AINDA MONSARAZ E A PSICOPATIA DE UM POVO ENCRUADO QUE SE RECUSA A EVOLUIR

Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é insultar as feras» (Fiodor Dostoievski), porque não há maior fera à face da Terra, do que a fera humana.

As crianças assinaladas na foto estarão protegidas pelo Estado português?

O RISO dos adultos, que seguram a criança que vemos a olhar impavidamente para o Touro estraçalhado e ensanguentado no chão, é o que mais me incomoda e assusta nesta foto. Porque o desventurado Touro, na posição em que está, já está LIVRE das criaturas demoníacas, ferozes, monstruosas, que o torturaram barbaramente e ILEGALMENTE , com o aval da IGAC e governo português, até à morte, diante de crianças, que o Estado português lança às feras humanas.

PSICOPATIA.png Descrição da foto: Morte em Monsaraz. O touro e os demónios.

Fonte da imagem e legenda.

Vamos lá BOICOTAR todos estes patrocinadores da BARBÁRIE em Monsaraz

MARCAS A BOICOTAR.jpg

Fonte: Arco de Almedina

ESTA BRUTALIDADE ACONTECEU ILEGALMENTE EM MONSARAZ NO ANO 2018 DA ERA CRISTÃ

Os vídeos são tão chocantes que não me é permitido incorporá-los no Blogue, mas quem quiser ver a brutalidade, a crueldade, a descomunal violência e falta de sentimentos HUMANOS dos trogloditas de Monsaraz, abra os links e excomunguem à vontade os deputados da Nação que permitem tal barbárie, em Portugal, país Europeu, em pleno século XXI da era cristã.

Touros de morte em Monsaraz – imagens inéditas (1)

[AVISO: IMAGENS CHOCANTES] – Parte 1

https://www.facebook.com/Basta.pt/videos/2287535081474378

Touros de morte em Monsaraz – imagens inéditas (2)

[AVISO: IMAGENS CHOCANTES] – Parte 2

https://www.facebook.com/Basta.pt/videos/vb.143034799060668/840107972780211/?type=2&theater

A Plataforma Basta teve acesso a imagens inéditas da sequência da morte de um Touro em Monsaraz, episódio macabro, terrífico, que diz da crueldade a que pode chegar um ser que se tem por humano, o qual teve o aval do governo português e o licenciamento da IGACInspecção-Geral das Actividades “Culturais”.

Estas imagens, de extrema crueldade e brutalidade, mostram um Touro completamente indefeso, amarrado pela cabeça, golpeado de forma bárbara por indivíduos sem o mais ínfimo sentimento humano, os quais, para se divertirem, mataram a sangue frio, barbaramente, violentamente vampiricamente, brutalmente, monstruosamente, cobardemente o infeliz Touro, com sucessivas facadas, como se estivessem a abrir um saco de areia, na arena de tortura do Castelo de Monsaraz, no passado dia 8 de Setembro de 2018, da era cristã. Na era pagã nenhuma criatura se divertiu a esfaquear brutalmente, até á morte, um animal indefeso.

As imagens são monstruosas, e mostram o que Estado português considera parte integrante da cultura e arte portuguesas, tendo sido esta barbárie devidamente licenciada pela autoridades nacionais.

A morte do Touro em Monsaraz é um dos pontos mais altos das Festas de Nosso Senhor Jesus dos Passos, promovidas pela Santa Casa de Misericórdia local (o que seria se não fosse “santa” e de “misericórdia”) e que tem como patrocinadores oficiais os vinhos CARMIM e o Sharish GIN (duas marcas a boicotar).

A violência e a desumanidade destas imagens devenm ser divulgadas, devem correr mundo para que se saiba que os governantes portugueses apoiam estes actos cruéis, bárbaros, brutais e desumanos.

Os Touros e os Cavalos usados nas touradas em Portugal são sujeitos a um tratamento bárbaro e indigno de um país (que se diz) civilizado, não só em Monsaraz, mas em várias arenas de tortura do país, nomeadamente, e aqui legalmente, graças ao ex-presidente Jorge Sampaio, na muito primitiva vila de Barrancos.

