Maus-tratos aos animais

Os maus-tratos de animais seguem como um problema presente em todos os lugares, independente de classe social. Lojas que abrigam animais em gaiolas minúsculas, sem qualquer condição de higiene, cães presos em correntes curtas o dia todo, proprietários que batem covardemente em seus animais, ou os alimenta de forma precária, levando o animal à inanição, cavalos usados na tração de carroças sem o mínimo de dignidade e respeito, são açoitados e em visível estado de subnutrição.

Abandono, envenenamento, agressões físicas ou mutilações são alguns exemplos bem corriqueiros de maus tratos contra animais. Além disso, manter um animal trancado em local pequeno, permanentemente preso em correntes, e em lugar sem higiene; utilizar animais em rinhas e shows que possam lhes causar pânico, dor ou estresse; e não levar o animal machucado ou doente ao veterinário são ações que se enquadram também em maus-tratos.

Infelizmente, ainda há vários setores da população um sentimento de que os animais são coisas e podem ser objeto de qualquer violência, não levando a punição os praticantes de tais atos.

Além do atraso social no julgamento dos aspectos morais e jurídicos de tais condutas, existe um grande aliado que é o interesse econômico de que tais práticas perdurem, como por exemplo; tráfico de animais que movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, se aproveitando da miséria dos mais pobres, apostas, apoio de funcionários públicos, agravando cada vez mais a situação.

Está comprovado cientificamente  que, crianças que maltratam animais, sem o mínimo piedade e remorso podem desenvolver futuramente comportamento antissocial e agressivo, ou seja, a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar, também é outro problema: torturar animais na frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma. Uma criança mal orientada, poderá tornar-se uma adulto problemático.

Deve-se estar atento para importância da crueldade contra animais como um indicador potencial de desenvolvimento da psicopatia. Pois a conquista de uma sociedade humana mais pacífica e harmoniosa também depende de uma ética mais positiva entre crianças e animais.

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como (Lei dos Crimes Ambientais) diz que, quem pratica ato de abuso, maus tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados pode pegar pena de detenção, de três meses a um ano e multa.

Qualquer pessoa pode e deve denunciar maus-tratos, não precisa esperar por ninguém. Os animais não podem pedir socorro, seja a voz deles!

Por Mônica Vignardi

Fonte: jornaloeste.com.br

Anúncios

Serial Killer: Algumas considerações

A tauromaquia em Portugal

Excelente artigo.

Nota: os destaques em sublinhado, do último paragrafo são da minha responsabilidade!

***

A psicopatia é um transtorno de personalidade

A psicopatia é um transtorno de personalidade

Introdução
A psicopatia é um transtorno de personalidade que comprovantes vários aspectos da personalidade desencadeando comportamentos e emoções que se enquadram, em grande parte, no transtorno de personalidade antissocial caracterizado pela falta verdadeira de envolvimento emocional, culpa ou afeto pelo próximo. Egocêntricos e manipuladores somado o desenvolvimento sócio histórico podem desencadear uma serie de eventos que aterroriza até o ser humano mais descrente. Assim o estudo da psicopatia tornar-se interessantíssimo em relação ao âmbito da psicologia jurídica a relação de falta de culpa e a imputabilidade, ao mesmo tempo a importância de entender o processo de desenvolvimento do transtorno e como através do estudo multidisciplinar do direito e da psicologia evitar, ou melhor, amenizar os futuros acontecimentos trágicos.

É necessário primeiramente um estudo aprofundado dos conceitos, a origem e os tipos de psicopatia para que possam ser entendidos e melhor trabalhados. Sobre tudo é necessário aprofundar sobre os assassinos em série e sua formas de cometer crimes e a partir desse estudo prevenir pela ação jurídica que estes réus saiam impunes, mas que ainda sim garanta um regime que atenda a necessidade do tratamento destes transtornos.

