(ツ) MORREU A “FESTA” EM PORTALEGRE?

E em Portalegre não se passa só isto… Há mais… mas eles não dizem… A tauromaquia por aqueles lados está a ser ESMAGADA!

Este é apenas o princípio do triste fim que terá a festa parva…

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A crónica diz: «Não há corrida de touros em Portalegre».

Aquela que se realizava sempre por ocasião da Feira das Cebolas, que deveria decorrer no próximo fim-de-semana e não vai acontecer…

Não, não fica a aguardar melhores dias, porque os dias das touradas estão contados.

E também não, não é triste a sina da arena de Portalegre que se estiver activa só diz do atraso civilizacional da localidade.

Assim, sem a função de torturar touros, quem sabe, se Port5alegre não se eleva a uma cidade ao nível europeu?

Não seria mais civilizado?

O escândalo maior é torturar seres vivos indefesos para divertir sádicos.

E não é preciso muitos estudos para se saber que um sádico é aquele que sente prazer com o sofrimento de um animal, quer seja humano ou não humano.

Os empresários da tortura hoje são apupados pela Cultura Crítica dos que evoluíram. Não se sentirão diminuídos?

E a normalidade não é torturar bovinos. A normalidade é assistir aos festivais de música que agregam milhares de jovens, e as touradas nem as moscas as vão ver… Apenas uns poucos que já nasceram velhos e assim continuarão até á morte, porque se recusam a evoluir.

Pois… quando se afirma que a “festa” a que os pró-touradas chamam “brava”, mas que na realidade não passa de uma festa parva vai morrer é verdade… é a mais pura verdade, por culpa daqueles que andam no seu seio, também é verdade, porque tal actividade é tão ridícula, tão ridícula, com aquelas bailarinas de meias cor-de-rosa a pavonearem-se e a exibirem os “frutos da horta” (por ser a única maneira de chamarem a atenção para a virilidade que lhes falta), E em verdade, em verdade é um triste espectáculo que já não tem cabimento nos tempos modernos.

Pois é!

Sem a tortura de touros, na Feira das Cebolas, a arena de tortura de Portalegre eloeva-se, e na realidade é o que é: “mal-amada”, ou o “patinho feio” da festa parva que ali se realizava, e está em extinção.

Que um raio parta o recinto e o reduza a escombros. Não faz falta nenhuma a Portalegre, pelo contrário, sem aquele mamarracho do tempo das trevas, a cidade ficaria mais limpa e arejada.

A velhinha “José Elias Martins” (pobre coitado que tem o nome ligado a tal calamidade) merece, sim, este tipo de desconsideração, este tipo de desprezo, porque o único sentimento que a tauromaquia inspira em todo o mundo civilizado é esse mesmo: o desprezo, e uma imensurável repulsa, pelo tipo de actos cruéis e sanguinários que lá se praticam.

Na opinião do articulista, «trata-se de um escândalo que deveria envergonhar quem anda na “festa”», mas não. Não deviam envergonhar-se. Deviam agradecer às forças cósmicas que estão a laborar para que esta nódoa que mancha Portugal vá para o diabo que a carregue.

Onde é que isto já se viu?

Está a ver-se em Portalegre, onde estão a acontecer coisas bastante importantes no sentido da abolição da selvajaria tauromáquica.

A arena de tortura de uma capital de distrito encerrada na sua data mais importante?

Esta é a melhor notícia para o povo da terra, que deste modo, pode sair das trevas e ver a luz.

Pois até podem lá viver as maiores figuras do toureio e ganadeiros, que isso só desprestigia Portalegre.

Se lá vivessem pessoas como Gandhi, como Leonardo DiCaprio. como Sting, enfim… HOMENS que lutam por ideais nobres, Portalegre não estaria no mapa das cidadezinhas foleiras.

«Onde é que já se viu uma praça deste género encerrada, quando a sua região conta com uma forte percentagem de grupos de forcados, para não falar dos forcados que são naturais daquela região, mas que vestem a jaqueta de outros grupos para lá das fronteiras do distrito de Portalegre?», questiona o cronista.

Pois é! Onde é que já se viu? Não se viu em lado nenhuma a não ser ali. E todos esses indivíduos só desprestigiam Portalegre. Deviam emigrar, de preferência para uma ilha deserta, para que Portalegre possa respirar civilização.

E o cronista insiste: já imaginaram as “festas” do barrete verde de Alcochete sem selvajaria tauromáquica?

Sim, claro, todas as pessoas evoluídas imaginam uma festa de barretes verdes sem tortura de animais indefesos. Isso é bastante fácil de imaginar. É da civilização.

Portalegre não está a viver nenhum pesadelo.

Portalegre está a evoluir. E que assim continue, para que possa granjear uma Estrela de Ouro.

Portalegre merecia mais respeito, merecia mais consideração?

Pois claro que merecia.

A selvajaria tauromáquica retira-lhe todo o respeito e consideração.

Pode ser que com o fim dessa actividade primitiva e obscura a cidade possa merecer respeito.

E o cronista, muito indignado, questiona: «A praça de Portalegre, a arena dos grandes êxitos dos Mouras, dos Caetanos e dos Bastinhas… encerrada

E os Mouras, os Caetanos e os Bastinhas lá dão prestígio a alguma coisa? Vivem à custa dos impostos dos portugueses, torturam seres vivos para os sádicos se divertirem, e isso é lá coisa de gente civilizada?

Triste fado… triste fim…?

Sim, senhor Hugo Teixeira.

É o que merece a actividade que lucra com a tortura de seres vivospara divertir sádicos: um triste e rotundo fim.

Fonte:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2015/09/hugo-teixeira-morreu-festa-em-portalegre.html

(Congratulo-me com o Farpas Blog por não ter aderido ao aborto ortográfico 1990)

 Fonte: Arco de Almedina

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Fiquei muito feliz com esta notícia.

Esta barbara actividade, que só ainda sobrevive em Portugal; ás custas de 16 Milhões de Euros de subsídios por ano, do Estado e da União Europeia, está a morrer. Está cada vez mais perto da morte. E este é mais um indicio da breve morte da selvajaria tauromáquica em Portugal!

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