Imagens como estas, brutais e desumanas, também existem em arenas privadas, em actos que nenhum animal dito selvagem perpetra em relação aos animais que caçam, para sobreviverem.

Estas imagens correrão mundo, e o mundo saberá que em Portugal governa um governo troglodita!

(Texto baseado no texto original da Plataforma Basta)

Isabel A. Ferreira

IMAGENS VERGONHOSAS DE MONSARAZ QUE CORREM MUNDO PELA MÃO DO GRUPO «BULL DEFENDERS UNITED»

Monsaraz – Évora District, Portugal

From tonight to September 10th, the “Celebrations of Our Lord Jesus of the Steps” will take place, and throughout the days of this “Feast”, bulls will be tortured in a variety of ways, including a “Encerro” to introduce children to the “bullfighting world”, with the apex being the “death of a bull inside a blanket” on the last day of celebrations.

Jesus will be really proud, what a shame Portugal!

WHAT A SHAME!

Isto não sou eu que digo. São os Defensores do Touro Unidos (Bull Defenders United).

ESTUPIDEZ.jpg
Repare-se na boçalidade desta imagem. Mas se abrirem o link abaixo referido, encontram mais imagens degradantes, de uma localidade que não merece o povo bruto que nela habita. Se a estupidez matasse, esta “gente” estaria toda morta.
(Tradução)

Monsaraz – Distrito de Évora, Portugal

A partir de hoje (6 de Setembro) até o dia 10 de Setembro, as realizar-se-ão as celebrações de Nosso Senhor Jesus dos Passos, e ao longo dos dias desta “festa”, os touros serão torturados de várias maneiras, incluindo um “encerro” para introduzir as crianças no “mundo das touradas”, culminando com a “morte de um touro debaixo de um cobertor”, no último dia das celebrações.

Jesus realmente ficará muito orgulhoso, que vergonha Portugal!

QUE VERGONHA!

Fonte:

Fonte: Arco de Almeina

CARNIFICINA EM MONSARAZ

Monsaraz: vista geral com a praça de touros no castelo e uma imagem da praça. Em nome do Nosso Senhor Jesus dos Passos, com BÊNÇÃO da Igreja Católica, começou hoje a tortura de animais…vão ser quatro dias de carnificina, em honra a Deus!!!

Perto do local da crueldade, a igreja…

Isto é PORTUGAL!

Publicado por Fernanda Almeida no Facebook

MONZARAZ1.jpg

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E é deste modo medievalesco, obscuro, grosseiro que se diverte um povo alienado, com um atraso de mentalidade e civilizacional considerável. O Touro será morto ilegalmente, para que os sádicos e psicopatas se babem como vampiros.

E isto, por mais incrível que pareça, é PORTUGAL!

Fonte: Arco de Almedina

MONSARAZ – A INACEITÁVEL, INACREDITÁVEL E CONDENÁVEL RESPOSTA DA PRESIDENTE DA CNPDPCJ

Faço minhas as suas palavras sobre a resposta desta senhora, Isabel.
Também a recebi.
Mas achei-a de tal forma inacreditável que fiquei sem saber o que dizer!

Mário Amorim


Demita-se senhora directora.

Não tem competência para exercer um cargo cuja função é o DEVER de proteger as crianças.

Isto é coisa de um país terceiro-mundista, na sua essência. Um país que tem uma ou outra coisa de primeiro-mundo, mas a essência, aquela que é extravasada desde são Bento e Belém, é viscosa e repugnante.

Portugal não merece isto. E muitos menos as desprotegidas crianças de Monsaraz.

MONSARAZ.jpg
Este Touro foi morto ILEGALMENTE em Monsaraz, à frente de crianças.

