Esta marcha tem o meu total apoio! ¡Súmate a la marcha antitaurina más grande de la historia en Madrid!

Esta marcha de Madrid, tem o meu total apoio.

Em Espanha actua-se a sério. contra a tauromaquia.
E em Portugal, finge-se que se actua.

Em Espanha, quer-se a Abolição da tauromaquia, e luta-se por isso a sério. Faz-se o que tiver de ser feito para se conseguir a Abolição.
E em Portugal, quer-se a Abolição da tauromaquia, mas não fazendo o que tem de ser feito.

É preciso que em Portugal, se perceba, de uma vez por todas, porquê que sempre que se realiza uma marcha, ou uma manifestação contra a tauromaquia, como é costume, apenas em Lisboa, aparece tão pouca gente, 2, 3, ou 4 mil pessoas, que obviamente, não é nada, e não resulta em rigorosamente nada. É preciso que se perceba, que a maioria das pessoas, do Norte ou do Sul, não estão dispostas a se deslocarem a Lisboa, para uma marcha, ou para uma manifestação, para além das organizadas para lutar, também por elas, devido as despesas que tal acarreta. É preciso que em Portugal se perceba, de uma vez por todas, que as pessoas do Norte, do Sul, e das ilhas, querem lutar pela abolição da tauromaquia, mas perto delas, em marchas e em manifestações!


El próximo 13 de mayo los invitamos a sumarse a la más grande marcha de protesta jamás celebrada en Madrid. Debemos gritar bien alto que no queremos que se siga tolerando y subvencionando la tortura de estos animales.

¡Súmate a la marcha antitaurina más grande de la historia en Madrid!

El próximo 11 de mayo comienza en Madrid la Feria de San Isidro. Esta temporada se perpetrarán 27 corridas de toros, 3 novilladas y 4 festejos de rejoneo, con un total aproximado de 204 animales torturados y muertos. Durante el año 2016, perdieron la vida unos 20 mil bovinos, en los 1.736 festejos en plazas y en los 16.383 otros festejos populares que se desarrollaron en el territorio español.

Estas cifras sólo describen la superficie de la violencia y atrocidad que la tauromaquia significa. Por eso, el próximo 13 de mayo los invitamos a sumarse a la más grande marcha de protesta jamás celebrada en Madrid. Debemos gritar bien alto que no queremos que se siga tolerando y subvencionando la tortura de estos animales.

Fonte: ANIMANATURALIS

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Cerca de 300 pessoas juntam-se em Lisboa pela defesa dos animais

Deputado do PAN quer conferir direitos mínimos aos animais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerca de 300 pessoas juntaram-se neste sábado, em Lisboa, pela defesa dos direitos dos animais, numa iniciativa organizada pela associação Animal, que quer o termo do financiamento das touradas pelo Estado e o fim dos animais nos circos.

Em declarações à agência Lusa, a presidente da associação Animal, Rita Silva, explicou que esta é uma iniciativa organizada anualmente, que tem como grande objectivo mostrar que a defesa dos direitos dos animais não é uma causa menor.

O mau tempo não demoveu quem hoje quis manifestar-se pelos direitos dos animais, e foi debaixo de chuva que Rita Silva apontou que aquelas centenas de pessoas estavam ali para reivindicar os direitos dos que não se podem representar a si próprios.

De acordo com a responsável, um dos propósitos da Animal é conseguir que o Estado deixe de financiar os espectáculos de tauromaquia, com os quais gasta cerca de 16 milhões de euros anualmente.

“É um símbolo tão forte, tão forte, da forma como nós ainda mal tratamos e ainda por cima pagamos esse mau trato a animais e de forma completamente legal, que no dia em que essa indústria caia, muitas outras formas de maus tratos cairão atrás, como efeito dominó”, defendeu Rita Silva.

Opinião partilhada pelo deputado do partido PAN (Pessoas–Animais-Natureza) eleito por Lisboa para a Assembleia da República, André Silva, para quem as pessoas têm o direito cultural de se divertirem, mas não à custa do sofrimento dos animais.

