MORTE NA ARENA

Esta imagem é terrível.

Nos olhos do Touro a morte espreita exactamente do mesmo modo que nos olhos do torturador de Touros.

https://i0.wp.com/c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb507f199/20274744_BSoD4.pngRepare-se bem: a expressão é a mesma. Animal Touro e animal homem morreram na arena, com uma diferença: O Touro, com honra, porque foi barbaramente torturado, até à morte; o tauricida, desonrado, porque morreu aos cornos do Touro, que cobardemente torturou.

Obviamente não aplaudo a morte do Touro.  Também não aplaudo a morte do carrasco. Mas não serei hipócrita ao ponto de dizer que e a morte do torturador de Touros abala os meus sentimentos.

Não abala. Não sinto nada.

É terrível quando a morte de uma criatura que se assemelha a um ser humano, mas não se comporta como humano, não nos diz nada.

Pelo contrário, a expressão dolorida do Touro esmaga-me.

Esta imagem mostra-nos dois seres que já foram vivos e agora estão mortos e jazem no chão, desfeitos pela mesma morte, que os atacou de modo diferente.

Existe uma diferença brutal no modo como ambos foram mortos.

O Touro, indefeso, que não foi para a arena por sua livre e espontânea vontade, depois de barbaramente torturado, antes e durante a lide, foi morto propositadamente para gáudio de sádicos tauricidas.

O torturador de Touros, que foi para a arena por sua livre e espontânea vontade de torturar e matar um Touro, foi morto porque o Touro, muito legitimamente, reuniu as derradeiras forças para se defender do seu carrasco.

O Touro morreu com Honra. O torturador morreu sem ela.

E é isto que os sádicos aplaudem e que governantes, com cérebros microscópicos, apoiam.

Fonte: Arco de Almedina

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Watch what really happens after the Running of the Bulls

Este vídeo fala por si.

“It’s cruelty, plain and simple.”

***

O animal-humano é sem duvida o pior animal que existe.
Só o animal-humano se diverte as custas da dor, do sofrimento, da tortura, da crueldade, da morte, de outros animais!

Mário Amorim

A VERDADEIRA ESSÊNCIA DA TAUROMAQUIA

Apenas os sádicos aplaudem o sofrimento ao vivo de um ser vivo, de um animal como eles…

Como eles?

Não, não como eles….

O Touro, este Touro que vemos em agonia, neste vídeo, para divertimento de monstros, é muito mais DIGNO, muito mais RACIONAL, muito mais HUMANO do que todos os tauricidas juntos.

E é a isto que chamam “arte” e “cultura”…

Nem no mais atrasado planeta do Universo, isto será arte ou cultura…

Nem o mais primitivo homem das cavernas era tão cruel e irracional quanto estes trogloditas do terceiro milénio depois de Cristo.

Fonte: Arco de Almedina

Tourada, Cultura???

A Tortura não é Cultura

Só quem não tem absolutamente nada no coração tem a lata de afirmar que a tourada é cultura.
Nenhum espectáculo que tem como finalidade infligir dor, sofrimento e morte de um ser sensível é cultura.

A cultura é tudo aquilo que nos enobrece como povo, é tudo aquilo que nos enriquece como povo.

A cultura transmite valores, como a empatia, a bondade, e a compaixão.

A cultura, não é dor, não é sofrimento, não é tortura, não é morte.
A cultura é alegria, é felicidade. A cultura é vida.

A Tourada, não tem nada a ver com cultura.
A Tourada, é um espectáculo que vive da dor, do sofrimento, da tortura, da morte, de um ser sensível.

Façamos todos ouvir a nossa voz, porque a nossa voz, é também a voz do touro e do cavalo, dizendo alto e em bom som, que a Tortura não é Cultura!

Façamos todos ouvir a nossa voz, também, respondendo a esta sondagem

Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II

Mário Amorim

Independentemente do que me digam, ou que leia, não entendo

Artigo

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Independentemente do que me digam, ou que leia, não entendo, como há pessoas, em pleno século 21, que vão a uma praça de touros, para assistir à dor, ao sofrimento, á tortura e à morte, de seres sensíveis.

Não entendo, como é que há pessoas capazes de sentir satisfação com a dor, com o sofrimento, e com a morte de seres sensíveis, nesse espetáculo bárbaro, chamado tauromaquia, em pleno século 21.

Há muitos, muitos, muitos séculos a traz, os romanos deliravam nos circos, com o sofrimento e com a morte de animais não-humanos e de animais-humanos.

Mas passados tantos, e tantos séculos, em pleno século 21, o prazer sádico dos romanos está presente, nas mentes daqueles que se dirigem a uma praça de touros, para ver um espectáculo tauromáquico.

Só seres humanos, que são completamente vazios de sentimentos, como a empatia, como a bondade, e como a compaixão, deliram com a dor, com o sofrimento, com a tortura e com a morte de seres sensíveis.

Estes vazios e tristes seres humanos, não são capazes de perceber, que o touro e o cavalo, têm o mesmo direito que eles, a serem felizes.

