Há liberdade de se gostar de touradas?

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Não há liberdade de se gostar de touradas. A única liberdade que existe, é do touro e também do cavalo, de não serem torturados, física e psicologicamente, para gáudio de um cada vez mais reduzido grupo de tauricidas.

Gostar de touradas, não é um gosto, é uma psicopatologia.

Quando os psicopatas dizem; dêem-nos liberdade de gostar de touradas, de ir às touradas, é o mesmo que dizerem; dêem-nos liberdade de sermos psicopatas. E essa, é mais uma razão, que diz bem, do perigo para a sociedade, que essa gente representa.

BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!
BASTA DE PSICOPATIA TAUROMÁQUICA!
CHEGA DE CRUELDADE EM PORTUGAL!

Mário Amorim

Até sempre, Dr. Mário Soares!

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Portugal perdeu um homem livre.
Portugal perdeu um homem que lutou pela liberdade.

E o mundo, perdeu mais um humanista, mais um homem que lutou pelos direitos-humanos.

Obrigado por tudo o que fez por Portugal e pelo mundo, Mário Soares.

A sua voz vai fazer falta aos homens livres. Vai fazer falta aos homens que lutam pela liberdade. Vai fazer falta ao mundo!

Até sempre, Dr. Mário Soares!

Mário Amorim

Pró-touradas – Liberdade???

Pró-touradas - Liberdade

Um dos argumentos mais patéticos e mais frequentemente utilizado pelos pró-touradas é a LIBERDADE. Disse e repito; este argumento é patético.

E a liberdade do touro, de não ser torturado, física a psicologicamente, para gáudio deles, para deleite deles, onde fica?

A liberdade dos pró-touradas acaba, quando começa a liberdade do touro de não ser torturado, física e psicologicamente numa praça de touros.

O touro tem o mesmo direito que eles. Tal como eles o touro, tem o mesmo direito a ser livre, desde o seu nascimento. O touro tem o mesmo direito que eles, a ser feliz, desde o seu nascimento à sua morte. E o mesmo acontece com o cavalo.

E se fossem eles que tivessem no lugar do touro, na arena de uma praça de touros, e levar com todas aquelas farpas no corpo. Será que gostariam. Será que gostariam de passar por todo o sofrimento, físico e psicológico que o touro passa, na arena de uma praça de touros. Será que gostariam de morrer como o touro, numa praça de touros?
-Como diz o ditado; pimenta no cu dos outros é refresco!

O que lhes dá o direito de achar que o touro gosta de levar com todas aquelas farpas, e com isso sofrer inenarravelmente?
-Eles não têm o direito de achar isso. Eles não têm esse direito!

Por conseguinte, a LIBERDADE está completamente do lado do touro e do cavalo.
A LIBERDADE de viverem livres, em paz e sossego, desde o seu nascimento à sua morte, no local onde nascem.

A LIBERDADE está completamente do lado do touro e do cavalo, de não serem torturados, física e psicologicamente, numa praça de touros, para gáudio dos pró-touradas, para deleite dos pró-touradas!

Mário Amorim

(◉‿◉) Enorme vitória para nós, que lutamos contra a tauromaquia! La tauromaquia tiene sus días contados

La tauromaquia tiene sus días contados

Ayer murió “Libertad”. Libertad era un toro joven, que cerró sus ojos para siempre, en una corrida en la plaza de toros de Torreón (Coahuila), México. Pero Libertad fue la última víctima de esa plaza. Fue el último, pues el Congreso del Estado de Coahuila (México), por fin ha escuchado la voz de miles de ciudadanos/as:¡se acaban las corridas de toros en todo el Estado!

No pudimos salvarte, pequeño Libertad, pero en el lugar de tu muerte, ya no sufrirán otros como tú. Gracias a la acción de parlamentarios, al compromiso de activistas y de diversas organizaciones en Coahuila, estamos deteniendo una de las tradiciones más sangrientas y crueles: la tauromaquia.

Gracias por hacerlo posible. Las corridas de toros tienen los días contados. Cuando todas las plazas de toros estén vacías y sea el fin de la tauromaquia, esa victoria, será también gracias a ti.

Comparte esta noticia con tus amigos y familiares. Reenvía este mensaje a tus contactos. Ayúdanos a contagiar la voz de justicia que los animales tanto necesitan.

En tu nombre, Libertad, seguimos juntos por los animales,

Daniela Romero Waldhorn
Directora de AnimaNaturalis Internacional

 

Liberdade de ir ás touradas?

Portugal - Barbárie

Este texto é a continuação deste texto.

Os defensores da tauromaquia, dizem que têm liberdade de ir ás touradas. E agora pergunto; onde fica a liberdade do touro e do cavalo, de não serem torturados, física e psicologicamente, para que eles se possam divertir? –É como diz o ditado; pimenta no cu dos outros, é refresco!