“Nós estamos na linha da frente pela abolição da tauromaquia, que ainda só não terminou porque está a ser alimentada pelo Estado, pelo Governo e pelas autarquias com muitos milhões de euros”, apontou André Silva.

Acrescentou que os portugueses têm que perceber que as touradas não são apenas uma questão cultural, são também “uma questão que lhes mexe nos bolsos, que mexe com o dinheiro dos contribuintes”.

Em declarações à Lusa, André Silva aproveitou para salientar que o principal problema em relação aos animais é o facto de eles não terem direitos e de serem vistos pelo direito português como coisas, algo que o PAN pretende ver alterado.

“Queremos promover os animais a um outro género, a um ‘tertium genus’ [terceiro tipo], no fundo para trazer os animais para o guarda-chuva da lei e conferir-lhes assim direitos mínimos, dignidade mínima, bem-estar e felicidade e poderem expressar os seus comportamentos naturais e poder-se criminalizar todos os que perpetram crimes contra os animais”, defendeu, acrescentando que um dos problemas da actual lei tem a ver com o abandono e com o facto de ele só ser criminalizado se desse abandono resultar maus tratos para o animal.

A iniciativa de hoje da Animal, que juntou algumas centenas de pessoas junto à Praça de Touros do Campo Pequeno, trouxe defensores dos animais de várias idades e de vários pontos do país, como é o caso de João Ferreira, vindo de Portimão, no Algarve, e para quem os principais problemas são os circos ou as touradas.

Já para Catarina Nascimento, também de Portimão, o mau tempo não foi argumento para faltar: “Acho que ainda vamos fazer uma afirmação maior e dizer que as pessoas não vão deixar de lutar por aquilo em que acreditam”.

Luís Ribeiro, voluntário da SOS Animal, também entende que as várias pessoas que foram à manifestação, apesar do dia de chuva, mostram que a sociedade está cada vez mais sensível para o tema dos direitos dos animais.

As várias pessoas partiram depois, a pé, em direcção à Assembleia da República.

Entre outras iniciativas, a Animal vai aproveitar para apresentar uma campanha de sensibilização, que pretende levar às escolas do primeiro ciclo da Grande Lisboa e do Grande Porto, chamada “Tu e os outros animais”.

Fonte: Publico

 

ONG ANIMAL realiza marcha pela conscientização dos direitos animais

animal

As pessoas que se dedicam à proteção dos animais queixam-se frequentemente de que se sentem sós na sua “luta”, de que ninguém as compreende. Em geral, sentem-se frustradas pela falta de apoio que a causa tem e sentem que a classe política dá pouca importância às suas preocupações.

A Marcha de dia 10 de outubro é um evento onde não só podem protestar e reivindicar mais proteção legislativa e “social” para os animais não-humanos, mas também conhecer ao vivo gente que partilha as suas inquietações. Além disso, quem faz parte de grupos, sejam eles formais ou informais, pode apresentá-los, apresentando-se ao resto da Comunidade. A ANIMAL oferece essa oportunidade a toda a gente que o queira fazer através do “tempo de antena” que disponibiliza.

Dar cara e voz a um Movimento e aparecer nas ruas é vital para despertar quem ainda está adormecido relativamente aos problemas que afetam os animais. O trabalho de bastidores tem uma importância extrema, bem como o trabalho diário de apoio a animais individuais. Sair à rua é um complemento fundamental para todo esse trabalho; é a face mais pública de uma preocupação que queremos que se estenda a toda a sociedade.

Se acredita que alguém irá por si e que o Movimento terá mais visibilidade por milagre, então as suas queixas de nada servem, e em vez de fazer parte da solução, está a fazer parte do problema. Por outro lado, se tem a possibilidade de tirar algumas horas do seu dia 10 de outubro para sair à rua em defesa daquilo em que acredita, estará a fazer parte ativa da mudança que quer.

* Este texto foi escrito em Português de Portugal e sem recurso ao Novo Acordo Ortográfico.

Fonte: ANDA

“A Marcha este ano não marcha!” – O evento do ano pelos animais é já no próximo sábado, dia 11 de Abril | Venha ao Terreiro do Paço!

