Explorado, e sob intensa pressão, leão reage violentamente ao interagir com treinador

Foto: One Green Planet/Reprodução

Leões são originários da savanas africanas, geneticamente preparados para correr grandes distancias, em velocidades que alcançam 56km/h, eles vivem em bandos, caçam e convivem com os demais animais, além de tudo isso, esse mamífero majestoso é o maior predador de sua cadeia alimentar.

De posse dessa informação fica fácil entender porque esses animais selvagens não se adaptam ao cativeiro. Sua saúde física e mental sofre impactos terríveis e muitas vezes irreversíveis. Os leões explorados em circos, especificamente, são extremamente abusados para serem usados como entretenimento humano.

Esses animais são ensinados a fazer truques anti-naturais mediante punições severas, o treinamento para tais truques envolve métodos cruéis como espancamento com bastões, chicotes, fome e muito mais.

Considerando sua situação infeliz, vivendo uma vida afastado de seus pares, sendo obrigado a obedecer comandos sem sentido e sofrendo todo tipo de crueldade, é simples compreender porque um animal aprisionado em cativeiro pode se tornar agressivo.

Alguns dos comportamentos agressivos e anormais que eles exibem são: andar de um lado para o outro sem parar, bater as cabeças contra as gaiolas e automutilar-se.

Em outros ambientes cativos, como zoológicos, os animais até atacam e matam uns aos outros. Um exemplo de um incidente violento desses foi quando um urso dançarino russo atacou seu treinador na frente de uma multidão. Recentemente, uma situação semelhante aconteceu envolvendo um leão em um circo na Ucrânia.

O auto-entitulado “domador” de leões, Hamada Kouta, foi recentemente atacado na Ucrânia durante um show. No vídeo, nota-se que o leão claramente já esta farto do circo. Ele pode ser visto batendo no treinador com as patas antes de atacá-lo, mordendo-o no ombro.

Apesar da escolha infeliz de carreira, onde o objectivo é subjugar animais selvagens para submetê-los a sua vontade, o treinador sobreviveu ao ataque. O leão não mordeu propositalmente o pescoço do treinador, o que provavelmente resultaria em morte.

Kouta diz que eles geralmente dão aos animais três dias para se acostumarem a um novo local, mas eles começaram a se apresentar imediatamente e ele acredita que é por isso que o leão estava stressado.

Embora a programação de viagem de um circo certamente deva causar mais pressão e estranheza aos animais em cativeiro, está provado que os animais de circo vivem vidas continuamente stress-antes devido ao fato de estarem sendo mantidos presos. Eles não podem caçar, andar pela selva ou seguir seus instintos de tantas outras maneiras que eles poderiam se estivessem na natureza.

O treinador não culpou o leão e afirmou que ele era o culpado pelo ataque pois ele havia “perdido o tempo certo”, Kouta ainda se referiu aos animais do circo como seus “filhos”. O que é assustador levando-se em conta o tipo de abuso que esses animais sofrem.

Muitos dos animais encontrados em cativeiro são tirados de suas mães ainda bebes a para serem criados em ambientes solitários, onde eles “desenvolvem doenças relacionadas ao stress, depressão, ansiedade e extrema frustração”, segundo informações do One Green Planet.

Kouta também mencionou que sua maior preocupação no momento do ataque era não assustar as crianças que visitavam o circo, infelizmente é uma mensagem perigosa a que esta sendo passada para as crianças, dizer que os grandes felinos são como crianças para ele.

Esse tipo de “show” cruel ensina às crianças que elas podem dominar os animais selvagens e submetê-los à sua vontade, prendendo-os e entretendo-se com eles, o que não é verdade. Ser mantido em cativeiro por humanos é o pior crime que se pode cometer contra os leões ou qualquer outro animal selvagem.

Fonte: ANDA

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。◕‿◕。Leão Salva Bebé Rinoceronte de Hienas

Embora com alguma dificuldade, vê-se o leão a correr a traz das hienas, que estavam a querer atacar o rinoceronte bebé.
O animal humano tem de aprender a ter compaixão, amizade e lealdade, com os seus irmãos não-humanos!