Como disse anteriormente; não existe liberdade quando o bem-estar, a vida de outros seres sensíveis está em causa. Ou melhor; a liberdade está completamente do lado do touro e do cavalo. A liberdade que eles têm de não serem usados para divertimento de uma cada vez mais reduzida minoria, nas praças de touros.

Os defensores da tauromaquia, que se ponham no lugar do touro. Será que gostariam que lhes espetassem bandarilhas no corpo. Será que gostariam de passar pela bárbara tortura que o touro passa, não apenas durante, mas também antes e depois de uma corrida de touros?!

Mário Amorim

 

Será que o dentista americano tinha o direito de tirar a vida ao leão Cecil?

Para artigo do Blog

ABOLIÇÃO

Uma das mais utilizadas justificações, por parte dos defensores da tauromaquia, é a liberdade. Dizem eles que têm liberdade de gostar da tauromaquia. E então, pergunto aos defensores da tauromaquia se o dentista americano tinha o direito de tirar a vida ao leão Cecil?

Assim como um caçador não tem o direito de tirar a vida de outro ser sensível. Quem barbaramente na tauromaquia, provoca dor e sofrimento a outros seres sensíveis. Quem na tauromaquia, provoca a morte de outro ser sensível, não tem esse direito!

Não existe liberdade, quando está em causa o bem-estar, a vida de outro sensível, ou de outros outros seres sensíveis!

Ninguém tem o direito de tirar a vida a outro ser sensível, para que uma cada vez mais pequena minoria se possa divertir.

Aqueles que atentam contra o bem-estar e contra a vida do touro e do cavalo na tauromaquia, não têm esse direito. E quem vai as praças de touros, para se divertir as custas da dor, do sofrimento, da bárbara tortura, física e psicológica, do touro e do cavalo, não tem esse direito!

O direito, quem o tem são o touro e o cavalo. Têm todo o direito de nascer, de viver e de morrer, livres, em paz e sossego, no campo, na natureza!

Mário Amorim

Liberdade dos touros e dos cavalos

Liberdade dos touros e dos cavalos

Um país evoluído não permite que os touros e os cavalos sejam retirados do campo, para serem vítimas de tortura, física e psicológica nas praças de touros!

Num país evoluído, os touros e os cavalos são deixados em liberdade, no campo, desde que nascem até que morram. O seu lugar é o campo, livres, em paz e sossego!

Num país evoluído, os animais não-humanos, não são utilizados para entretenimento!

Mário Amorim

TERRORISMO ESMAGADO POR MILHÕES DE VOZES EM TODO O MUNDO

«Não há machado que corte, a raiz ao pensamento, não há morte para o vento… não há morte» (Carlos de Oliveira)

Ontem, dia 11 de Janeiro de 2015, todo o mundo civilizado (e não só os que se juntaram na Praça da República em Paris), disse um rotundo não ao terrorismo e demonstrou que é possível a união dos povos ao redor da liberdade de culto, de ideias, de expressão, de culturas e da civilização que ainda não chegou a quem em nome de um deus assassina seres humanos.

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Foto: Peter Dejon/AP

Um uníssono grito em Paris contra os que querem impor ao mundo a desordem da mente

O mundo não mais será o mesmo depois desta demonstração de força contra os fracos de espírito.

Ontem, o terrorismo foi reduzido à sua insignificância.

Podem calar umas tantas vozes, mas milhares de outras se farão ouvir e gritarão que um deus, porque é um ser superior, não se ofende com meros desenhos satíricos, alguns de muito mau gosto (deve dizer-se), uma vez que não passam de riscos e dizem apenas da personalidade de quem os cria.

E nenhum terráqueo, por muito que se julgue representante do divino, tem o direito de fazer a justiça que cabe unicamente aos deuses colocados em causa por esses desenhos.

Ontem, juntaram-se líderes políticos de todo o mundo.

Ontem, gente de todas as crenças religiosas e políticas uniram-se para mostrar que a liberdade é possível.

Notou-se a estranha ausência de Barack Obama (ou de um seu representante mais directo) e também a ausência de líderes religiosos muçulmanos (estiveram lá líderes políticos muçulmanos, o que não é a mesma coisa), para dizerem, com a sua presença, o que com as palavras não dizem.

Repudiar actos terroristas de extremistas, perpetrados em nome de uma religião, seja qual for, qualquer cidadão comum, com um mínimo de lucidez o faz.

O que é preciso é que sejam os próprios líderes religiosos a orientarem esses extremistas, perdidos no tempo, no sentido do caminho de uma prática religiosa pacífica e livre do estigma da vingança.

No entanto, desde o ano 632, os muçulmanos não se entendem numa questão primordial: quem é o elemento congregador do Islamismo, ou seja, o correspondente ao Papa cristão, que aglutina as questões da fé?

