Vitória: lutas até a morte entre javalis e cães são proibidas em toda a Indonésia

A denúncia ganhou o apoio do Parlamento da Indonésia, de grupos religiosos locais, moradores de vilas próximas e amantes dos animais do mundo todo.Javalis e cães em luta até a morte

Oficiais do governo da Indonésia anunciaram que os terríveis eventos em que cães e javalis são obrigados a lutar uns com os outros até a morte chegaram ao fim. A medida veio cerca de duas semanas após a Fundação Scorpion ter divulgado imagens violentas das lutas em vídeo, como conta o site Animals Asia.

Membros da população local afirmaram que as lutas – conhecidas por “dugong” ou “adu bagong” – eram uma celebração tradicional da caça.

A denúncia ganhou o apoio do Parlamento da Indonésia, de grupos religiosos locais, moradores de vilas próximas e amantes dos animais do mundo todo.

Passeata a favor da proibição de lutas entre javalis e cães
O apoio à proibição veio de todo o mundo

Ade Sukalsah, chefe de comunicações do governo de Java Ocidental, província mais povoada da Indonésia, afirmou: “Lutas entre javalis selvagens e cães são uma tradição muito antiga de Java Ocidental, mas se a tradição tem influência e impacto negativos na sociedade, então ela deve ser eliminada e esquecida”.

Foram dadas ordens para que todos os chefes e prefeitos das províncias emitissem instruções banindo os eventos bárbaros e afirmando que a tortura de animais é um crime.

Outras denúncias feitas pela Fundação Scorpion estão elucidando muitas práticas obscuras que ocorrem na Indonésia, como exploração e condições precárias de zoológicos, a persistência de eventos como lutas até a morte de animais e a falta de leis que os protegem como um todo no país.

Como resultado, estão sendo vistas mudanças incríveis. Nos últimos anos, direitos animais têm se tornado um assunto de alta importância na Indonésia através das investigações feitas pela fundação e seus parceiros. Para citar algumas, reconhecimento oficial do governo sobre a necessidade da criação de leis para proteger os animais, zoológicos anunciando o fim de selfies com orangotangos filhotes e de shows em que ursos fazem truques implorando por comida.

Infelizmente, apesar dessas vitórias, ainda há exploração animal intensa. Urso e seu filhote sendo usados para turistas tirarem fotos e golfinhos sendo colocados em aviões para acompanharem circos itinerários são exemplos. Muito ainda precisa ser feito pelos animais da Indonésia e do mundo inteiro.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Golfinho explorado em circo luta para respirar enquanto é mantido fora da água

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Imagens angustiantes mostram um golfinho explorado por um circo itinerante indonésio sendo mantido fora da água por períodos de tempo duradouros durante a execução de shows.

Enquanto multidões ficam boquiabertas com um urso se exercitando e uma lontra correndo em um barril, o golfinho permanece na lateral da piscina, esquecido e sem cuidados.

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Permanecer fora da água por muito tempo é, em última análise, fatal para os animais, mas eles correm o risco de desenvolver graves condições se passam até mesmo um tempo relativamente curto acima da superfície.

A filmagem foi divulgada pela Animals Asia, que também está pressionando a companhia aérea Sriwijaya Air a parar de transportar animais abusados em circos em seus voos, segundo informações do Daily Mail.

No vídeo, o mamífero é visto lutando para respirar, enquanto outros animais executam seus truques. Ele só recebe permissão para voltar para a água quando as famílias param para tirar selfies.

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“Embora mamíferos respirem pelo ar como seres humanos, os golfinhos não evoluíram para ficar fora da água. A falta de flutuabilidade pode causar pressão sobre os pulmões, o que pode gerar problemas respiratórios e a rápida desidratação pode ter um impacto negativo sobre a pele”, declarou Dave Neale, diretor de Bem-Estar Animal da Animals Asia.

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“Além disso, eles correm o risco de ser arranhados por superfícies irregulares e expostos a produtos químicos possivelmente utilizados para limpar superfícies. Acrescente todo o barulho – particularmente de um circo – e você tem uma receita para trauma físico e psicológico que pode matar esses animais altamente complexos”, adicionou.