Origem da imagem:

http://www.theportugalnews.com/news/bull-killed-illegally-in-monsaraz/6517

Rosário Farmhouse, presidente da INÚTIL Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e ProteCção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) respondeu, de um modo inacreditável, inaceitável e condenável, à solicitação que lhe foi feita, inclusa neste link:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-abominavel-festa-em-honra-do-senhor-826195

 

Nota prévia:

A resposta veio grafada à brasileira, e como estamos em Portugal, e como esta grafia é ilegal no nosso País, e eu não pactuo com ilegalidades e inconstitucionalidades, marco-lhe os erros ortográficos a vermelho, como é da praxe escolar marcar. O que está em itálico, é da autoria da senhora Farmhouse. O que está a negrito é o que me apraz comentar acerca desta inconcebível resposta.

***

«Agradecemos o seu email sobre a denúncia da realização de atividades tauromáquicas, com menores, no âmbito das festas de Nosso Senhor Jesus dos Passos, em Monsaraz. Nesta sequência solicitou a esta Comissão Nacional que procedesse às diligências necessárias que levem ao cancelamento do espetáculo referido.

Contactada a organização das festas supra mencionadas e o Exmo. Senhor Vereador da Cultura, da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, Dr. Jorge Nunes, somos a informar o seguinte:

Em Monsaraz não há vereador da CULTURA. Poderá haver um vereador da “COLTURA”, que caracteriza um povo que não evoluiu.

– Em face das questões colocadas, não temos dúvidas sobre a pertinência das mesmas e merecem, sempre, desta Comissão, a maior importância;

– Os encerros têm semelhanças com as largadas de touros, novilhadas e touradas à vara larga praticadas em Portugal;

Tudo práticas medievalescas, grosseiras, violentas, e desadequadas aos tempos modernos.

– Neste caso em concreto, não há o envolvimento de animais. É utilizada uma tourinha, que simula o touro ou novilho, conforme imagem infra apresentada e, também, conforme o cartaz mostra.

Não haver o envolvimento de um animal vivo, não muda o facto de se estar a incentivar as crianças a actos violentos, que não conduzem a uma educação para a harmonia entre os seres, e que tornarão essas crianças violentas e deformadas mentalmente, tal como o são os adultos que as incentivam à barbárie.

– Quanto à intervenção das crianças, o espetáculo pretende demonstrar o que os adultos fazem para que estas tenham a oportunidade de conhecer de perto o mundo da arte tauromáquica em que a simulação é a estratégia de motivação.

Quanto o que pretende este deplorável “espeCtáculo” é dar um péssimo exemplo da brutalidade, da boçalidade, da crueldade que os adultos deformados mentalmente exercem sobre um ser vivo, o que não vai, de todo, contribuir para o desenvolvimento normal e saudável das crianças. E chamar “arte” à selvajaria tauromáquica é distorcer o verdadeiro conceito de ARTE, que só a ignorância confunde. E a motivação é a mais cruel que se possa imaginar.

No caso em apreço não vemos que o superior interesse da criança esteja em risco.

Esta frase resume a total incompetência da senhora Farmhouse: se não consegue discernir o que é o superior interesse da criança então não está no cargo certo. DEMITA-SE, se faz favor, porque o superior interesse das crianças não passa apenas pela violência física, mas também pela violência psicológica, que é o caso.

Acreditamos que a comunidade de Monsaraz, representada pela organização das festas, pelo poder local e por cada um dos cidadãos, congregará esforços, recursos, perspetivas sociocomunitárias em prol das suas crianças e jovens.

Aqui a única perpeCtiva é atirar as crianças para uma selvajaria, que as transformará em adultos embrutecidos.

Assim, agradecemos as vossas preocupações que também são as nossas e tudo fazemos para o cabal cumprimento da Lei e estamos conscientes do seu articulado: A Comissão Nacional, nos termos do seu artº 13º, tem por missão contribuir para a planificação da intervenção do Estado e para a coordenação, acompanhamento e avaliação da ação dos organismos públicos e da comunidade na promoção dos direitos e proteção das crianças e jovens.