Este ano a “Marcha” ANIMAL não vai marchar 🙂

Estaremos no Terreiro do Paço, a partir das 15h30m, não só pedindo mais e melhor protecção para os animais deste país, mas fomentando o convívio entre protectoras/es dos animais de todo o país. É importante que este dia sirva para “carregar baterias” e dar força a toda a gente para continuar este trabalho.

Teremos:

– Banca da ANIMAL
– Bancas de comida (livre de crueldade e muito saborosa)
– Bandas
– Performance de dança
– Projecção do filme “Enterrar Touradas”, que marca mais uma fase da campanha legislativa com o mesmo nome
– “Tempo de antena” para dar voz aos animais

Indivíduos, grupos, associações, colectivos: juntem-se à ANIMAL!

Reserve já a tarde/noite de 11 de Abril!

https://www.facebook.com/events/632185816909750/

TERRORISMO ESMAGADO POR MILHÕES DE VOZES EM TODO O MUNDO

«Não há machado que corte, a raiz ao pensamento, não há morte para o vento… não há morte» (Carlos de Oliveira)

Ontem, dia 11 de Janeiro de 2015, todo o mundo civilizado (e não só os que se juntaram na Praça da República em Paris), disse um rotundo não ao terrorismo e demonstrou que é possível a união dos povos ao redor da liberdade de culto, de ideias, de expressão, de culturas e da civilização que ainda não chegou a quem em nome de um deus assassina seres humanos.

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Foto: Peter Dejon/AP

Um uníssono grito em Paris contra os que querem impor ao mundo a desordem da mente

O mundo não mais será o mesmo depois desta demonstração de força contra os fracos de espírito.

Ontem, o terrorismo foi reduzido à sua insignificância.

Podem calar umas tantas vozes, mas milhares de outras se farão ouvir e gritarão que um deus, porque é um ser superior, não se ofende com meros desenhos satíricos, alguns de muito mau gosto (deve dizer-se), uma vez que não passam de riscos e dizem apenas da personalidade de quem os cria.

E nenhum terráqueo, por muito que se julgue representante do divino, tem o direito de fazer a justiça que cabe unicamente aos deuses colocados em causa por esses desenhos.

Ontem, juntaram-se líderes políticos de todo o mundo.

Ontem, gente de todas as crenças religiosas e políticas uniram-se para mostrar que a liberdade é possível.

Notou-se a estranha ausência de Barack Obama (ou de um seu representante mais directo) e também a ausência de líderes religiosos muçulmanos (estiveram lá líderes políticos muçulmanos, o que não é a mesma coisa), para dizerem, com a sua presença, o que com as palavras não dizem.

Repudiar actos terroristas de extremistas, perpetrados em nome de uma religião, seja qual for, qualquer cidadão comum, com um mínimo de lucidez o faz.

O que é preciso é que sejam os próprios líderes religiosos a orientarem esses extremistas, perdidos no tempo, no sentido do caminho de uma prática religiosa pacífica e livre do estigma da vingança.

No entanto, desde o ano 632, os muçulmanos não se entendem numa questão primordial: quem é o elemento congregador do Islamismo, ou seja, o correspondente ao Papa cristão, que aglutina as questões da fé?

Existem muitos títulos para designar os líderes religiosos e políticos muçulmanos: Aiatolá, Califa, Emir, Imã, Marajá, Rajá, Mulá, Ulemá, Paxá, Sultão, Vizir, Xá, Xeque, contudo, as entidades islâmicas de topo ainda não chegaram a um consenso (e existem várias facções que os dividem) daí que não seja fácil uma liderança que possa manter a unidade da fé islâmica e desmistificar a questão do “mártir”, que conduz a actos condenáveis à luz da razão ou de qualquer desígnio divino.

No entanto, e apesar destas ausências notadas, milhões de pessoas, por todo o mundo, deixaram uma mensagem bem clara aos terroristas: nenhuma arma de fogo jamais calará as vozes da consciência dos povos livres e civilizados.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/terrorismo-esmagado-por-milhoes-de-501667