HEROÍNA Activista é sentenciada a 15 dias de prisão por libertar urso de armadilha em Nova Jersey (erros de português corrigidos)

“Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão moral de deixar o urso ir embora”

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“Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão moral de deixar o urso ir embora”

Uma activista dos direitos animais foi sentenciada a 15 dias de prisão por libertar um filhote de urso de uma armadilha nas imediações do condomínio Great Gorge Village, em Vernon, Nova Jersey, nos Estados Unidos. “Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão moral de deixar o urso ir embora para que ele pudesse retornar para a sua mãe. Era a coisa certa a se fazer”, disse Catherine McCartney em um comunicado divulgado pelo NJ.com.

A ativista declarou que vai recorrer da sentença entregue na última terça-feira. Catherine e Mark Nagelhout receberam três intimações depois que libertaram o filhote de urso. Os dois se declararam culpados de impedirem a captura legal de animais selvagens. No entanto, a activista fez a ressalva de que o condomínio não tem lixeiras à prova de ursos, o que faz com que eles se aproximem quando estão com fome.

A advogada do Bear Group, grupo do qual Catherine McCartney faz parte, disse que a sentença é injusta considerando a natureza da acção. “Esse filhote de urso estava chorando e acho que muitas pessoas compassivas teriam feito a mesma coisa”, declarou. Nos Estados Unidos, as armadilhas para ursos funcionam como uma espécie de “mordedura” e têm cerca de um metro de diâmetro.

Fonte: ANDA

ESTADOS UNIDOS Nova Jersey está perto de aprovar lei que proíbe animais selvagens em circos

A lei foi aprovada pela Assembléia e pelo Senado de Nova Jersey, faltando apenas a decisão do governador que já deu apoio à causa

Uma lei que proíbe o uso de animais selvagens em circos está prestes a ser aprovada no estado de Nova Jersey. Se for concretizada, o estado será o primeiro dos Estados Unidos a colocar um fim nessa prática exploratória.

No dia 29 de outubro de 2018, a “Lei de Nosey” foi aprovada pela Assembléia com um voto de 71 a 3 e pelo Senado no mesmo dia com uma votação de 36 a 0. Agora, faltaria apenas o governador Phil Murphy aprová-la para entrar em vigor – e ele já manifestou apoio à lei.

A Lei de Nosey foi batizada em homenagem a um elefante que foi mantido em cativeiro e usado em shows itinerantes por mais de 30 anos. Nosey foi confiscado e transferido para um santuário no ano passado, e seu ex-treinador agora enfrenta acusações de crueldade.

Embora os elefantes sejam frequentemente retratados na luta pela libertação de animais selvagens de exploração em circos, a lei protegeria não apenas esta espécie, mas também camelos, felinos, primatas, focas e muitos outros animais comumente usados ​​para entretenimento humano.

O projeto foi defendido pela Animal Defenders International (ADI), que trabalhou com os defensores e patrocinadores locais, como a senadora Nilsa Cruz-Pérez e o parlamentar Raj Mukherji para avançar na legislação.


Elefantes, camelos, felinos, primatas, focas e muitos outros animais podem não ser mais utilizados em circos no estado de Nova Jersey

Animais usados ​​em circos são forçados a viver em condições completamente inadequadas e sofrem profundamente devido ao confinamento e ao ritmo de vida artificial em que são forçados. Sua saúde, tanto física como mental, é comprometida por viver em pequenos recintos, longas jornadas de um lugar para outro, uma quantidade excessiva de tempo gasto em transportadores e muito mais.

Além disso, os métodos de treinamento usados ​​nos animais geralmente são nada menos que brutais e abusivos, o que foi revelado, por exemplo, pelas investigações de circo da ADI.

“Os elefantes, tigres, macacos e outros animais selvagens usados ​​em performances são privados de quase tudo o que é importante para eles”, explicou Cathy Liss, presidente do The Animal Welfare Institute.

“Eles estão confinados em pequenas gaiolas, e lhes é negada a oportunidade de satisfazer suas necessidades físicas e sociais e submetidas a intermináveis ​​horas de trânsito. Ao contrário dos artistas humanos, os animais exóticos não escolhem se juntar ao circo e não devem ser forçados a suportar essas condições abusivas”, ela completa.

O uso de elefantes em shows itinerantes já foi proibido em Nova York e Illinois, enquanto Rhode Island e Califórnia proibiram o uso de garras para controlar elefantes. Mas a Lei de Nosey é a primeira a proibir o uso de muitas espécies diferentes de animais selvagens em atos de circo.

Atualmente, mais de 135 municípios aprovaram legislação para enfrentar a crueldade que os animais de circo têm de suportar ou proibir atos de animais. Esses números e as recentes leis do caso mostram que a maré está definitivamente se voltando contra o uso de animais em circos, à medida que mais e mais pessoas estão conscientes do sofrimento envolvido nas performances e na vida cotidiana desses preciosos animais.

Fonte: ANDA

Conteúdo ANDA Caçadores pretendem matar 800 ursos em Nova Jersey

Protesto-contra-caça-de-ursos

Mais de 390 ursos já foram mortos na nova temporada de caça em Nova Jersey. O massacre que começou na última segunda-feira (7) está programado para durar até este sábado (12), podendo se estender até a próxima quarta-feira (16).

Oficiais do estado estimam que há agora cerca de 3.500 ursos em Nova Jersey. A desculpa utilizada para o assassinato em massa é o controle populacional. Mas os ativistas de direitos animais ressaltam que isso é desumano e desnecessário. “Isso não é sobre segurança pública, trata-se de caça premiada”, disse Angi Metler, da Animal Protection League ao CBS. “Isso não faz nada para proteger a segurança pública. Existem outras medidas que fazem um trabalho melhor.”

Os ativistas realizaram protestos contra a caça durante a semana. “Nós precisamos apreciar a natureza em vez de destruí-la”, disse um manifestante. O estado recentemente expandiu as áreas onde a caça será permitida durante o evento. É permitida este ano em todo ou em partes dos condados de Hunterdon, Passaic, Morris, Somerset, Sussex, e Warren, e porções de condados de Bergen e Mercer. Cerca de 8.200 das 11.000 licenças do Estado foram comprados por caçadores.

Caçadores mataram 272 ursos durante a caça do ano passado. O objetivo este ano é de 800.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA