COMO SE ESPERAVA, O BULLFEST FOI UM BULLFIASCO

Uma vez mais, os tauricidas deram-se mal. Quiseram esticar, até ao limite, uma corda podre, e estatelaram-se no chão.

O tal BullFest, aquele evento realizado no passado sábado, no campo pequeno, na cidade de Lisboa, com a intenção de mostrar ao povinho a “coltura” tauromáquica, foi o maior fiasco de sempre.

Ficou demonstrado que a selvajaria tauromáquica não passa disso mesmo: de uma “coltura”, que é como quem diz, a incultura tauromáquica,  que só interessa a uma insignificante facção da população portuguesa, que tem ainda a ilusão de manter de pé algo que só está de pé, porque, inacreditavelmente, o governo português, utilizando os impostos dos portugueses, injecta dinheiro nessa “incoltura”, em detrimento da Cultura Culta.

https://i1.wp.com/c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7415c5f0/20266901_rdHV3.png https://protouro.wordpress.com/2017/02/19/o-festival-da-protoiro-foi-um-fiasco/#jp-carousel-920

Foi assim, para uma fraca (em quantidade e moralmente) plateia, mais borlas do que bilhetes vendidos, que o BullFiasco se realizou. Quantos mais fiascos terão de acontecer para que o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o governo português entendam que a selvajaria tauromáquica está moribunda, e que não vale a pena esbanjar dinheiros públicos numa “coisa” que envergonha a cidade, os Portugueses, Portugal e a Humanidade?

Não foi por acaso que o Porto, cidade limpa da selvajaria tauromáquica, foi eleito como o melhor destino europeu de 2017, sendo distinguido pela terceira vez consecutiva.

Para mim, e para muito votantes, este detalhe contou.

Pensem nisto.

Fonte: Arco de Almedina

 

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Quem respeita o touro e o cavalo, não vai ao Campo Pequeno!

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No principal antro da crueldade, em Portugal, o Campo Pequeno, realizam-se concertos; festa do lego; festas das televisões, e outros espectáculos, para além do espectáculo bárbaro e cruel, chamado tourada.

E quem lá vai ver um desses espectáculos, não quer saber que lá acontece barbaridade, crueldade, tortura. Não quer saber que o Campo Pequeno, está impregnado de sangue e de sofrimento de seres sensíveis.

No que me diz respeito, jamais entrei no Campo Pequeno, e jamais lá entrarei.
Aliás; seja do Campo Pequeno, ou não. Não quero, se quer aproximar-me de uma praça de touros, ainda em actividade tauromáquica. Não sou e não serei, jamais, capaz disso.

Por isso; até me arrepia, só em pensar, que existem pessoas que no Campo Pequeno, aplaudem, num qualquer espectáculo de musica, ou com musica. Pois essas pessoas, ao aplaudirem, num desses espectáculos, sem pensar nisso, não estão a aplaudir o espectáculo que estão a ver. Mas sim a crueldade, a tortura, física e psicológica que lá acontece, para com o touro e o cavalo.

BASTA DE CRUELDADE, DE TORTURA, DE SOFRIMENTO, NAS PRAÇAS DE TOUROS PORTUGUESAS!
BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!

Mário Amorim

 

«PAN APELA À CÂMARA MUNICIPAL PARA RETIRAR APOIO INSTITUCIONAL A EVENTO TAUROMÁQUICO COM CRIANÇAS»

VERGONHA!

Lisboa, uma capital que se diz europeia, e que pretende viver do Turismo Culto, acolhe e promove um evento (BullFest) que não dignifica a Humanidade, ao esmagar a dignidade das crianças. (IAF)

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«No seguimento do anúncio público sobre o apoio institucional que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a atribuir à primeira edição do festival tauromáquico BullFest, já no próximo fim-de-semana, através do Turismo de Lisboa, entidade presidida pelo Presidente Fernando Medina, o PAN contactou hoje a CML para manifestar a sua enorme surpresa e preocupação em relação a esta decisão do executivo municipal.

