OS CIRCOS EM 60 SEGUNDOS

Roubados às mães deles; submetidos a choques eléctricos; espancados; levados à loucura: eis a realidade dos animais de circo.

Não levem os vossos filhos a ver circos onde os animais são usados e abusados

Nesta quadra Natalícia (ou noutra qualquer quadra) está a pensar levar os seus filhos ou netos a Circos com ANIMAIS.

Então, antes de tomar tal decisão, saiba que as “habilidades” que esses animais fazem na arena do circo, NADA têm a ver com o SEU COMPORTAMENTO NORMAL!

Eles fazem-no porque são obrigados a fazê-lo… Brutalmente OBRIGADOS nos treinos… Às escondidas de toda a gente… E isso passa-se em todos os circos com animais, inclusive em Portugal…!

NÃO SOMOS CONTRA OS CIRCOS… SOMOS CONTRA A UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS EM CIRCOS…!!!!

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O CIRCO EM IMAGENS

(ver aqui)

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Fonte: Arco de Almedina

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。◕‿◕。 Uma notícia feliz! Fim da exploração Animais são resgatados de circo na Argentina

Foto: AFADA Tigres presos no circo mexicano

Após várias semanas de investigação, durante a tarde de sexta-feira (09), a Direção de Fauna da Província do Chaco, na Argentina, com a colaboração da Polícia Rural de Villa Ángela (Chaco) e representantes da Associação de Funcionários e Advogados pelos Direitos dos Animais (AFADA), realizaram uma mega operação contra o circo mexicano Veracruz, de propriedade dos irmãos Daniel e Alan Mauro Yovanovich, uma famosa família circense argentina.

Na semana passada, a Direção de Fauna do Chaco intimou que os circenses “abandonassem a província do Chaco em um prazo de 48 horas devido a proibição para o estabelecimento e funcionamento de circos com animais que existe nesse território provincial”.

No entanto, o presidente da ONG AFADA, Pablo Buompadre, conseguiu reverter a decisão daquele órgão, para evitar que o circo saísse do território chaquenho, invocando para isso a violação das normativas locais e da Lei Nacional de Proteção Animal nº 14.346.

Assim, Buompadre, junto com o médico veterinário Gustavo Solís, especialista em Fauna Silvestre da Fundação Lund Trust Conservation, se deslocaram da cidade de Corrientes até a localidade de Villa Ángela, onde se encontrava o estabelecimento circense, e com o apoio de uma mega operação da Direção de Fauna da província do Chaco e da Polícia local, entraram no circo.

Jaula onde estavam os 9 tigres em estado de superlotação. Foto: AFADA Jaula onde estavam os 9 tigres em estado de superlotação.

O Organismo de Aplicação da Lei de Proteção da Fauna Silvestre da Argentina, lavrou o auto de infração “porque o circo não possuía a documentação legal dos 9 tigres de bengala que tinha em seu poder” e “também não conseguiu justificar a ausência dos 3 ursos pardos e 2 leões africanos” que estavam registrados em nome do estabelecimento na Secretaria de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Nação (órgão similar ao Ibama no Brasil) onde existe o Registro Nacional de Circos, e também, porque ao que tudo indica, os problemas de saúde dos animais eram tratados pelos próprios trabalhadores circenses, sem que essas pessoas tivessem o título profissional que os habilitassem a realizar essas práticas médicas.

Por isso, o presidente da AFADA se apresentou perante a Delegacia local para registrar uma denúncia penal contra as autoridades do Circo Mexicano Veracruz por Infração da Lei Nacional nº 14.346 de Proteção Animal, pedindo também a busca e apreensão dos animais em cativeiro, bem como dos instrumentos de castigo que este estabelecimento utilizava para fazer os animais trabalharem em seus espetáculos. O advogado relatou as autoridades policiais o grave estado de superlotação em que se encontravam os 9 tigres, amontoados em um único habitáculo, de dimensões muito pequenas para o tamanho dessas espécies. O advogado também fez objeção as condições de alimentação, higiene e saúde em que se encontravam os animais, as quais atentavam contra as normas básicas de bem-estar animal. Também descreveu o deplorável estado do trailer que transportava os felinos, e a falta de segurança do veículo, colocando em risco não só a integridade físicas dos animais, mas também da população local.

Após a denúncia, o promotor de justiça Salomon Garber ordenou a prisão dos donos do circo para que prestassem depoimento e o caso fosse apresentado ao juiz Luis Antonio Kolonisky, que durante os próximos dias, decidirá o destino provisório que será dado aos animais.

Consultado pela ANDA, o Buompadre destacou o profissionalismo da Direção de Fauna do Chaco, da Polícia de Villa Ángela e das Autoridades Judiciais, que demonstraram que quando há vontade os resultados chegam sozinhos. ¨Agora vamos esperar a ordem judicial para realojar provisoriamente esses animais na Reserva Ecológica da localidade de Sáenz Peña na Província do Chaco, que está localizada a aproximadamente 100 kms de Villa Ángela, onde se encontra o circo, até encontrarmos um lugar definitivo para esses animais. Também esperamos a ajuda financeira dos setores políticos do Estado Provincial e Municipal que queiram colaborar com a alimentação e outros gastos desses animais. Uma vida nova os espera. A escravidão e o tormento para eles chegou ao fim¨, destacou o advogado.