Pois não tem nada que agradecer as nossas preocupações, que não são as preocupações do Estado português, que se está nas tintas para os direitos e proteCção dessas crianças. Temos de ir mais longe, se quisermos proteger as crianças que tiveram a desventura de nascer num antro tauromáquico, onde predomina a psicopatia e o sadismo.

A senhora Farmhouse LEU BEM o que escrevemos? Se leu, devemos concluir então que a senhora não está ao serviço das crianças, mas do lobby tauromáquico que, estrategicamente, coloca aficionados no lugares-chave da governação.

Apresentamos os nossos melhores cumprimentos e estamos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional.

 

Cumprimentos,

Rosário Farmhouse

Presidente

Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens»

 

E andamos nós a pagar (à força) o salário a alguém que devia estar ao serviço dos Portugueses, e que seria imediatamente despedida, caso vivêssemos em DEMO KRACIA

A minha indignação é infinita.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A ABOMINÁVEL “FESTA” EM HONRA DO SENHOR JESUS DOS PASSOS EM MONSARAZ – AO CUIDADO DAS AUTORIDADES PORTUGUESAS

Inacreditável! Inaceitável! Absolutamente abominável!

Como se não bastasse a morte de um touro debaixo de um cobertor, em Monsaraz, mesmo com queixas umas atrás das outras (e, este ano, com a vergonhosa autorização expressa da IGAC), vem a “cereja no topo do bolo“: como poderão ver no cartaz abaixo e também no FB da Comissão das Festas locais, Monsaraz encoraja as crianças a uma actividade violenta.
E tudo em honra do Senhor Jesus dos Passos

MONSARAZ.png

A Associação ANIMAL já enviou a devida queixa para a COMISSÃO NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS E PROTECÇÃO DAS CRIANÇAS E JOVENS, e pedem-nos que façamos o mesmo.

Poderão enviar a mensagem abaixo sugerida, ou, caso prefiram, a vossa própria mensagem (que vos pedimos que seja sempre respeitosa, por favor):

Para: cnpdpcj.presidencia@cnpdpcj.pt

CC: presidente@cm-reguengos-monsaraz.pt; info@animal.org.pt

Exma. Senhora Dra. Rosário Farmhouse,

Digníssima Presidente da CNPDPCJ,

(Com conhecimento ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, Dr. José Calixto)

Tomei conhecimento de que estão a ser promovidas e encorajadas actividades tauromáquicas com menores, no âmbito das Festas de Nosso Senhor Jesus dos Passos, em Monsaraz.

Pois bem, Portugal ratificou, em 1990, a Convenção sobre os Direitos das Crianças da ONU, significando que se comprometeu a acatar as suas recomendações. Em Fevereiro de 2014, o Comité dos Direitos das Crianças da ONU enviou uma recomendação ao Estado Português para que afastasse as suas crianças da actividade tauromáquica. Cito parte da referida recomendação:

O comité está preocupado com o bem-estar físico e mental das crianças envolvidas em treino para touradas, bem como com o bem-estar mental e emocional das crianças enquanto espectadores que são expostos à violência das touradas”, refere um relatório divulgado nesta quarta-feira por aquele organismo das Nações Unidas. Por isso, é recomendado que Portugal tome medidas legislativas para proteger todas as crianças envolvidas em touradas, “tendo em vista uma eventual proibição. O comité também exorta o Estado a empreender medidas de sensibilização e consciencialização sobre a violência física e mental associada às touradas e o seu impacto nas crianças“.

Vejo como muito grave que Portugal, nomeadamente através do seu poder local, nada esteja a fazer para seguir a advertência daquele que é o bastião da defesa da dignidade e direitos das crianças. Na verdade, é meu entendimento que, não o fazendo, o próprio Estado Português está em incumprimento para com aquela Instituição.