Muitos lisboetas têm contactado o PAN por não entenderem o porquê deste apoio institucional à indústria tauromáquica que tem comprovadamente um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espectáculos ao vivo em Portugal, sendo já superada pelos eventos de Folclore, segundo o Instituto Nacional de Estatística. De acordo com o parecer da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) sobre a discussão das consequências da exposição e participação das crianças em eventos e actividades tauromáquicas, “Quando as crianças assistem a uma tourada podem interpretá-la como uma forma de violência (e uma violência real, embora limitada à arena) que ocorre numa relação explicável como desigual (uma vez que é perpetrada pelos homens em animais coagidos a estarem presentes) e que tendencialmente serve apenas o prazer de uma das partes. O comportamento lido como agressivo que observam nas touradas recebe um aval social forte, podendo ser visto como apropriado e tolerável (e portanto, repetível ou perpetrável noutras circunstâncias).”

Também o Comité dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão máximo a nível internacional para esta matéria, recomendou ao Governo Português a proibição de participação de crianças em touradas e a adopção das medidas legais e administrativas necessárias para proteger as crianças envolvidas neste tipo de actividades, tanto como participantes como enquanto espectadoras.

Para além disso este não será um apoio às tradições portuguesas, à ruralidade e à cultura realizando-se o designado BullFest, num shopping repleto de boutiques e de cadeias de fast food.

Num email escrito dirigido ao Presidente da CML, o Deputado André Silva explicou que no programa deste evento se pode ler que “este é um momento perfeito para os mais pequenos terem uma introdução à tauromaquia em família.” Esta frase diz tudo sobre as intenções de doutrinamento dos mais jovens pela indústria tauromáquica.

Na mesma comunicação, o PAN pede uma nova atitude política e apela a um posicionamento que vá ao encontro da vontade e sentimento geral da maioria dos cidadãos portugueses e dos lisboetas. A longa exposição termina com um pedido de André Silva: “Não posso deixar de lhe pedir que ouse ser diferente e que pondere tomar a única atitude consentânea com os mais altos valores éticos e civilizacionais através dos quais a cidade de Lisboa se deve reger, retirando o seu apoio institucional a esta iniciativa baseada na cultura da violência.”

Fonte:

http://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1166-pan-apela-cml-retirar-apoio-evento-tauromaquico.html

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando oficialmente em vigor em Portugal, e atenta contra a legítima Língua (Oficial) Portuguesa, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

Fonte: Arco de Almedina

CANCELADA CORRIDA DE BURRO COM FERRARI PROMOVIDA PELO PSD

Pergunta: E se tudo isto foi forjado pelo PSD para atacar António Costa e ao mesmo tempo colocar em cheque a Câmara Municipal de Lisboa?

Resposta: Se foi esta a intenção, resultou em pleno. Desenterrou-se um episódio de triste memória protagonizado pelo actual primeiro-ministro de Portugal, com o qual o PSD anda de candeias às avessas, e a Câmara Municipal de Lisboa sai disto tudo muito beliscada.

As “desculpas” não convencem ninguém…

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1993: António Costa protagoniza um episódio de triste memória, que o PSD quis desenterrar

Texto de Teresa Botelho

 

«Quando o burro de Costa ganhou

PSD vai “ridicularizar” burro

A corrida entre um burro e um Ferrari que tinha sido anunciada para esta sexta-feira foi cancelada. O PSD alega que a Câmara de Lisboa proibiu a iniciativa com o argumento de que ela comprometeria o bem-estar do animal, mas essa versão é desmentida pela autarquia.

Num comunicado enviado esta quinta-feira ao fim da tarde, o PSD Lisboa diz ter recebido “com estupefacção” uma notificação da câmara “proibindo a realização” da corrida. O partido sublinha que uma iniciativa semelhante tinha já sido realizada pelo actual primeiro-ministro, António Costa, em 1993, tendo na altura decorrido “dentro da normalidade e sem nenhum constrangimento”.

“O objectivo era apenas saber qual a melhor forma de fazer face ao tráfego caótico que os lisboetas enfrentam diariamente na capital, originado pelas obras que decorrem um pouco por toda a cidade. Por isso, estranhamos ainda mais esta proibição”, continua o PSD Lisboa, que diz ainda lamentar “que os cidadãos do município sejam privados de conhecer o desfecho desta corrida”.

Além do comunicado, o partido enviou à comunicação social uma carta à Provedora Municipal dos Animais de Lisboa, carta que apresenta como “a resposta do PSD Lisboa à notificação da Câmara Municipal de Lisboa”. Nessa missiva, assinada por Mauro Xavier, sublinha-se que aquilo que se pretendia fazer era “um simples passeio pelas ruas de Lisboa, desprovido de qualquer carácter violento ou agressivo”.