Atualmente, os circos itinerantes da Indonésia exploram 70 golfinhos, que são transportados em caminhões e aviões quando eles viajam pelo país.

O grupo tem divulgado o vídeo juntamente com uma petição, que atualmente possui 25 mil assinaturas, para pressionar a Sriwijaya Air a parar de contribuir com estes estabelecimentos cruéis.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Sobrevivência de milhares de orangotangos é ameaçada por indústria de óleo de palma

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Desde que a indústria de óleo de palma iniciou sua expansão em escala industrial no Sudeste Asiático, ela tem sido pressionada por ativistas ambientais e ONGs por seus impactos negativos.

Essa crítica é plausível porque muitas empresas de óleo de palma foram estabelecidas por meio do desmatamento que substituiu áreas florestais por plantações de palma. As perdas de biodiversidade são massivas.

Para ajudar a reduzir os impactos ambientais da indústria, critérios para o óleo de palma sustentável foi desenvolvida, pela Mesa Redonda de Óleo de Palma Sustentável (RSPO), uma plataforma de definição de padrões de múltiplos atores.

Muitos questionaram a capacidade da RSPO de reduzir os impactos ambientais e sociais do desenvolvimento do óleo de  palma, mas existem poucos estudos quantitativos para fundamentar essas críticas. Um novo estudo analisa como reduzir a perda de florestas e habitats de orangotangos em Bornéu, na Indonésia.

Em um estudo coordenado pelo Borneo Futures e financiado pela Wilmar International, foram mapeadas 2717 propriedades e concessões de palmeiras em Bornéu, das quais 80% estavam em atividade em 2016.

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Para cada área, foi determinada a presença ou inexistência de orangotangos, qual a tendência da população de animais desde 1999, o nível de desmatamento entre 2000 e 2015 e se as empresas foram certificadas com RSPO ou não.

A área total das propriedades e concessões mapeadas foi de 13,3 milhões de hectares em 2015 ou 17,1% da área terrestre Bornéu.Do total da região mapeada, 34,1% foi usado para plantações de óleo de palma, 21,2% ainda possui florestas e o restante foi utilizado para outros fins (agricultura, mineração etc), segundo dados divulgados pelo Mongabay.

A perda total de floresta intacta e explorada entre 2000 e 2015 em unidades de manejo certificadas pelo RSPO foi de 73.559 hectares (ou seja, 9% da área total de concessões). Desse total, 49.030 hectares foram perdidos após novembro de 2005 ou cerca de 0,6% da área total certificada pelo RSPO a cada ano.

Já nas áreas usadas pela indústria de óleo de palma que  não tinham certificado RSPO , em 2016, a perda foi de 1.748.123 hectares ou aproximadamente 25 vezes mais do que das florestas com RSPO. Desse total, 1.453.928 hectares foram devastados após novembro de 2005, ou seja, 1,5% da área total por ano.

Em 2014, existiam 275 orangotangos em 32 unidades de gestão certificadas e cerca de 9.300 orangotangos em 529 áreas sem certificado. Entre 1999 e 2014, as populações de orangotango em áreas que agora são certificadas diminuíram de 419 para 275.

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No mesmo período, as populações da espécie em locais não certificados diminuíram de 13.480 para 9.302. Isso sugere que a perda absoluta de orangotangos é significativamente menor nas concessões de RSPO em Bornéu do que em outras propriedades e concessões. Porém, as taxas de perda relativa são praticamente as mesmas.

Atualmente, há 10 mil orangotangos em áreas usadas para plantações de óleo de palma. Isso faz com que o potencial de resultados desastrosos para estes animais seja significativo. A continuidade da indústria levará ao desmatamento e provavelmente à morte desses animais protegidos.

O resgate dos 10 mil primatas não só é logisticamente impossível, como também incorrerá em custos estimados em uma variação entre US$ 100 e 200 milhões.

Só é possível impedir a morte destes orangotangos se o governo esclarecer que a destruição de habitats de espécies protegidas e o assassinato destes animais é ilegal e será punido. Além disso, é preciso que as 561 empresas de óleo de palma se responsabilizem pela proteção dos habitats restantes de orangotangos e ONGs e outros grupos trabalhem com essas companhias para facilitar a implementação de práticas de proteção eficazes.

