conteúdo anda Centenas de raposas serão mortas em Londres depois das comemorações de fim de ano

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Centenas de raposas serão mortas até o próximo ano porque são consideradas lixo nas ruas de Londres, na Inglaterra. A matança deve ocorrer após as comemorações de fim de ano, disse um controlador de pragas da cidade.

Tom Keightley, 59 anos, que diz ter matado e disparado em milhares de raposas ao longo de uma carreira de 30 anos, revelou que a demanda por seus serviços sobe após as festas de fim de ano.

Segundo ele, o excesso de lixo que enche as ruas de Londres durante o período de férias aumenta as queixas de pessoas que querem se livrar dos animais. “Há lixos abertos transbordando e estourando com sobras, o que é o paraíso para as raposas”, afirmou.

Aproximadamente 10 mil raposas vivem em Londres, cerca de um terço da população total de raposas urbanas da Grã-Bretanha. Segundo Keightley, elas são atraídas pelos restos descartados por residências e restaurantes.

O controlador de pragas, que cobra de 350 a 450 libras por uma sessão, diz que os clientes comumente se queixam de animais vasculhando suas lixeiras ou destruindo seus jardins. Segundo ele, cerca de seis raposas são assassinadas em apenas uma sessão.

Infelizmente, a prática de matá-las é legalizada na região embora desperte indignação em ativistas pelos direitos animais. Segundo um porta-voz da RSPCA, a prática é legal, mas não eficaz.

“A RSPCA sempre vai instar métodos não letais de dissuasão, pois uma raposa vai simplesmente incentivar outras raposas a se deslocarem até estas áreas e tomar seu lugar”, declarou o porta-voz. “Existem restrições a alguns dos métodos que podem ser usados para matá-los, mas de outra forma as raposas não têm proteção legal específica.”

“Desde que a pessoa tenha a certificação apropriada de armas de fogo e esteja em sua propriedade, ou em terras onde tem permissão para acessar, ela não está atirando de modo a representar um risco de segurança, então não há ofensa cometida”, declarou Evening.

O bairro de Kensington e Chelsea advertiu, em um comunicado publicado em seu site,: “Se você decidir empregar alguém para matar uma raposa em sua propriedade, você será responsável pelos custos de matar e eliminar um animal (que podem ser consideráveis). Além disso, o território de uma raposa será rapidamente reocupado por outra raposa.”

Fonte: ANDA

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Conteúdo ANDA Serial killer de gatos pode estar mantendo partes de corpos como troféus

O gato Ukiyo, que pode ter sido uma das vítimas do serial killer. Foto: Standard UK
O gato Ukiyo, que pode ter sido uma das vítimas do serial killer.

Um serial killer de gatos que está solto pelo sul de Londres pode estar mantendo partes de corpos dos animais como “troféus”. As informações são do Standard UK.

Há suspeitas de que mais de 50 animais, sendo a maioria gatos, já foram mortos pelo desconhecido apelidado de “matador de gatos de Croydon” nos últimos três anos, conforme publicado recentemente pela ANDA.

O número de incidentes reportados aumentou muito nos últimos meses, com alguns tutores relatando ter encontrado os corpos de seus animais sem as cabeças ou caudas.

Um criminologista alertou que o assassino pode estar mantendo partes dos corpos das vítimas para “reviver o momento do crime”.

O Dr. Adam Lynes, especialista em assassinos seriais da Universidade de Birmingham, disse à Sky News: “Há alguns paralelos com serial killers que atacam a humanos e guardam objetos pessoais como relógios, roupas, jóias ou até mesmo cabelo de suas vítimas”. Ele afirmou que eles fazem isso pois têm uma necessidade de relembrar do seu ato criminoso.

“Dado que o infrator joga os corpos ou partes deles perto das casas dos tutores, isso sugere que ele quer chamar a atenção”.

Ativistas de direitos animais estão oferecendo uma recompensa de 5 mil libras para quem fornecer pistas que levem à prisão do assassino.

Kirsty Henderson, do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), disse à Sky que a maioria desses animais são gatos, mas infelizmente indivíduos de outras espécies também têm sido encontrados mortos ou mutilados.

“Nós temos recebido relatos de raposas que foram mutiladas e deixadas nas ruas. Quem sabe onde essa pessoa irá parar?”, comenta Henderson.

