Um veterinário…

Um veterinário cumpre totalmente o código deontológico que jurou cumprir, durante os vários anos de curso universitário. Isto quer dizer, que um veterinário trata bem outros seres sensíveis. Isto quer dizer que um veterinário é pelo bem-estar de outros seres sensíveis, pela vida de outros seres sensíveis, e não pela dor, pelo sofrimento, pela morte de outros seres sensíveis. Um veterinário que cumpre totalmente o código deontológico, não cria outros seres sensíveis, e depois, quando eles têm quatro anos de idade, manda-os para uma praça de touros, a fim de ele sentir dor, de sofrer, e de morrer, para gáudio, de uma cada vez mais reduzida minoria de gente completamente insensível. Um veterinário que age desta forma, não é um veterinário, é um monstro.
E o pior, é que a Ordem dos Médicos Veterinários, tem perfeito conhecimento, que em Portugal, existem monstros, que se apelidam de veterinários, e que são ao mesmo tempo são ganadeiros. Posso citar o nome do Joaquim Grave. Mas existem outros monstros em Portugal, para além do monstro Joaquim Grave. E o que faz a Ordem dos Médicos Veterinários? – A Ordem dos Médicos Veterinários, por interesses, que não são os interesses do touro e do cavalo, assobia para o lado. Não faz rigorosamente nada. Permite que esses monstros, continuem a agir da forma como agem, quando a acção deles, é uma acção criminosa, é uma acção, totalmente ilegal, à luz do código deontológico que juraram cumprir.

É uma vergonha, que esta situação o ocorra em Portugal, sem que, quem pode pôr-lhe um fim, não faça absolutamente nada, para acabar com esta acção criminosa, com esta ilegalidade!

Mário Amorim

Anúncios

Carta aberta à Ordem dos Veterinários

Para a Ordem dos Veterinários touros e cavalos, não são seres sensíveis com direitos. Caso contrário, a Ordem dos Veterinários já teria vindo a público, manifestar-se contra a tauromaquia. E até hoje nunca o fez. E assim é, por interesse, nada mais.

Não acredito que Ordem dos Veterinários não tenha conhecimento, de que existem pessoas que se se apelidam de veterinários, e ao mesmo tempo são ganadeiros. Posso dar o exemplo de Joaquim Grave.

Como acontece com um advogado, médico, ou enfermeiro, só para citar estes três exemplos, também uma pessoa que tire o curso de veterinária, aprende a código profissional e jura cumpri-lo. E quem não cumprir o código profissional, será expulso da Ordem, e lhe é retirada a possibilidade de exercer a profissão. Ora aqui está o problema. É que pessoas como o Joaquim Grave, não cumprem o código profissional, ao serem ao mesmo tempo veterinários e ganadeiros. Como tal, deveriam ser expulsos da Ordem dos Veterinários e impedidos de exercer veterinária.

Assim sendo, faço uma pergunta; quando é que a Ordem dos Veterinários vai tomar medidas, para por fim à acção ilegal destas pessoas? – No entanto duvido que a Ordem dos Veterinários venha a tomar medidas para travar a ilegalidade da acção destas pessoas, uma vez que é movida por interesses.

É uma vergonha que a Ordem dos Veterinários, por ser movida por interesses, nada faça, para corrigir este problema!

Mário Amorim

O que acontece II

Acontece que quando os defensores da tauromaquia, tentam justificar a tauromaquia, enviando documentação para a Assembleia da República, o quê que essa documentação contem? – Contem as justificações do costume. Contém, por exemplo frases de poetas, de filósofos sobre a tauromaquia. E diz que o pintor A, e o pintor B, gostavam de tauromaquia. E contem também pseudos dados científicos do falso veterinário Joaquim Grave, que é também Ganadeiro. Ou de outro como ele, chamado Ilhera.
A documentação recebida pela Assembleia da República resume-se a isso, nada mais.
Ou seja. Quando os defensores da tauromaquia enviam documentação para a Assembleia da República para justificar a tauromaquia, essa documentação não contem uma única alusão a provas sérias, éticas e cientificas, com indicação em que revista cientifica essas provas foram publicadas, que provem que touro nasceu para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que o touro não sofre; e que com o fim da tauromaquia, o touro vai extinguir-se.

