O maltrato aos animais para o FBI a partir de 2016 nos Estados Unidos

FBI To Fight Animal Abuse

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The FBI is now investigating cases of animal cruelty

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O FBI passará a tratar maus tratos aos animais como crimes graves

cachorro (Foto: Flickr/cisc1970)

partir desse mês,crimes de maus tratos contra os animais serão investigados pelo FBI (Agência Federal de Investigação). A medida marca uma parceria entre a agência americana e o Animal Welfare Institute, especialista no tema.

A iniciativa foi anunciada no primeiro dia de janeiro e é a primeira do tipo a ser colocada em prática nos Estados Unidos. A decisão foi tomada a partir da crença do governo americano de que a crueldade contra os animais é um indicador de violência criminosa. Os crimes serão divididos em categorias como maus tratos e abuso sexual de animais.

“Nunca mais os casos de extrema violência serão incluidos na categoria de ‘outros crimes’ só porque as vítimas são animais”, anunciou Wayne Pacelle, presidente da Humane Society of the United States, em nota. “O FBI passará a investigar crimes contra os animais da mesma forma como investiga crimes de ódio e de outra categorias importantes.”

Com isso, os atos de crueldade relacionados a animais farão parte da base de dados National Incident-Based Reporting System (NIBRS), utilizada por várias agências do país e pelo próprio FBI. Futuramente, os dados serão abertos ao público.

Fonte: GALILEU

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Maltrato animal será tomado como homicidio por el FBI

Maltrato animal será tomado como homicidio por el FBI

Tras una importante manifestación iniciada por defensores por el bienestar de los animales, el pasado 11 de enero, la oficina federal de Estados Unidos puso en marcha la medida en la que los delitos contra animales serán tratados como homicidio.

Los delitos contra animales se equipararán a delitos como homicidio, incendio y asalto por la oficina federal de Estados Unidos (FBI). Ahora se recopilarán los datos de los crímenes de maltrato animal para registrarlos en la base de datos donde se almacenan los delitos manejados por la policía.

El anuncio de las actualizaciones reglamentarias supone un importante paso para las investigaciones de los crímenes porque es la primera vez que este tipo de delitos se recogen en la base de datos e implicará que los delitos de éste tipo sean categorizados dentro del Grupo A de delitos, informó ABC.es.

Los hechos de maltrato animal son tomados por el FBI como “tomar intencionalmente, a sabiendas o imprudentemente una acción que maltrata o mata a un animal sin causa justificada, como la tortura, atormentar, la mutilación, el envenenamiento o el abandono”.

Fue el movimiento de Mary Lou Randour el que solicitó la modificación de la normativa para el bienestar animal.

Randour dijo al periódico Washington Post que “estas son criaturas que sufren”. “En la mayoría de las sociedades las criaturas que son dependientes de los demás, ya sean ancianos o niños o animales, necesitan ser protegidos”, argumentó.

Según los defensores de animales, estos delitos suelen derivar en otros crímenes violentos: “hay pruebas abrumadoras de que el abuso animal está vinculado a delitos contra las personas, incluidos los delitos violentos y la violencia doméstica”, aseguró Randour.

Fonte: misitio.com.mx

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Estados Unidos Crueldade animal será considerada “crime contra a sociedade” pelo FBI

Crueldade animal será considerada “crime contra a sociedade” pelo FBI

06 de abril de 2015

(Foto: Divulgação)

A partir de 2016, as pessoas que cometerem atos de maus-tratos contra os animais serão agrupadas na mesma categoria dos assassinos nos Estados Unidos. O FBI anunciou esta semana que o abuso de animais receberá uma nova categorização, sendo tipificado como “crime contra a sociedade”. As informações são do site Dog Heirs.

Essa nova categorização provavelmente ajudará as leis a favor dos animais e será uma melhor forma de rastrear os crimes de crueldade animal, já que atualmente eles são colocados na categoria “outros”, dificultando o rastreamento.

“A atividade criminal e informação de grupo será expandida para incluir quatro tipos de abusos”, lê-se em um comunicado oficial do FBI.

Haverão quatro categorias de abuso: a negligência simples, abuso intencional e tortura, abuso organizado e abuso sexual.

Segundo o FBI o conceito de crueldade se encaixa na “execução intencional, com conhecimento de causa ou de forma imprudente de uma ação que maltrate ou mate qualquer animal sem justa causa, tal como a tortura, mutilação, atormentação, envenenamento ou abandono”.

Essa nova classificação trará dois efeitos imediatos, como afirma o  diretor de políticas de abuso contra animais da Sociedade Humana da América. O primeiro será o de mostrar à todas as agências policiais que esse problema deve ser encarado com seriedade, devido a sua gravidade. O segundo será a monitorização em tempo real de casos de abuso animal nos 50 estados norte-americanos, compilados em relatórios mensais pelas autoridades locais.