“Nós não queremos assustar as pessoas desta comunidade, e sim deixá-las conscientes do que está acontecendo e pedir que mantenham os seus animais dentro de casa, seguros, que sejam diligentes e observem o que acontece em nossa comunidade. Esperamos que, juntos, possamos capturar essa pessoa”, acrescentou ela.

Fonte. ANDA

Londres, inglaterra Ativistas realizam protesto pela proibição de circos com animais

Reprodução

Dezenas de manifestantes protestaram, do lado de fora do parlamento britânico, contra a exploração de animais nos circos, nesta última quarta-feira. Há muito tempo, o governo vem prometendo acabar com a participação de animais em circos na Inglaterra e no País de Gales, mas até agora, nada foi feito. Os manifestantes pacíficos exibiram cartazes e, literalmente vestiram a camisa dos animais durante o protesto, destacando a crueldade no uso de animais nos espetáculos de entretenimento.

Assista ao vídeo clicando aqui

Fonte: ANDA

LONDRES: DEZENAS DE PROFISSIONAIS COLABORAM PARA RETIRAR GATO DO TOPO DE ÁRVORE

Em Portugal, iria alguém à socapa apanhar o gato para algum ritual diabólico, ou um caçador, com uma caçadeira, desfazia o gato em pedaços

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Seis arboristas, três bombeiros e um guindaste foram necessários para salvar um gato que ficou preso no topo de uma árvore em Shepherd’s Bush, Londres. Segundo a imprensa local, o gato saltou para o topo da árvore na sexta-feira, tendo ficado a 12 metros do chão.

Nessa tarde, um vizinho chamou a RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty for Animals), que por sua vez avisou os bombeiros. No entanto, estes decidiram que era demasiado perigoso subir ao topo da árvore com uma escada, pelo que foram chamados três arboristas para perceber se a árvore estaria prestes a colapsar.

Quando se percebeu que não existia risco de queda, dois bombeiros subiram ao topo da árvore e trouxeram o animal para solo firme, conta a imprensa.

Nessa noite, um dos residentes levou o gato para casa, mas voltou a soltá-lo na manhã de sábado, julgando que ele tinha dono. Então, o gato voltou a subir, mas desta vez foram precisos mais arboristas, outros bombeiros e um guindaste. Esteve também presente uma equipa da polícia e a rua foi fechada ao trânsito.

«Se um gato não está ferido ou em perigo iminente, recomendamos que coloquem comida perto da árvore, para que ele desça sozinho, e monitorizar a situação sempre que possível. A maioria dos gatos desce no espaço de 24 a 48 horas», explicou um responsável da RSPCA.

Fonte:

http://greensavers.sapo.pt/2015/08/05/londres-dezenas-de-profissionais-colaboram-para-retirar-gato-do-topo-de-arvore-com-fotos/

Fonte: Arco de Almedina

Ativista protesta contra o uso de couro de réptil pela grife Hermès

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Na semana passada, o grupo PETA dos Estados Unidos revelou as atrocidades cometidas contra crocodilos e jacarés nas fazendas que fornecem couro para o fabricante “de luxo” Hermès.

Uma ativista da organização participou essa semana de um protesto memorável em frente à loja da Hermès no Royal Exchange, centro de Londres, para denunciar a crueldade envolvida na fabricação das bolsas Kelly e Birkin, ambas da grife.

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Nua, com o corpo pintado para se assemelhar a um crocodilo e deitada numa poça de sangue artificial, a defensora de animais Harriet chamou a atenção dos transeuntes. “Eu sabia que tinha de fazer alguma coisa depois de assistir às gravações da PETA, que mostram o abuso e a dor enfrentados por esses répteis antes de serem mortos para a Hermès. Esse tipo de crueldade não pode ser justificada em nome da moda.”

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Animais mortos para a fabricação de bolsas da famosa grife (Foto: PETA)

Um investigador da PETA visitou fazendas no Texas e no Zimbábue que fornecem peles de répteis para curtumes da Hermès. Sua investigação revelou que os animais são confinados em tanques superlotados e insalubres, e que os bichos agonizam durante vários minutos enquanto funcionários serram suas peles.

Fonte: ANDA