Estes vazios e tristes seres humanos, na sua maldade mental, não são capazes de perceber que o espetáculo tauromáquico nada tem de positivo, nada tem de festa, como eles o apelidam. Não capazes de perceber, que o espetáculo tauromáquico, apenas tem dor, sofrimento, tortura, sangue e morte. E a dor, o sofrimento, a tortura, o sangue, e a morte, não são festa. A dor, o sofrimento, a tortura, o sangue e a morte, na tauromaquia, são, isso sim, o pior das mentes daqueles que com ela deliram.

Não entendo, como é que em pleno século 21, alguém pode gostar de presenciar tão vil prática.

Não entendo, como é que, em pleno século 21, há quem, ao invés de querer ver o touro e o cavalo, a correrem e a pastarem livres e felizes, no campo, na natureza, desde o seu nascimento à sua morte, preferem vê-los a serem vitimas de tortura, física e psicológica, numa praças de touros.

Basta de tauromaquia. Basta de tauromaquia, seja onde for!

Mário Amorim

NA MOITA MORRE-SE ESTUPIDAMENTE, MAS A “FESTA” PARVA CONTINUA…

Foi sempre assim…

Rezam as crónicas que, neste ano de 2015, morreu um indivíduo de cerca de 70 anos e 17 ficaram feridos, nas largadas de Touros na Moita em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem

Mais uma Nossa Senhora a ser celebrada com sangue…

Clarisse Santos, da Comissão de Festas, lamentou a grave colhida que resultou numa morte, mas explicou (como se a morte estúpida de alguém pudesse ser explicada) e defendeu (como se a estupidez pudesse ser defendida) que as largadas de Touros são uma “tradição” para manter nas festas da Moita, até porque o resto das largadas, ainda que com 17 FERIDOS decorreu dentro da normalidade.

Ou seja, no ano passado também morreram dois indivíduos durante as largadas das Festas da Moita depois de terem sido colhidos por Touros e foi tão normal, tão normal que este ano repetiu-se a façanha.

Repare-se na NORMALIDADE da cena. O que aconteceu ali? Nada. Morreu alguém? O que importa? A “festa” deve continuar. Não é assim, senhora Clarisse? É tradição MORRER-SE na Moita, por tão pouco…

A organizadora desta “festa” parva defende-se dizendo que para além do espaço das largadas estar vedado e o perigo assinalado (estará?) conta com bombeiros em vários pontos da avenida, para assistir os feridos em caso de necessidade, e com uma equipa médica em permanência durante as largadas, como se as largadas fossem um estado de catástrofe iminente, provocado pela previsão de um terramoto.

E quem paga tudo isto?

Obviamente todos nós, com os nossos impostos.

E tudo para que um punhado de sadomasoquistas se divirta…

Pois, senhora Clarisse, não há que lamentar coisa nenhuma, quanto ao que se passou na Moita com os que se deleitam a atormentar Touros, e levam a pior, porque os Touros têm toda a legitimidade de se defenderem, e matar ou estropiar os seus carrascos.

Qualquer um de nós o faria também se estivesse no lugar do Touro.

Temos de lamentar é o facto de o governo português permitir que esta selvajaria AINDA aconteça no Século XXI da era Cristã.

Será que ninguém ainda se apercebeu de que já não estamos mais no tempo das trevas?

Pobres mentes que vivem nas mais profunda ESCURIDÃO!


O que acabámos de ouvir é a estupidez no seu estado mais puro, com o supremo aval do governo português. Isto só na Moita. Isto só em Portugal! Isto só num país onde não se tem a noção do ridículo.

 

Não aprenderam nada, com as mortes já “morridas”. Morra quem morrer.

Mas a culpa é das autoridades locais e nacionais, que permitem estes verdadeiros suicídios, porque só está ali quem quer e bem PROTEGIDO por uma lei idiota.

Para o ano haverá mais desta “festa” parva. Morra quem morrer. Não é assim, senhora Clarisse?

O que importa uma vida, duas vidas ou todas as vidas?

Que estes vídeos corram mundo, e permitam que a morte deste indivíduo (que já a desafiou várias vezes, e Nossa Senhora da Boa Viagem, este ano, decidiu fazer-lhe a vontade) não tenha sido em vão.

Deixem que se mostre ao mundo o que o governo português permite acontecer na Moita.

E que esta possa ser a ÚLTIMA MORTE.

Só assim, este indivíduo que morreu tão estupidamente, graças a um costume bárbaro entranhado na pele dos que nasceram na Moita, poderá descansar em PAZ, lá… onde agora estiver…

A largada de touros, bem como todas as modalidades da selvajaria tauromáquica são a tradição dos broncos, a cultura dos ignorantes, a arte dos imbecis e a identidade cultural dos incultos, que os retrógrados governantes portugueses irracionalmente legitimam…

Fonte: Arco de Almedina

Corridas de toros, ¿Arte o maltrato animal? MALTRATO

“¡NO AL MALTRATO ANIMAL!
Pasa este video a toda la gente que puedas para que la gente se de cuenta de lo que pasa en las plazas de toros y que esto hay que pararlo ¡YA!”