Os defensores da tauromaquia não metem da uma vez por todas nas suas cabeças, que só é veterinário; médico; enfermeiro, só para citar três exemplos, quem cumpre na integra o código deontológico que é obrigado a cumprir.
E também não metem de uma vez por todas nas suas cabeças que só os dados científicos, apresentados por científicos, que cumprem totalmente o código deontológico, são validos.
Por tanto; dar como credíveis os pseudo estudos científicos do Joaquim Grave, só dá para uma coisa, para rir.
O Joaquim Grave deveria ser, pura e simplesmente impedido de exercer veterinária, e expulso da Ordem dos Veterinários, por não cumprir o código deontológico, que é obrigado a cumprir.

Por tanto; a documentação que os defensores da tauromaquia, enviam para a Assembleia da República, para tentar justificar a tauromaquia, não tem validade alguma!

Mário Amorim

O que acontece?

O que acontece, é que os defensores da tauromaquia, só de lhes falar na possibilidade de terem de provar, cientifica e eticamente, que o touro nasceu para ser toureado; que o touro gosta se ser toureado; que o touro não sofre, e que com o fim da tauromaquia o touro vai extinguir-se, eles tremem como varas verdes. É óbvio que eles têm pavor de terem de provar cientifica e eticamente estas alegações.

Se não vejamos!
Quando uma das nossas televisões resolve debater a tauromaquia, e convida pessoas que são contra a tauromaquia, e pessoas que são a favor da tauromaquia para estarem presentes; quem é que normalmente está presente, em defesa da tauromaquia, quem é? – Joaquim Grave.
Ora esta atitude, não é séria.
É uma atitude que diz bem do pavor que os defensores da tauromaquia têm, de discutir séria, ética e cientificamente a tauromaquia, convidando alguém que cumpra na integra o código deontológico que está obrigado a cumprir, em defesa da tauromaquia.
Um veterinário que cumpra o seu código deontológico, defende a vida. Defende o bem-estar de seres sensíveis. Não defende e não compactua, com a dor, com o sofrimento, com a crueldade, com a brutalidade, com a tortura, com a selvajaria da tauromaquia. E este, não é o caso do Joaquim Grave e de outros como ele. É que este sujeito, para além de se considerar veterinário, é ganadeiro. Ora aqui é que está a questão. Um veterinário, para ser um veterinário, não pode ao mesmo tempo exercer veterinária e compactuar com a selvajaria da tauromaquia. Pois a tauromaquia, vai totalmente contra o bem-estar, e contra a vida de seres sensíveis. O que vai totalmente contra o código deontológico veterinário.

E depois o que acontece?
Acontece que a Ordem dos veterinários assobia para o lado, permitindo que o Joaquim Grave e outros como ele, exerçam veterinária, quando não cumprem o código deontológico que estão obrigados a cumprir.

Já sobre a minha petição; o que acontece?
– O que acontece é que estou cansado de ver Espanha a ser a Lebre, e Portugal ser a Tartaruga.

Depois; os vergonhosos e recentes acontecimentos no Parlamento, mexeram muito comigo. Nesse momento, cheguei á conclusão que a tauromaquia em Portugal só será abolida com um referendo nacional.
Ainda hesitei. Mas rapidamente cheguei à conclusão que hesitar, seria prejudicar o touro, o cavalo e as crianças e jovens. E que como tal, só tinha uma atitude a tomar. Criar a petição. E assim o fiz, na passada Quinta feira.

Peço, por tanto, que não deixem de assinar a petição e de a partilhar o mais que puderem, pelos touros, pelos cavalos e pelas crianças e jovens!

