A CULTURA (TAUROMÁQUICA) NÃO PASSA DE DEPRAVAÇÃO ÉTICA»

Recebi este magnífico comentário de alguém que não se identificou, mas por ser tão magnífico, uma grande lição dirigida à Maria Alzira Seixo, a professora catedrática que comparou a tourada à Ópera e ao Ballet, transcrevo-o, aplaudindo de pé, quem assim escreveu…

Vale a pena ler

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Anónimo, deixou um comentário ao post PROFESSORA CATEDRÁTICA DEFENDE A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA COM UMA MONUMENTAL IGNORÂNCIA às 19:08, 2016-08-18.

Comentário:

Prezada Senhora Maria Alzira Seixo: colocar-se-ia no lugar do touro, para levar a tal “injecção intramuscular”? (trabalhando como médico há quase 30 anos, fiquei intrigado com a comparação de agulhas hipodérmicas, usualmente de 25×7 mm, com um arpão de 400×200 mm

(http://tauromaquia-esfd.blogspot.ch/…/instrumentos-de…).

Além do mais, agulhas são meios terapêuticos, e não artefactos de tortura (por mais que alguns miúdos possam discordar de mim). Diante da ameaça, lutaria pela sua vida? Nenhum touro contou-nos isso, mas até alunos com alguma escolaridade já aprenderam que quando acuado, a inevitável resposta fisiológica de “luta ou fuga”, seja de que animal for (no caso em questão, do touro, esse herbívoro “selvagem, tal leão, tigre e leopardo” – mas o touro não é apascentado nas ganadarias? Tem piada comparar um herbívoro com grandes felinos originalmente selvagens, que se calhar seriam até bem mais mal dispostos que o mal-afamado touro, afinal são predadores carnívoros, até impossíveis de “lidar”, tornando-se historicamente obsoletos para “espectáculos” quando o Cristianismo conquistou Roma acabando com a “bucha” ao vivo).

Mas como dizia, a tal resposta fisiológica será sempre investir para frente, nem que o obstáculo seja a Sétima cavalaria americana, com Búfalo Bill e tudo. É que é a luta da vida dele. Admito humildemente minha ignorância acerca dos detalhes da “arte”, descritos por si com a maestria de um Edgar Alan Poe a nos fazer gelar até os ossos. Em minha defesa, porém, confesso que métodos de tortura e sadismo não são minha primeira opção literária. De todo jeito, essa “cultura” para mim não passa de depravação ética, escrita para tolos e lunáticos em geral. Manuais como o “Malleus Maleficarum” ou “Mein Kampf”, podem impressionar incautos, mas são o que são, vergonhas para a humanidade. Tal qual a caça às bruxas e o III Reich, também um dia tombará a tourada, quero dizer: “um espectáculo sério, de silêncio… de arte… e força de ânimo, como a ópera… e o ballet…(que) exige conhecimento para se apreciar…”. Não imagina o alivio que trouxe à minha pobre consciência, ao esclarecer que “tudo que se diga como tormentos e crueldade é pura imaginação da observação empírica, ignorante e leviana”. Raios partam minha ignorância tauromáquica! Ainda bem que esses textos esclarecedores e peliculas como “Matrix”, trazem-nos mais para perto da verdade.

Qualquer dia desses, algum aficionado levanta-se e grita, imerso nos aplausos (ou vaias): “silêncio, que vai começar a tourada!” (“NINGUÉM SE DIVERTE”, certo?) E para finalizar, apanho outra boleia, na citação do poeta e diplomata pernambucano João Cabral de Melo Neto. Ele próprio, um brasileiro aficionado, procurou na tauromaquia uma analogia para o seu processo criativo. E da sua obra passo a citar um excerto de “Tecendo a manhã”, que pode suscitar em todos nós, homens e mulheres de paz desse planeta, o sentido de união e luta pelos nossos ideais: “Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia ténue, se vá tecendo, entre todos os galos (…)”

Fonte: Arco de Almedina

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PROFESSORA CATEDRÁTICA DEFENDE A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA COM UMA MONUMENTAL IGNORÂNCIA

Se eu não lesse isto, não acreditaria.