Dirigindo-se a Inês Corte Real, o líder da concelhia de Lisboa destaca também que o seu partido “não inventou nem inovou em nada”, limitando-se a “recriar uma tradição criada pela pessoa que a nomeou para o seu actual cargo, o Dr. António Costa”. Segundo Mauro Xavier a iniciativa desta sexta-feira iria aliás ser feita com “melhores condições” do que a de 1993: “esta prova, ao contrário do que aconteceu no evento original, iria decorrer com o acompanhamento de um médico veterinário para garantir o bem-estar do burro”.

O dirigente social-democrata garante ainda que os promotores da iniciativa agora cancelada “são muito sensíveis ao argumento do stress causado ao burro”. “Mas podemos garantir-lhe que esse stress não seria maior do que aquele que é causado todos os dias a milhares de Lisboetas”, acrescenta Mauro Xavier.

“Se o PSD Lisboa ‘ridiculariza’ um burro colocando-o a passear no caótico trânsito, a Câmara de Lisboa ridiculariza milhares e milhares de lisboetas obrigados a passar horas no seu automóvel”, continua, concluindo que “o argumento do ridículo é ridicularizado se pensarmos que o burro tinha fortíssimas possibilidades de vencer a corrida”.

A Câmara de Lisboa já veio refutar a versão do PSD, num comunicado em que “desmente categoricamente que tenha tomado qualquer pronúncia ou deliberação sobre a corrida marcada pelo PSD”. “Muito menos” que tenha determinado “a sua proibição”.

Em comunicado, a autarquia presidida por Fernando Medina explica ter tomado conhecimento “da existência de um parecer da Provedora Municipal dos Animais de Lisboa, o qual recomenda ao PSD que não utilize um burro nessa corrida”. “Não só esse parecer não proíbe a iniciativa, como a Provedora Municipal dos Animais de Lisboa é uma estrutura independente dos serviços da câmara”, frisa o município.

“Qualquer decisão sobre a realização ou não do dito evento é da exclusiva responsabilidade dos seus organizadores”, conclui-se nesse comunicado da câmara.

Em declarações à Lusa, Inês Sousa Real disse que não proibiu a corrida, mas recomendou ao partido “que não utilizasse o animal” na iniciativa uma vez que “poderia pôr em causa o seu bem-estar”. “Não era do meu conhecimento que existisse autorização sanitária para a presença do animal na via pública por parte da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária”, referiu.»

Fonte:

https://www.facebook.com/isabel.a.ferreira.9/posts/1414169798597108

Fonte: Arco de Almedina

«NEM DE BURRO, NEM DE FERRARI»

A estupidez da iniciativa do PSD é tão grande que nas redes sociais as reacções não se fizeram esperar.

Uma delas foi a do PAN, com a qual concordo plenamente.

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Pois a notícia desastrosa é a de que o PSD pretende recriar uma corrida entre um Burro e um Ferrari, em Lisboa, com o objectivo (e pasmemo-nos) de alertar para a falta de mobilidade na cidade, como se os Burros fizessem parte do seu dia-a-dia.

O PAN reagiu deste modo:

«O ‘Circo de Rua’ organizado e anunciado pelo PSD vem uma vez mais demonstrar que existe um claro desencontro entre a evolução ética e civilizacional e as práticas partidárias em Portugal, facto que obviamente se reflecte na falta de visão política quanto à protecção dos Direitos dos Animais.

Se o problema é a mobilidade, temos uma solução a propor à organização do dito evento: vão antes de bicicleta.

Pensar a mobilidade é reflectir sobre a criação de infra-estruturas adequadas, a requalificação dos espaços públicos, a criação de espaços de lazer para tod@s, a idealização de modelos de transporte em que as energias limpas e renováveis sejam de facto o seu motor de desenvolvimento.

Estamos cá para contribuir para essa reflexão. Rejeitamos veementemente a utilização de animais nestas acções de campanha.

Quanto ao Ferrari, Lisboa agradecerá a densa nuvem de carbono emitida pelo automóvel.»

PAN – A causa de tod@s»

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852.1073741876.890462117681551/1218349828226110/?type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina

 

PSD RECRIA CORRIDA ENTRE BURRO E FERRARI

Esta é a corrida entre o ser racional (o Burro) e o irracional que irá a conduzir o Ferrari.