Existem muitos títulos para designar os líderes religiosos e políticos muçulmanos: Aiatolá, Califa, Emir, Imã, Marajá, Rajá, Mulá, Ulemá, Paxá, Sultão, Vizir, Xá, Xeque, contudo, as entidades islâmicas de topo ainda não chegaram a um consenso (e existem várias facções que os dividem) daí que não seja fácil uma liderança que possa manter a unidade da fé islâmica e desmistificar a questão do “mártir”, que conduz a actos condenáveis à luz da razão ou de qualquer desígnio divino.

No entanto, e apesar destas ausências notadas, milhões de pessoas, por todo o mundo, deixaram uma mensagem bem clara aos terroristas: nenhuma arma de fogo jamais calará as vozes da consciência dos povos livres e civilizados.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/terrorismo-esmagado-por-milhoes-de-501667

 

Direito de ir aos Toiros; desde quando?!

Século 21º

Dizem eles que têm direito de ir aos toiros. Mas têm direito de ir aos toiros, desde quando?! – Nunca tiveram; não têm e jamais terão esse direito, enquanto o touro, for um touro sensível, e enquanto utilizarem no espectáculo deles, que é um espectáculo BÁRBARO, MONSTRO, PSICOPATA E MALDITO, outro ser sensível; o Cavalo!

 

 

Mais!
Quando alguém lhes pergunta na televisão, tal como ainda recentemente aconteceu, na RTP, onde fica a liberdade do touro e do cavalo de não serem torturados, Física e Psicologicamente para gáudio deles, eles não só nunca respondem a esta pergunta, como fogem dela, como se estivessem a fugir de um

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Pois é. Pimenta do cu dos outros é refresco!

Não são eles que têm direito de ir aos toiros, tal como afirmam, pois não têm direito algum de Massacrarem, de Torturarem, Física e Psicologicamente, o Touro e o Cavalo para gáudio deles. São apenas o Touro e o Cavalo, que têm todo o direito, de não serem vítimas de uma vil barbárie, para que eles se possam divertir!

Deixem-se de cobardia, e respondam-nos, de uma vez por todas: onde fica a liberdade do Touro e do Cavalo de não serem barbaramente torturados, Física e Psicologicamente, para vosso gáudio???

Mário Amorim

Onde fica a liberdade do touro e do cavalo de não serem torturados, física e psicologicamente para gáudio de alguns?

(Alerto, que as pessoas demasiado sensíveis, não devem ver este artigo, pois vou utilizar nele imagens muito fortes)

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Dizem os defensores da tauromaquia, que têm liberdade de ir às praças de touros. Então pergunto: onde fica a liberdade do touro e do cavalo de não serem torturados física e psicologicamente, para gáudio deles?

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Já de seguida por vou colocar aqui no artigo imagens muito fortes, para tentar, que pelo menos alguns defensores da tauromaquia, percebam o que significa defenderem o maltrato a animais não-humanos. Conforme forem vendo as imagens, comecem a reflectir, se existe ou não o direito; se existe ou não liberdade, de se gostar e de se assistir à barbaridade; à dor, ao sofrimento, e a morte de animais não-humanos!

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ILHA DINAMARQUESA

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CANADA

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JAPÃO – Taiji

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Qual é a diferença das imagens que acabei de colocar aqui e estas imagens(?):

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Não há diferença absolutamente nenhuma, entre a Matança de Baleias na Ilha Dinamarquesa; a Matança de focas no Canada, a Matança de Golfinhos em Taiji, no Japão e a barbaridade sobre o Touro e o Cavalo, na Tauromaquia. Todos estes belíssimos seres sensíveis, têm em comum, serem todos todos animais não-humanos. E todos têm connosco o mesmo direito ao bem-estar e à felicidade. Têm todos, em comum connosco, o mesmo direito à vida, que nós, animais-humanos temos.

***

E agora pergunto: existe o direito; existe a liberdade destes e de muitos outros seres sensíveis, serem torturados, física e psicologicamente; serem vítimas de barbárie, para gáudio de alguns? – Não, não existe. Repito: não; essa liberdade, não existe, pois a liberdade, não pode colidir, com o direito ao bem-estar; à felicidade; o direito à vida, de outros seres sensíveis. E se a liberdade colidir com o direito ao bem-estar; à felicidade; o direito à vida, de outros seres sensíveis, não é liberdade, é CRIME!

***

Este artigo, que agora estou a terminar tem como objectivo fazer com que pelo menos alguns defensores da tauromaquia, comecem a pensar, e interrogarem-se se de facto têm o direito de gostar de uma barbaridade, como é a tauromaquia, depois das imagens que viram e do que escrevi.

E se no fim deste artigo conseguir que alguns dos actuais defensores da tauromaquia, percebam, que de facto, não têm o direito de gostar e muito menos de ir a uma praça de touros, ver a dor, o sofrimento, e a tortura, física e psicológica do touro e do cavalo, por isso colidir com o direito ao bem-estar; à felicidade; o direito à vida deles, e passarem a lutar contra a tauromaquia, já terei atingido o objectivo que pretendia ao te-lo criado!

Mário Amorim