Chama-se Maria Alzira Seixo. Passou pela Universidade de Lisboa. É lá professora catedrática. Mas estudou na escola da Moita. E quem estuda numa escola da Moita não sai da cepa torta.

As Universidades dão “canudos”, mas não dão consciência ética, nem boa índole a ninguém.

Ou se nasce para evoluir. Ou já se nasce velho.

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Eis a “flor” do capote de que fala Maria Alzira Seixo…. Só que o carrasco (vulgo toureiro) não conseguiu evitar a cornada do Touro, que legitimamente se defendeu… Olé!

Vejam o que Maria Alzira Seixo escreveu na sua página do Facebook, no passado dia 14 de Agosto de 2016 (marco a data para que não pensem que o texto foi escrito a 14 de Agosto de 1216… em plena Idade das Trevas)

«Tourear é isto: produzir ‘a flor’ do capote (diz a poesia de João Cabral de M. Neto) enquanto o toureiro que o cita tenta evitar a cornada do touro, que quer matar o homem. O touro (animal selvagem tal o leão, tigre, leopardo) quando entra na arena é para atacar e matar tudo o que se mexa: um gato, um homem, um cavalo, etc, e tourear é, com uma capa, afrontar o perigo e evitar ser morto. Há 3 fases na lide: capote (esta), bandarilhas (para ‘acordar’ o animal depois dos 15m durante os quais ele persegue o toureiro no capote, e, espetadas no cachaço, zona de espessa gordura a seguir ao pescoço, têm o efeito de simples picadas tal uma injecção intra-muscular no homem, dizem os biólogos (e o touro também, que após uma bandarilha não tuge nem muge, continua a correr atrás do homem), e fazem sangue se são mal espetadas, por um mau toureiro, que é logo vaiado) e ainda a muleta, q em Espanha inclui a morte do touro (e também deve ser indolor), e em Portugal é simulada. NINGUÉM SE DIVERTE na tourada: não é para rir! é um espectáculo sério, de silêncio, de arte e força de ânimo, como a ópera e o ballet. Exige conhecimento para se apreciar. Tudo o que se diga como tormentos e crueldade é pura imaginação da observação empírica, ignorante e leviana

Direi como um comentador a este texto, inacreditável e eivado da mais profunda ignorância: «É triste ler isto. Medieval e repugnante».

Na verdade, é triste, muito triste ler isto. Principalmente o que sublinhei, comparando-se esta barbárie à ópera. Ao Ballet.

Ainda mais escrito por alguém que frequentou uma Universidade. Que é professora universitária. Catedrática.

Isto é um texto tipicamente medieval.

Além de ser, obviamente repugnante, é demonstrativo de uma falta dos conhecimentos mais básicos.

Zero a Biologia.

Zero a Zoologia.

Zero a Arte.

Zero a Cultura Culta.

Zero a Sentido Crítico.

Zero a Ética.

Zero a Moral.

Zero a Sensibilidade.

Zero a Bom Senso.

Zero a Humanidade.

Podem ler muito mais neste link, onde ficou registado este devaneio e os comentários ao que uma “professora universitária” sem a mínima noção do ridículo, sem o mínimo sentido crítico, escreveu.

Uma autêntica nulidade.

A vergonha da classe dos Professores Catedráticos.

Fonte: Arco de Almedina

FOI PIOR A EMENDA DO QUE O SONETO, “DOUTORA PROFESSORA” MARIA ALZIRA SEIXO, AFICIONADA DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

Eliminar as provas do “crime” , o “crime” não de ser aficionada, mas o de ter bradado ignorância, não é bonito, mas é próprio de quem sente vergonha de ser aficionada (?) apesar de se ter orgulhado disso no seu mural do FB. Mas os amigos não gostaram…

E uma vez que é da área da Literatura, naturalmente que já conhece este texto, que lhe foi apresentado pelo Professor Hélder Gonçalves, entre os muitos comentários que recebeu… dos amigos…

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E o carrasco é quem fere, mas também é quem aplaude…

 

Pois a «senhora professora catedrática”, Maria Alzira Seixo, eliminou o post e os comentários que então se fizeram, referido neste link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-aficionada-de-selvajaria-tauromaquica-479619

O que vale é termos ficado com a cópia e com os comentários, para constar no Livro Negro da Tauromaquia.

