CONTEÚDO ANDA Caça tem redução em 72% no Parque Nacional de Moçambique

Redução se deve ao fato de uma maior fiscalização. Entre as ações feitas pelo governo estão a apreensão das armas de fogo e a remoção de armadilhas

A caça no Parque Nacional da Gorongosa, no centro de Moçambique, reduziu em 72% no primeiro semestre de 2017. O Parque abriga mais 84 mil animais, entre eles 650 elefantes e 100 leões.

Rui Branco, chefe da Fiscalização, diz que a diminuição se deve ao envolvimento dos comitês de gestão de recursos naturais que apreendeu 35 armas de fogo que seriam usadas para os assassinatos de animais.

Branco também afirma que foram removidas 240 armadilhas para captura de animais de grande porte, montadas no Parque da Gorongosa, no primeiro semestre do ano.

A Lei da Conservação, recentemente aprovada, também contribuiu para a redução da caça. Esta lei prevê penas bastante pesadas para os caçadores.

A situação no Sul do país é bem diferente. No Parque Nacional do Limpopo, ligado ao Kruger Park, 30 elefantes foram assassinados neste ano, contra 22 em 2016.

Fonte: ANDA

 

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Moçambique: Caça furtiva matou este ano 295 rinocerontes no Parque do Limpopo

Caçadores furtivos mataram 295 rinocerontes este ano no Parque Transfronteiriço do Limpopo, partilhado entre Moçambique, África do Sul e Zimbabué, indicou hoje a Administração Nacional de Áreas de Conservação (ANAC) moçambicana.

Falando num seminário sobre a criação de uma unidade de combate ao crime contra a fauna, o director de Protecção e Fiscalização da ANAC, Carlos Pereira, afirmou que quatro dos rinocerontes mortos foram abatidos no lado moçambicano do parque.

Ao longo deste ano, 95 caçadores furtivos foram detidos no parque, sete dos quais moçambicanos, disse Carlos Pereira.

Fonte: 24.sapo.pt

PGR moçambicana anuncia mais detenções em caso de tráfico de cornos de rinocerontes

Mais de 70% da população de rinoceronte está concentrada na África do Sul e centenas de animais são abatidos todos os anos por caçadores furtivos, que atuam no Parque Kruger, junto a Moçambique.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Maputo anunciou a detenção de mais suspeitos de envolvimento no tráfico de cornos de rinoceronte e de marfim na maior operação relacionada com caça furtiva em Moçambique.

Após um primeiro anúncio da polícia de seis detidos, segundo a Procuradoria- Geral da República da província de Maputo, citada hoje na imprensa moçambicana, o número total de suspeitos presos no âmbito deste caso aumentou para onze.

Uma operação realizada em março por 20 polícias e uma equipa do Ministério da Agricultura num condomínio na Matola, nos arredores da capital, culminou na descoberta de 340 pontas de marfim, num total de 1.160 quilos, e 65 cornos de rinoceronte, correspondentes a 124 quilos. A 27 de maio, a Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou o desaparecimento de 12 dos 65 cornos de rinoceronte que tinham sido apreendidos na Matola.

“Trata-se de 12 cornos, com o peso de cerca de 50 quilos, que estavam à responsabilidade de três órgãos do Estado. Os cornos já não estavam na posse da polícia, estavam com um dos dois outros órgãos quando desapareceram”, disse Emídio Mabunda, porta-voz da PRM na província de Maputo.

De acordo com o porta-voz, seis pessoas foram detidas, indiciadas de envolvimento no caso, mas os cornos não foram recuperados. Posteriormente, o porta-voz da PRM ao nível nacional aumentou o número de detidos para sete e implicou quatro agentes policiais no caso.

A PGR não avança com as identidades dos suspeitos, mas indica que os cornos estavam na posse da direção provincial da Polícia de Investigação Criminal quando desapareceram.

Os cornos de rinoceronte, espécie ameaçada de extinção, têm elevada procura na Ásia, sobretudo no Vietname, por se acreditar nas suas propriedades medicinais, nomeadamente contra o cancro.

Mais de 70% da população de rinoceronte está concentrada na África do Sul e centenas de animais desta espécie são abatidos todos os anos por caçadores furtivos, que atuam no Parque Kruger, junto da fronteira com Moçambique, cujas autoridades têm sido incapazes de conter esta atividade ilegal.

 

Fonte: http://observador.pt/2015/06/08/pgr-mocambicana-anuncia-mais-detencoes-em-caso-de-trafico-de-cornos-de-rinocerontes/

Mozambique – Stop the Terrorist-Funding Elephant Massacre

Mozambique - Stop the Terrorist-Funding Elephant Massacre

In the last five years, nearly half the elephants in Mozambique have disappeared — killed by criminal gangs intent on selling the tusks of these sensitive and intelligent pachyderms in Asian markets.

Since 2010, the country’s elephant population dropped from more than 20,000 to roughly 10,300. But there is also a human cost to the poacher’s massacre of elephants, according to Elephant Action League Founder Andrea Crosta:

“Like diamonds, gold, coltan or timber; ivory is taking its own place as a conflict resource in sub-Saharan Africa.”

In fact, a 2012 study found that notorious terrorist group al-Shabab drew 40 percent of its salary funds from illegal ivory smuggling. More than 147 people at a Kenyan university were killed in an April 2015 Al-Shabaab attack.
This year, Mozambique has cracked down on illegal ivory trafficking, but with the lives of so many — elephants and people — on the line, a more robust response is desperately needed.

Please this urgent petition right now and urge Mozambique’s attorney general to step up efforts to find and stop the elephant-killing poachers who are fueling global terror.

Assinar aqui: http://www.thepetitionsite.com/takeaction/163/327/573/?z00m=24061451&redirectID=1697972997