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT81478

Mário Amorim

Processo cientifico

Científicos, estão por exemplo, á procura da cura para o vírus zica. Estão interligados em variadíssimas equipes, um pouco por todo o mundo. E conforme novos dados vão surgindo, as restantes equipes de científicos vão testar, para verificar os dados dos seus colegas. E é sempre assim. Quando se está a lidar com dados científicos, outros científicos, têm de os testar e comprovar.
Depois dos dados científicos terem sido testados e comprovados por outros científicos, são publicados numa publicação cientifica, por exemplo a Revista cientifica Science.

Pseudo científicos portugueses, como o Joaquim Grave, não querem meter isto, de uma vez por todas na cabeça deles. Preferem mandar umas atoardas cá para fora, por exemplo em programas de televisão, ou em supostos PDF científicos, publicados na Net, sem nunca as provarem, com dados científicos sérios, cientificamente testados e provados por outros científicos, e publicados numa publicação cientifica(em papel).

E o que me espanta, é a Ordem dos Veterinários, assobiar para o lado.
Existem em Portugal pessoas que se dizem veterinários, que juraram cumprir o código deontológico, mas que são ao mesmo tempo ganadeiros. Isto é. Dizem que são veterinários e mandam animais quando deveriam lesar pelo seu bem-estar, para a dor, para o sofrimento, para a morte, numa praça de touros. E a Ordem dos Veterinários sabe muito bem disto, e nada faz para expulsar esses senhores da Ordem, e proibilos de exercer veterinária, por não cumprirem o código deontológico que juraram cumprir. É uma vergonha!

Mário Amorim

Será que vai ser este ano?

Montagem 1º

Como todos nós sabemos, quem defende a tauromaquia, afirma vezes sem conta que o touro não sofre. E que vão ao cumulo de afirmar que o touro gosta de ser toureado.
Mas os defensores da tauromaquia esquecem-se que o touro tem um sistema nervoso central. E que como tal sofre.

Mas dou por mim inúmeras vezes a pensar; porque será que os defensores da tauromaquia, não se põe uma única vez no lugar da touro, na arena de uma praça?
– Espera; já sei. Eles afirmam que o touro, não é um animal.
– Se o touro, não é um animal o que é, afinal. Será que é um robô?

As alegações dos defensores da tauromaquia até hoje, nunca foram provadas por um cientifico, que as tenha provado, de acordo com a ciência, e cumprindo integralmente o código deontológico.
– Aliás, como acontece, na televisão, quando num programa de debate, está, por exemplo presente um pseudo cientifico, chamado Joaquim Grave, e lhe é perguntado, onde está o seu código deontológico, depois do seu chorrilho de alegações absurdas e não provadas, cientifica e eticamente, a sua atrapalhação é visível.
É que ainda não entrou na cabeça de sujeitos como o Joaquim Grave, que não basta afirmar que o touro não sofre, que o touro gosta de ser toureado, e que o touro nasceu para ser toureado. É preciso provar estas alegações, com dados científicos, que tenham sido provados pela comunidade cientifica e que tenham sido publicados numa revista cientifica. Quando se está a lidar com a ciência, tem mesmo de ser assim. E se assim não for, todas as alegações que se tenha, não passam de alegações falsas!

Será que vai ser este ano, que os defensores da tauromaquia, vão colocar-se no lugar do touro, na arena de uma praça? –Duvido. Eles são demasiadamente cobardes para isso. É como diz o ditado; pimenta no cu dos outros é refresco!

Mário Amorim

Ética pela boca de quem não a tem

Na sequencia deste artigo; http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/etica-e-touradas-a-tortura-dos-touros-485866, escrevo o seguinte:

Olha só quem vem falar de ética!? -É preciso ter uma tremenda lata para vir falar de ética, quem deveria cumprir a ética profissional e não a cumpre.

Simplesmente patético, vir falar de ética quem não tem moral para falar de ética!

Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedras para o telhado do vizinho!

Se Portugal não fosse, tal como é, uma República das bananas, este senhor já teria sido há muito expulso da Ordem dos Veterinários e proibido de exercer veterinária.

Mário Amorim