Os amigos ficaram estupefactos com a incultura de Maria Alzira Seixo, a este respeito.

E eu estou estupeFARTA de tanta ignorância repetida à exaustão, por quem herdou essa ignorância de antepassados incultos, e apesar de toda a informação que circula neste mundo, opta-se por continuar ignorante.

Maria Alzira Seixo eliminou o post, mas deixou este inacreditável “recado” no lugar dele:

«BONS AMIGOS, deixo agora a questão das touradas. Já sofri vários destratos, como nunca vi infligidos a touros na arena; há muitas formas de dor. O que eu disse permite a espíritos livres reflectirem. Falei sem prevenções, sem pose, não desprestigiei ninguém. Lidei muito com Filosofia, o que é básico para entender o mundo. Li Sartre e Freud de ponta a ponta, muito Hegel e Marx. Sei que o mundo não é preto nem branco, é um mixto perceptivo e vivencial que os humanos conformam. Questionarmo-nos a nós próprios aperfeiçoa, por isso dialogo. Bom diálogo a todos

***

Vejo que a “senhora professora catedrática” nada aprendeu, ao concluir desta maneira insólita a questão das touradas, que como boa aficionada da Moita, levantou, com um orgulho que só lhe ficou mal.

Já sofreu vários destratos como nunca viu infligidos a touros na arena; há muitas formas de dor? Tem a certeza? É preciso que alguém lhe espete umas bandarilhas nas costas completamente nuas, para saber o que sofre um touro na arena? Imagine, “senhora professora catedrática”, porque essa é a dor maior. A dor que sentiu, com “bandarilhas” de palavras feitas, não lhe rasgou as carnes; não lhe trespassou os pulmões; não a sufocou no próprio sangue.

É preciso ter a noção do que é ser “destratado”.

Fala de espíritos livres reflectirem sobre o quê???? Tortura de bovinos para divertir a Maria Alzira Seixo e gente quejanda?

Nenhum espírito livre, se é verdadeiramente livre, aceita tal ignomínia, quanto mais reflectir o irreflectível!

Falou sem prevenções, sem pose e não desprestigiou ninguém?

Como disse????? Não desprestigiou ninguém?????

Fartou-se de insultar a inteligência dos Portugueses cultos, conspurcou o nome da Universidade de Lisboa, e acha que não desprestigiou ninguém?

Lidou muito com Filosofia? Leu Sarte, Freud, Hegel, Marx e não aprendeu nada com essas leituras?

E o mundo será um “mixto”????? Um “mixto” de quê, “senhora professora catedrática”?

Questionarmo-nos a nós próprios aperfeiçoa, por isso dialoga?????

Pelo que vejo, nada do que os seus amigos cultos lhe disseram, a aperfeiçoou.

Em vez de vir a público pedir desculpa pelo insulto que fez à Cultura Culta Portuguesa, deixa esta triste emenda, que é pior do que o soneto…

Continuo “estupeFARTA” de tudo isto

Como comentou um facebookiano: «Embora a professora em questão já tivesse apagado tudo sobre este tema na sua página do FB, ela limpou literalmente a página, será arrependimento ou vergonha?»

Vimos que arrependimento não foi. Vergonha, ficamos na dúvida. Seria vergonha de se assumir aficionada? De ter defendido aguerridamente a tortura de animais sencientes para seu próprio divertimento?

Diz com orgulho, que nasceu no Barreiro, mas cresceu na Moita. E a parvidade da Moita moldar-lhe-ia o carácter?

Quero deixar bem claro que isto não é um ataque pessoal.