Isto é a ESTUPIDEZ elevada ao cubo.

A ignorância e a falta de imaginação é tanta, que não conseguem ir além do RASTEIRO.

E está “ISTO” no poder!!!!!

Que “gente” mais RASCA esta!!!!!

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Diz a notícia que o PSD (um dos partidos instalados na Assembleia da República Portuguesa) vai recriar na sexta-feira em Lisboa, capital de Portugal (note-se que não é em nenhuma aldeola do interior) a corrida entre um burro e um Ferrari que António Costa, actual primeiro-ministro e ex-presidente da Câmara da capital, num rasgo de génio da desinteligência, organizou em 1993 numa campanha para as eleições autárquicas.

Que se cometa uma parvoíce uma primeira vez!!!! …

A “desculpa” para esta iniciativa digna de descerebrados, é a mais estúpida que conseguiram retirar do Baú das Parvoíces, e que foi transmitida através de um comunicado do partido:

 

«Hoje, quando, mais do que nunca, os lisboetas vêem ser diariamente posta à prova a sua mobilidade, senão mesmo a sua capacidade para saltarem obstáculos, o PSD Lisboa entende que é chegado o momento de regressar às origens e homenagear o “costismo” e os seus seguidores com a 2.ª Corrida entre um burro e um Ferrari».

Lê-se ainda no comunicado que «a partida desta corrida está marcada para as 8.45 horas na Rua Professor António Flores, junto à Faculdade de Direito de Lisboa, na Cidade Universitária, e terá chegada na Praça Duque de Saldanha, com “meta instalada” junto ao edifício do Monumental. Assim, o caos provocado pelas obras de fachada que infernizam o trânsito no centro da capital deixe avançar os dois contendores para uma competição que se quer justa“.

Chamar a isto “competição justa” é de uma cegueira mental descomunal.

Mas o pior é o que o PSD Lisboa recorda: «nas palavras do próprio organizador, o evento saldou-se como uma das mais enriquecedoras experiências políticas que viveu“.

Veja-se o que enriquece a vida dos nossos políticos: uma corrida desigual e desumana entre um pobre Burro e um FERRARI de não sei quantos Cavalos…

Depois disto… se Portugal não afundar num abismo, é porque tem um anjo-da-guarda muito forte!

Isto realmente merece ser divulgado e correr mundo, porque só em LISBOA, uma capital que se diz europeia, esta miserável, trágica e patética iniciativa poderia acontecer.

Depois admiram-se do Schäuble não ter o mínimo respeito por Portugal.

Com gente assim a governar e a envergonhar Portugal e os Portugueses, que respeito merecerão?

Esperamos todos que tal coisa não aconteça.

Tenham bom senso. Sejam mais racionais do que o pobre Burro que vão utilizar nesta descomunal ESTUPIDEZ!

Que António Costa o tenha feito!!!!!?????? uma vez!!!!!?????

Mas mais parvo é quem repete a parvoíce…

Eu nem acredito nisto!!!!!!

Fonte da notícia e da foto

http://www.jn.pt/nacional/interior/psd-recria-corrida-entre-burro-e-ferrari-5476737.html

Fonte: Arco de Almedina

Fiscalização encontra presas de elefantes em Lisboa, Portugal

Foto: Divulgação

Ação do Comando Metropolitano de Lisboa levou à apreensão de 131 peças em marfim, algumas delas trabalhadas

Dois dentes de elefante em bruto estão entre as 131 peças de marfim apreendidas nos últimos dias por agentes da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa.

As apreensões ocorreram durante ações de fiscalização contra o comércio de espécies protegidas, no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES), divulgou a PSP em comunicado.

Os dois dentes de elefante, “sem qualquer marcação ou certificado”, tinham ambos cerca de 120 cm e cada um deles e pesava cerca de 14 quilos.
Além das 131 peças de marfim apreendidas, algumas delas trabalhadas, foram ainda levantadas cinco contraordenações por infrações relativas à CITES.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Diário de Notícias

Fonte: ANDA

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Bandidos!

Fico muito contente com esta apreensão. Mas triste, porque elefantes foram assassinados. É uma vergonha. É muito por causa deste tipo de gente, que o elefante africano, está, infelizmente, em vias de extinção!