A classificação de transtornos mentais e de comportamento, em sua décima revisão (CID-10), descreve o transtorno específico de personalidade como uma perturbação grave da constituição caracterológica e das tendências comportamentais do indivíduo. Tal perturbação não deve ser diretamente imputável a uma doença, lesão ou outra afecção cerebral ou a outro transtorno psiquiátrico e usualmente envolve várias áreas da personalidade, sendo quase sempre associada à ruptura pessoal e social. (Elias Abdalla-Filho et al 2006).

Os transtornos de personalidade não podem ser considerados como doença e sim como um mau desenvolvimento psíquico do indivíduo, as áreas mal desenvolvidas em geral costumam ser nas mesmas áreas, afetividade e excitabilidade.
Segundo Vicente Garrido Genoves, a psicopatia é composta por dimensões que dizem respeito a área emocional e ao estilo de vida antissocial. Na área emocional foi constatado que o psicopata não tem a capacidade de se vincular emocionalmente aos seus semelhantes, sendo egocentro, narcisista, mentiroso e com ausência de remorso, mas por fazer parte dos transtornos de personalidade, a psicopatia só pode ser diagnosticada só após os dezoito anos.

É importante ressaltar que os transtornos de personalidade não são propriamente doenças, mas anormalidades do desenvolvimento psicológico que perturbam a integração psíquica de forma persistente e ocasionam no indivíduo padrões profundamente entranhados, inflexíveis e mal ajustados, tanto em relação a seus relacionamentos, quanto à percepção do ambiente e de si mesmos (KAPLAN; SADOCK; GREBB, 2003; LARANJEIRA, 2007)

Ninguém se torna psicopata de um dia pro outro, os primeiros sinais podem ser notadas na infância, alguns comportamentos que devem ser observadas são os maus tratos com os irmãos, outros coleguinhas ou animais, mas também mentiras, roubos e outros comportamentos desviantes também devem ser observados.

Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/58382/serial-killer-algumas-consideracoes

Maus-tratos aos animais

Montagem 1º

Montagem 1º

Crianças nas touradas 2º

Crianças nas touradas 1º

Crianças maltratadas

Encontrei um artigo muito bom, que não poderia deixar de postar aqui no meu blog.
Vou posta-lo aqui. Mas vou destacar, sublinhando a passagem sobre as crianças, e parte da passagem seguinte!

***

Os maus-tratos de animais seguem como um problema presente em todos os lugares, independente de classe social. Lojas que abrigam animais em gaiolas minúsculas, sem qualquer condição de higiene, cães presos em correntes curtas o dia todo, proprietários que batem covardemente em seus animais, ou os alimenta de forma precária, levando o animal à inanição, cavalos usados na tração de carroças sem o mínimo de dignidade e respeito, são açoitados e em visível estado de subnutrição.

Abandono, envenenamento, agressões físicas ou mutilações são alguns exemplos bem corriqueiros de maus tratos contra animais. Além disso, manter um animal trancado em local pequeno, permanentemente preso em correntes, e em lugar sem higiene; utilizar animais em rinhas e shows que possam lhes causar pânico, dor ou estresse; e não levar o animal machucado ou doente ao veterinário são ações que se enquadram também em maus-tratos.

Infelizmente, ainda há vários setores da população um sentimento de que os animais são coisas e podem ser objeto de qualquer violência, não levando a punição os praticantes de tais atos.

Além do atraso social no julgamento dos aspectos morais e jurídicos de tais condutas, existe um grande aliado que é o interesse econômico de que tais práticas perdurem, como por exemplo; tráfico de animais que movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, se aproveitando da miséria dos mais pobres, apostas, apoio de funcionários públicos, agravando cada vez mais a situação.

Está comprovado cientificamente que, crianças que maltratam animais, sem o mínimo piedade e remorso podem desenvolver futuramente comportamento antissocial e agressivo, ou seja, a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar, também é outro problema: torturar animais na frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma. Uma criança mal orientada, poderá tornar-se uma adulto problemático.

