CONTEÚDO ANDA Bebês leões considerados “excedentes” são mortos em zoo

Em agosto de 2012, quatro filhotes de leões saudáveis – Simba, Nala, Sarabi e Rafiki – nasceram no Borås Djurpark, um zoológico no Sul da Suécia, depois que o local incentivou a reprodução dos pais dos bebês

No ano seguinte, o zoo matou todos os filhotes por um motivo que muitas pessoas tem descrito como inaceitável. Segundo o site sueco SVT, os documentos do zoo revelam que os leões tinham uma saúde excelente quando morreram, mas o estabelecimento os considerava animais “excedentes”.

Os leões não foram os únicos. O zoo permitiu que mais três filhotes nascessem: Kiara, Banzai e Kovu e também os matou.

Em Agosto de 2016, o local anunciou o nascimento de mais quatro filhotes de leões – Potter, Weasley, Granger e Dolores. Enquanto Granger e Dolores foram transferidos para um zoo sem nome na Inglaterra, Potter e Weasley foram mortos na recentemente.

No total, o Borås Zoo matou nove filhotes de leão saudáveis nos últimos seis anos.

Muitas pessoas, incluindo ativistas pelos direitos animais, estão revoltadas e acreditam que os filhotes foram usados para atrair visitantes ao zoo e depois foram descartados quando cresceram e não eram mais considerados atraentes – um destino triste e que não é incomum para filhotes em atrações em zoos.

“Estamos enojados pelo homicídio terrível e injustificável de nove filhotes de leões saudáveis pelo Borås Zoo na Suécia”, declarou Fleur Dawes, diretora de comunicação da In Defence of Animals, ao The Dodo.

“Os zoos frequentemente criam bebês animais para atrair multidões, então matam ‘animais excedentes’ quando eles se tornam menos lucrativos. A zootanásia é uma prática desenfreada e cancerosa que trai indivíduos inteligentes e conscientes por dinheiro”, acrescentou.

Na natureza, os leões africanos são considerados uma espécie vulnerável. As três principais ameaças que enfrentam são a perda de habitat, a escassez de presas e a caça.

“Matar membros desta espécie ameaçada é especialmente vil e mostra que os zoos não possuem um interesse genuíno na proteção. Este zoo desprezível é incapaz de cuidar de animais e instamos que o governo sueco coloque os animais remanescentes em um santuário onde eles possam receber cuidados genuínos e respeito”, apontou Dawes.

Infelizmente, Borås Djurpark não é o único zoo que mata animais considerados “excedentes”. Em 2015, o Odense Zoo, na Dinamarca, foi criticado por matar um leão saudável simplesmente tinha muitos leões.

Em 2014, o Copenhague Zoo matou uma girafa perfeitamente saudável, chamada Marius, na frente de visitantes, e depois publicou uma autópsia dela e deu seus restos aos leões que explorava.

“Não importa quantas vezes ouvimos sobre o assassinato intencional de animais em zoos, o choque não é menor.  Quando a decisão de matar é feita porque os animais são considerados ‘excedentes’, é devastador. Só posso esperar que esta tragédia não se torne uma outra estatística, mas antes inicie um diálogo sobre por que necessitamos de zoos quando existem alternativas viáveis para aprender e ver animais em seu ambiente natural”,  declarou Prashant Khetan, CEO e conselheiro geral da Born Free USA.

Fonte:  ANDA

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CONTEÚDO ANDA Número recorde de mortes de cavalos revela a crueldade da indústria de corridas

O Cheltenham Racecourse, um curso de inglês famoso por promover um festival de corridas de cavalos de Cheltenham, que ocorre em Março, foi criticado após quatro cavalos morrerem em apenas…

As mortes despertaram a indignação do público e foi informado que as condições da pista de corrida fizeram com que cavalos escorregassem ou caíssem.

De acordo com o The Holidog Times, os quatro cavalos, que faleceram entre 17 e 19 de Novembro, tinham entre quatro e nove anos. A égua Glenmona, morreu devido a lesões causadas na competição enquanto os outros três foram mortos após serem examinados por veterinários.

O primeiro cavalo que faleceu, Counter Shy, foi explorado em uma corrida de obstáculos e o segundo, Need-To-Know, escorregou ao ter contato com o solo e lesionou a perna traseira. Já a égua Glenmona tropeçou e o cavalo London Pride, de seis anos, sofreu uma queda grave após saltar obstáculos em uma descida, caindo sobre a cabeça e torcendo o pescoço.

Os acidentes aumentaram o número de animais mortos em Cheltenham para 11 neste ano, o que supera as 10 mortes registradas na pista em 2016. Os jockeys alegaram que a pista era instável e pantanosa e culpam essas condições pelo trágico destino dos animais.

Embora os organizadores da corrida reconheçam que o clima alterou a qualidade da pista, eles negam qualquer responsabilidade pelos acidentes.

Para Dene Stansall, consultora da organização Right Animal Aid, o verdadeiro problema é evidente: “Depois de cenas impossíveis de ver de cavalos caindo e ficando feridos e quatro jovens cavalos inocentes mortos no final de três dias de corrida, as perguntas devem ser respondidas e as pessoas são responsáveis por esse notório abuso dos animais. A British Horseracing Authority e Jockey Club Racecourses não podem mais justificar a morte de cavalos como ‘acidentes’ ou se esconder atrás de estatísticas fracas e patéticas como eles costumam fazem”.