É tão-só um ataque justificado e indignado contra um sistema que legitima a incultura, a violência, a crueldade, a ilegalidade, a incivilidade, a ignorância e a estupidez, não permitindo abrir horizontes para um futuro limpo do sangue de inocentes seres, barbaramente sacrificados, para divertir um punhado de sádicos, representado numa “professora catedrática” de uma Universidade Portuguesa.

Podia ser uma Maria qualquer… Mas não é…

É disto que estou estupeFARTA!

 

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/foi-pior-a-emenda-do-que-o-soneto-480023

***

Isabel, faço minhas as suas palavras.

Também coloquei ontem, aqui no meu blog alguns vídeos, para que pudesse aprender alguma coisa, embora soubesse que era tempo perdido!

Mário Amorim

A AFICIONADA DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, MARIA ALZIRA SEIXO, PARTILHOU IGNORÂNCIA NA SUA PÁGINA DO FACEBOOK

Como não tenho autorização para comentar nessa página, vejo-me obrigada a praticar, no meu Blog, algo que pertence ao domínio das sete obras de misericórdia espirituais: dar bons conselhos, ensinar os ignorantes e corrigir os que erram

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Maria Alzira Seixo, “professora universitária” (?) partilhou na sua página do Facebook esta imagem, com o seguinte inacreditável comentário (todos os outros são do mesmo teor):

Maria Alzira Seixo: «Deixem-nos em paz, sim! – mas alguém me sabe dizer onde vivem os touros bravos, qual é o seu ‘habitat’ natural ? Não têm… Não existe… Já não os há nas selvas, como há ainda leões e leopardos (que nunca vi niguém deplorar que estejam fechados nos ‘Zoo’s) Estes da foto são de uma criação de gado justamente para as touradas, e são criados com todo o carinho e até luxo (mas não se aproximem, dão logo uma cornada e matam!), E É O ÚNICO MODO DE PRESERVAR ESTA ESPÉCIE EM VIAS DE EXTINÇÃO. Se preferem que os bois (os mansos!) sejam mortos no matadouro barbaramente e sem defesa, para que nós possamos comer os bifes de novilho, muito bem, é com a vossa consciência… Mas não falem de uns sem falar nos outros! E nos frangos, nas ovelhas, nos cabritos, na caça em geral, etc. etc.»

***

Como é possível alguém que se diz “professora universitária” vir a público demonstrar tanta IGNORÂNCIA, num pequeno texto, onde cada palavra, cada asneira?

Depois de todas as informações a este respeito, espraiadas pela Internet, ela, a “professora universitária”, insiste na ignorância. Aliás, opta pela ignorância. Recusa-se a esclarecer-se. Não aprende nada. E pior do que isso: não quer aprender, e emprenha pelos ouvidos as mentiras que lhe convém ouvir aos seus ouvidos de aficionada.

É daquelas criaturas em que a ignorância parece fazer parte do ADN, e sendo assim, morrerá ignorante, por recusar-se a evoluir e a aprender. A Universidade dá um diploma, mas não carácter.

O que terá para ensinar a Maria Alzira Seixo aos seus alunos universitários?

Pobres alunos!

***

Pois esmiucemos o que diz a “senhora professora universitária”:

Deixem-nos em paz”.

Pois bem, vocês é que devem deixar em paz os bovinos. Esses é que precisam de paz, não de serem torturados até á morte, barbaramente, cobardemente, para prazer mórbido, sádico, patológico, de gente como Maria Alzira Seixo.

«mas alguém me sabe dizer onde vivem os touros bravos, qual é o seu ‘habitat’ natural ? Não têm… Não existe… Já não os há nas selvas, como há ainda leões e leopardos (que nunca vi niguém deplorar que estejam fechados nos ‘Zoo’s)»

Eu sei dizer. Eu explico-lhe, “senhora professora universitária”: os touros bravos não existem na natureza, por isso não têm habitat natural, ou melhor, o habitat natural dos touros são os prados verdejantes, como os da foto, onde deveriam viver tranquilamente com os outros bovinos. E muito menos existiriam nas “selvas” (esta é de palmatória!) por serem exactamente bovinos. Os bovinos, jamais viveram na selva. Os leões e os leopardos, sim, vivem na selva, são animais da selva. Os bovinos são animais domesticados, “professora” Maria Alzira Seixo… Sabe o que isso é?