Nos termos do n.º 1 do art.º 32.º Artigo 1 “Os Estados Partes reconhecem à criança o direito de ser protegida contra a exploração económica ou a sujeição a trabalhos perigosos ou capazes de comprometer a sua educação, prejudicar a sua saúde ou o seu desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social”. Ora, a realização de espectáculos tauromáquicos com menores de idade não respeita o direito dessas/es que neles intervêm de serem protegidas, se não contra a exploração económica, pelo menos contra a “sujeição de trabalhos perigosos ou capazes de comprometer a sua educação, prejudicar a sua saúde ou o seu desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social”, não só porque a criança em causa enfrenta animais com um porte e força superiores à sua, em cujo grau de perigosidade para a criança em causa é extremo -, mas também porque, segundo defendem diversos especialistas de psicologia clínica, psiquiatria e psicologia infantil, a exposição de crianças a touradas pode comprometer, justamente, o seu “desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social“.

Importa ainda, a este propósito, salientar que é consideravelmente consensual, entre psicólogos clínicos, psicólogos da educação, psicólogos infantis e pedopsiquiatras, que a exposição de crianças a touradas, não só ao vivo mas também quando são transmitidas na televisão, prejudica o seu desenvolvimento harmonioso, nomeadamente pela contradição que a exposição destas a espectáculos tauromáquicos encerra – uma vez que em tudo contrasta com as mensagens educacionais de que as crianças são especiais destinatárias, incluindo na sua formação escolar.

Ora, tendo as crianças uma capacidade de pensamento crítico, evidentemente ainda pouco desenvolvida, poderão percepcionar a violência exercida contra animais em touradas como sendo normal, banal, aceitável e até vista como uma acção heróica, tendo em conta o modo como essa mesma acção diverte e entusiasma os espectadores, o que, para indivíduos altamente impressionáveis como são as crianças, poderá levá-las a associar a inflicção de lesões e o sangramento de animais a algo de lúdico e heróico, tendo essa situação um perigoso potencial de perda de capacidade de empatia das crianças face ao sofrimento dos outros – de animais e de humanos.

Assim, um processo de aprendizagem no qual o exercício de violência contra animais – que, independentemente de estar inserido numa prática passível de ser reconhecida como cultural, envolve um agente que não tem ainda maturidade intelectual e moral para fazer uma análise crítica dos seus actos e daquilo que lhe é ensinado e permitido fazer – é ensinado a crianças, por acção ou omissão, como algo de aceitável, belo e até heróico. E tal é, claramente, susceptível de comprometer o “desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social” das crianças que se encontram nesta situação.

Uma vez que nos termos do artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada pelo Estado Português em 21 de Setembro de 1990, “criança é todo o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos termos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo”, venho pedir a V. Exas. se dignem tomar uma posição para impedir tal acto de violência para com as crianças.

Dois pesos e duas medidas

Enviarei este texto também para as autoridades políticas e eclesiásticas do meu desventurado país, no qual existem dois pesos e duas medidas no que respeita à protecção de crianças e jovens. Já vi retirarem crianças a pais desempregados, que não tinham meios para os alimentar. Esta era a única “violência” que lhes faziam. E em vez de dar meios a esses pais para alimentar as crianças, o governo português retira-as cruelmente do seio familiar.

No entanto, lançam à crueldade e à violência crianças que tiveram a infelicidade de serem filhos de aficionados de selvajaria tauromáquica, com progenitores que as incentivam a essa crueldade e violência, e não vejo as autoridades (in)competentes a mexerem uma palha para as retirar desse meio familiar doentio, perverso e depravado.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

É NISTO QUE DÁ MONSARAZ NÃO TER SAÍDO DA IDADE MÉDIA

Nem eu nem muitos amigos meus (portugueses e estrangeiros) colocaremos mais os pés nesta vila medieval, que faz jus ao nome, permitindo tamanha selvajaria.

ABAIXO DE LIXO ESTÁ MONSARAZ!

 Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=833093116715074&set=a.100295019994891.431.100000431797443&type=1&theater

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/e-nisto-que-da-monsaraz-nao-ter-saido-468128