A Animal Aid tem pressionado para que a pista de corrida seja fechada. A investigação da organização sobre corridas de cavalos afirma que cerca de 200 animais morrem na pista anualmente enquanto aqueles que não são mais explorados nas competições são enviados para o matadouro porque perdem seu “valor”.

Há muitos anos, grupos direitos animais denunciam os horrores que sofridos por cavalos forçados a competir. Um artigo publicado no New York Times em 2012 estimou que cerca de 20 cavalos morrem semanalmente em corridas nos EUA, principalmente devido a overdoses de drogas, usadas para aumentar a performance.

As incidências de crueldade envolvendo esses animais são generalizadas. Uma investigação realizada pela Peta em 2014 acusou famosos jockeys norte-americanos de, entre outros abusos, usar choques elétricos para forçar os animais a correr mais rápido.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Animais selvagens são capturados e mortos para preservar temporada de caça

De pé sobre um texugo capturado por uma armadilha, um guarda de caça atira no animal indefenso que permanece ferido no chão

Ao invés de acabar com sua miséria, o homem apenas atirou no dispositivo – abandonando-o para sofrer uma morte dolorosa com dois fios presos ao redor de seu pescoço.

Caçador atira em animal indefeso

Outro vídeo mostra um homem disparando em uma raposa também presa em uma armadilha e depois atirando seu corpo sobre um muro.

As imagens chocantes estão entre várias capturadas no Peak District National Park, na Inglaterra, onde caçadores e atiradores aprisionam e matam animais selvagens sob o pretexto de impedir que eles matem tetrazes, um grupo de aves, quando a temporada de caça se aproxima.

Policiais têm investigando a filmagem, cujas cenas perturbadoras foram capturadas por ativistas da Hunt Investigation Team.

Texugo capturado por armadilha

“Ficamos horrorizados. Isso está acontecendo em uma escala industrial para proteger tetrazes destinado a serem baleados”, disse um porta-voz.

De acordo com a reportagem do Mirror, as armadilhas são dispostas em terras de Derbyshire, uma área aberta ao público. Os ativistas disseram que 46 delas foram encontradas. Segundo o HIT, o texugo foi preso pela segunda vez e o guarda disparou nele novamente.

O porta-voz da organização acrescentou: “Conversamos com especialistas que dizem que o animal quase certamente terá uma morte muito pior do que se fosse baleado”.

Corpo de raposa é descartado por caçador

O HIT disse ainda que os caçadores têm feito isso nos estados que possuem tetrazes em toda a Inglaterra e na Escócia.

Infelizmente, eles são autorizados a atacar e matar raposas, mas não outros animais considerados “não alvos” como os texugos. A polícia de Derbyshire declarou ter iniciado uma investigação sobre essa barbaridade.

Fonte: ANDA

De cortar o coração! Crueldade Cachorro é abandonado em estação de trem e chora de tristeza

(Foto: Divulgação)

Um cãozinho foi simplesmente abandonado do lado de fora de uma estação de trem localizada em Eastbourne – Inglaterra, com apenas um potinho de água ao lado do animal.

Segundo o Dailymail, o que mais impressionou as pessoas que por lá passava foi algo inusitado e de cortar o coração: o cachorrinho estava tão triste e melancólico que parecia chorar, seus olhos estavam lagrimejando, era possível notar algumas lágrimas escorrendo pelos seus pelos.

Seu olhar era de desespero e de um pedido de ajuda, fotos foram registradas e logo começaram a ser compartilhadas por milhares de pessoas em redes sociais, todos em busca de um lar para o “cachorro triste”.

Ele ficou ali por algumas horas, esperando a volta do seu tutor, que logicamente, não aconteceu. Então, as pessoas que estavam acompanhando o caso levaram ele para um abrigo de animais abandonados, onde tentaram diversas vezes contado com seus “responsáveis”.
Caso não conseguissem achar o tutor do cão, eles iriam optar pela adoção do animal!

(Foto: Divulgação)

Fonte: ANDA

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Esta notícia, é de cortar o coração. E é revoltante.
Como é que alguém é capaz de uma atitude destas?!
Quem fez isto é criminoso/a ou criminosos.
Quem abandonou este menino lindo, deveria ser abandonado numa esquina.

Tenho o meu coração apertado com esta notícia.
Olhar para o rosto deste menino e ver o seu desespero, deixa o meu coração bem apertado.

Não entendo como é que alguém é capaz de uma coisa destas!

Londres, inglaterra Ativistas realizam protesto pela proibição de circos com animais

Reprodução

Dezenas de manifestantes protestaram, do lado de fora do parlamento britânico, contra a exploração de animais nos circos, nesta última quarta-feira. Há muito tempo, o governo vem prometendo acabar com a participação de animais em circos na Inglaterra e no País de Gales, mas até agora, nada foi feito. Os manifestantes pacíficos exibiram cartazes e, literalmente vestiram a camisa dos animais durante o protesto, destacando a crueldade no uso de animais nos espetáculos de entretenimento.

Assista ao vídeo clicando aqui

Fonte: ANDA