Exploração nos circos
A Lei Provincial nº 6515 do ano 2015, prevê expressamente a ¨Proibição em todo o território da província do Chaco, o estabelecimento ou funcionamento, em caráter temporário ou permanente, de espetáculos circenses que ofereçam como atração principal ou secundária, seja qual for a finalidade, a participação de animais de qualquer espécie em números artísticos, destreza ou similares e/ou mera exibição¨.

¨Os maus-tratos aos animais nos circos não está só no espetáculo, mas no alojamento, transporte e treinamento dos animais”, disse Pablo Buompadre, presidente da ONG AFADA. “Na totalidade dos casos, os animais utilizados em circos são molestados, golpeados barbaramente e privados de alimentação para que realizem malabarismos ou imitações impostas contra sua vontade e de maneira totalmente antinatural pelo domador¨.

“Esses comportamentos aprendidos são geralmente observados durante as apresentações, como resposta a um estímulo condicionado que é o chicote ou uma barra ou lança de metal com uma ponta na extremidade onde é colocado um pedaço de carne, com o qual, nunca, em nenhum momento, em nenhuma apresentação, em nenhum número, deixa de estar o domador. Sem esse instrumento de metal com um pedaço de carne em uma das pontas, não seria possível conseguir a conduta esperada (realização do malabarismo, salto, etc); isto é, em outras palavras, a carne não é o que motiva o animal a realizar um determinado comportamento, mas a presença do chicote (justamente porque o instrumento é assimilado ao castigo). O chicote, é em um primeiro momento (no adestramento do animal – que é realizado as escondidas, atrás das cortinas e através de métodos violentos) o estímulo incondicionado, que serve para reprimir o comportamento natural, ou seja, se o animal mostra as garras e dá uma patada, haverá o castigo, e o chicote como estímulo negativo é para o animal como algo relacionado ao castigo. Ante o requerimento da repressão por um comportamento vem sempre uma surra ou outra agressão relacionada com o chicote, e por isso já não é preciso mais repreendê-lo durante as apresentações, uma vez que só por mostrar esse elemento – com um pedaço de carne na ponta, consegue o comportamento esperado, pois esse objeto se converte no estímulo condicionado; e ao mesmo tempo, desvia a atenção do público, para que este acredite que o animal não é castigado, mas que fica atraído por um pedaço de carne, quando ele, pelo contrário, tem uma realidade e um verdadeiro âmago, oculto e maquiavélico, materializado justamente no método de adestramento prévio, oculto e realizado por trás das cortinas do circo, que é onde o animal é maltratado”, concluiu o advogado a ANDA.

Instrumentos de castigo. Foto: AFADA Instrumentos de castigo.

Fonte: ANDA

Exploração Trinta e dois leões são libertados de circo no Peru

Foto: Animal Defense International

Trinta e dois leões foram libertados do cativeiro, em uma apreensão recente em um circo do Peru. Os leões estavam muito desnutridos e feridos, e apresentavam claros distúrbios mentais por terem sido forçados a viver em pequenas jaulas quando não estavam performando. Muitos deles tinham os seus dentes quebrados e as garras removidas, para preveni-los de atacarem os treinadores quando eles eram abusados. As informações são do One Green Planet.
"Eles Eles estavam sem garras e dentes, e apresentavam sinais de trauma e distúrbios mentais, pelo confinamento e maus tratos

Joseph, um dos leões libertados, ficou cego de um olho devido ao desenvolvimento de uma catarata. Segundo a reportagem, a doença era tratável e poderia ter sido evitada se os seus tratadores tivessem feito o mínimo esforço para lhe oferecer cuidados médicos básicos. Como se não bastasse, alguns desses tratadores até mesmo o apelidaram de “cego”, escarnecendo-se de sua condição.
Todos os animais que foram resgatados alcançaram a sua liberdade graças ao incrível trabalho da ONG Animal Defenders International (ADI). O resgate foi resultado de uma campanha que durou vários meses chamada “Operation of Spirit Freedom” (“Operação de Liberdade de Espírito”). Mais de 90 animais já foram resgatados nesta campanha.
Eles viviam todos amontoados em pequenas jaulas. Foto: ADI
Os leões serão levados de volta à África do Sul, por via aérea. Eles serão mantidos em grandes cercados para que sejam reabilitados no santuário de felinos Emoya Big Cat. Circos não são divertidos para os animais, e não há argumento para refutar isso. Infelizmente, o grande público ainda não se deu conta da infinidade de efeitos negativos que os circos causam nos animais que exploram. Mas as coisas estão melhorando – com a exposição de histórias como a destes leões, que lançam luz à situação aflitiva dos animais nesse tipo de estabelecimentos.

Um dos leões resgatados sendo cuidado por veterinários e voluntários da ONG. Foto: ADI Um dos leões resgatados sendo cuidado por veterinários e voluntários da ONG

Fonte: ANDA

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Os circos com animais não-humanos, são uma actividade Cruel e Bárbara. É uma actividade, que não respeita o bem-estar dos animais. Respeitar o bem-estar dos animais de circo, é não os ter nos circos. É ter circos sem animais!

Não sejas conivente com circos com animais não-humanos. Não vás aos circos com animais não-humanos.

circos

Cruelty of circus 17º

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