A diferença de quem tratou e trata bem um animal não-humano, para aqueles que em Portugal, tratam mal, física e psicologicamente o touro e o cavalo.

Este senhor brasileiro https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/03/09/depois-dizem-que-os-animais-nao-humanos-nao-tem-sentimentos-pinguim-nada-8-000-quilometros-todos-os-anos-para-agradecer-ao-homem-que-lhe-salvou-a-vida/, tratou e trata bem um animal não-humano. Dá-lhe amizade, dá-lhe carinho e ternura. Dá-lhe amor. Trata este belo pinguim como um filho. E ele, o Dindim, retribui-lhe amizade, gratidão, carinho, ternura, e amor.
E é assim que se trata um animal não-humano. Age-se sempre em prol da sua felicidade, em prol do seu bem-estar, não apenas por um tempo, mas para sempre, enquanto ele estiver do seu lado, enquanto ele quiser a sua companhia.

Já em Portugal, no que diz respeito ao touro e ao cavalo, eles não são bem tratados, por aqueles que dizem ama-los.
Marcar o touro, ainda bezerro, e o cavalo com ferros em brasa, não é trata-los bem.
Picar os touros, como fazem os campinos, não é trata-los bem.
Enviar o touro e o cavalo para uma praça de touros, para serem torturados, física e psicologicamente, não é trata-los bem.

Tratar bem o touro e o cavalo. Amar o touro e o cavalo, é não querer a sua tortura, física e psicológica, numa praça de touros. É lesar para todo o sempre, pelo seu bem-estar, pela sua felicidade. É querer velos felizes, e a viver em paz e sossego, na natureza, no campo, até que a lei da vida os leve embora.

Aqueles que defendem a barbárie para com o touro e para com o cavalo. Aqueles que provocam dor e sofrimento ao touro e ao cavalo numa praça de touros. Aqueles que os torturam numa praça de touros, deveriam aprender com a lição que o Senhor João Pereira de Souza lhes dá!

Mário Amorim

Anúncios

Depois dizem que os animais não-humanos não têm sentimentos! Pinguim nada 8.000 quilómetros todos os anos para agradecer ao homem que lhe salvou a vida

pinguim_b

Em 2011, o reformado brasileiro João Pereira de Souza salvou um pinguim que não conseguia sair das rochas de uma praia do Rio de Janeiro. Moribundo e coberto de petróleo, o pinguim-de-Magalhães Dindim estava sem forças. Até que João Souza pegou nele, levou-o para casa durante uma semana e devolveu-o ao mar já com a saúde restabelecida e a pele limpa.

Nesse momento, o reformado brasileiro pensou ser a última vez que veria um pinguim-de-Magalhães. Mas enganou-se. Poucos meses depois, Dindim regressou à praia carioca onde João Souza costuma pescar e reconheceu imediatamente o seu salvador.

Desde então, conta o ABC, o pinguim passa oito meses do ano com Pereira e os restantes quatro a alimentar-se nas costas da Argentina e do Chile.

Cada vez que regressa à sua casa adoptiva, Dindim nada 8.000 quilómetros. Mal chega lá, João Souza alimenta-o com uma dieta especial, idealizada por ele próprio, para melhorar a resistência e força da ave. Na verdade, dificilmente o pinguim, aceitaria outra situação, uma vez que não de deixa tocar por mais ninguém a não ser o reformado brasileiro.

“Gosto dele como se fosse meu filho e acho que ele também gosta de mim”, exclamou João Pereira de Souza à televisão Globo. Como diria Fernando Pessa: e esta, hein?

Fonte: Greensavers