Estudos mostram que crianças que torturam ou matam animais podem repetir essa violência contra as pessoas quando crescerem. Sendo assim, enquadrar os crimes contra animais no mesmo nível de assassinatos é uma forma de agir com mais rigor contra quem maltrata animais e, indiretamente, impedir que essa pessoa aja com violência contra algum ser humano.

O diretor de aplicação da lei para o Monmouth County SPCA, Victor “Buddy” Amato, afirmou que o FBI está caminhando para um próximo nível e que as pessoas estão levando o combate à crueldade animal mais a sério. “Um crime violento, e se não for controlado, leva a coisas maiores”, disse.

Estudos comprovam

Segundo estudos do FBI cerca de 80% dos psicopatas começam seus crimes cometendo abusos contra os animais. Como já foi mostrado pela jornalista colaboradora da ANDA Fátima Chuecco na série “Matadores de Animais”, que aborda o universo dos serial killers, são inúmeros os exemplos, dentre eles o conhecido Caso Dalva, no Brasil, e casos como o dos assassinos Edmund Kemper e Edward Leonski, dos Estados Unidos.

Dalva Lima da Silva viveu 10 anos de sua vida se passando por protetora de animais, durante esse tempo, os matou fazendo uso de injeção letal, até que, em 2012, foi pega em flagrante, tentando se desfazer dos corpos de 37 cães e gatos. O laudo pericial atestou que todos os animais estavam saudáveis, inclusive uma cadela que teve sua região peitoral perfurada 18 vezes em uma tentativa cruel de localizar o coração para injetar o líquido que a mataria de forma extremamente dolorosa.

(Foto: Divulgação)

Edmund Kemper foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de oito mulheres, dentre elas, sua avó. No entanto, antes de começar a matar pessoas, ele já praticava atos de extrema crueldade contra os animais, decapitando gatos e atirando em pássaros quando tinha apenas 13 anos de idade. Já Edward Leonski foi condenado à forca, em 1942, por ter estrangulado três mulheres, crimes justificados por ele como uma forma de conseguir as vozes delas. Mas, assim como Kemper, ele também treinou seus atos de psicopatia em animais, utilizando agulhas para cegar pássaros na infância, ato que poder ter ligação com o canto das aves.

De acordo com a jornalista Fátima Chuecco, os alvos prediletos dos psicopatas são “criaturas frágeis, ingênuas, indefesas, fáceis de enganar, capturar e manter sob seu domínio – e os animais se enquadram em todos os itens, assim como as crianças, mulheres e idosos que, numa segunda etapa da vida de um psicopata, podem se tornar seus alvos”. Sendo assim, é preciso olhar para essa questão de outra forma, tendo consciência da necessidade de punir severamente quem comete abusos contra animais e, além disso, ver essa punição como uma prevenção que impede posteriores vítimas humanas.

Fonte: ANDA

Parte de investigações Estados Unidos articula lei para considerar abuso de animais como crimes graves

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No dia 1º de janeiro, os Estados Unidos se tornou um lugar melhor. Isso porque, na data o FBI (Agência Federal de Investigação) se propôs a investigar incidentes de violência contra animais, assim como apura investigações de incêndios criminosos, agressões e assassinatos. Dessa forma, colocando-os na categoria de crimes graves, como homicídios e tráfico de drogas.

A medida foi tomada a partir de uma parceria entre o FBI e a agência norte-americana Animal Welfare Institute, com a premissa de que a crueldade contra os animais é um indicador de violência criminosa. Além disso, a psicóloga especializada em direitos animais, Mary Lou Randour, foi uma peça chave para convencer o FBI a mudar sua posição em relação ao abuso de animais.

Os maus-tratos relacionados a animais farão parte da base de dados National Incident-Based Reporting System (NIBRS), utilizada por várias agências dos Estados Unidos, inclusive o FBI, e, ali, serão mantidas informações diversas, como local e natureza dos crimes, além de suspeitos, armas utilizadas e outros detalhes. Ainda, serão investigados casos como abuso sexual contra animais, rinhas de cães e de galos e outros tipos de violência.

“O FBI passará a investigar crimes contra os animais da mesma forma como investiga crimes de ódio e de outras categorias importantes. Nunca mais os casos de extrema violência serão incluídos na categoria de ‘outros crimes’ só porque as vítimas são animais”, declara o presidente da The Humane Society of the United States, Wayne Pacelle.

Fonte: ANDA

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Este artigo fala por si. Este é um artigo bastante esclarecedor.