Segundo Erik Meijaard, coordenador do Borneo Futures initiative e autor da pesquisa, há margem para melhorias nas práticas ambientais nas propriedades e concessões certificadas, mas os orangotangos têm melhores perspectivas nas unidades de manejo de propriedade dos membros do RSPO, onde as perdas florestais são menores.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Golfinhos explorados por circo são mantidos em recintos praticamente secos

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O golfinho fêmea deveria ficar na água. Em vez disso, ele estava deitado em uma maca de tecido suspensa dentro de uma caixa seca, semelhante a um caixão. Alguém tinha colocado uma toalha úmida em suas costas, mas agora, a água havia evaporado.

Ela foi levada para um avião e começou a ser carregada no porão de carga. O golfinho na caixa ao seu lado emitia ruídos.
Recentemente, foram divulgadas fotografias e vídeos dos dois animais sendo transportados para ser explorados em um circo de golfinhos da Indonésia. Eles estavam sendo levados de Jacarta a Balikpapan para realizar seu próximo show.

 

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“É o pior tipo de crueldade. Os golfinhos devem viver no oceano onde seus corpos são leves. Quando eles estão fora da água, a gravidade os machuca .O ruído também os prejudica e o estresse extremo a que estão expostos os mata”, disse Femke Den Haas, fundador da Jakarta Animal Aid Network (JAAN).

Na Indonésia, os circos de golfinhos itinerantes são essencialmente como o SeaWorld com rodas. Eles viajam por todo o país, erguendo piscinas temporárias e estádios e forçam os golfinhos – assim como outros animais como ursos-do-sol e lontras – a realizar truques para o público.

As condições em que eles vivem não são nada menos do que deploráveis, de acordo com Den Haas.

Fonte: ANDA

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Estou chocado com esta notícia!

Nenhum animal não-humano é para divertir o animal-humano.
Todos os animais não-humanos, são para ser respeitados, e não para ser cruelmente tratados pelos seus irmãos humanos, para divertir o animal-humano.
Está mais do que hora, do animal-humano perceber isto, de uma vez por todas, e acabar com todos os circos com animais não-humanos, com todos as práticas que utilizam animais não-humanos, para divertir outros insensíveis animais-humanos!

Mário Amorim

CONTEÚDO ANDA Golfinhos são obrigados a saltar por argolas de fogo em circo na Indonésia

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Quando vivem em paz no oceano, golfinhos fazem shows bastante surpreendentes. Eles saltam, rodopiam e viram seus corpos. Pesquisadores têm observado de perto sua comunicação e como eles poderiam se comunicar conosco. E, claro, temos visto como as famílias de golfinhos interagem umas com as outras, brincando e compartilhando momentos muito felizes.

Infelizmente, alguns seres humanos não se contentam em observar golfinhos no seu habitat natural e, de forma egoísta, os separam de suas famílias e os mantêm confinados em parques marinhos ou em circos itinerantes.

Um vídeo mostra golfinhos explorados por um circo itinerante na Indonésia e obrigados a executar alguns truques ridículos incluindo saltar através de um aro de fogo, buscar anéis em uma piscina e carregar bolas de basquete ao redor de uma piscina com suas barbatanas.

No final do dia, eles são colocados em caixotes, um ato que provoca um grande estresse em qualquer animal, e transportados para outro local onde devem fazer todos os truques novamente, informou o One Green Planet.

Golfinhos merecem uma vida muito melhor do que essa. Estes mamíferos marinhos são extremamente autoconscientes e, quando mantidos em cativeiro, eles mostram comportamentos estereotipados que demonstram o intenso sofrimento que precisam enfrentar.

Alguns desses comportamentos são nadar em círculos de maneira repetitiva e permanecer imóvel em uma superfície ou no chão do aquário por períodos relativamente longos de tempo. Alguns golfinhos em cativeiro até mesmo se suicidam devido à extrema angústia e depressão. Por isso, é fundamental conscientizar o público para não apoiar instalações que lucram com o sofrimento dos animais.

