Piauí Manifestação contra vaquejadas movimenta praça de Teresina

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Na manhã desta sexta-feira (4), representantes de entidades defensoras dos direitos animais reuniram-se na Praça João Luis Ferreira, Centro de Teresina, em um ato em apoio à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe a prática das vaquejadas e contra o projeto de lei que torna a atividade patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Os manifestantes distribuíram folders e exibiram cartazes e faixas no intuito de informar a população sobre a problemática. Eles afirmam que as vaquejadas realizadas em todo o país nada têm a ver com arte ou cultura, são espetáculos de horror onde animais são submetidos à humilhação e tortura, e que a maioria dos brasileiros é contra esse tipo de atividade.

“As pessoas que são a favor das vaquejadas são a minoria. Uma pesquisa do Senado Federal afirma que 80% dos brasileiros não apoiam a prática. Essa minoria é justamente formada por aqueles milionários que promovem os espetáculos de horror. Nós estamos aqui para lutar pelos direitos animais. Todas as leis brasileiras são contra os maus-tratos aos animais”, disse Zélia Sousa, presidente da Federação das Associações das Ongs de Proteção Animal do Piauí (Faos).

“A vaquejada pode até voltar a acontecer como patrimônio cultural, mas sem o boi e sem o cavalo. Que seja um boi mecânico, que os artistas continuem a ganhar os seus milhões, mas sem violência aos animais”, falou Isabel Moura, representante da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa).

Para a vereadora Teresa Brito (PV), a prática da vaquejada distorce a imagem do verdadeiro vaqueiro, que protege os animais ao invés de maltratá-los e afirma que é possível manifestar a cultura e ter entretenimento sem explorar os animais.

“Essa foi uma das decisões mais acertadas do STF. Eu vi o sofrimento dos animais, fotografei e filmei então eu tenho todos esses registros dos animais no pós-vaquejadas. Eram animais com perna quebrada, com quadris deslocados ou mortos, a vaquejada é uma coisa retrógrada de empresário e não do vaqueiro tradicional, que é o trabalhador do campo que cuida dos animais”, disse.

Na terça-feira (1) o STF aprovou um projeto de lei que torna a atividade patrimônio cultural imaterial e manifestação cultural brasileira. O projeto não tem efeito sobre a decisão STF que, em outubro, considerou ilegal a prática de vaquejadas e rodeios no estado do Ceará.

Quem defende a vaquejada diz que os maus-tratos ficaram no passado e que atualmente são adotadas medidas para preservar a integridade do animal.

Luiane Santos, presidente da Associação de Vaqueiras do Piauí, avalia como grande perda para a economia. “Proibindo a vaquejada muitos pais não terão como sustentar suas famílias. Erraram em querer proibir. Não é verdade a questão dos maus-tratos. Talvez isso tenha ficado no passado. Hoje em dia, tudo que as leis rezam sobre isso foi alterado. Hoje temos fiscal de pista, mudamos o tipo de areia e o tipo de luva e colocamos o rabo de corda para que houvesse proteção ao animal”, disse.

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Fonte: ANDA

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300 personas pedimos la abolición de la tauromaquia en Baleares

La manifestación transcurrió desde el ayuntamiento de Palma hasta la plaza de toros y se realiza justo una semana antes de que se declare a la capital mallorquina antitaurina. Mallorca Sin Sangre

300 personas pedimos la abolición de la tauromaquia en Baleares

La manifestación transcurrió  desde el ayuntamiento de Palma hasta la plaza de toros y se realizó justo una semana antes de que se declare a la capital mallorquina, antitaurina.

Ya hay 19 municipios de Mallorca que se han declarado antitaurinos y se han conseguido más de 130 mil firmas para exigir que Palma siga esos pasos. Esta marcha festiva por la abolición de la tauromaquia quizás sea la última que se realice en la capital balear, ya que el 30 de julio próximo se presentará la moción para que se declare ciudad contraria a las corridas de toros y amiga de los animales.

Estamos muy satisfechos de la marcha antitaurina de hoy. Es un día histórico porque ponemos las primeras piedras para que Baleares sea declarada antitaurina en su totalidad. Tras la declaración de Palma como ciudad antitaurina del día 30, nuestro siguiente paso será pedir al Parlament la abolición de las corridas de toros en Baleares. El 24 de mayo los ciudadanos votaron un cambio y éste pasa por poner fin a la tortura y muerte por diversión“, afirma Guillermo Amengual, coordinador de la campaña Mallorca Sense Sang.

Mallorca sigue avanzando hacia la abolición de las corridas de toros en toda la isla. Cada día son más municipios que deciden declararse antitaurinos y solicitar al Parlament Balear la abolición de la tauromaquia en toda la isla.  Estamos seguros que las pocas corridas de toros que se hagan este año en Mallorca, serán las últimas en tierras mallorquinas“, declara Guillermo Amengual, coordinador de la campaña Mallorca Sense Sang. “Estamos a pocos días de conseguir el logro histórico de que la ciudad de Palma se declare antitaurina y poner fin así a años de tortura animal para la diversión de unos pocos”, declara Amengual.

La campaña Mallorca Sense Sang, formada por AnimaNaturalis y CAS International, nace en 2014 con el objetivo de prohibir las corridas de toros en la isla. Ya cuenta con más de 130.000 firmas a favor de la abolición de la tauromaquia en Mallorca, y 18 municipios declarados como antitaurinos, que piden al Parlament la abolición de la tauromaquia en Baleares.

Uno de los objetivos de esta campaña es la declaración de municipios ‘antitaurinos’ Son Servera , Mancor de la Vall,Ariany,  Deià, Sant Joan, Campanet,  Manacor, Santa Margalida, Lloseta, Porreres, Algaida, Capdepera, Santa María del Camí, Sencelles y Artà han votado recientemente para declararse antitaurinos, uniéndose así a Costixt que lo hizo en 2006 mientras que Esporles y Puigpunyent en 2009. Consell en 2011.

 

Fonte: ANIMANATURALIS