Está na hora dos legisladores portugueses, olharem para este enorme passo, vindo dos Estados Unidos, e agirem em conformidade!

Quem acompanha o que escrevo, sabe que desde sempre apelido aqueles que torturam e que matam o touro, na tauromaquia, aqueles que vilmente torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia, de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas. E desde sempre o digo, porque queres eles queiram quer não, são Assassinos, são Sociopatas, são Psicopatas. E não o digo como insulto. Digo-o porque é a verdade, porque é a realidade. Digo-o porque para o FBI, todos aqueles que maltratam animais não-humanos, são Assassinos, são Socipatas, são Psicopatas. Digo-o, porque para a Psiquiatria Forense, todos aqueles que maltratam animais não-humanos, são Assassinos, são Sociopatas, são Psicopatas.

Por tanto, todos aqueles que apelidam aqueles que torturam e que matam o touro na tauromaquia, aqueles que torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas, mais não estão do que a ser verdadeiros. E quando algo que se quer dizer é verdade, deve ser dito.

Por tanto, aqueles que torturam e que matam o touro na tauromaquia, aqueles que torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia, não devem ser apelidados de aficionados. Devem ser apelidados por aquilo que na verdade, na realidade são; de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas.

Mário Amorim

Problema sério A crueldade com os animais, um sinal de alarme psiquiátrico

Foto: Paul J. Richards

Apesar da terrível brutalidade que apresentam, os atos de crueldade contra os animais não ocupam as primeiras páginas de nenhum jornal nem parecem escandalizar muito a população. No entanto, têm um significado final que deveria nos interessar como sociedade. Aqueles que abusam dos animais, segundo especialistas, são até 5 vezes mais propensos a praticar crimes violentos contra as pessoas.

Um adolescente britânico que coloca o hamster do seu irmão no microondas, um grupo de jovens que crucifica um gato na Comunidade Valenciana e outro que assassina brutalmente um burro na Extremadura, três mexicanos que torturam um cão e colocam os vídeos na internet…. animais esfolados, queimados, empalados, mutilados, espancados…

Frequentemente lemos ou escutamos frases como ¨são coisas de crianças¨ quando se trata desse tipo de acontecimento. É certo que, às vezes, dentro de uma brincadeira, especialmente em grupo, alguns menores de idade cometem atos lamentáveis, mas os psiquiatras e criminologistas advertem que, muitas vezes, isso é um ¨sinal de alarme¨ que as pessoas não escutam, ¨não uma válvula de escape inofensiva em um indivíduo saudável¨, nas palavras de Allen Brantley, supervisor e agente especial do FBI, um dos grandes especialistas do mundo no assunto.

¨Brincar de matar animais que não nos inspiram compaixão, como os mexilhões, é bastante normal. Mas algumas crianças o fazem de forma repetitiva, inclusive desfrutando do momento e isso é um problema¨, explica Francisco Montañés, chefe do Departamento de Psiquiatria da Fundação Hospital Alcorcón.

Comportamento antissocial

Em países como os Estados Unidos, o interesse por este tipo de ato é crescente. Não só pela maior sensibilização para com os animais, mas também pelas evidências cada vez mais numerosas da relação entre os atos de crueldade com os animais e outros crimes que vão desde o consumo de drogas aos assassinatos em série.

Na década de 80, Alan Felthous, especialista em Psiquiatria Forense, realizou várias investigações que mostravam de maneira consistente, que por detrás das agressões a pessoas havia, em muitas ocasiões, uma história de abuso a animais. Seus trabalhos, realizados com homens especialmente violentos internados nos presídios dos Estados Unidos, confirmaram sua suspeita.

Depois disso, outros analisaram a questão. Em 2002, a revista ¨Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law¨ tornou público um estudo no qual eram associados os atos repetidos de crueldade com os animais durante a infância com o desenvolvimento de um transtorno de personalidade antissocial, a presença de traços antissociais e o abuso de drogas.

Aproximadamente, metade dos indivíduos antissociais incorrem em condutas sádicas e se o fazem antes dos 10 anos de idade, o prognóstico é pior, observa Montañés. Que o menor passe de um ato isolado de violência contra um animal a cometer outros crimes ¨é uma escalada¨, acrescenta o especialista. ¨Se repete o ato, vai aumentando o tamanho do animal; se há diversão, desfrute… as possibilidades são maiores¨.

Frank Ascione, do Departamento de Psicologia da Universidade de Utah (Estados Unidos) e reconhecido especialista, escreveu no Boletim de Justiça Juvenil em 2001: ¨O abuso de animais e a violência interpessoal compartilham características: ambos tipos de vítimas são criaturas vivas, têm capacidade para experimentar a dor e poderiam morrer em consequência das lesões infligidas ¨.

