。◕‿◕。Leão Salva Bebé Rinoceronte de Hienas

Embora com alguma dificuldade, vê-se o leão a correr a traz das hienas, que estavam a querer atacar o rinoceronte bebé.
O animal humano tem de aprender a ter compaixão, amizade e lealdade, com os seus irmãos não-humanos!

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Leão que conviveu 13 anos com turistas foi morto por caçadores ilegais

Há uma história que está a correr mundo e a comover muitas pessoas. É a história de um dos leões mais fotografados e conhecidos num parque natural no Zimbabué. Cecil, era esse o nome do leão, conviveu durante 13 anos com turistas e locais. Foi morto por caçadores ilegais.

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2015-07-26-Leao-que-conviveu-13-anos-com-turistas-foi-morto-por-cacadores-ilegais

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Há 13 anos que Cecil era uma celebridade. Atingido por um arco e flechas, foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça.

Há 13 anos que Cecil, um leão de juba negra, era uma celebridade entre locais e participantes de safaris na região de Hwange, no Oeste do Zimbabwe. De resto, era muito provavelmente o mais conhecido leão do país. Com um temperamento descontraído, era o alvo perfeito para as objetivas das câmaras fotográficas dos turistas estrangeiros que visitavam o Parque Natural de Hwange e, por isso, um contribuinte acima da média para a economia de um dos países mais pobres do planeta.

Mas há algumas semanas um caçador por lazer tirou-lhe muito mais do que uma fotografia. Atingido por um arco e flechas, o grande leão foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça para serem guardados como troféus.

A morte de Cecil aconteceu numa caçada organizada por uma entidade autorizada: a Associação de Caçadores e Guias Profissionais do Zimbabwe (ZPHGA). Mas persistem muitas dúvidas sobre a legalidade das circunstâncias em que o animal foi sinalizado e depois perseguido e abatido.

A ZPGHA emitiu, no passado dia 14, um comunicado em que garantia que Cecil tinha sido morto “fora [do Parque Nacional de Hwange], em terra privada, num safari”. Mas esta versão dos factos não explica como o leão – que alegadamente teria uma coleira de identificação quando foi morto – foi considerado um alvo aceitável pelos caçadores.

A ZPGHA – que de acordo com alguns órgãos de comunicação social já confirmou que o caçador será um membro da associação, de nacionalidade espanhola – anunciou na altura a abertura de um inquérito: “Estamos a aguardar toda a documentação relevante para verificação”, disse. Desde então tem optado pelo silêncio.

A tese da associação de caçadores – cuja página da internet tem em título a frase: “A ética é tudo” – é que a caçada é legal, visto o animal estar fora da zona de reserva. Mas uma organização de conservação acusou os caçadores de deliberadamente terem atraído o leão – que teria um GPS para sinalizar os seus movimentos – para fora do parque, utilizando a carcaça de um animal morto. Há ainda quem afirme que naquela região, em terreno público ou privado, não estavam previstas quaisquer quotas para o abate de leões.

De acordo com estimativas não oficiais, a “caçada” de Cecil terá rendido até 50 mil euros à ZPHGA, que promove estes safaris apenas para os seus membros, que vêm de vários pontos do mundo.

Cecil – que era frequentemente avistado na companhia de outro macho, chamado Jericho – dominava sobre uma área importante do parque natural, sendo o pai de várias crias ali nascidas.

As caçadas legais aos chamados “cinco grandes” mamíferos selvagens africanos – leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos – são uma realidade em vários países africanos, sendo reguladas por legislação e quotas definidas pelas Nações Unidas. Os seus defensores dizem que a caça controlada não põe em risco a subsistência das espécies e que muitos dos seus proveitos são canalizados para esforços de conservação. Mas além das questões éticas associadas, a debilidade económica de alguns países torna mais difícil garantir que a lei é aplicada.

 

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4700082&page=-1

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Todas as praticas para divertimento publico, e todas as praticas que são apelidadas de tradição, que maltratam, que torturam, que matam outros animais, os animais não-humanos, pelos animais-humanos, vão ser erradicadas do mundo. Nós, que lutamos contra todas essas praticas, vamos ganhar essa batalha!