A regime angolano, deu hoje um tiro no seu próprio pé!

Quem acompanha a realidade angolana sabe que a Justiça em Angola, não é separada do poder político. A justiça em Angola é completamente comandada pelo regime.
Em Angola, o que o Zédu decide, a justiça cumpre.

Com a decisão de hoje, o regime angolano, não apenas atacou, como tem feito ao longe destes 36 anos, os direitos-humanos, como deu um tiro no seu próprio pé.

O regime angolano está perto do fim. E a decisão de hoje, de penas de prisão para os 17 jovens, com alagações ridículas, ainda o torna mais perto do fim.

No que diz respeito ao futuro de Angola, a decisão de hoje, vai ser muito importante. Primeiro, vai piorar, ainda mais, o descrédito internacional do governo angolano. Depois, vai dar azo a uma revolta, que vai originar o fim do ignóbil regime angolano.

Liberdade para os presos políticos em Angola!
Liberdade JÁ!

Mário Amorim

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É revoltante…!

Nasci em Luanda, Angola.
Como tal, a realidade angolana diz-me muito.

É revoltante ver os partidos portugueses, com exceção do Bloco de Esquerda https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/01/27/obrigado-bloco-de-esquerda/, do PAN e de alguns deputados do PS, ignorarem a brutalidade do regime angolano.

É revoltante ver a maioria dos deputados portugueses, fecharem os olhos à realidade angolana…

17 jovens foram acusados de golpe de estado, uma acusação totalmente falsa. O julgamento deles é uma farsa!

A miséria alastra em Angola. Enquanto as pessoas do regime, vivem no luxo.
Uma em cada seis crianças não chegam aos cinco anos. https://www.publico.pt/mundo/noticia/66-milhoes-de-criancas-com-menos-de-cinco-anos-morreram-em-2012-1621666; https://www.publico.pt/mundo/noticia/66-milhoes-de-criancas-com-menos-de-cinco-anos-morreram-em-2012-1621666
Mas estes exemplos, de muitos outros exemplos, não interessam para a maioria dos deputados portugueses.
E pergunto. Onde fica o bem-estar do povo angolano?
Será que o povo angolano, não tem o direito de viver num país onde se respeite os direitos-humanos.

Estou com o Luaty Beirão e os restantes 16 jovens presos políticos!

Li ontem uma entrevista realizada ao José Eduardo Agualusa, que me faz ter esperança que este ano, seja um ano, onde mudanças ocorrerão, em Angola; http://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundial/presidente-de-angola-tem-de-negociar-a-sua-pr%C3%B3pria-sa%C3%ADda-diz-agualusa/ar-BBoGpQX

#Liberdade JÁ!
Liberdade JÁ!
Liberdade para Angola JÁ!

Mário Amorim

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Líderes da oposição angolana juntam-se para pedir libertação dos 15 activistas

Os presidentes dos partidos pedem também a “completa independência” dos tribunais para garantir “julgamentos justos” em Angola.

Os presidentes dos seis principais partidos políticos da oposição angolana apelaram, em posição conjunta, à libertação dos 15 activistas detidos em Luanda desde Junho e à “completa independência” dos tribunais para garantir “julgamentos justos” em Angola.

A posição surge num comunicado enviado esta quinta-feira à Lusa, assinado pelos líderes da UNITA, Isaías Samakuva, da coligação CASA-CE, Abel Chivukuvuku, do PRS, Eduardo Kwangana, e da FNLA, Lunas Ngonda, todos com assento parlamentar, juntamente com o Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade, após reunião com carácter de “urgência”, realizada quarta-feira em Luanda para análise da “problemática da violação dos direitos humanos em Angola”.

Em pano de fundo estão os casos dos jovens activistas detidos sob acusação de actos preparatórios para uma rebelião e um atentado contra o Presidente angolano e os processos judiciais – já com uma condenação a seis anos de prisão do ativista Marcos Mavungo – contra três cidadãos de Cabinda que em Março organizaram uma manifestação em defesa dos direitos humanos naquele enclave.

Ainda os confrontos mortais entre as forças de segurança e fiéis da seita angolana “A luz do mundo”, no Huambo e em Benguela, casos que estes políticos denunciam resultar “sobretudo da interferência gritante do titular do poder executivo, José Eduardo dos Santos, sobre o poder legislativo e judicial”.

Na declaração conjunta, os seis líderes partidários apelam à libertação imediata dos 15 activistas, entre os quais o rapper Luaty Beirão, que terminou na segunda-feira uma greve de fome de protesto que durou 36 dias, alegando estes tratar-se de uma “prisão ilegal”, quando o julgamento do caso está já agendado para 16 a 20 de novembro, em Luanda.

Ainda neste processo, que envolve mais duas arguidas que aguardam julgamento em liberdade provisória, os políticos pedem ao Tribunal Constitucional que rapidamente aprecie o recurso apresentado há algumas semanas pela defesa, alegando prisão ilegal e reclamando também a libertação.

O mesmo apelam para o caso do activista Marcos Mavungo, cujo recurso da condenação do Tribunal de Cabinda está pendente de decisão no Tribunal Supremo.

“Que a Procuradoria-Geral da República exerça o seu papel com independência e, no caso de impossibilidade, que o seu titular tenha a coragem política de solicitar a sua demissão. Que os tribunais actuem com total isenção e completa independência do titular do poder Executivo, garantindo julgamentos justos”, lê-se na declaração conjunta.

Além disso, os líderes da UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA e BD defendem que “de uma vez por todas” sejam “suspensos” os “actos de tortura e maus tratos físicos e psicológicos sobre os presos e que os responsáveis de tais práticas sejam claramente punidos, após apuramento dos factos”.

O Governo angolano está sob forte pressão da comunidade internacional, que tem vindo a pedir ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a libertação dos 15 activistas, que permanecem em prisão preventiva apesar de o crime de que são acusados permitir a liberdade condicional.

Fonte: Publico

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