Deve-se estar atento para importância da crueldade contra animais como um indicador potencial de desenvolvimento da psicopatia. Pois a conquista de uma sociedade humana mais pacífica e harmoniosa também depende de uma ética mais positiva entre crianças e animais.

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como (Lei dos Crimes Ambientais) diz que, quem pratica ato de abuso, maus tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados pode pegar pena de detenção, de três meses a um ano e multa.

Qualquer pessoa pode e deve denunciar maus-tratos, não precisa esperar por ninguém. Os animais não podem pedir socorro, seja a voz deles!

Mônica Vignardipor Mônica Vignardi
Adestradora e Consultora Comportamental

 

 

 

Fonte: Jornaloeste.com.br

 

Si leemos un poco acerca de los asesinos seriales, veremos que la gran mayoría empieza su carrera torturando o matando animales…

Si leemos un poco acerca de los asesinos seriales, veremos que la gran mayoría empieza su carrera torturando o matando animales, acciones que ocurren en edades muy tempranas en algunos casos antes de los siete años de edad.

Niños que destazan pollitos, torturan gatos o matan perros con patadas y golpes. Esto se debe a la falta de empatía de estos criminales. No son capaces de tener emociones ni remordimientos. La muerte de otro ser vivo sea animal o humano les provoca placer y el dolor que sienten sus víctimas les es indiferente.

Según Randall Lockwood -psicólogo y vicepresidente de Humane Society of the USA- no todos los que han torturado animales se convertirán en asesinos seriales; pero casi todos los asesinos seriales han cometido actos de crueldad con animales. Al respecto él declara:

“La crueldad hacia los animales no es una válvula de escape inofensiva en un individuo sano… es una señal de alarma”.

En sus inicios, muchos asesinos seriales realizan sus fantasías de tortura y crueldad, con animales. En un estudio llevado a cabo por el FBI, entre 36 asesinosmúltiples convictos, el 46 % declaró haber torturado animales durante su adolescencia.

De acuerdo con los expertos, el abuso hacia los animales es síntoma de un grave disturbio mental. El Manual de Psiquiatría y Desórdenes Emocionales lista la crueldad contra los animales como un criterio de diagnóstico para los desórdenes de conducta.

La antropóloga Margaret Mead dice:

“Una de las cosas más peligrosas que le puede suceder a un niño es matar ó torturar a un animal y cargar con ello”.

El abuso generalmente está dirigido al más desvalido, el abuso animal y el abuso de los niños a menudo van de la mano. Los padres que niegan al animal la necesidad de un cuidado apropiado ó abusan de animales, también abusan ó descuidan a sus propios hijos. Los niños que abusan de los animales, tal vez repitan la lección aprendida en casa; y como sus padres, responden a la angustia y a la frustración, con violencia. Su violencia es dirigida al único ser de la familia mas vulnerable que ellos mismos: el animal. La violencia doméstica es la base más común para la crueldad infantil contra los animales.

Las comunidades deben reconocer:

EL ABUSO DE CUALQUIER SER VIVIENTE ES INACEPTABLE Y NOS PONE EN PELIGRO A TODOS

Y eso va para quienes opinan que el maltrato animal no es tan grave y que hay cosas más importantes que resolver. O para quienes excusan la conducta violenta de un niño o joven hacia los animales, disculpándolos por su edad.

Fonte: http://maltrato-no.blogspot.pt/2010/07/la-psicopatia-y-el-maltrato-animal.html

Maus-tratos aos animais

Os maus-tratos de animais seguem como um problema presente em todos os lugares, independente de classe social. Lojas que abrigam animais em gaiolas minúsculas, sem qualquer condição de higiene, cães presos em correntes curtas o dia todo, proprietários que batem covardemente em seus animais, ou os alimenta de forma precária, levando o animal à inanição, cavalos usados na tração de carroças sem o mínimo de dignidade e respeito, são açoitados e em visível estado de subnutrição.