Leão que conviveu 13 anos com turistas foi morto por caçadores ilegais

Há uma história que está a correr mundo e a comover muitas pessoas. É a história de um dos leões mais fotografados e conhecidos num parque natural no Zimbabué. Cecil, era esse o nome do leão, conviveu durante 13 anos com turistas e locais. Foi morto por caçadores ilegais.

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2015-07-26-Leao-que-conviveu-13-anos-com-turistas-foi-morto-por-cacadores-ilegais

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Há 13 anos que Cecil era uma celebridade. Atingido por um arco e flechas, foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça.

Há 13 anos que Cecil, um leão de juba negra, era uma celebridade entre locais e participantes de safaris na região de Hwange, no Oeste do Zimbabwe. De resto, era muito provavelmente o mais conhecido leão do país. Com um temperamento descontraído, era o alvo perfeito para as objetivas das câmaras fotográficas dos turistas estrangeiros que visitavam o Parque Natural de Hwange e, por isso, um contribuinte acima da média para a economia de um dos países mais pobres do planeta.

Mas há algumas semanas um caçador por lazer tirou-lhe muito mais do que uma fotografia. Atingido por um arco e flechas, o grande leão foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça para serem guardados como troféus.

A morte de Cecil aconteceu numa caçada organizada por uma entidade autorizada: a Associação de Caçadores e Guias Profissionais do Zimbabwe (ZPHGA). Mas persistem muitas dúvidas sobre a legalidade das circunstâncias em que o animal foi sinalizado e depois perseguido e abatido.

A ZPGHA emitiu, no passado dia 14, um comunicado em que garantia que Cecil tinha sido morto “fora [do Parque Nacional de Hwange], em terra privada, num safari”. Mas esta versão dos factos não explica como o leão – que alegadamente teria uma coleira de identificação quando foi morto – foi considerado um alvo aceitável pelos caçadores.

A ZPGHA – que de acordo com alguns órgãos de comunicação social já confirmou que o caçador será um membro da associação, de nacionalidade espanhola – anunciou na altura a abertura de um inquérito: “Estamos a aguardar toda a documentação relevante para verificação”, disse. Desde então tem optado pelo silêncio.

A tese da associação de caçadores – cuja página da internet tem em título a frase: “A ética é tudo” – é que a caçada é legal, visto o animal estar fora da zona de reserva. Mas uma organização de conservação acusou os caçadores de deliberadamente terem atraído o leão – que teria um GPS para sinalizar os seus movimentos – para fora do parque, utilizando a carcaça de um animal morto. Há ainda quem afirme que naquela região, em terreno público ou privado, não estavam previstas quaisquer quotas para o abate de leões.

De acordo com estimativas não oficiais, a “caçada” de Cecil terá rendido até 50 mil euros à ZPHGA, que promove estes safaris apenas para os seus membros, que vêm de vários pontos do mundo.

Cecil – que era frequentemente avistado na companhia de outro macho, chamado Jericho – dominava sobre uma área importante do parque natural, sendo o pai de várias crias ali nascidas.

As caçadas legais aos chamados “cinco grandes” mamíferos selvagens africanos – leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos – são uma realidade em vários países africanos, sendo reguladas por legislação e quotas definidas pelas Nações Unidas. Os seus defensores dizem que a caça controlada não põe em risco a subsistência das espécies e que muitos dos seus proveitos são canalizados para esforços de conservação. Mas além das questões éticas associadas, a debilidade económica de alguns países torna mais difícil garantir que a lei é aplicada.

 

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4700082&page=-1

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Todas as praticas para divertimento publico, e todas as praticas que são apelidadas de tradição, que maltratam, que torturam, que matam outros animais, os animais não-humanos, pelos animais-humanos, vão ser erradicadas do mundo. Nós, que lutamos contra todas essas praticas, vamos ganhar essa batalha!