Fonte: ANDA

conteúdo anda Leonardo DiCaprio se engaja na luta para salvar Elefantes da Sumatra na Indonésia

Foto: Reprodução/Leonardo di Caprio - Facebook

Os elefantes e outros animais nativos do parque nacional de Leuser, na Indonésia, estão sofrendo o duro impacto da indústria do óleo de palma. Estima-se que uma área florestal do tamanho de 300 campos de futebol é devastada para dar lugar ao cultivo de palma a cada hora, de acordo com matéria do One Green Planet.

O óleo de palma ganhou popularidade porque é barato, versátil e pode ser conservado em temperatura ambiente. Conforme aumenta a demanda pelo produto, mais animais perdem seu lar.

Os Elefantes da Sumatra, já criticamente ameaçados, estão perdendo seu habitat pouco a pouco. Família de elefantes estão tendo extrema dificuldade em encontrar fontes seguras de água e comida, tornando a sobrevivência quase impossível. Além disso, os orangotangos também podem ser extintos da região nos próximos 20 anos, já que são mortos e capturados como “pragas” nas plantações de palma.

Felizmente, celebridades como Leonardo DiCaprio estão lutando contra essa realidade vergonhosa. Leo postou uma foto no Facebook em que aparece ao lado dos elefantes e da equipe dedicada a salvá-los, com a legenda: “As florestas tropicais de Leuser são consideradas o melhor habitat que resta aos Elefantes da Sumatra. Nestas matas estão os caminhos ancestrais de migração dos elefantes, ainda utilizados pelas hordas remanescentes. Mas a expansão das plantações de palma está fragmentando a floresta e cortando as rotas dos animais, dificultando que as famílias de elefantes encontrem suas fontes de comida e água.”

DiCaprio também anunciou recentemente que sua fundação doará U$15 milhões para organizações de proteção ambiental. Fora dessa quantia, um fundo especial será criado para garantir a proteção de 6,5 milhões de acres de florestas na Sumatra que foram exploradas pela indústria do óleo de palma.

É muito interessante ver um artista com grande visibilidade usando sua influência para o bem. Se você também quer apoiar o grupo Forest Nature and Environment Aceh na luta pela preservação do Ecossistema de Leuser, assine a petição.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Caça leva tigres-de-sumatra à iminência de extinção na Indonésia

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Corpos de filhotes são usados para fabricação de acessórios.

Os restos mortais de dois filhotes de tigres-de-sumatra podem valer 100 milhões de rúpias, o equivalente a 7.500 dólares.

Paul Hilton, um fotógrafo de vida selvagem, esteve na Indonésia recentemente e ficou face a face com Agus Salim, um homem que foi flagrado tentando comercializar peles e ossos desses animais, itens que estão sendo frequentemente usados na manufatura de roupas e acessórios de moda.

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Mas, conforme reportagem do The Dodo, Salim é apenas um intermediário que trabalha para um mentor famoso nos crimes de tráfico de vida selvagem conhecido como Maskur, cujas ações podem levar os tigres-de-sumatra à extinção, uma vez que há apenas 300 indivíduos da espécie restantes no mundo.

E as pessoas que tentam salvá-los estão correndo contra o tempo.

Por esse motivo, Hilton se apressa em levantar histórias sobre as mazelas que esses animais criticamente ameaçados enfrentam pelo mundo devido à ação humana.

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“A Indonésia já perdeu os tigres-de-bali e os tigres-de-java, que foram caçados até a extinção”, disse Hilton ao The Dodo. “Sem uma reformulação séria das leis atuais que tratam sobre os crimes de vida selvagem, pode-se presumir que o tigre-de-sumatra está em seus últimos dias”.

De acordo com pessoas que atuam em campo na ilha de Sumatra, a luta contra a extinção iminente desses animais requer a colaboração de todos.

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“Auxiliar na aplicação da lei é parte de nossa estratégia para assegurar que o tigre-de-sumatra e outras espécies estejam protegidas da caça’, disse Noviar Andayani, da Sociedade pela Preservação da Vida Selvagem da Indonésia, para Hilton. “Essa estratégia precisa da cooperação e do suporte de todos os lados; não só das autoridades, mas também da própria sociedade”.

Fonte: ANDA