Por favor, aprenda mais sobre o assunto abrindo estes links:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-chamado-touro-bravo-dizem-os-396144

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/as-touradas-sao-violencia-crueldade-408799

E se nunca viu ninguém deplorar que estejam fechados nos Zoo’s (os leopardos e os leões e todos os outros animais que pertencem à selva) é porque a Maria Alzira Seixo vive fechada no seu mundinho pequeno, pobre e podre da selvajaria tauromáquica, e nem sequer sabe que existem ene movimentos animalistas que pugnam pelo encerramento dos abomináveis jardins zoológicos.

Acorde para o mundo civilizado! Acorde! Faça esse favor a si própria.

«Estes da foto são de uma criação de gado justamente para as touradas, e são criados com todo o carinho e até luxo (mas não se aproximem, dão logo uma cornada e matam!), E É O ÚNICO MODO DE PRESERVAR ESTA ESPÉCIE EM VIAS DE EXTINÇÃO

Os bovinos, que vemos nesta foto, são o produto da interferência desumana de ganadeiros desonestos. E não são criados com todo o carinho e muito menos luxo. Nem pouco mais ou menos. Mais ainda que o fossem, que sentido teria serem criados com todo o carinho e luxo, para acabarem torturados barbaramente para seu deleite, “senhora professora universitária” Maria Alzira Seixo? Mais valia não existirem.

«Mas não se aproximem, dão logo uma cornada e matam», isto é o que lhe dizem? E uma “senhora professora universitária” emprenha pelos ouvidos tamanha mentira? Por acaso a «senhora professora universitária” conhece a história do Fadjen? Sabe o que é um bovino? Não sabe, de outro modo não diria tamanha obscenidade. E já agora, a única espécie em vias de extinção, é a sua, “senhora professora universitária” Maria Alzira Seixo, é a espécie dos aficionados. Porque a selvajaria tauromáquica está com os pés na cova E ainda bem que assim é. Prefiro os Touros.

E para seu conhecimento, aprenda o que há a aprender, nestes links, é um favor que faz a si própria:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-que-sofrem-touros-e-cavalos-as-maos-476746

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morte-do-touro-na-arena-475305

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/sofrimento-do-touro-em-toda-a-473765

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-raca-dita-de-lide-nao-existe-e-um-472939

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/percurso-do-touro-usado-para-toureio-471214

«Se preferem que os bois (os mansos!) sejam mortos no matadouro barbaramente e sem defesa, para que nós possamos comer os bifes de novilho, muito bem, é com a vossa consciência… Mas não falem de uns sem falar nos outros! E nos frangos, nas ovelhas, nos cabritos, na caça em geral, etc. etc

Pois a sua ignorância sobre esta matéria é abismal. Isto nem é comentável. Como é possível que uma “senhora professora universitária” diz tamanho disparate? Nunca ouviu falar dos vegetarianos? Nem dos vegans? E o que eles pugnam? Nunca lhe passou pela cabeça que os bovinos são seres vivos e não brinquedos de pau para entreter psicopatas? Nunca pensou que a alimentação nada tem a ver com divertimento sádico?

Onde está a sua lucidez? Na cabeça do dedo mindinho dos seus pés, Maria Alzira Seixo?

Tenha vergonha. Reduza-se à sua insignificância de aficionada de selvajaria tauromáquica. Não alardeie a sua condição de “professora universitária”, porque conspurca a Universidade de Lisboa. Conspurca a Humanidade. Conspurca a dignidade da Vida.

Instrua-se. Leia o que aqui deixo para ler, e depois de se instruir, venha a público pedir desculpa pela sua santa ignorância. É o mínimo que pode fazer por si própria, para se exorcizar de tão tamanha vergonha.

Ser aficionada é uma doença hereditária. Mas bradar ignorância é imperdoável.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-aficionada-de-selvajaria-tauromaquica-479619