Abandono, envenenamento, agressões físicas ou mutilações são alguns exemplos bem corriqueiros de maus tratos contra animais. Além disso, manter um animal trancado em local pequeno, permanentemente preso em correntes, e em lugar sem higiene; utilizar animais em rinhas e shows que possam lhes causar pânico, dor ou estresse; e não levar o animal machucado ou doente ao veterinário são ações que se enquadram também em maus-tratos.

Infelizmente, ainda há vários setores da população um sentimento de que os animais são coisas e podem ser objeto de qualquer violência, não levando a punição os praticantes de tais atos.

Além do atraso social no julgamento dos aspectos morais e jurídicos de tais condutas, existe um grande aliado que é o interesse econômico de que tais práticas perdurem, como por exemplo; tráfico de animais que movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, se aproveitando da miséria dos mais pobres, apostas, apoio de funcionários públicos, agravando cada vez mais a situação.

Está comprovado cientificamente  que, crianças que maltratam animais, sem o mínimo piedade e remorso podem desenvolver futuramente comportamento antissocial e agressivo, ou seja, a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar, também é outro problema: torturar animais na frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma. Uma criança mal orientada, poderá tornar-se uma adulto problemático.

Deve-se estar atento para importância da crueldade contra animais como um indicador potencial de desenvolvimento da psicopatia. Pois a conquista de uma sociedade humana mais pacífica e harmoniosa também depende de uma ética mais positiva entre crianças e animais.

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como (Lei dos Crimes Ambientais) diz que, quem pratica ato de abuso, maus tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados pode pegar pena de detenção, de três meses a um ano e multa.

Qualquer pessoa pode e deve denunciar maus-tratos, não precisa esperar por ninguém. Os animais não podem pedir socorro, seja a voz deles!

Fonte: http://www.jornaloeste.com.br/artigos/exibir.asp?id=167&artigo=maus-tratos_aos_animais

***

Sublinho deste artigo estas duas passagens: “Está comprovado cientificamente  que, crianças que maltratam animais, sem o mínimo piedade e remorso podem desenvolver futuramente comportamento antissocial e agressivo, ou seja, a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar, também é outro problema: torturar animais na frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma. Uma criança mal orientada, poderá tornar-se uma adulto problemático.” Este excerto está totalmente de acordo com o que acontece na tauromaquia, em Portugal e nos restantes países que ainda têm tauromaquia. Por isso o sublinho!

“Deve-se estar atento para importância da crueldade contra animais como um indicador potencial de desenvolvimento da psicopatia. Pois a conquista de uma sociedade humana mais pacífica e harmoniosa também depende de uma ética mais positiva entre crianças e animais.”

 

O quê que resultou o lobby político, nestes dois exemplos…

O quê que resultou o lobby político, nestes dois exemplos: qual foi o resultado do lobby político, na recente aprovação do novo regulamento tauromáquico??? – Resultou na aprovação de um regulamento, ainda mais Monstro, Bárbaro e Psicopata do que o anterior.

Qual foi o resultado do lobby político para a nova lei aprovada na semana passada, sobre os maus tratos aos animais??? – O resultado foi o que se viu…

E agora pergunto: Vale a pena insistir no erro do lobby político? – Não, não vale. Não vale a pena insistir no lobby político, porque 90% dos nossos deputados, na Assembleia da República, estão completamente controlados pelo dinheiro manchado de dor, de sofrimento, de tortura, e de sangue, dos Mafiosos Tauromáquicos.

Pensemos nisto, e paremos de insistir no Lobby político, na Assembleia de República. Pois será continuar a cair sempre no mesmo erro. A não ser, que ao mesmo tempo, se exerça uma enorme pressão publica, a partir das ruas, para exigir o fim da tauromaquia e dos circos com animais não-humanos. Se assim for, o lobby político, pode resultar. Mas lobby político, por si só, sem ao mesmo tempo uma enorme pressão publica, nas ruas…, não resulta e nem irá resultar!

Mário Amorim