CONTEÚDO ANDA Animais selvagens são capturados e mortos para preservar temporada de caça

De pé sobre um texugo capturado por uma armadilha, um guarda de caça atira no animal indefenso que permanece ferido no chão

Ao invés de acabar com sua miséria, o homem apenas atirou no dispositivo – abandonando-o para sofrer uma morte dolorosa com dois fios presos ao redor de seu pescoço.

Caçador atira em animal indefeso

Outro vídeo mostra um homem disparando em uma raposa também presa em uma armadilha e depois atirando seu corpo sobre um muro.

As imagens chocantes estão entre várias capturadas no Peak District National Park, na Inglaterra, onde caçadores e atiradores aprisionam e matam animais selvagens sob o pretexto de impedir que eles matem tetrazes, um grupo de aves, quando a temporada de caça se aproxima.

Policiais têm investigando a filmagem, cujas cenas perturbadoras foram capturadas por ativistas da Hunt Investigation Team.

Texugo capturado por armadilha

“Ficamos horrorizados. Isso está acontecendo em uma escala industrial para proteger tetrazes destinado a serem baleados”, disse um porta-voz.

De acordo com a reportagem do Mirror, as armadilhas são dispostas em terras de Derbyshire, uma área aberta ao público. Os ativistas disseram que 46 delas foram encontradas. Segundo o HIT, o texugo foi preso pela segunda vez e o guarda disparou nele novamente.

O porta-voz da organização acrescentou: “Conversamos com especialistas que dizem que o animal quase certamente terá uma morte muito pior do que se fosse baleado”.

Corpo de raposa é descartado por caçador

O HIT disse ainda que os caçadores têm feito isso nos estados que possuem tetrazes em toda a Inglaterra e na Escócia.

Infelizmente, eles são autorizados a atacar e matar raposas, mas não outros animais considerados “não alvos” como os texugos. A polícia de Derbyshire declarou ter iniciado uma investigação sobre essa barbaridade.

Fonte: ANDA

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De cortar o coração! Crueldade Cachorro é abandonado em estação de trem e chora de tristeza

(Foto: Divulgação)

Um cãozinho foi simplesmente abandonado do lado de fora de uma estação de trem localizada em Eastbourne – Inglaterra, com apenas um potinho de água ao lado do animal.

Segundo o Dailymail, o que mais impressionou as pessoas que por lá passava foi algo inusitado e de cortar o coração: o cachorrinho estava tão triste e melancólico que parecia chorar, seus olhos estavam lagrimejando, era possível notar algumas lágrimas escorrendo pelos seus pelos.

Seu olhar era de desespero e de um pedido de ajuda, fotos foram registradas e logo começaram a ser compartilhadas por milhares de pessoas em redes sociais, todos em busca de um lar para o “cachorro triste”.

Ele ficou ali por algumas horas, esperando a volta do seu tutor, que logicamente, não aconteceu. Então, as pessoas que estavam acompanhando o caso levaram ele para um abrigo de animais abandonados, onde tentaram diversas vezes contado com seus “responsáveis”.
Caso não conseguissem achar o tutor do cão, eles iriam optar pela adoção do animal!

(Foto: Divulgação)

Fonte: ANDA

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Esta notícia, é de cortar o coração. E é revoltante.
Como é que alguém é capaz de uma atitude destas?!
Quem fez isto é criminoso/a ou criminosos.
Quem abandonou este menino lindo, deveria ser abandonado numa esquina.

Tenho o meu coração apertado com esta notícia.
Olhar para o rosto deste menino e ver o seu desespero, deixa o meu coração bem apertado.

Não entendo como é que alguém é capaz de uma coisa destas!

Londres, inglaterra Ativistas realizam protesto pela proibição de circos com animais

Reprodução

Dezenas de manifestantes protestaram, do lado de fora do parlamento britânico, contra a exploração de animais nos circos, nesta última quarta-feira. Há muito tempo, o governo vem prometendo acabar com a participação de animais em circos na Inglaterra e no País de Gales, mas até agora, nada foi feito. Os manifestantes pacíficos exibiram cartazes e, literalmente vestiram a camisa dos animais durante o protesto, destacando a crueldade no uso de animais nos espetáculos de entretenimento.

Assista ao vídeo clicando aqui

Fonte: ANDA