EM PORTUGAL EXISTE UMA LEI QUE PERMITE AOS PSICOPATAS TORTURAREM EM PÚBLICO UM SER VIVO

Como se isto por si só já não fosse uma anormalidade desmedida, existe ainda um regulamento tauromáquico, recentemente “actualizado” (ou seja, remetido para um passado muito, muito remoto, caracterizado por uma crassa ignorância) que pretendeu atirar areia aos olhos de quem os tem abertos para a modernidade.

Esta é a máscara da maldade

Um destes dias ouvi um psiquiatra forense caracterizar um psicopata deste modo: uma criatura que não tem empatia pelo outro, pelo sofrimento do outro, e pior do que isso, sente um prazer mórbido com o sofrimento do outro.

Isto a propósito do psicopata inglês que assassinou brutalmente, cruelmente, com todos os requintes de malvadez (inclusive filmando os estertores de dor da vítima, enquanto a massacrava), um português que sofria de esquizofrenia “passiva”, isto é, um ser humano que não reagia agressivamente a coisa nenhuma.

Pois este “outro” pode ser um ser humano ou um ser não humano. A psicopatia é a mesma.

Os psicopatas tauromáquicos (os que praticam, os que aplaudem, os que legislam e os que promovem e apoiam esta selvajaria) não têm empatia pelos seres vivos, nem pelo sofrimento atroz que se inflige aos seres vivos, e pior do que isso, sentem um prazer patológico com o sofrimento dos seres vivos torturados (neste caso os bovinos e os cavalos), excluídos do Reino Animal, não se sabe bem a que propósito.

Estes psicopatas tauromáquicos são portadores de uma desordem de personalidade, caracterizada por um comportamento anti-social, uma diminuição da capacidade de sentir empatia/remorso e um baixo controlo comportamental.

Dito isto, e sabendo que estes psicopatas podem fazer o que fazem publicamente, protegidos por uma lei parva e ilegal, mas aprovada na Assembleia da República e vigente, como podemos respeitar ou aceitar uns governantes que transformam a psicopatia em algo viável socialmente?

Isto não é de doidos?

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TOURADAS COM NOVO REGULAMENTO A MEIO DA ÉPOCA OU O DESPUDOR LEGISLATIVO

Abram o link e leiam

http://expresso.sapo.pt/touradas-com-novo-regulamento-a-meio-da-epoca=f885674

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/em-portugal-existe-uma-lei-que-permite-454024

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Concordo totalmente consigo, Isabel. Faço minhas as suas palavras!

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     17264585_sORhn       Imagem 1º Imagem 2º Imagem 3º Imagem 4º Imagem 5º Imagem 6º  Imagem 8º Imagem 10º Imagem 12º Imagem 13º Grupo de forcados Amadores do Aposento da Moita durante uma pega. Touro. Arena.

Estas imagens falam por si.

Estes Anti-Taurinos. Estes Psicopatas. Estes Sociopatas, não fazem a mais pequena ideia do que é a empatia. Não fazem a mais pequena ideia, do que é respeitar o bem-estar, a felicidade de dois belos seres sensíveis; o Touro e o Cavalo!

Mário Amorim

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Touradas com novo regulamento a meio da época

Touradas com novo regulamento a meio da época

Conheça as atualizações, mudanças de pormenor e as reações ao novo diploma, que atualiza o anterior, com mais de 20 anos, mas que continua a dividir os movimentos pró e antitouradas.

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo / António Pedro Ferreira

Que as touradas são um assunto que divide a opinião pública toda a gente sabe. A discussão sobre a regulamentação desses eventos também é antiga. A novidade recente é o novo Regulamento do Espetáculo Tauromáquico (RET), que entra em vigor esta terça-feira mas, na verdade, não introduz grandes alterações ao diploma anterior, com mais de 20 anos.

O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.

O novo regulamento prevê pequenas alterações na legislação, que são de carácter prático. Entre as alterações mais significativas está o facto de as reses que tenham como destino o consumo humano terem de ser abatidas num período máximo de cinco horas após o final de cada evento. Uma questão importante e que não estava considerada na regulamentação anterior.

A frase “o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espectadores” vai passar também a compor o cartaz publicitário das touradas, a par de “outras informações obrigatórias previstas no regime de funcionamento dos espetáculos de natureza artística”. Os proprietários de praças ambulantes devem proceder à introdução de curros (compartimentos onde se guardam os touros na praça) num prazo de dois anos a parir de hoje.

A maioria das alterações são atualizações ou pormenorizações da regulamentação anterior.

O novo diploma está em vigor desde esta terça-feira, depois de ter sido aprovado em Conselho de Ministros de 27 de fevereiro e publicado em “Diário da República” no dia 11 de junho.

Pró-tauromáquicos criticam mau timing e excessiva pormenorização

A entrada em vigor do RET é contestada pela Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida, aos quais também foram impostas novas regras no que respeita às cores dos lenços a exibir para a autorização da volta à arena (branco aos toureiros, castanho aos forcados e azul aos ganadeiros).

Aquele organismo tentou atrasar, sem sucesso, a entrada em vigor do diploma para fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada. Para Hélder Milheiro, dirigente da Federação Portuguesa das Associações Taurinas – Prótoiro, esta recusa superior configura uma falta de “bom senso prático”, uma vez que a mudança de regras ocorre a meio de uma temporada que se encontra por estes dias no seu “pico máximo” de atividade.

A excessiva regulamentação é outro dos pontos criticados pelos amantes da festa brava. Para a Prótoiro, o documento “espelha uma ânsia regulatória do Estado que se traduz num exagero legislativo”. Hélder Milheiro usa, a título de exemplo, o tamanho das letras que compõem a informação do toiro a lidar. “Não seria mais simples decidir apenas que a informação deve ser claramente visível aos espectadores da praça?”, questiona.

A Prótoiro considera ainda um “atentado ao sector” o facto dos decisores terem ouvido movimentos antitaurinos durante a elaboração da legislação. “Uma irresponsabilidade completa e inadmissível, que ofende milhões de portugueses”, acusa Hélder Milheiro.

“Uma tentativa de nos calar”, contestam os antitaurinos

Do lado oposto, a Associação Animal diz que as “alterações foram feitas numa tentativa de calar os antitauromáquicos”. A presidente da Animal, Rita Silva, considera a prática das touradas “igualmente má, independentemente da regulamentação”.

A dirigente acrescenta que “em rigor, os animais continuam a ser torturados”, apesar de o diploma referir que o interesse público passa pela “defesa do bem-estar animal”.

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“O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.” – ” …número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos…??? – Que falácia monumental. As corridas de touros em Portugal, cada vez têm menos gente. As praças de touros estão cada vez mais vazias, em Portugal, mesmo com entradas de borla.

Mas quanto ao resto deste parágrafo, vou deixar duas perguntas: Desde quando a dor, o sofrimento, o sangue, e a morte, de seres sensíveis é cultura?
Será que pela mesma lógica a guerra, também é cultura?

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Somos Anti-tourada

Os Anti-taurinos são...

Para terminar, direi que este novo regulamento tauromáquico é como disse a Rita Silva e muito bem, uma tentativa de nos calar. Mas enganam-se. Não nos calaremos, até que a BARBARIDADE da Tauromaquia seja abolida para sempre, de Portugal!

Este novo novo regulamento tauromáquico é uma aberração, por continuar a permitir que uma actividade Criminosa e Assassina persista em existir em Portugal!

Mário Amorim