Uma oportunidade para intervir

A sensibilização na Espanha diante desta problemática é baixa. ¨Estamos esperando¨, afirma Núria Querol i Viñas, médica de família do Hospital Universitário Mútua de Terrassa, criminologista e especialista no assunto. ¨O maltrato aos animais é aterrador e poucas vezes é feito alguma coisa¨, acrescenta.

No entanto, Querol sublinha que ela também faz parte da Associação Americana de Criminologia e que, ¨quando são detectados casos de menores que maltratam animais, é preciso ter cuidado, pois pode existir um transtorno de conduta. Não se pode ignorar o fato , é uma oportunidade para intervir¨.

O Dr. Montañés concorda com ela nesse ponto ao ressaltar a necessidade de ¨recorrer a um psiquiatra em casos de crueldade com os animais, porque se tratadas desde o início, essas pessoas podem ter solução. A falta de controle dos impulsos, a empatia, a gerência da raiva… são coisas que podem ser tratadas se isto for feito a tempo¨, acrescenta Querol.

Um do objetivos desta especialista é instaurar na Espanha, como já existe em outros países, programas de intervenção para trabalhar com essas pessoas, já que é ¨muito importante mudar os valores e isso não se faz de forma sistemática¨, conclui.

Fonte: ANDA

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“Apesar da terrível brutalidade que apresentam, os atos de crueldade contra os animais não ocupam as primeiras páginas de nenhum jornal nem parecem escandalizar muito a população. No entanto, têm um significado final que deveria nos interessar como sociedade. Aqueles que abusam dos animais, segundo especialistas, são até 5 vezes mais propensos a praticar crimes violentos contra as pessoas.”

“¨Brincar de matar animais que não nos inspiram compaixão, como os mexilhões, é bastante normal. Mas algumas crianças o fazem de forma repetitiva, inclusive desfrutando do momento e isso é um problema¨, explica Francisco Montañés, chefe do Departamento de Psiquiatria da Fundação Hospital Alcorcón.”

“Em países como os Estados Unidos, o interesse por este tipo de ato é crescente. Não só pela maior sensibilização para com os animais, mas também pelas evidências cada vez mais numerosas da relação entre os atos de crueldade com os animais e outros crimes que vão desde o consumo de drogas aos assassinatos em série.

Na década de 80, Alan Felthous, especialista em Psiquiatria Forense, realizou várias investigações que mostravam de maneira consistente, que por detrás das agressões a pessoas havia, em muitas ocasiões, uma história de abuso a animais. Seus trabalhos, realizados com homens especialmente violentos internados nos presídios dos Estados Unidos, confirmaram sua suspeita.”

“Em 2002, a revista ¨Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law¨ tornou público um estudo no qual eram associados os atos repetidos de crueldade com os animais durante a infância com o desenvolvimento de um transtorno de personalidade antissocial, a presença de traços antissociais e o abuso de drogas.

Aproximadamente, metade dos indivíduos antissociais incorrem em condutas sádicas e se o fazem antes dos 10 anos de idade, o prognóstico é pior, observa Montañés. Que o menor passe de um ato isolado de violência contra um animal a cometer outros crimes ¨é uma escalada¨, acrescenta o especialista. ¨Se repete o ato, vai aumentando o tamanho do animal; se há diversão, desfrute… as possibilidades são maiores¨.

Frank Ascione, do Departamento de Psicologia da Universidade de Utah (Estados Unidos) e reconhecido especialista, escreveu no Boletim de Justiça Juvenil em 2001: ¨O abuso de animais e a violência interpessoal compartilham características: ambos tipos de vítimas são criaturas vivas, têm capacidade para experimentar a dor e poderiam morrer em consequência das lesões infligidas ¨.”

“No entanto, Querol sublinha que ela também faz parte da Associação Americana de Criminologia e que, ¨quando são detectados casos de menores que maltratam animais, é preciso ter cuidado, pois pode existir um transtorno de conduta. Não se pode ignorar o fato , é uma oportunidade para intervir¨.

O Dr. Montañés concorda com ela nesse ponto ao ressaltar a necessidade de ¨recorrer a um psiquiatra em casos de crueldade com os animais, porque se tratadas desde o início, essas pessoas podem ter solução. A falta de controle dos impulsos, a empatia, a gerência da raiva… são coisas que podem ser tratadas se isto for feito a tempo¨, acrescenta Querol.”

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A Assembleia da Republica, bem como o governo português, têm de levar em conta estes dados, e abolir todo o maltrato aos animais para divertimento publico, a começar pela tauromaquia e pelos circos com animais!