DIZIMAÇÃO Namíbia condena elefantes à morte para “proteger plantações”

Dez elefantes foram mortos por autoridades da vida selvagem da Namíbia após o governo decretar que os animais representam uma ameaça para plantações. A denúncia foi feita pelo jornal The Independent e cita ainda que um porta-voz do Ministério do Meio Ambiente, Florestas e Turismo do país confirmou que os elefantes foram assassinados após pisotear plantações.

O órgão afirmou ainda que os animais mortos tiveram seus corpos fatiados e a carne foi distribuída entre agricultores “prejudicados” pela manada. O país proibiu a morte de elefantes em 1995, mas reintroduziu a permissão em 2008, depois que as populações de elefantes aumentaram de 8 mil para quase 20 mil em pouco mais de uma década, o que deveria ser considerado uma excelente notícia.

Em diversos países da África o choque entre elefantes e seres humanos sempre termina com a morte dos animais. A visão antropocêntrica com qual o governo media a situação mostra completo desrespeito à vida e ignora que os locais utilizados como áreas de plantios são na verdade habitat das espécies selvagens. Esses animais são expulsos de seus lares e condenados à morte.

Após a repercussão negativa, o governo tentou argumentar que a práticas de extermínio só são utilizadas como última alternativa, mas não esclarece que medida foram tentadas antes para evitar o assassinato dos elefantes. Além de sobreviver à perda de seus habitats e a caçadores, a espécie também precisa sobreviver à insensibilidade e jogos políticos de líderes governamentais.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Bebês focas são golpeados até a morte enquanto lutam em desespero para sobreviver

Bebês focas foram golpeados até a morte enquanto tentavam fugir desesperadamente para o oceano. É o que mostram imagens brutais divulgadas por ativistas pelos direitos animais

Filmagens divulgadas por ativistas registram o momento em que focas são cercadas e agredidas por caçadores que matam seus filhotes por causa de suas peles. Algumas também são atingidas com ganchos gigantes e têm o sangue drenado.

Focas são golpeadas até a morte

Os filhotes desesperados – alguns ainda muito dependentes das mães e em fase de amamentação – tentam escapar para o oceano, mas não conseguem ser rápidos o suficiente. É o que revelou a reportagem do Mirror.

As cenas foram capturadas na Namíbia, na África, onde as colônias de focas são muitas vezes caçadas em nome do lucro, de acordo com a PETA. A organização afirma que mais de oito mil focas de pelo do Cabo são massacradas na Namíbia todos os anos.

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“A maioria das vítimas é apenas bebê – ainda mamando em suas mães e desamparada para se defender sozinha ou fugir da morte bárbara. As colônias de focas são cercadas nas praias da Namíbia e contidas em grupos enquanto alguns filhotes são liberados de cada vez e violentamente atingidos quando tentam fugir para o oceano”, ressaltam os ativistas.

“Os caçadores usam tacos e ‘hakapiks’ (bastões longos com um gancho de metal na extremidade) para bater nos animais antes de esfaqueá-los ou cortá-los para drenar o sangue. Esse tormento é tão violento e aterrorizante que os filhotes de focas muitas vezes vomitam o leite de suas mães na areia”, acrescentam.

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A Namíbia é o único país do Hemisfério Sul aonde o massacre de focas é permitido. A África do Sul proibiu a horrível prática há quase 30 anos e a PETA quer que a Namíbia faça o mesmo.

O grupo afirma que “a força motriz por trás de toda essa carnificina é a ganância, já que um punhado de pessoas se beneficia massivamente com a exportação das peles das focas. Milhares de focas machos adultas também são mortas todos os anos para que suas genitais sejam comercializadas como afrodisíacos em partes da Ásia”.

A PETA incentiva as pessoas a se posicionarem contra esse horror enviando um e-mail ao Alto Comissário da Namíbia para o Reino Unido condenando a prática.

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