­a lanzándoles flechas a través de las rejas.
LUKE WOODHAM (Pearl, MS)A los 16 años, Luke Woodham apuñaló hasta la muerte a su madre y luego se dirigió al Instituto, donde disparó a sus compañeros, asesinando a 2 e hiriendo a otros 7. Anteriormente, Woodham habí­a relatado en su diario cómo pegó, quemó y torturó a su perro, Sparkle, hasta la muerte, describiendo esta atrocidad como “verdadera belleza”. Un vecino fue testigo de parte de la tortura a Sparkle, pero no lo denunció (seguramente nunca hubiera imaginadolo que puede esconderse detrás de semejante acto, a parte de la crueldad intrí­nseca)…En junio de 1998 se le declaró culpable de 3 asesinatos entre otros delitos, por los que fue sentenciado a más de 3 cadenas perpetuas.
KIP KINKEL (Springfield, OR)A los 15 años asesinó a sus padres e incendió la cafeterí­a de su Instituto, causando la muerte a 2 alumnos e hiriendo a otros 22. “Siempre nos explicaba lo que hací­a con los animales… Le gustaba torturarlos y contárnoslo. Decapitaba gatos, viviseccionaba ardillas…” declaró un compañero de fútbol americano de Kip Kinkel, en el New York Times 5/22/98 En el mismo artí­culo, un compañero de clase afirmaba que “He had a short temper… He said he blew up a cow once. Durante el asalto a la cafeterí­a su cara era normal, parecí­a que lo hiciera cada dí­a…” -Y lo hací­a cada dí­a, pero nadie lo tomaba en serio si sus ví­ctimas tení­an 4 patas-agregó el columnista del Denver Post Chuck Green.
ERIC HARRIS y DYLAN KLEBOLD (Littleton, CO)Eric Harris, 18, and Dylan Klebold, 17, allegedly llevaron pistolas y pipe bombs a su Instituto y asesinaron a 12 estudiantes y un profesor antes de suicidarse. Varios amigos afirmaron que a Harris le gustaba aplastar las cabezas de ratones con una regla y prenderles fuego. Según la prensa, el Reverendo Don Marxhausen, que ofició el funeral de Dylan Klebold, dijo “Sí­, los padres sabí­an que el chico tení­a armas de fuego en casa, pero creí­an que era para disparar a pájaros carpinteros.”

La organización Psychologists for the Ethical Treatment of Animals (PSYETA) ha desarrollado un tratamiento llamado AniCare que se aplica a quienes han maltratado animales (suelen entrar en el programa remitidos por el Juzgado). Se utiliza una aproximación cognitiva y comportamental con intervenciones directas y enfatizando la necesidad de responsabilizarse de las acciones de uno mismo.

Es un tratamiento similar al Jory que se utiliza en caso de personas que maltratan a parejas, hijos,etc.

AniCare está siendo utilizado por profesionales de la salud para contribuir al estudio de las personas que maltratan animales y se han solicitado a PSYETA workshops donde se explica cómo ponerlo en funcionamiento.

Cuando aún no sabemos si es posible reinsertar a un psicópata en la sociedad es obvio decir que AniCare no está dirigido a personas con patologí­as graves o con un trastorno de la personalidad antisocial, pero resulta útil en los casos en que aún es posible romper el cí­rculo de la violencia.

Fonte: Animanaturalis

______

Quem agride os animais pode ser um psicopata?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                            A veterinária Heidi Ponge-Ferreira, leitora deste blog, postou um comentário interessante ontem. Para Heidi, que é perita em veterinária legal, os crimes contra os animais estão ligados aos crimes contra as pessoas. Segundo ela, a polícia poderia identificar pessoas propensas a atos de violência contra os outros se atentasse para as agressões aos animais. Heidi afirma que o FBI americano já estabelece essas conexões.

Diz Heidi:
Através de uma abordagem consciente e científica, pode-se caracterizar os crimes contra os animais ou contra o meio ambiente em diversos grupos e com isso alimentar ferramentas de geoprocessamento da violência humana. Além de estabelecer parâmetros de ocorrência de tipos de violência de maneira preditiva, pode-se estabelecer ações prentivas ou educativas. Maus tratos contra os animais pode ser um prenúncio de uma psicopatia, ou sinalização de abuso ou violência doméstica, implica em alguns casos em sérios riscos de saúde pública e raramente fica restrito à espécie canina.

O estudo de medicina veterinária legal ou veterinária forense (como é conhecido no exterior) desenvolveu-se muito nos últimos anos e é preciso treinar equipes especializadas como numa força-tarefa da justiça justamente para evitar equívocos, não confundir a caracterização de ocorrências. A sociedade brasileira continua alheia aos processos de aprendizagem social (e humanitária).

É por isso que ONGs defensoras dos animais estão propondo a crianção de delegacias de defesa dos bichos.

(Alexandre Mansur)

Foto: Jalene Morris

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2010/07/06/quem-agride-os-animais-pode-ser-um-psicopata/

Anúncios